Autor: Mário Castro

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Zebedias, o monstrólogo – parte 2

Eu tava campando no estreito das caverna do Umbú, ali onde os deus desse mundo lava roupa, quando eu vi a dita-cuja. Pai-de-nós, ela tava dentro dos mato, junta do rio. Quando um magrelim...

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Bel’Hara: impérios

Quando os primeiros adajis cavaram no vale de Om, acharam uma cidade. Era escura e estava morta, claro. Mas era uma senhora de grande beleza, pois, eles sabiam, ela era um pedaço restante da...

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Deuses da Telecinésia

Houve muitos de nós, no começo. Omnarcas, Oneiromantes – nomes destilados. Eu mesmo demorei a crer. Podíamos realizar maravilhas. Podíamos tornar o pensamento realidade e mudar as coisas à nossa volta. E nem o...

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Demônios e Diabos Alienígenas

Novas Descrições de Coisas Velhas A ideia de dobrar a fantasia como gênero e mover histórias no limiar do pensamento da ficção científica bem permissiva – aquela dos anos 1930 – tem me feito...

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Criatura

Acho que eu poderia dizer que foi rápido, mas durou. No eco mais distante, o Demiurgo rangia, com um onda de radiação que varreu o sistema. Sete planetóides e algumas luas sucumbiram. Lembro do...

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Amor-e-ódio pela tecnofantasia

A publicação de Numenera, novo jogo de Monte Cook, reavivou um velho dilema para mim: qual o lugar da tecnofantasia no imaginário nerd-rpgístico de hoje? Estou aqui escrevendo uma história maluca sobre viagens no...

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Império! Mecânica geral

Essa semana ando mexendo em um projeto de jogo, inspirado na brincadeira do RPGênesis. De volta à prancheta. Mexendo no escopo da mecânica. A mecânica mais básica (revendo) Império! se baseia em quatro regras gerais:...

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Império!

Bolar jogos não é exatamente minha praia. Ainda assim, há um que gostaria de desenvolver. Começou como uma ideia simples e foi ganhando terreno aos poucos (primeiro como cenário, depois como sistema de trato...