Multiverso Espelho: Protetores e Serenidade

Trabalhando com a ideia do multiverso espelho, resolvi apresentar uma das minhas divagações sobre para o mundo de Tormenta. Para facilitar a vida dos meus queridos leitores, copiei abaixo a descrição do que é o Multiverso Espelho, retirado da página 104 do livro Mundo dos Deuses:

Multiverso Espelho: Arton e os mundos dos deuses apresentados aqui são apenas um dos lados da moeda. Do outro, um multiverso espelho, parecido mas inverso ao nosso. Lá, heróis são vilões cruéis, enquanto regentes bondosos são tiranos violentos.

Caso vocês sejam velhos como o autor que lhes escreve, podem associar inúmeras séries que utilizam o tropo do universo espelho. Como exemplos, sempre me veem à mente os inúmeros episódios de Star Trek envolvendo o seu universo espelho, Fairy Tail no arco do mundo paralelo de Edolas e até o cardgame Magic The Gathering no bloco espiral temporal.

Crunch & Fluff

Pretendo trabalhar tanto o crunch como o fluff das minhas ideias para o multiverso espelho, para que um mestre tenha material descritivo e regras para sua mesa. Caso o povo goste do artigo, pretendo dar uma expandida com novas adições e até desafiar os meus companheiros do RPGista a apresentarem às suas próprias divagações.

Protetores

“Eu sou aquele que traz a luz às trevas, o inimigo perpétuo do mal, o ápice da bondade e o maior dos heróis.”

Sotium Solho, protetor

Vamos começar com a versão do Observador para o Multiverso Espelho, lembrando que este monstro é produto identidade de D&D e já teve uma versão em regras TRPG aqui mesmo no RPGista. Em Arton, existe também uma versão para os Observadores, os Tiranos Oculares, que habitam a Mata dos Cem Olhos e tem às suas estatísticas na página 30 do Guia da Trilogia.

Os observadores do multiverso espelho são algozes de todo mal, criaturas imbuídas com o poder da Serenidade e auto-proclamados protetores. Eles vagueiam pelo o mundo de Notra caçando seres malignos, servindo como exemplo e sempre atentos a áreas onde os deuses podem se manifestar. Entretanto, o fervor dos protetores para com a sua causa, normalmente cria problemas maiores do que o mal que eles combatem.

Cada um deles é extremamente paranóico, vendo o mal e desconfiando de qualquer atitude suspeita. Além disso, cada protetor se considera a epítome da bondade e justiça, se colocando em um patamar acima dos demais. Poucos são aqueles que são considerados bons perante os seus olhos e um número ainda menor consegue manter este status.

Tal comportamento fazem com que os demais povos não entendam o ideal de bondade dos protetores, afinal ninguém quer um fanático poderoso por perto. O que faz com que a maioria deles acabe por se tornarem andarilhos ou eremitas.

Monstro 16, Grande (comprido), Leal Bondoso          ND 17

Iniciativa +21

Sentidos: Percepção +27, visão ampla, visão no escuro.

Classe de Armadura: 41 (+1 des, +10 natural, +13 couraça do protetor, +8 nível, -1 tamanho).

Pontos de Vida: 208.

Resistências: Fort +13, Ref +10, Von +12, couro reflexivo, fortificação pesada (todo acerto crítico é tratado como um ataque normal), redução de dano 13.

Deslocamento: 3m, voo 15m.

Ataques Corpo-a-Corpo: mordida +19 (2d6+10).

Ataques à Distância: 3 poderes dos olhos +17.

Habilidades: For 18, Des 14, Con 20, Int 20, Sab 18, Car 18.

Perícias: Conhecimento (arcano) +24, Conhecimento (geografia) + 24, Diplomacia +23, Identificar Magia +24, Intuição +23.

Talentos: Arma Natural Aprimorada (Mordida), Fortitude Maior, Pairar, Reflexos Rápidos, Usar Armaduras Leves, Usar Armaduras Médias, Usar Armaduras Pesadas, Vitalidade x2, Vontade de Ferro.

Cortar Olhos: com uma arma de corte é possível atacar às hastes que seguram os olhos secundários do protetor. Cada haste tem CA 43, PV 20, redução de dano 13 e, se for reduzida a 0 pontos de vida, decepada. Quando isso acontece, o tirano ocular não sofre dano, mas perde o poder do olho atingido.

Couro Reflexivo: qualquer magia que tenha o tirano ocular com alvo tem 50% de chance de ser refletida de volta ao seu conjurador (como reverter magias).

Olhos Protetores (M): o protetor possui um olho central, com o poder sugar magia, mais 1d6+4 olhos secundários, cada um com um poder diferente. Para definir o poder de cada olho secundário, role 1d12 na tabela abaixo (role novamente resultados iguais).

A cada rodada, o protetor pode usar até três poderes, como uma ação livre (ou seja, a cada rodada pode se mover, atacar com a mordida e usar até 3 poderes).Para usar um poder, o protetor faz uma jogada de toque à distância (bônus +17), com alcance de 30m. Se acertar, o alvo sofre o efeito do poder. Alguns poderes permitem um teste de resistência (CD 22).

