Novo Aeon apresenta – Nova Iorque, a Cidade dos Vigilantes

Nova Gaia é um planeta rico em diversidade cultural e ideológica. Nos últimos duzentos anos, muitas coisas mudaram a mente da antigamente solitária humanidade, misturando ou excluindo seus valores (e espaço) com outros povos. Organizações poderosas surgiram, a tecnologia e a magia chegaram num patamar quase mútuo, e o equilíbrio social entre as dúzias de povos que agora vivem no planeta azul está relativamente estável. Mas não em todos os lugares…

Da segunda para a terceira era de Nova Gaia, o caos e a guerra atingiram os Estados Unidos da América. Após um atentado cometido por um Lemuriano, a Terceira Grande Guerra estourou no planeta recém-despertado de sua própria ignorância. Os americanos, que até então se consideravam os todo poderosos da Terra, foram os mais lesados, causando o caos tanto dentro de seu país, como fora. Neste meio tempo, a organização que seria a força armada independente mais poderosa do planeta, conhecida como Freelancers, tomou o controle do fragmentado país. Sem suas ogivas nucleares, destruídas após o tratado da ONU, e com o governo desestabilizado com a morte de seu presidente, a organização que acabara de instalar uma de suas sedes em Nova York arcou com a responsabilidade de manter o país organizado, ao mesmo tempo que ajudava na recuperação do planeta.

Nos primeiros anos, a Freelancers manteve a paz no país, até mesmo incentivando a imigração das várias raças semi-humanas e humanoides que lutavam por seu espaço. Os líderes da organização fizeram bons acordos com os governantes americanos e canadenses, e logo Nova Iorque, sede da The Garden, a divisão americana da Freelancers, virou a capital do país, recebendo melhorias e avanços muito rápidos em questão de poucos anos, apesar das diferenças étnicas, raciais e sociais ainda manterem-se até hoje com certa relevância. No primeiro século dos novos tempos, os E.U.A conseguiram conquistar novamente a confiança das demais nações. Até a liderança de Susan Grimald começar a mudar totalmente a mentalidade americana.

Não se sabe os reais motivos que levaram a carismática líder da The Garden odiar todos os povos do planeta que não sejam os humanos. Mas o fato é que poucos meses após a nomeação de Susan como líder da divisão americana da Freelancers, os EUA e o Canadá entraram num estado de Lei Marcial. Apesar da aparente ditadura, Grimald realizou uma campanha extremamente convincente, colocando a maior parte da população americana, cerca de 75%, a favor de sua decisão. Mas o problema maior não foi convencer os americanos a seguirem-na, mas sim o que ela pregava: a total xenofobia contra os não-humanos.

A política de Susan pregava o completo ódio contra os povos que ficaram séculos em outra dimensão. Segundo ela, “todos os não-humanos são anomalias que deveriam ficar onde nunca deveriam ter saído, profanando o planeta com sua existência alienígena.” Em pouco tempo, cartazes e protestos contra os semi-humanos tornaram-se frequentes, e apesar da lei marcial não ser tão severa contra os humanos, a verdadeira ditadura abateu-se sobre os seres vindos do antigo exílio, e quem quer que os ajudasse. A política cruel de Susan Grimald é criticada pelos outros líderes da Freelancers, que sentiram a fama da organização ser manchada na américa, mas a mesma defende com força sua posição, e ainda por motivos misteriosos, ninguem decidiu tomar uma ação contra a loucura da líder da The Garden. Ninguém, exceto os vigilantes… Hoje, em meio a segurança totalitária da Freelancers, os vigilantes são o maior símbolo de liberdade na américa do norte. Isto se deve ao fato de que a principal área de atuação deles é em Nova Iorque, embaixo do nariz da Freelancers. Aos poucos, focos de resistência contra a lei marcial se formam, e Nova Iorque está deixando de ser um local totalmente seguro para as pessoas normais.

Como é Nova Iorque?

A Nova Iorque da Terceira Era mudou pouco em comparação com outras grandes cidades ao redor de Nova Gaia. Sua arquitetura básica é mantida fielmente aos padrões da era anterior, recebendo pequenas melhorias no sistema de saneamento, segurança e saúde com a chegada da Freelancers e a posterior nomeação como capital norte-americana. Há um contraste enorme com os prédios antigos e os bairros precários em ajuda com a alta tecnologia encontrada principalmente no centro comercial de nova iorque, e mais ainda na área assegurada pelos próprios agentes da Freelancers, no perímetro que cerca a The Garden no central park. Embora maravilhados com as novas tecnologias, é verdade que o povo local sentiu pouco das mudanças que ocorreram no país e no mundo, tornando-se mais reclusos com a vinda de estrangeiros, e xenofóbicos com a presença de não-humanos, comportamentos estabelecidos com a campanha bem-sucedida de Susan Grimald.

