O que estamos jogando?

Sim! Nosso tradicional post periódico de periodicidade mais inconstante que opinião de devoto do Caos está de volta! Ocasionalmente gostamos de compartilhar com os nossos leitores o que a equipe […]

Sim! Nosso tradicional post periódico de periodicidade mais inconstante que opinião de devoto do Caos está de volta!

Ocasionalmente gostamos de compartilhar com os nossos leitores o que a equipe do RPGista anda jogando – tanto em termos de RPG quanto de outros jogos, de mesa, tabuleiro, videogame, computador e seja-lá-mais-o-quê. A proposta acabou se expandindo e mencionamos também o que estamos lendo, o que estamos assistindo em termos de filmes, séries e desenhos animados, etc. Ainda espero ver alguém comentando que começou a praticar algum esporte radical.

Bom, vamos lá:

O que vocês estão lendo, vendo e jogando?

holy

Marlon Teske “Armageddon”

Estou no meio do maior gargalo de trabalho da história recente da humanidade agora nesse início de 2013, então tenho tudo pra fazer e pouco tempo para tanto. Por isso não estou jogando NADA além de minha campanha quase-semanal de 3D&T Alpha no mundo de Meliny, narrada na cara e na coragem.

Li O Caçador de Apóstolos do Caldela, e estou terminando o Festim dos Corvos. O Dança com Dragões só quero ler daqui há uns seis anos, acho. Melhor parar antes de tomar uma overdose como aconteceu com os livros do Cornwell. Ambos os livros são muito bons, cada qual a sua maneira. Nesse meio tempo também reli Holy Avenger devido a versão encadernada. Não consegui esperar o Volume II e já tirei todas as revistinhas da caixa pra ir até o final. E continuo com One Piece. Panini tá mandando muito bem com as publicações.

No fantástico mundinho do RPG, os livros de Tormenta tem sido uma constante. Peguei o Manual do Arcano pra olhar também, mas ainda nem abri o coitado direito (exceto pra ver o Cronomante). E tava lendo os livretos da primeira caixa de Dragon Age RPG pra ver qual era a de Ferelden. Tem uns lances legais neles que to pensando em usar na minha campanha de 3D&T.

ninokuni

Bruno “BURP” Schlatter

Bueno, atualmente to dando a terceira chance pro The Way of Kings, do Brandon Sanderson. Que autor enrolão dos diabos! A escolha dele pra terminar o Wheel of Time foi perfeita nesse sentido, ele consegue enrolar mais que o Robert Jordan. Já desisti do livro duas vezes, mas uns amigos viviam me dizendo que lá pela página 600 o livro ficava bom (são mais de mil páginas)… Vamos ver se dessa vez vai.

Terminando o Metal Gear Rising, joguinho legal até, mas pqp, que diálogos toscos. E comprei essa semana o Game of Thrones do PS3, aproveitando que ele já tem mais de ano então tá sendo vendido em média pela metade do preço. Vamos ver como ficou Westeros em gráficos HD.

Ainda to me embasbacando a cada cena do Ni no Kuni – Wrath of the White Witch, RPG lindíssimo da Level-5 em conjunto com o Studio Ghibli (é, o do Hayao Miyazaki). É um jogo lindo mesmo, tanto visualmente quanto em temática, que lembra muito os animes clássicos do mestre como A Viagem de Chihiro e Princesa Mononoke. Recomendo mesmo.

riserunelords

Álvaro “Jamil” Freitas

Estou lendo vários livros ao mesmo tempo, a maioria deles por uma razão rpgística ou outra: História Moderna, do André Corvisier (para pensar em sociedades pós-medievais); Introdução aos Pré-Socráticos (para desenvolver ideias para um cenário baseado na Grécia Heroica); Coração, Cabeça e Estômago, de Camilo Castelo Branco (para a faculdade); Harry Potter and the Methods of Rationality (o melhor fanfic da história do universo universal); e o Guia da Trilogia de Tormenta RPG (que estou saboreando lentamente, página por página – e tem muitas né).

Um dos meus grupos, que antes rolava uma campanha de Shadowrun, está com uma campanha nova de Pathfinder, usando o módulo Rise of the Runelords. Estamos na terceira sessão, e até agora está bem divertido. Para ocasiões em que o mestre não pode aparecer, começamos um projetinho de jogar grandes aventuras clássicas de D&D – e a primeira escolhida foi a famosa Temple of Elemental Evil, usando AD&D 1ª Edição (um sistema que, confesso, nunca havia jogado na vida).

Minha campanha de Trinity tem tido mais sessões nos últimos tempos, e o blogue da campanha está sendo lentamente atualizado com os episódios e os personagens e muito mais sobre o cenário (e claro, minhas modificações pessoais nele). Quem estiver curioso, pode conferir em aeontrinity.tumblr.com.

