Presentes de Natal

Inspirado pelo post do Nume, resolvi escrever sobre algo que me aconteceu no sábado:

Fui comprar presentes para a família.
Em plena Livraria Cultura, senti vontade de deixar todos os presentes para trás e gastar o dinheiro só comigo.

Acho que eu sou uma pessoa meio cara porque mesmo deixando tudo pra lá, eu ainda não teria dinheiro suficiente para comprar tudo que desejo:

– Absolute Dark Knight – “O” Batman, em uma versão fodástica, de capa dura, papel especial, formato gigante e material extra.

– The Killing Joke – “O” Coringa

– The complete Calvin and Hobbes – 3 volumes com tudo o que o Bill Watterson já fez. Se aqueles livrinhos já são bons, imagine 1440 páginas!

– Absolute Kingdon Come, Absolute Crisis on Infinite Earths, Absolute Watchmen – Sem comentários. Quadrinhos animais em formatos melhores ainda!

– Tudo do Sandman. Tudo. – Mas não precisa ser na versão “Absolute”.

Aqui, você já deve ter percebido que não se trata de comprar só por comprar. Eu encaro essas séries mais como “construção de patrimônio”.
Pô. Dá pra deixar tudo para os meus filhos!

E pensar que já tive muitos desses exemplares em mãos.
Alguns deles eram do meu irmão. Outros eu dei, ou vendi, ou simplesmente joguei fora… sei lá. Sumiram, enfim.

“A sensação deve ser parecida como a de ter tido um amigo chamado Bill Gates. Ele te chama para abrir um negócio e você não aceita porque não acredita nessa coisa de PCs.
Só hoje você sabe o valor que aquilo tinha.”

Nesse momento a conta já deve ter chegado à casa dos R$2000 (menos, se pesquisar na Amazon, mas ainda muito cara para o meu bolso).

E olha que esses são apenas os meus “desejos mais básicos” em HQs. Estou eliminando todas as versões das histórias mensais do Batman que estão saindo encadernadas e outras quinquilharias (como RPGs e DVDs, por exemplo).

Definitivamente eu não deveria voltar mais à Livraria Cultura.
Aquele lugar pertence ao mal.

About Alexandre

Estagiário do vice presidente júnior do RPGista, Alexandre começou a jogar RPG em 1991, só para poder usar miniaturas e jogar dados esquisitos. Ele é o jogador que faz os ninjas e rangers do grupo. Nunca magos (porque com eles não se brinca).