1d12

Poder

Efeito

Olho Central Sugar Magia Alvo perde 2d6 pontos de magia (alvos que memorizam magias perdem às de nível mais alto)
1 Cura Completa O Alvo recebe 100 pontos de vida do alvo, além de todo dano temporário de habilidade. Também cura qualquer doença ou veneno, e qualquer das seguintes condições: atordoamento, cego, confuso, enjoado, exausto, fatigado, ofuscado, pasmo e surdo.
2 Petrificação O alvo é transformado em pedra, permanentemente. Fortitude Anula.
3 Luz Cegante Você dispara um raio de sol, o alvo sofre 3d8 pontos de dano (6d8 contra mortos-vivos).
4 Regeneração O alvo cura 4d8+13 pontos de dano e recupera partes arrancadas, ossos quebrados, etc.
5 Telecinesia Até 10 criaturas ou objetos, pesando no máximo 200kg, são arremessadas a até 30m. Um alvo arremessado contra uma superfície sólida sofre 1d6 pontos de dano. Vontade anula.
6 Enfeitiçar O alvo se torna prestativo ao protetor. Vontade anula. Se o protetor atacar o alvo, o efeito é anulado.
7 Poder Divino O alvo recebe +4 nas jogadas de ataque e dano corpo-a-corpo, e 10 PV temporários por 1 minuto.
8 Expulsão O alvo é expulso para o seu plano nativo. Vontade anula.
9 Movimentação Livre O alvo fica imune a efeitos que restrinjam movimento por 1 hora.
10 Coluna de Chama Cria uma coluna vertical de fogo sagrado que causa 10d6 pontos de dano a cada criatura dentro da área. Metade deste dano é de natureza divina, e ignora resistência ou imunidade a fogo. Reflexos reduz à metade.
11 Dissipar Magia Dissipa todas magias que estejam em execução no alvo, como se sua duração tivesse acabado. Vontade anula.
12 Ressurreição Ressuscita uma criatura.

Pairar: quando gasta uma ação de movimento para voar, o protetor pode fazer sua ação padrão no meio do voo.

Visão Ampla: por seus vários grandes olhos, um protetor recebe um bônus de +4 em Percepção (já contabilizado) e não pode ser flanqueado.

Tesouro: couraça do protetor e dobro do padrão.

Couraça do Protetor

(Armadura Completa de Adamante +5 da fortificação pesada)

Uma armadura completa forjada sob medida pela própria Serenidade e concedida como uma prova da sua aliança com os protetores. Ela é uma armadura completa de adamante +5 da fortificação pesada e às suas estatísticas já estão incluídas na ficha do protetor.

Serenidade

Recobrindo todo o mundo de Notra existe a Serenidade, uma ténue energia azul formada pelas almas de todos que se encontram fora do ciclo da vida e da morte. Tal entidade nutre a natureza, fortalece a magia e permite que os vivos se comuniquem com aqueles que já partiram. Além disso, a sua presença impede a presença dos deuses antigos, protegendo os mortais da influência destas abominações devoradoras de almas.

A origem da Serenidade remonta a tempos antigos, quando o mundo era governados pelas divindades e as almas dos habitantes de Notra aprisionadas nos reinos dos deuses. Um grande levante colocou um fim a tal tirania, libertando os prisioneiros e devolvendo aos mortais o seu livre arbítrio. A mescla de tantas almas deu vida a Serenidade, que desde então protege o mundo contra os deuses banidos.

Infelizmente, de tempos em tempos, a ameaça divina ressurge na forma de cultos que tramam nas sombras e prestam honras às divindades. Tais cultos, por vezes conseguem invocar uma área divina, onde os deuses podem manifestar seus reinos e atuar novamente em Notra. A fome destas entidades por almas é insaciável e eles usam de todo tipo de artimanha para conseguir este alimento.

Matéria Azul

(+1000 TO por arma)

Um tipo único de metal, de cor azul celeste, imbuído com o poder da própria Serenidade. É um material valioso, usado para criar armas para aqueles que combatem a ameaça das divindades e dos seus servos.

Uma arma de matéria azul é hostil ao toque de deuses e seus servos, os espíritos. Por isso, causa 1d6 pontos de dano extra contra quaisquer divindades e criaturas do tipo espírito. Além disso, quaisquer criaturas deste tipo que forem destruídas por armas de matéria azul, são destruídas permanentemente, não reencarnando nos reinos dos deuses.

Por sua raridade, e também por não mostrar qualidades protetoras especiais, matéria azul não é usada para armaduras ou escudos.

Direitos de Imagens

A imagem da capa pertence a franquia de Star Trek.

A imagem do Protetor é de autoria de  Minjun Kim.

A imagem da Matéria Azul pertence a série Zelda da Nintendo.

A imagem da Serenidade é de autoria de John Avon.

Cavaleiro Morto

Mestre de RPG eclético, fã de fantasia medieval e RPGs Eletrônicos das antigas. Conhecido pelo hábito de fazer TPK em suas mesas de jogo.

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51 Resultados

  1. Eu também tinha pensado em um Mundo igual a ” Terra 3 ” a Terra do ” Sindicato do Crime da America ” do Multiverso DC onde a ordem das coisas é invertida e aqueles que no universo normal de Arton são heróis , lá seriam vilões enquanto aqueles que no universo normal são vilões ali seriam heróis . Haveria coisas como um ” Mestre Arsenal do Bem ” , um ” Grupo do Bem ” formado por heróis incompreendidos um ” General Thwor Ironfist Herói ” tão nobre quanto Thrall que comandaria ” A Aliança Branca ” e lutaria contra os mandos e desmandos tirânicos do ” Império dos Elfos ” , Sckharshantallas o Bondoso Dragão-Rei de Ouro que busca manter sua nação livre das maquinações das demais raças do Reinado e da tirania dos humanos . Em contrapartida teríamos versões vilanicas de Heróis conhecidos como Lisandra , Sandro Galtran , Tork , Loriane A Estrela , Katabrok O Bárbaro , O Protetorado do Reino , A Companhia Rubra , Talude o Mestre Maximo da Magia , Vectorios , A Maioria dos Sumo-Sacerdotes do Panteão e O Paladino que neste universo teria ascendido a posição de divindade suprema e destronado o equivalente de Khalmyr deste universo reinando agora como um ” Deus Ciumento ” sobre os mortais .