No front games, estou tentando terminar Assassins Creed, Fallout 3 e Final Fantasy XIII com todos os achievements, e acho que antes do final do ano eu consigo. Ou não. 😛

E acabei cedendo ao vício eterno e reinstalei Baldur’s Gate II, tô jogando como uma maga(o) elfa(o) assexuada (que recusa educadamente oportunidades de romance).

asoiaf
Tomei vergonha na cara e estou lendo as Crônicas de Gelo e Fogo. Estou terminando o livro 2. Comprei a coletânea da versão pocket, lançada no Natal, e estou completamente feliz. Cada livro cabe na mochila perfeitamente para ler no ônibus. Estou feliz com os livros, mas TENSO. Completamente embrutecido pela forja, pelo sangue, pela neve e pelo medo.

A Tormenta de Espadas estou fazendo experiência da Google Play Books, e tem sido bom ler no celular.

Além disso, tenho acompanhado as HQs do Batman e da Liga da Justiça nos “Novos 52“. Daqui a pouco fará 1 ano de revistas e acho que vou escrever algo à respeito.

bloodsong

Antônio Augusto “Shaftiel”

Tenho jogado Pathfinder com meu grupo em uma campanha nova derivada de uma mais antigas (inclusive com o filho de um dos personagens mais antigos). Em paralelo estamos jogando as aventuras Transylvania Chronicles de Vampiro: a Máscara com as regras do Réquiem.

Acabei de ler Assassin’s Creed: Renascença e realmente não gostei nada! Estou lendo Blood Song do Anthony Ryan. O começo está muito bom!
hajime
No momento eu estou (ou deveria estar) lendo o segundo livro da trilogia de cinco do Guia do Mochileiro das Galáxias.(Não sei se conta, mas também estou lendo o Livro dos Médiuns. Acho que não conta.)Ando jogando bastante Final Fantasy Tactics. De uns tempos pra cá tenho experimentado alguns “hacks” que o pessoal faz na internet e fiquei em dois principais, um chamado LFT (L de Laggy, o criador) e o outro FFNT (Nostalgia Tactics, sendo este brasileiro). De mangá e anime, vi Claymore recentemente e estou sempre lendo Hajime no Ippo. Tanto em relação a jogos quanto em relação a livros estou com uma lista enorme pra debulhar mas parece que não tô andando muito…
De RPG, tenho atuado razoavelmente no RRPG: participo de uma mesa de Hajime no Ippo (mangá de boxe, e, pra quem não conhece, é uma indicação extremamente aconselhável) e mestro uma campanha solo no cenário de Touhou. 🙂 O sistema, é claro, é o 3D&T.

valente

Tiago Ribeiro “Oriebir”

Também comprei a versão pocket das Crônicas de Gelo e Fogo, mas nem pus as mãos neles ainda. Li sim o volume 1 da graphic novel que adapta a série para HQ, e gostei bastante da revista, desde os acabamentos da capa até os extras do final. Apesar de não curtir muito o traço do desenhista, ele faz umas perspectivas e tomadas em ângulos que são de tirar o chapéu, como a cena em que uma adaga é arremessada do canto de uma sala a outro, e isso é mostrado à você do buraco da fechadura!

Li ainda ontem o Hero Party, do Cassaro e da Horita. Mangá super leve e altamente recomendado para os que estão dando os primeiros passos em ler em inglês, como eu. Devo estar lendo muita coisa do Cassaro, porque noto claramente um padrão no estilo de roteiro dele e nos enquadramentos que ele sugere aos desenhistas. Não que isso seja ruim, só achei interessante ter notado esse padrão.

Uma verdadeira preciosidade que li nesses últimos tempos foi Valente para todas, do Vitor Caffagi. O volume é o encadernado das tirinhas que ele posta semanalmente em seu blog e é continuação de “Valente para sempre”, o primeiro encadernado. Extremamente intimista, Valente fala sobre as situações e desventuras corriqueiras do dia a dia e com as quais a gente quase nunca para pra pensar — mas que todo mundo já passou, como ficar no ‘desliga você – não, desliga você’ do começo de namoro, passar a tarde jogando videogame com o melhor amigo ou tirar aquele 20 esperto no dado. se você torceu o nariz para o argumento inicial, vale lembrar que essa revistinha recebeu duas indicações para o HQ Mix esse ano. =)

Ah é, lembrei: comecei a assistir Bubblegum Crisis também! Assisti uns dois episódios até agora então sem maiores comentários por enquanto. ^^

kickass

Pedro Soares

De RPG ultimamente não estou jogando N-A-D-A. Tentei uma adaptação de Kick-Ass pra 3D&T e não funcionou muito com a dinâmica do pessoal.

