Tormenta 4e: Deuses – Tauron

Estamos agora na reta final da adaptação dos deuses de Tormenta para Dungeons & Dragons 4ª Edição. Desta vez trazemos o deus mais cabeça-dura de Arton:

Tauron – O Deus da Força

O Deus da Força é também patrono da raça dos minotauros. Corajoso e orgulhoso, representa dois conceitos que à primeira vista parecem opostos: a dominação dos fortes sobre os fracos, e também a proteção dos fracos pelos fortes. Seus propósitos não podem ser claramente vistos como malignos ou benignos — mas ele é, acima de tudo, uma divindade de bravura, determinação, força física e força interior. Tauron é temido pelos dóceis e puros, mas venerado pelos fortes e corajosos. Costuma desafiar os deuses fortes (como Khalmyr, Nimb, Ragnar, Oceano…) e amparar os fracos, como Lena, Mara e especialmente a fragilizada Glórienn.
Tendência: Indiferente.

Talentos

Estes talentos estão disponíveis para devotos de Tauron.
Coragem Total
Sua fé o preenche de segurança, não deixando espaço algum para o medo.
Pré-requisito: Qualquer classe divina, deve ser devoto de Tauron.
Benefício: Você recebe um bônus de +2 em suas defesas contra qualquer efeito com a palavra-chave medo e pode rolar imediatamente um teste de resistência com um bônus de +2 para negar qualquer efeito que possa ser encerrado por um. Você continua a ter direito a um teste de resistência para encerrar estes efeitos no final de seu turno.
Amparo de Tauron [Divindade]
Pré-requisito: Canalizar Divindade como característica de classe, deve ser devoto de Tauron
Benefício: Você pode invocar o poder do deus da força para usar Amparo de Kord (Livro do Jogador p. 193).

Poder

Estes poderes estão disponíveis para personagens de classes divinas que venerem Tauron:

Pacto com a Serpente Ataque de Nível 5
Você pode chamar para te ajudar os espíritos de dragoas-caçadoras mortas em combate.
Diário Conjuração, Divino, Implemento, Necrótico
Ação Padrão Explosão contígua 5
Efeito: O personagem conjura dois espíritos de dragoas-caçadoras. Cada uma ocupa 1 quadrado dentro do alcance. Como uma ação de movimento, o personagem pode deslocar os dois espíritos uma quantidade total de quadrados igual ao seu modificador de Força. Estes espíritos continuam a lutar até o final do encontro, quando somem. Qualquer inimigo que terminar seu turno adjacente a uma das dragoas-caçadoras conjuradas será alvo de um ataque de Sabedoria +2 vs CA. Caso o ataque acerte, ele receberá 1d8 + modificador de Sabedoria de dano necrótico. Qualquer criatura pode se deslocar através dos quadrados ocupados pelas dragoas-caçadoras, mas não podem terminar seu turno ocupando o mesmo quadrado.
Sangue de Ferro Utilitário de Nível 2
Seu corpo adquire a força e resistência do ferro.
Diário Divino
Ação Mínima Pessoal
Efeito: O personagem gasta um pulso de cura e deixa seu corpo duro como o ferro até o final do encontro. Sua capacidade de carga dobra e ele adquire resistência 5 contra todos os tipos de cano. Suas mãos tornam-se duras como porretes, e caso o personagem as use para atacar elas contarão como martelos para fins de determinar efeitos do ataque (prof. +2 e 1d8 de dano). Além disso, mais denso, qualquer efeito que o faça mover-se contra sua vontade moverá ele 1 quadrado a menos (podendo simplesmente não funcionar, no caso de efeitos que moveriam apenas 1 quadrado).

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E aí? O que acharam?

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2 Resultados

  1. Danilo disse:

    Bom, não li a 4ª edição, mas por que Keenn tem o mesmo alinhamento de Tauron?
    Até entendo por que Tauron seja indiferente (se o alinhamento e a palavra querem dizer a mesma coisa.
    Mas Keenn é mau e quer transformar o mundo em um imenso campo de batalha e semar a destruição.
    Ele (Keenn) não seria caótico e mau?
    E o deus da coragem não vai ter um poder que imunize os dseus do medo?

  2. CF disse:

    Bom, para a questão das tendências, eu acredito que Keen fique melhor indiferente. Eu simplesmente não acho que Keen seja maligno o bastante para ter tendência maligna. Quero dizer, se prestar atenção sobre a forma como as tendências funcionam na 4e, notará que as tendências que não são indiferente foram bastante espremidas nos extremos. Se antes ter propósitos mais egoístas o tornavam um personagem de tendência maligna, agora é necessário um comprometimento maior com a causa do mal para conseguir a tendência de “Mal” ou “Caótico e Mal”.
    Tanto que há deuses que eram bons e agora estão também indiferentes.
    Apesar de ser caótico e maligno para o padrão das tendências da 3e, não sinto que Keen seja maligno o bastante para ser considerado na 4e.
    E sobre imunidades, eu estou seguindo o padrão da 4e e descartando todas as imunidades. Imunidades são chatas porque elas são muito extremadas dentro de jogo: ou o personagem pode ser amedrontado, ou o mestre pára de usar efeitos de medo contra ele – o que termina tornando inútil ter aquela imunidade.
    No lugar resolvi dar um bônus para não ser afetado por medo e de quebra um teste de resistência adicional para evitar os efeitos. O que significa que vai ser difícil do personagem ser afetado pelo medo, mas não vai tornar inútil qualquer tentativa por parte do mestre.

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