    • Cavaleiro Morto disse:

      Universos espelhos são sempre um assunto interessante, eu sempre gosto de pensar em como fazer uma versão oposta sem cair nos clichês. Fiz questão de deixar a paranóia dos Tiranos Oculares, para criar algo realmente fanático e bondoso.
      Sobre a Terra 3 em si, a única coisa que me incomoda, é o fato de nas HQs, não importa o que os heróis façam, o mal sempre triunfa nela.
      Na sua ideia, os sumo-sacerdotes teriam depostos os deuses ou só o Khalmyr espelho?

      • Realmente achei legal o conceito dos Tiranos Oculares é muito interessante a ideia de que o bem também pode ser tão opressivo e repressor quanto o mal isso faz a gente pensar num monte de possibilidades .
        Tipo no Universo Espelho os Monstros que deveriam ser ” absurdamente malignos ” em Arton igual Manticoras , Quimeras , Trolls , Finntroll , Pesadelos , Mastins Infernais , Cérberos , Homens-Escorpiões , Homens-Serpentes , Trogloditas , Nagahs , Orcs , Ogres , Hobgoblins , Bugbears , Goblins etc lá são criaturas extremamente nobres e honradas .
        E o oposto criaturas que em Arton são super bondosas iguais : Centauros , Unicórnios , Fênix , Coatls Sol , Sprites , Grifos , Dríades , Ents , Meio-Dríades , Elfos , Anões , Halflings , Elfos-do-Mar , Elfos Alados , Moreau e todos as criaturas que em Arton são benignas lá seriam super malignas
        Sim porque a grande inversão de Papéis lá a Deusa da Natureza seria inteiramente maligna enquanto seu irmão o Deus dos Monstros seria bondoso .
        Mas o ” maior de todos os monstros ” mesmo seria uma criatura chamada ” Ser Humano ” os filhos de uma Deusa Arrogante e metida a besta que os criou não para se ajoelharem perante os Deuses mas para ” supera-los ” .
        Não quer dizer que ” todos ” os humanos de Notra sejam corrompidos longe disso mas sucede que como ocorre na Terra 3 onde os humanos tendem mais para o lado do mal do que do bem os Humanos de Notra teriam a exata mesma inclinação para preferirem serem sacanas que o povo de Arton tem de serem justos . Eu tinha pensado que o alinhamento tipico dos aventureiros de Notra tenderiam mais para o Caos do que para a Lei quero dizer eles ainda poderiam ter qualquer alinhamento mas em Notra os seres humanos teriam um ” leve toque a mais ” de ” crueldade ” . Tipo seriam todos muito mais um monte de ” John Constantines ” , ” Jackie Estacados ” , ” Jeff Custers ” , ” Al Simmons ” , ” Frank Castles ” , ” Eric Brooks ” ou ” Blades ” , ” Elektras Natchios ” , ” Ladies Deaths ” , ” Angellas ” e todos os anti-heróis ” bad boys ” e ” bad girls ” que você puder pensar do que ” bons moços e moças ” .
        Eu também me preocupava muito com este aspecto de na Terra 3 ” o mal sempre triunfar ” felizmente como é um cenário diferente podemos estipular que não acontece bem assim o bem ainda tem as mesmas chances que o mal e só depende unicamente dos aventureiros decidirem o resultado das aventuras .
        Sobre o Khamyr espelho do modo que eu imagino aconteceu justamente o contrario do que aconteceu em Arton ele que foi o Kallyadranoch espelho que o baniu e fez com que ele ficasse esquecido até que seus dois sumo-sacerdotes conseguiram traze-lo de volta mais ou menos o oposto do que aconteceu no Romance ” O Terceiro Deus ” . Khalmyr espelho era o Deus do Mal daquele mundo que disputava desde o inicio dos tempos um ” Jogo de Xadrez Cósmico ” com Kallyadranoch espelho .
        Da maneira como eu imagino os Sumo-Sacerdotes ainda conservariam os seus poderes e magias divinas e ainda manteriam a fé nos seus Deuses pois as pessoas necessitam de alguém para agradecer pelos bons momentos e para por a culpa quando algo dá terrivelmente errado mas em geral o povo de Notra teriam uma visão do mundo independente de ” Deuses ” e prefeririam confiar em si mesmos . Eles ainda orariam para eles , eles ainda clamariam pelos Deuses os Clérigos ainda teriam seus poderes e magias divinas mas os Notranos prefeririam quando fosse para se voltar para algo em que crer ter um lado espiritual independente de qualquer religião ou então acreditar mais na Serenidade que para eles representaria aquilo que existe de ” divino ” em todos os seres de Notra .

        • Cavaleiro Morto disse:

          Gosto de inverter os papéis dos monstros, principalmente colocando os personagens em situações para qual não estejam preparados. Além de manter traços importantes do monstro, como a paranoia dos Tiranos.
          Por exemplo, os Ents de Notra são criaturas perversas, que habitam regiões selvagens, dominando as criaturas pela força. Independente disso, eles são inimigos da civilização, concentrando os seus esforços em atacar cidades e outras áreas civilizadas.
          Sobre os humanos é um ponto complicado, gostei da ideia de mudar a base de que o ser humano tende para o bem, para tender para o mal. A influência da deusa teria um papel importante, pois seria ela a causadora das maiores desgraças para os humanos, com a intenção de alcançarem todo o seu potencial.
          Acho legal existirem sumo-sacerdotes, seriam o ultimo resquício do poder dos deuses, talvez associados a semi-deuses. Eu só vejo religiões mais como cultos que se escondem em toda Notra, sendo perseguidos pelas pessoas de bem e frequentados por aqueles sedentos pelo poder.