Dentre as áreas que mais se desenvolveram na cidade dos vigilantes, Manhattan, Brooklyn, Queens e o Restritced Sector destacam-se das demais, cada uma por razões particulares. Manhattan continua sendo o grande centro comercial da cidade, com seus altos prédios, sedes de empresas e vida agitada. Foi a que recebeu as maiores atualizações tecnológicas, com rodovias aéreas para o trânsito das naves urbanas, e um largo aeroporto na baía que cerca a ilha. É aqui que atuam os principais vigilantes da cidade; o Brooklyn é quase o extremo oposto da grandeza de manhattan. Ainda um lugar relativamente pobre se comparado com as outras regiões de Nova York, o brooklyn é considerado um reduto de criminosos e rebeldes, pois mesmo que tenha mudado graças ao advento das máquinas e da tecnologia de ponta, mais de uma vez a Freelancers encontrou e destruiu esconderijos de opositores ao regime de susan e vigilantes. Há uma vigilância um pouco maior da organização, mas os altos índices de corrupção e atividade criminosa não ajudam; o Queens pode ser considerado o último lugar onde a liberdade entre raças é permitida. Vários bares, lanchonetes e boates possuem temáticas baseadas nas culturas dos semi-humanos e países que foram contra os EUA em tempos passados, sendo o lugar perfeito para semi-humanos disfarçados viverem em uma paz instável. A freelancers e a polícia local sempre investigam a área, mas a incidência de problemas aqui é menor do que no Brooklyn; por fim, o Restricted Sector foi uma área criada há poucas décadas pela Freelancers, demarcando todo o território em que a The Garden, a sede americana da Freelancers tem comando direto de Susan Grimald e seus conselheiros. Aqui está o ápice da tecnologia e magia da organização independente, dando conforto total para as famílias dos funcionários da ditadora. A taxa de crime é quase zero, tendo sua área ameaçada apenas com a atuação dos vigilantes mais ousados.

Pontos Importantes

Além das várias áreas que dividem Nova Iorque, alguns pontos especiais e únicos possuem grande destaque, devido aos fatos que os levaram a ser muito visitados por turistas, agentes militares, traficantes, e obviamente, vigilantes, caindo várias vezes nas páginas de jornais e transmissões televisivas. Dentre estes pontos, quatro são o chamariz de problemas: o Dark Alley é o mercado negro de Nova Iorque, um local escondido nos esgotos de uma rua movimentada no brooklyn. É neste ponto em que os traficantes, bandidos e vigilantes costumam procurar por informações e equipamentos, e manter o poder paralelo da cidade em fluxo. O Monumento Patriótico é o maior desafio a autoridade de Susan Grimald. Criada por um grupo de rebeldes ainda sem nome conhecido, a estátua de 20 metros localizada no Queens mostra a imagem de um elfo em súplica, que segundo as citações escritas na base do monumento, seria em homenagem ao primeiro semi-humano morto pelas autoridades de Susan e da Freelancers. Como está localizada numa área tradicionalmente conhecida pela multiculturalidade, tomar ações drásticas poderia causar uma crise na capital americana, então Susan prefere agir com espiões e agentes pessoais em busca do grupo rebelde que teria criado a estátua. A área envolta do Monumento Patriótico é muito usada por vigilantes, sobretudo os semi-humanos. A Paramount Bulding é o principal prédio comercial de manhattan, conhecido por abrigar a matriz de várias empresas importantes, como a Toy Nation Inc. americana, a Lexxington Corp e a WLS (World Line Studio), a principal rede de transmissões televisivas. O prédio é enorme, representando o ápice da tecnologia da Freelancers, com seus incríveis 200 andares feitos em vidro e titânio. Por fim, a Red Bay é o porto clandestino da cidade, onde mercadorias de outras nações chegam misturadas aos produtos encomendados pelos chefes do crime local, que por incrível que pareça são bem infiltrados entre a polícia nova iorquina. Não é raro o porto amanhecer com vários buracos em contêiners e rastros de brigas, provenientes de confrontos da polícia contra os vigilantes.