As ultimas leituras foram Persépolis (que peguei na escola e devorei em dois dias), uns livros do Luis Fernando Veríssimo (que, preconceitos a parte, é bom pra caramba) e A Revolução dos Bichos (do Orwell).
ranma
Thiago Hackbarth

Estou lendo agora Estação Carandiru, do Drauzio Varella. É um depoimento chocante de como era a vida dentro do maior presídio do país, hoje destruído. Uma coleção de casos e lembranças terríveis de mortes, crime, violência, vício e doença entre as piores condições a que um ser humano pode chegar. Muito interessante, muito perturbador. Excelentemente escrito de uma forma neutra e clínica. Já há algum tempo eu admiro o Dr. Drauzio Varella por suas posições humanistas e por ser um grande esclarecedor e divulgador da saúde no Brasil. Esse livro é bem o que eu esperava dele. muito bom, recomendado. O próximo livro da lista deve ser Tropa de Elite, que eu comprei faz um tempo e não peguei para ler.

Não tenho jogado muito principalmente por conta dos concursos públicos. O que me lembra de que tenho ainda de combinar o Bunnies & Burrows tradicional de Páscoa. Sim está atrasado, mas eu não faço questão de que caia na páscoa, só de que eu jogue em uma data próxima. Vou articular uma sessão no próximo encontro que rolar aqui em Brasília. E tentar não ser muito influenciado na aventura pelas minhas leituras. Bunnies & Burrows pode sim ser bem pesado também. No livro original, Watership Down, ou A Grande Jornada, tem até uma fuga de uma colônia de coelhos fascista, e o RPG tem regras para várias pestes fatais que afligem os coelhos. Não fica devendo nada nada à Kult e outros RPGs de terror.
E minhas filhas começaram a descobrir videogames. Quero que elas tenham uma educação com uma base forte, então estou começando pelos clássicos do Nintendo, Super Nintendo, Megadrive, etc. Elas são pequenas demais para Street Fighter e Mortal Kombat, então coloquei o jogo de luta Ranma 1/2 para elas jogarem no emulador, que tem a vantagem de ter muitos personagens femininos com as quais elas podem se identificar, não só a coleção de peitos e bundas que são os personagens femininos de games “tradicionais”. E também coloquei elas para jogar a versão hackeada do Donkey Kong: Pauline Edition, em que o sprite do Mário foi trocado pelo da garota, que resgata o pobre encanador do gorila. Afinal essa história de princesas indefesas precisando ser salvas não vai colar com minhas filhas.
espirito
O doutorado já está chupando minha dorsal sem piedade, mas anarquista cognitivo que sou, arrumei um tempo para tentar ler Noite Infeliz do Seth Grahame-Smith. Chatíssimo, larguei na página 30. Medo de nunca mais gostar de nada desde Crônicas Saxônicas (que nem anda esse sexo todo). Por exemplo: pensei em comprar Os Magos, por indicação do BURP aqui, mas temi pela seriedade existencial. Em suma, tá foda.
Parei Dança dos Dragões ano passado. Volto mais tarde. Em RPG, campanha de Espírito do Século começando.
No mais quero que os games do mundo se explodam-se. 🙂
mythic
Ultimamente tenho tentado terminar de ler Masterharper of Pern (estou com esse e outros dois da Anne McCaffrey emprestados de um amigo faz um tempão). Comprei e li a edição da RedBox de Dust Devils mas tenho a sensação de que ele vai fazer companhia ao Fiasco, Violentina etc. até que eu arrume um grupo mais interessado em jogos voltados para narrativa. Por outro lado, estou me preparando pra tentar jogar uma aventura de D&D 4a. edição com uns dois amigos, usando o Mythic GM Emulator para ninguém ter que assumir o posto de DM e todos poderem participar da “pancadaria com historinha”. No computador estou jogando principalmente Darksiders 2 e Defender’s Quest; para quem não conhece, é uma mistura de RPG de computador e “tower defense” que ficou bem legal.

castlevania

Pedro Gabriel Sena

No meu caso, no momento, é mais uma questão de “o que estou vendo/jogando”: estou vendo JoJo’s Bizarre Adventure, o anime (também comecei a ler o mangá, mas ainda estou beeem atrás…), e a segunda parte da atual temporada de Doctor Who (que segue semanalmente até meados de maio). Zerei Metroid II, do Game Boy: se vocês acham que os Metroids dos outros jogos são chatos, esperem conhecer os originais de SR388! E também joguei os Castlevania do DS (Dawn of Sorrow, Portrait of Ruin e Order of Ecclesia) – como não gostei dos primeiros jogos da série (NES/SNES), fiquei um pouco avexado com a mesma, mas os Castlevania “Metroidvanias” (ou seja, com elementos de exploração e sistema de níveis) são muito melhores. Ainda quero conhecer o clássico Symphony of the Night, o primeiro do novo estilo de jogo.

 

E vocês: O que estão jogando no momento?

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About Álvaro "Jamil" Freitas

Jamil, o único kender de Arton (druida 11, Neutro), descobriu que tinha um alter ego humano em outro plano de existência, chamado Álvaro Freitas (ranger 3/ladino 4/bardo 5, Neutro e Bom). Eles volta e meia aparecem como convidados especiais em crossovers.