          • Sim é o que eu queria dizer quando disse que a situação dos Monstros em Notra seria oposta a de Arton . Da maneira como eu imagino alguns monstros que em Arton são super malignos como por exemplo : Cães do Inferno , Cérberos , Lobisomens , Manticoras , Quimeras , Coatls Noite , Pesadelos , Homens-Escorpiões , Homens-Serpentes , Nagahs , Homens-Lagartos , Trogloditas ,Trolls , Finntrolls , Medusas , Gnolls , Esfinges , Orcs , Meio-Orcs , Ogres , Meio-Ogres , Hobgoblins , Bugbears , Goblins em Notra são criaturas boas , honradas e justas incompreendidas pelos Humanos que os temem devido as suas aparências ameaçadoras .
            Já criaturas que em Arton seriam super bondosas como por exemplo : Centauros , Unicórnios , Fênix , Grifos , Coatls Sol , Dríades , Meio-Dríades , Ninfas , Sátiros , Faunos , Sprites , Wêmics , Anões , Elfos , Meio-Elfos , Halfings , Tritões , Sereias , Elfos-do-Mar , Elfos Alados , Antropossauros , Aggelus , Ursos Folhagens , Fadas-Dragões em Notra seriam perversas e teriam personalidades malignamente distorcidas .
            Sim era isso que eu me referia . Os Humanos de Notra apesar de não serem necessariamente ” maus ” podendo ser tão variados e diversos quanto os seres humanos de Arton e terem qualquer alinhamento teriam um certo toque a mais de canalhice em suas personalidades do mesmo modo que os seres humanos de Arton tem um toque a mais de nobreza . Achei legal essa ideia de que essa característica dos seres humanos de Notra estaria ligada a Deusa criadora da raça que seria uma senhora duma ” sacana ” que viveria ferrando com os próprios filhos com a melhor das intenções de que eles se tornem mais e mais fortes e um dia superem até mesmo ela .
            Sim e do modo como imagino alguns desses Sumo-Sacerdotes teriam as mais nobres intenções possíveis eles não seriam todos ” vilões demoníacos ” . Por exemplo o Mestre Arsenal espelho seria um nobre e tremendamente honrado guerreiro , colecionador de armas magicas poderosas . Ele seria o exato oposto do Arsenal de Arton , possuindo todas as qualidades como pessoa e virtudes que o seu oposto de Arton não possui , tipo do mesmo modo que o Lex Luthor da Terra-3 é o oposto exato de sua contraparte maligna . Do mesmo modo Gaardalok o Sumo-Sacerdote do Ragnar Espelho ( que em Notra é o Deus da Vida , da Força , Coragem , Heroísmo dos Orcs e Goblinoides ) é um Bugbear nobre e integro sábio conselheiro do Heroico General Thwor Ironfist espelho o exato oposto do traiçoeiro Gaardalok de Arton . Os Sumo-Sacerdotes do modo como imagino nem todos desejariam ” fazer o mal ” alguns acreditariam piamente que trazer de volta os Deuses para Notra seria algo bom para o mundo eles apenas seriam servos fieis que não enxergariam que suas divindades na verdade estão pouco se lixando para eles e que suas intenções bem intencionadas só vão levar o mundo de Notra a ruína . Mas eu também adorei a ideia de que por trás dos Sumo-Sacerdotes existiriam Semideuses filhos de cada uma das Divindades manipulando sutilmente os Sumo-Sacerdotes para que cumpram seus propósitos para depois serem sem cerimonias descartados . Isso seria um ponto bem legal de se explorar no Universo Espelho .

          • Cavaleiro Morto disse:

            Os sumo-sacerdotes acreditam nas divindades e seus antigos etos e independente de sua tendência buscam restaurar a antiga glória dos deuses em Notra. O simples fato de ter fé nas divindades, fortalece o seu poder e permite a realização de magias divinas, lógico que temos magias que exigem um pouco mais que apenas fé. Uma ressurreição ou um milagre iria cobrar algumas almas.
            Algumas Igrejas devem existir e até serem aceitas, mas teriam no máximo o status de um culto a um deus menor em Arton, e mesmo assim sempre vigiadas.
            Os fiéis podem até ter boas intenções, mas o real problema está nos deuses, sua arrogância, seu desprezo pelo mortais e piorando a coisa toda a sua fome por almas.
            Expandindo a parte de semideuses, pensei neles como o modo mais fácil dos antigos deuses se manifestarem em Notra e também uma maneira deles voltarem mesmo que tenham sido destruídos de forma permanente. Algo como Bhaal em Baldur Gate.

          • Interessante pensar dessa maneira basicamente em Notra acreditar em um Deus e reverencia-lo não trás beneficio pratico nenhum aos adoradores e até mesmo cobra um preço por demais alto dos cultistas mas seus fieis não veriam dessa forma acreditando que sacrifícios seriam validos , necessários e até mesmo aceitáveis se isso trouxesse de volta a gloria dos Deuses sobre o mundo e restaurasse a fé e a crença dos povos de Notra nas Divindades . Acredito que as Divindades com portfólios mais ” supostamente benevolentes ” pudessem ser aceitas e até toleradas dentro de certos limites dentro dos Reinos como Neduy onde a Igreja de Nneek seria permitida só que as Igrejas dos Velhos Deuses seriam vigiadas para se tentar evitar abusos dos Cultistas e de seus Sumo-Sacerdotes.
            Tipo é bem assim como você descreveu que eu imagino como deveria ser a atual situação das Igrejas dos Deuses de Notra vistas com desconfiança e receio mas no caso permitidas tipo do mesmo modo que se aceitam os Evangélicos Neo-Pentecostais .
            É aquele negocio os fieis seriam um bando de ” babacas ” estaria na cara de quem quer que visse um culto deles que estariam sendo usados pelas próprias divindades em que creem mas no final não ligariam pois a própria fé deles nestas divindades os tornariam cegos para seus mandos e desmandos .
            Ótima ideia esta dos Semideuses servirem como um modo mais fácil e sutil dos Deuses Antigos manifestarem-se no mundo de Notra penso que isso poderia dar margem para criação de alguns vilões bem perigosos filhos e filhas de cada Deus .
            Também tinha pensado que não podemos nos esquecer das Divindades Menores ? Como ficariam elas em Notra ?