Pessoas Importantes

Como não podia deixar de ser, Nova York possui várias pessoas importantes. Isto é, na cidade protegida por Susan Grimald: no submundo dos vigilantes, cada herói, criminoso e informante é crucial para manter as aparências. Dentre as pessoas que se destacam na alçada da Freelancers, podemos observar as seguintes:

Thomas Bluefield. O atual prefeito de Nova York serve mais como uma figura para que o povo se sinta na “liberdade de escolher seus representantes” do que ser um governante legítimo. Cuida principalmente da imagem de Susan e da Freelancers, resolvendo dezenas de burocracias dentro da cidade e mantendo contato com os líderes comerciais. Embora seja um homem de meia idade simpático e carismático, pode-se notar, com um pouco de observação, sua tristeza e frustração pelo cargo falso. F0, H0, R0, A0, PdF0, 1 PV/PM; Boa Fama, Patrono (governo americano); Liderança (de manipulação), Política e Economia (de Ciências);

Bulk Simmons. Para quem é o líder das divisões militares da Freelancers, Bulk parece muito mais com um soldado que acabara de chegar na agência. De estatura um pouco abaixo da média e um comportamento simples, Bulk é sério mais pela timidez do que pela rigidez de um comandante, função cumprida com excelência. Quando entra em combate, ou em situações em que precisa mobilizar tropas, Simmons torna-se praticamente outra pessoa, agindo como um verdadeiro líder. Bulk detesta os vigilantes a todo custo, embora não concorde com o extermínio que sua líder Susan às vezes determina. F2, H3, R2, A1, PdF0, 10 PVs/PMs; Ataque Especial (F), Patrono (Freelancers), Paralisia; Código de Honra (da Honestidade, do Caçador); Manipulação.

Anita Deville. A jovem e atraente presidente da Toy Nation INC americana é uma mulher apaixonada pelas feras de bolso, e vê a falta de atenção do público para com os monstrinhos como um desperdício de seus conhecimentos. Apesar da chateação, a encantadora ruiva reverte a falta do principal investimento da empresa com estratégias de marketing bem-sucedidas para outros produtos, como jogos de tabuleiro, livros de RPG (por sugestão da própria Susan, anita teve de controlar certos conteúdos de alguns livros, para evitar problemas com a Freelancers…) e outros brinquedos. Ela ainda espera conseguir com estes investimentos atrair a atenção para as feras de bolso e (quem sabe) começar uma liga nacional tal qual existe no Japão. F0, H2, R1, A0, PdF0; Aparência Inofensiva, Patrono (Toy Nation); Devoção (trazer as feras de bolso para os EUA); Manipulação.

Susan Grimald. Falar de Nova Iorque e não falar de Susan Grimald nos tempos de hoje é um desafio à sua autoridade. Esta mulher, que já está há anos no cargo de presidente dos EUA e coordenadora geral da The Garden, a divisão norte-americana da Freelancers, vêm de uma família conhecida dentro do colégio militar independente, e seu antepassado, Anthony Grimald, foi quem deu início ao controle da nação americana e canadense pela Freelancers. Susan é fria e ríspida, e parece que o ato de dar ordens faz parte de sua natureza, não um hábito adquirido. Apesar da meia-idade, Grimald conserva uma boa aparência, dura como rocha, para que seus subordinados não a questionem. Não se sabe até hoje o porque da política tão massiva e violenta contra não-humanos nos EUA, e sobretudo em Nova Iorque: comenta-se a boca miúda de que a família Grimald carrega uma grande responsabilidade, e quando Susan recebeu este fardo, tomou como atitude os eventos que mudariam toda uma nação como ela é. Mas como sempre, são apenas boatos. F1, H3, R2, A1, PdF2; Patrono (Freelancers), Tiro Múltiplo, Boa Fama (entre os cidadãos dos EUA); Má Fama (entre criminosos e vigilantes), Devoção (impedir a permanência de não-humanos em seu território), Código de Honra (do Combate); Manipulação, Investigação.

