Resultados Concurso Alphaversos 2018 – Avaliações do 20º, 21º e 22º colocados

Avaliação Completa – Ecos da Guerra Presença dos Temas: 7,0 Lancaster: Os temas são Distopia, Disputa de Território, Construtos. Todos presentes, mas nenhum exatamente muito desenvolvido. BURP: Todos estão presentes, […]

Avaliação Completa – Ecos da Guerra

Presença dos Temas: 7,0

Lancaster: Os temas são Distopia, Disputa de Território, Construtos. Todos presentes, mas nenhum exatamente muito desenvolvido.

BURP: Todos estão presentes, embora não muito desenvolvidos.

Oriebir: Os três temas estão presentes, mas nenhum deles é mais aprofundado. Sinto que poderiam ser declarados os temas Sobrevivência e Traição, e nada mudaria na descrição do cenário.

Armageddon: Consigo ver os três temas propostos aplicados aqui, especialmente no que diz respeito a distopia. Disputa de territórios poderia ter sido um pouco mais desenvolvida. Faria uma grande diferença pro cenário.

Uso das Regras: 6,0

Lancaster: No que apresentou, seco e direto e esse é um traço positivo. Mas ficou nisso. E faltaram regras definindo como funcionarão as armaduras — foi um fato gritante.

BURP: Incompletas. Menciona o uso de classes, mas não explica como elas funcionam. O mesmo para os exoesqueletos.

Oriebir: É citado o uso classes, mas elas não são explicadas. O mesmo com o funcionamento dos exoesqueletos. Os materiais citados no início do texto têm alguma propriedade em regras?

Armageddon: Irei explanar melhor isso nos aspectos gerais, mas creio que vale a mesma dica aqui: caso algo seja relevante para o cenário, ele deve ser desenvolvido. Os materiais e classes citadas são legais, mas em um RPG, ou elas precisam de regras (e cabe a você nos mostrar), ou não precisam.

Aspectos Gerais: 6,5

Lancaster: O que mais me incomodou foi que o universo é parte espacial, grande parte cyberpunk e a magia aparece casualmente sem se tornar um elemento distintivo. É como se o cenário ainda não tivesse decidido o que ele realmente quer ser.

BURP: Há pouca coesão entre as várias ideias apresentadas, mas há um núcleo de um cenário que pode funcionar.

Oriebir: O gênero já não me chama muito a atenção; além disso, as ideias apresentadas não trazem nenhum elemento ou plot mais original que o diferencie. De repente a ideia da sombra causada pelos anéis pudesse deixar de ser um problema já resolvido e voltar a ser um plot do cenário? Não sei se isso já seria o suficiente, contudo.

Armageddon: Acho que o autor poderia ter trabalhado melhor alguns aspectos que teriam tornado todo o cenário mais interessante. Do jeito que está, ele oscila entre soluções misteriosas e não desenvolve um lugar novo para as aventuras.

Os anéis citados lá no início, por exemplo. A primeira coisa que me veio a mente é que, em vez de uma formação natural que foi misteriosamente destruída na terraformação do planeta, A Capital poderia ser um destes anéis, uma cidade gigantesca construída no espaço, que, por existir, condenou os que ficaram no planeta a viver na sombra.

Nota Final: 6,5

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About Edu Guimarães

Mestra RPG desde os 10 anos e nunca mais parou. É nerd, biólogo, Leal e Bom.