          • Cavaleiro Morto disse:

            O enfraquecimento do poder divino é devido aos portais com os reinos dos deuses estarem lacrados, dá para fazer magia divina, mas não é tão fácil quanto antes.
            Divindades Menores existem, mas seu número é bem menor pela descrença nos deuses, a não ser aquelas associadas aos deuses antigos. Elas recebem adoradores por tabela 🙂

          • Compreendo . Acho interessante esse ponto pois por exemplo Sckharshantallas espelho e Beluhga espelho são duas Divindades Menores tal qual suas contrapartes de Arton apesar de não desejarem ser adorados como Deuses pelos povos de seus reinos .

          • Cavaleiro Morto disse:

            Sim, eu gosto de diferenciar as divindades menores por adoração, daquelas que são simplesmente monstros com muito poder.

          • Bom saber . Tem inúmeras Divindades Menores que no Universo Espelho seriam seres e criaturas super malignos .

      • Claro … apesar de que como na forma que eu imagino da Deusa da Natureza ser ” maligna ” e o Deus dos Monstros ser ” bondoso ” e de existir uma inversão na ordem da natureza em Notra com monstros que deveriam ser ” diabólicos ” ao invés disso sendo criaturas tremendamente boas e o oposto criaturas fantásticas que em Arton seriam a ” imagem do bem ” lá sendo completamente perversas e amorais porque o papel dos seus dois Deuses criadores é oposto ainda assim os dois não deixariam de ser também criaturas fúteis e frívolas que antes de pensar em seus filhos e filhas pensam primeiro neles próprios e naquilo que eles podem conquistar se estas prosperarem e que na realidade se isto lhes trouxesse algum tipo de proveito próprio ou vantagem sobre os demais Deuses do Panteão sacrificariam sem pensar duas vezes suas criações e toda sua obra por poder .
        Sobre os Tiranos Oculares sabe uma coisa que me veio a mente ? Por que você não cria uma versão ” benevolente ” e ” altruísta ” dos Magos da ” Sociedade do Terceiro Olho ” ? Você deve saber aqueles Magos que ganham poderes misticos especiais após se exporem as rajadas dos olhos de Observadores em Tormenta RPG com os corpos recobertos por Olhos cada um com um poder mistico especial ! Pois bem em Tormenta eles são uma Classe de Prestigio de vilões e antagonistas mas porque você não dá uma retrabalhada nesta classe e os torna uma Classe de Prestigio para Magos e Feiticeiros de Notra ?

        • Cavaleiro Morto disse:

          Sobre os deuses da natureza e dos monstros, imagino eles como oponentes, presos em uma disputa eterna para ver quem supera o outro. Monstros sem fim, criados para provar a superioridade de seu deus, sem se preocupar com as consequências ou equilíbrio. Um verdadeiro flagelo para as outras raças.
          Anotado aqui, a Irmandade do Olho Vigilante, que se baseia nos Protetores e tem fortes ligações com eles. Entretanto, existem diversas facções no grupo, cada um apoiando um dos Protetores como maior dos heróis.

          • Tipo como eu disse acima da maneira como eu vejo as Duas Divindades seriam dois irmãos fúteis e cruéis que na verdade não dariam a mais minima bola para suas criações e a maneira como elas agem ( tanto que em Notra os ” Monstros ” da Deusa dos Monstros são bondosos enquanto que os animais e as criaturas fantásticas do Deus da Natureza são perversos ) presos numa disputa perpetua para ver quem manda no mundo .
            Sobre a ideia de usar uma contraparte heroica da Sociedade do Terceiro Olho como uma Classe de Prestigio para Magos e Feiticeiros de Notra fico imensamente honrado que tenha gostado .

          • Cavaleiro Morto disse:

            A ideia é neste sentido mesmo sobre os irmãos, toda a Notra é o seu playground, onde eles jogam Pokemon versão divina, sem pensar nas consequências. Com o tempo, tanto os monstros como os animais e criaturas mágicas criaram os seus ecossistemas e assumiram funções na natureza.
            Diferente de Arton, monstros tendem a ser bondosos e os animais e criaturas mágicas malignas. Entretanto, ainda continuam a participar da eterna disputa entre os seus criadores.

          • Entendo . Fico imaginando as diferentes disputas e rivalidades entre raças que poderiam advir da disputa entre os dois irmãos e que continuaria sendo perpetuada até os dias de hoje pelos Monstros , Animais e Criaturas Fantásticas filhos de cada um dos dois deuses .
            Fico imaginando como seriam no Universo Espelho : Druidas de Allihanna e Rangers de Allihanna ou Xamãs de Megalokk e Xamãs Monstros de Megalokk ?

          • Por outro lado poderia ser muito mais interessante assumir que tanto ” Monstros ” quanto ” Animais ” e ” Criaturas Fantásticas da Natureza ” poderiam ter praticamente qualquer tipo de alinhamento e tendência possível tal qual os seres humanos porque graças a Serenidade todas as criaturas de Notra de todos os tipos conquistaram o mesmo livre arbítrio que os mortais possibilitando uma ampla e variada gama de possibilidades e de surpresas para aventureiros Notranos como por exemplo um Dragão Prismático Maligno ou um Vampiro Bondoso.
            E realmente fico muito feliz em saber que pude ser útil no seu trabalho com a ideia de transformar a Sociedade do Terceiro Olho de um grupo de cultistas malignos em um grupo de heróis que seguem o tema da paranoia dos Tiranos Oculares .

          • Cavaleiro Morto disse:

            Acho interessante a influência de Serenidade conceder o livre arbítrio, criando situações interessantes e se opondo bem ao domínio que os deuses tinham.