Organizações de Destaque

Como capital de uma das maiores nações do mundo e grande centro comercial, Nova Iorque possui é sede de várias corporações, sobretudo no majestoso Paramount Building, onde as grandes matrizes nacionais e algumas internacionais funcionam. Mas a cidade dos vigilantes não vive somente das grandes empresas financeiras: outros grupos são tão conhecidos quanto o império financeiro da cidade. Veja algumas delas mais adiante:

The Garden*. É a sede norte-americana da Freelancers, e uma das primeiras bases fixas da agência independente de soldados desde sua fundação nos primórdios da Terceira Era. Recebeu este nome pois, além de estar situada na região do Central Park, é cercada por um imenso jardim na forma de um pequeno labirinto, como sistema de defesa natural (e repleto de armadilhas, obviamente). No centro do labirinto está a imensa sede do governo de Susan Grimald, lugar onde o futuro dos E.U.A é definido todos os dias e novos agentes são treinados. Diferente das outras sedes da Freelancers, que atendem pedidos de qualquer parte do mundo, a The Garden realiza missões apenas dentro do território americano e nas suas fronteiras, deixando o restante do continente americano na responsabilidade de sua rival Armada. Não se sabe bem os motivos, mas desde o incidente no México no período pós-guerra, as duas organizações tem aumentando sua rivalidade, e distanciado suas relações.

Toy Nation Inc*. A empresa de brinquedos e artigos para treinadores de monstros mais conhecida do mundo tem uma sede na américa do norte, dentro da Paramount Building, ocupando vinte andares para acomodar todas as instalações necessárias para administrar suas filias espalhadas pelo território americano e canadense. Aqui, a empresa investe mais em mídias de entretenimento e brinquedos do que em artigos para treinadores de monstros, visto que não há uma grande quantidade de treinadores e caçadores, e os poucos que restam são treinados e supridos de equipamentos pela Freelancers.

Dragões Brancos. Esta é uma das várias organizações secretas existentes na sociedade nova iorquina. Mas enquanto a maioria dos grupos são ilegais, criados como forma de resistência ao governo opressor de Susan Grimald, este esquadrão especial é secreto dentro do governo! Formado por agentes do FBI, CIA, Freelancers e outros grupos ocultos dos EUA, os Dragões Brancos são a força pessoal de Susan Grimald, os guerreiros (e magos, espiões, terroristas…) mais leais e devotados a causa da líder da The Garden quanto ela própria. As missões principais dos membros dos dragões brancos envolvem assassinatos de chefes do crime, líderes civis e boicotes a determinados grupos como meio de diminuir o poder da resistência e garantir a política ditatorial da tirana. Não custa dizer que os dragões são os principais inimigos dos vigilantes de Nova Iorque, isto quando os encapuzados os descobrem…

Renegados. Mesmo com toda a Freelancers atuando em peso e organizações de todos os tipos atuando contra os não-humanos e os insatisfeitos com as coisas do jeito que estão, existe um grupo aberto de vigilantes que enfrenta a olho por olho e dente por dente os EUA: trata-se dos renegados, uma espécie de “liga de vigilantes”, devidamente organizados e poderosos o bastante para tirar as noites de sono da presidente americana. As identidades dos membros principais, por incrível que pareça, não são conhecidas pela mídia, mas relatos de vários grupos rebeldes, agindo sob ordem dos renegados, assumiram estar no grupo, desafiando o governo americano. O que eles pretendem causando toda esta confusão?

Vigilantes: os verdadeiros heróis

Sem dúvida o maior símbolo de luta contra o regime imposto por Susan Grimald e um laço estreito com o passado da Segunda Era, os vigilantes são os aventureiros errantes, ousados e talvez os verdadeiros heróis de Nova Iorque. Embora hajam agentes honrados na Freelancers e na polícia local, são os vigilantes que tentam a todo custo fazer as pessoas se questionarem sobre os atos duvidosos sobre segurança. Contudo, nem tudo são flores: mesmo havendo heróis enfrentando o crime e as autoridades opressoras, outros são oportunistas e corruptos, usando a imagem ambígua do vigilante a seu favor, realizando atos hediondos e aterrorizantes pela “justiça” que eles mesmos criaram.

A opinião pública sobre os Vigilantes é tão dividida quanto a opinião a respeito do governo. De um lado, os oprimidos defendem as causas dos encapuzados, sejam elas altruístas como seus heróis ou vagas como seus interesses. Do outro, estão vários empresários e pessoas asseguradas pela Freelancers, defendendo os benefícios e as conquistas alcançadas com a “visionária” Susan. E nesta questão oposta, um mercado acaba ganhando com isto: os quadrinhos. Entrando em declínio nas primeiras décadas da Terceira Era, a indústria de super-heróis cresceu absurdamente com a notoriedade dos vigilantes, abordando temas polêmicos como opressão e segregação racial, tendo poucos números graças à intervenção da polícia. Falando dela, a corporação mais baixa de todas na área de segurança é uma das mais taxadas como fracas tanto pelos vigilantes como pelos agentes especiais, já que não possuem tantas habilidades a não ser um bom uso da pistola e das algemas. Vários deles se entregaram a corrupção, e a maioria só agem contra os heróis ilegais por medo. Além do esquadrão dos Renegados, existem alguns vigilantes autônomos, como os descritos a seguir:

O Grande Grifo. Outrora um renomado lutador da liga americana de luta livre, o massivo guerreiro agora conhecido como o Grande Grifo é um vigilante solitário, usando a mesma máscara rubra com a forma de uma cabeça de águia para amedrontar seus inimigos. E diferente de sua antiga persona, que apenas “brincava de lutar” (palavras dele próprio), o Grande Grifo hoje é bem mais agressivo, usando até mesmo um aparato de voo importado ilegalmente de Flyer! Como um ex-lutador, o Grande Grifo é especialista golpes de submissão e torção, e combinado com seu equipamento de voo e grande altura, é uma figura realmente assustadora nos céus de Nova Iorque. Quem conhece o vigilante, sabe que ele fala pouco dos motivos que o levaram a vida no submundo de Nova Iorque, a apenas comentam sobre uma “vingança” que ele estaria procurando. F3, H2, R3, A2, PdF0; 25 PVs/15PM; Ataque Especial (F), Paralisia, Voo; Código de Honra (dos Heróis).

Blind Man**. O mais conhecido dos vigilantes de Nova Iorque, Blind Man é um homem frio, conhecido por lutar com duas katanas que (dizem) possuir capacidades sobrenaturais. Vestido socialmente em negro, com uma bandana também preta com um símbolo de uma ave dourada desconhecida cobrindo os olhos, Blind Man tem como principais alvos policiais corruptos e empresários exploradores que abusam do frágil poder.

Korgan, o Caçador. Este é o exemplo perfeito de um mercenário. Korgan é um mexicano que trabalhou para Susan Grimald na invasão secreta ao México. Dispensado da Freelancers sem reconhecimento algum, Korgan decidiu se vingar da agência militar oferecendo seus serviços para quem pudesse pagar melhor. Assim, o caçador é uma das figuras mais indigestas do submundo do crime, sendo apenas um mero lacaio que possui como único aliado o dinheiro: com uma boa quantia, é possível ter um aliado valioso. E quando surgir alguém com um valor maior, terá um inimigo implacável. F2, H2, R2, A1, PdF2; Ataque Múltiplo, Tiro Múltiplo, Tiro Carregável; Devoção (conseguir muito dinheiro); Sobrevivência, Crime.

Vigilantes, nós? Como você descobriu?

Nova Iorque é um local ao mesmo tempo seguro e perigoso, comum e incomum, limpo e sujo. Qual lado você escolhe?

*Mais detalhes em no capítulo 3 de Novo Aeon – Guia Básico

** Ficha de personagem e histórico disponível nas páginas 126-127 de Novo Aeon – Guia Básico

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6 Resultados

  1. Lord Seph disse:

    ficou muito bom mesmo cara, mesmo com alguns erros de português e a forma de escrever o nome da cidade: ou se fala New York ou Nova Iorque, mas jamais Nova York ou New Iorque.

  2. Anão Defensor disse:

    Ainda bem que eu vi em tempo. Obrigado pelas dicas e pelo apoio seph ^^

  3. The Fils disse:

    Só pra tirar uma dúvida, Novo Aeon e Mega City são cenários distintos?

  4. Sim fils. Embora um possa ser incorporado ao outro como ambientação (já que ambos possuem uma proposta parecida), Novo Aeon e Mega City são cenários distintos. Estamos preparando algumas novidades para ele, então aguarde ^^.

  5. the ga disse:

    Essa presidenta do mal tá meio fraquinha, não? Que espécie de chefão final é esse?
    PS: eu achei o Grande Grifo a cara de um personagem de videogame, acho que do The King Of Fighters…

  6. Susan Grimald não é chefão final. Não ainda hehehehehehe. O Grande Grifo lembra mesmo o Tizoc, personagem do KOF e Fata Fury: Mark of the Wolves, mas só parece ^^

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