          • Sim era bem isso que eu tinha pensado . Tipo todas as criaturas terem a mesma liberdade de escolha e livre arbítrio que os Humanos e não terem tendências podendo ser de qualquer alinhamento possível imaginado pelo Mestre .

      • Ah sim … Falha minha … estou tão acostumada com uma DEUSA da Natureza e um DEUS dos Monstros que nem reparei que em Notra os papeis de Allihanna e Megalokk são invertidos com uma DEUSA dos Monstros e um DEUS da Natureza . Desculpe pela desatenção .

      • Irônico . As versões espelhos de Allihanna e Megalokk trocaram os papeis mas continuam fundamentalmente parecidos com Annahilla Deusa dos Monstros sendo Bondosa igual Allihanna de Arton e Kkolagem Deus da Natureza sendo perverso igual Megalokk … Talvez você devesse desconsiderar esta ideia e assumir que ambos são Divindades MALIGNAS com todas as letras maiúsculas mas que o mesmo não se aplica aos seus filhos com Monstros e Criaturas Magicas podendo ter praticamente qualquer tendencia que o Mestre quiser . Assim como os filhos de :
        Hconardayllak Deus dos Dragões Metálicos Bons , da Justiça e do Bem
        Airaklav Deusa da Humanidade da Força de Vontade e da Ousadia
        Naillit Deus da Ciência da Curiosidade Cientifica e dos Gnomos
        Que são as únicas três Divindades do Panteão que se importam legitimamente com os mortais .

        • Cavaleiro Morto disse:

          Gostei de ambos, natureza e monstros serem malignos 🙂
          A minha dúvida é usar um Valkaria Espelho mais bondosa ou se caio para o lado da arrogância mesmo.
          Devem ter 3 divindades realmente boas, ligadas ao nascimento da Serenidade, só não sei se precisam ser justo as 3 que criaram a Tormenta em Arton.

          • Ideia curiosa . Realmente não tinha me ocorrido ambos Natureza e Monstros serem malignos .
            Também da maneira como vejo poderia ser que Criaturas da Natureza e Monstros poderiam ter praticamente qualquer alinhamento possível da mesma forma que os humanos uma vez que A Serenidade teria conferido livre arbítrio e liberdade de escolha para todas as criaturas de Notra.
            Interessante pensar nisso realmente penso que poderia ser legal a Valkaria espelho ser mais arrogante que sua contraparte de Arton e acreditar que seus filhos os Humanos de Notra seriam as ” criaturas supremas ” .
            Realmente é algo a se pensar pois tem alguns Deuses no Panteão de Notra que poderiam ficar legais como ” os únicos que se importam com os mortais ” .

  2. Acabei de notar . A ” Serenidade ” é o exato oposto da ” Tormenta ” . Até suas cores são opostas enquanto a Tormenta é uma Tempestade Rubra cor de Sangue a Serenidade é uma calmaria azul e enquanto a Tormenta traz destruição e insanidade a Serenidade traz proteção e segurança sendo que enquanto uma é ” uma coisa absolutamente maligna ” a outra é uma coisa absolutamente boa para o mundo de ” Notra ” . Então enquanto Arton esta fu* com a Tormenta Notra goza da proteção da Serenidade . Uma pergunta se em Arton existem os ” Demônios da Tormenta ” então em Notra existiriam em contrapartida ” Anjos da Serenidade ” governados por ” Lordes da Serenidade ” ao contrario dos ” Lordes da Tormenta ” de Arton ? É uma inversão curiosa que o mundo de Notra esteja em uma condição muito melhor que a de Arton e nele o que deveria ser a maior ameaça lá é a maior proteção contra o mal . Fico agora imaginando as inversões bizarras dos Deuses para eles serem a mais terrível das ameaças aos mortais . Ótimo inicio de trabalho sobre o Universo do Espelho Artoniano . Por favor nos traga muito mais .

    • Cavaleiro Morto disse:

      A Serenidade acredita na independência e livre arbítrio, tanto que cada alma que existe nela é única e pode ser consultada independentemente. Em casos de um confronto contra os Deuses, malditos aprisionadores e devoradores de almas, as almas podem se manifestar com um verdadeiro exército para lutar. Um detalhe, é que a opção de permanecer uno com a Serenidade ou voltar para o ciclo da vida e morte é individual.
      Dentro da Serenidade existe algo como uma hierarquia, tendo almas que seriam os anjos e até os líderes que seriam uma manifestação equivalente a de um Lorde. Fora isso, temos muitas criaturas de Notra que nasceram da Serenidade, como os próprios Protetores.
      Sobre os deuses de Notra, eles são mesquinhos, manipuladores e consideram os mortais como seus brinquedos. Bem no estilo dos deuses gregos mesmo 🙂 Imagine o pior de cada versão espelhos dos deuses, este seria o panteão de Notra.
      Um detalhe importante, é que a divindade destes seres depende tanto da fé dos mortais, como a presença de suas almas nos reinos dos deuses. O que a Revolta da Serenidade fez, foi privar as divindades da fonte do seu poder e do seu sustento.
      Um último ponto que estou pensando, é colocar 3 deuses também como os que causaram a revolta nos reinos dos deuses, que deu origem a Serenidade. A minha ideia, é que eles seriam os únicos que realmente se preocupavam com os mortais.

      • Muito interessante saber disso realmente fico muito curioso para ver como seriam as contrapartes de cada Deus . Imaginando da maneira que você disse e pensando somente no pior que cada um dos Deuses de Arton possuem consigo imaginar alguns Deuses tremendamente malignos .
        Acho interessante você dizer que da maneira como você imagina os três deuses da ” Revolta dos Três ” de Arton que teriam originado a Serenidade em Notra seriam os três únicos Deuses que se importariam com os mortais . Eu já tinha imaginado que a contraparte de Kallyadranoch seria o ” Deus do Bem ” contraponto exato da contraparte de Khalmyr que seria o ” Deus do Mal ” . Fico fascinado imaginando os outros dois .

        • Cavaleiro Morto disse:

          A versão espelho de Kallyadranoch representa a sabedoria, a busca pelo conhecimento e a humildade de saber que o caminho para ambos não tem realmente um fim. Ele é a mais poderosa divindade do Panteão, mas nunca buscou a liderança ou se impor sobre os demais deuses.
          O Sszzaas espelho representa a honra, o compromisso com a sua família e os seus companheiros. Todos os acordos e tratados tem o deus como o seu fiador e nenhum tolo ousa quebrar um juramento prestado em seu nome.
          O terceiro ainda estou pensando

          • Legal saber disso . Eu tinha imaginado que a versão espelho de Kallyadranoch também poderia ser o Deus dos Dragões Metálicos porque em Notra ao contrario do que ocorre em Arton os Dragões Metálicos seriam a especie predominante de Dragão enquanto os Dragões Elementais Cromáticos seriam uma minoria étnica e uma subespécie derivada de cada uma das raças de Dragões Metálicos . E existiriam em Notra 7 Dragões-Reis Metálicos como contraponto aos 7 Dragões-Reis Cromáticos de Arton.
            Seria no minimo irônico imaginar justo o Sszzaas espelho como sendo ” a mais honrada ” das Divindades e aquele que media acordos entre os Deuses . Tipo uma ” Serpente Nobre e Integra ” .
            Tudo bem eu tenho certeza que escolhera uma Divindade espelho bastante interessante .

          • Cavaleiro Morto disse:

            O Kallyadranoch Espelho representa o Poder Absoluto, mas aquele que é possuído pelos mestres, junto com a sua humildade. Não teria problema ele continuar sendo o criador dos dragões, só colocaria que os metálicos seriam aqueles que buscam os ideais do seu criador, já os cromáticos seriam aqueles que se perderam na arrogância e no seu poder.
            Eu gostei bastante da ideia de Sszzaas como o mais honrado, fica muito o universo espelho. Só se lembre que ele possui a malicia dos grandes mediadores e advogados, então ele não é exatamente justo.
            Como terceiro, pensando em colocar Rangar, que no seu apreço pela vida iniciou a revolta da Serenidade, sendo seu avatar Thwor Ironfist aquele que liderou as almas dos reinos dos deuses para Notra.

          • Legal essa ideia . Então o Kallyadranoch Espelho seria mais ou menos como um ” Avatar do Mestre de RPG ” um ser de poderes absolutos mais ao mesmo tempo de grande sabedoria que guia as mãos , os corações e as mentes dos heróis de Notra , recompensa ações bem pensadas , pune trapaceiros e gananciosos que só se importam com o poder e em se sobressair sobre os demais e que é acima de tudo imparcial com todos . E gostei dessa sua ideia dele continuar sendo o Deus Criador dos Dragões mas os Dragões Metálicos serem os únicos que buscariam pelos ideais nobres dele enquanto os Dragões Elementais Cromáticos se perderam deste ideal na sua ganancia por poder . Tipo eu tinha imaginado que o Sckharshantallas Espelho ao invés de um Dragão Vermelho MAL até dizer chega que qualquer coisinha já faz churrasco dos seus servos no Universo Espelho seria um nobre e sábio Rei Dragão de Ouro que governa e protege com coragem e justiça seu Reino sendo amado e adorado legitimamente pelos cidadãos do Reino de Sallatnahsrahkcs que o louvariam como soberano mesmo , não seriam ” forçados ” por ele que seria o oposto exato de Sckhar em tudo sendo uma das criaturas do bem mais poderosas de Notra que nutriria um amor impossível pela Beluhga espelho a Selvagem Dragoa-Rainha de Prata Guerreira governante das Montanhas Uivantes da qual teve um dos olhos arrancado e ganhou uma cicatriz na face ( Consegue visualizar isso ? Sckhar espelho um Dragão de Ouro Heroico e Justo enquanto Beluhga espelho uma Dragoa de Prata Rainha Guerreira Austera e Selvagem tipo ” Red Sonja ” ? ) que ele poderia cicatrizar e curar inteiramente no momento que quisesse e regenerar outro olho mas que mantem como uma prova de amor e devoção a ” Sua Rainha ” .
            Legal isso sobre Sszzaas . Então ele basicamente seria um tipo de ” Demolidor / Matthew Murdock ” legislador divino e ” Deus sem Medo ” do Panteão de Notra .
            Excelente ideia era justamente isso que eu estava pensando em sugerir para você ! Em Notra o Thwor Ironfist espelho é um Bugbear extremamente nobre e honrado tão heroico quanto Thrall de World of Warcraft que comando os Orcs e Goblinoides daquele mundo que em vez de conquistadores e déspotas são uma raça nobre e honrada porem incompreendida e injustiçada e ele é o Avatar de Rangar .
            Estava pensando em outra ideia : como ficariam os ” Tiranos do Terceiro ” no Universo Espelho ?

          • Cavaleiro Morto disse:

            Sckarr espelho é um amor de pessoa, toda a sua arrogância seria trocada por humildade e seu reino um exemplo de bondade e de justiça. Aliado ainda as fronteiras abertas para todos os dragões, uma verdadeira Dragotopia.
            Eu fiquei em dúvida sobre a Beluhga Espelho, depende de como vão ficar as Uivantes. Ou deixo como um lugar selvagem, ou dou uma guinada para um Império Dracônico comandado por Belugha.
            Os Irmãos de Escama, são guerreiros altruístas, dragões que reencarnaram como mortais. Ao tomarem consciência da sua origem, eles podem criar um elo com um dragão verdadeiro e recuperar parte do seu poder. Acredita-se que o Kallyadranoch Espelho, pune assim os dragões consumidos pela sua sede de poder.

          • Sim já tinha imaginado isso . Que ao contrario do inescrupuloso e sádico Dragão Vermelho Maligno e um dos mais cruéis vilões de Arton Sckhar Espelho que seria o Rei dos Dragões de Ouro seria o oposto exato do Sckharshantallas de Arton . Um ser nobre , justo , digno seguro , integro , bondoso e completamente destituído de qualquer arrogância inclusive aceitando de bom grado outros Dragões de natureza Bondosa em seu Reino que seria o lugar em Notra com a maior população de Dragões Metálicos Benignos totalmente livres para se mostrarem abertamente e tendo lá um refugio seguro .
            Sobre a Beluhga espelho da maneira como eu havia a imaginado ela ao contrario da Beluhga Dragoa-Rainha Branca seria combativa , agressiva , selvagem e austera uma verdadeira ” Rainha Amazona Draconica ” talvez por isso seu reino as Montanhas Uivantes espelho sejam um dos locais mais selvagens de Notra e ela uma Dragoa-Rainha de Prata extremamente combativa e pronta a todo o momento para a luta ao contrario da serena Beluhga Dragoa-Rainha Branca de Arton .
            Ideia interessante para as contrapartes de Notra dos Tiranos do Terceiro de Arton . Achei legal a ideia deles serem Dragões reencarnados como mortais de qualquer uma das raças de Notra pois da um ar único e especial para eles .

          • Cavaleiro Morto disse:

            Eu imaginei a batalha do Sckhar contra a Beluhga em Notra como algo assim:
            Belugha adentrou o reino de Sckhar e o desafiou pelo domínio de todos os dragões de Notra. Respeitando a tradição, Sckhar enfrentou a dragoa, mas na luta ele só se defendeu por longos 3 dias, vencendo sua oponente por exaustão. Ele poupou a vida dela, mas Belugha não aceitou tal humilhação e o feriu no olho, voltando para as Uivantes.

          • Legal isso é bem desse jeito que eu imaginaria que poderia acontecer um duelo entre um Dragão-Rei de Ouro e uma Dragoa-Rainha de Prata épicos .
            Só lembrando que a Beluhga espelho apesar de super combativa não é ” má ” ela é uma ” Mulher Maravilha Dragoa de Prata ” uma guerreira imensamente orgulhosa da sua força e poder já o Sckhar espelho é um ” Superman Dragão de Ouro ” um dos heróis mais absolutamente nobres , íntegros e de valores morais mais elevados de toda Notra . Tanto que mesmo podendo ele em nenhum momento teria tentado matar Beluhga durante a longa luta de três dias e tês noites que travaram porque muito secretamente ele ocultaria o fato de que estaria apaixonado por ela tendo procurado durante todo combate apenas se defender dos golpes mortais de Beluhga e imobiliza-la com sua força .
            Vencida a batalha Sckhar espelho poupou a vida de Beluhga espelho mas esta tomou ser deixada viva após uma batalha tão árdua como um insulto a sua honra de guerreira e Rainha dos Dragões de Prata e num ataque súbito e furioso arrancou um dos olhos de Sckhar espelho ( o olho exato oposto na face do Sckhar espelho daquele que a Beluhga espelho de Arton arrancou ) e fugiu de volta as Montanhas Uivantes .
            Sckhar espelho aceitou pois ser ferido em batalha por uma guerreira tão poderosa quanto a Rainha dos Dragões de Prata era uma grande honraria e manteve a cicatriz como uma ” medalha de orgulho ” e também como uma lembrança de Beluhga espelho porque em verdade ele ainda a amava .

          • A proposito eu tenho uma sugestão para uma possível raça de Notra . Sabe quando disseram que ” os Deuses pareciam não querer que nada surgisse das relações quase sempre ‘ forçadas ‘ entre Elfos e Orcs ? ” . Pois bem … Não mais … Em D&D 5ª Edição decidiram finalmente cruzar a linha e nasceram os primeiros ” Meio-Elfos Meio-Orcs ” . Aqui : https://www.dandwiki.com/wiki/Elf_Orc_(5e_Race) . Imagino que em Notra eles nasceriam de relações forçadas entre Elfos e Orcs nas quais os Elfos para se vingarem e humilharem um Orc macho ou fêmea os violentariam e nasceriam estes mestiços . Parias entre as duas raças mas que estariam começando a se tornar comuns a medida que a Aliança Branca do General Thwor Ironfist perde terreno para o tirânico Império dos Elfos ( que em Notra nunca caiu eles ainda conservam o Reino de Nneirónel e os Elfos continuam no auge da arrogância e do preconceito com as outras raças se considerando absolutamente ” perfeitos ” e ” supremos ” entre os seres e desejando nada menos que o extermínio dos Orcs e Goblinoides ) porem enquanto eles não fazem isso e não ” liquidam ” de vez com seus odiados inimigos nesse meio tempo eles se divertem humilhando e violando Orcs machos ou fêmeas e gerando estas criaturas indesejadas que são um insulto vivo para os Orcs e uma lembrança de tudo que eles perderam e que ainda irão perder na Infinita Guerra . Seres que somam duas raças que se odeiam num todo estranhamente para não dizer ” ironicamente ” harmonioso .

          • Cavaleiro Morto disse:

            Prefiro não mexer nesta parte, acho pesado 🙂

          • Ok sem problemas .

          • Mas tipo você poderia até utilizar essa raça como ” exclusiva de personagens jogadores de Notra ” deixando de lado a parte polemica e pesada das origens dos Personagens . Afinal você pensa que os jogadores que escolhem jogar com um ” Meio-Orc ” em D&D se preocupam muito com as origens de seus personagens ou que os Jogadores de Tormenta RPG que escolhem um ” Meio-Aberrante ” como seu personagem param pra pensar em como ele nasceu ?

          • Cavaleiro Morto disse:

            Normalmente, eu deixo a decisão de usar estes temas ou não como escolha dos jogadores e do contrato social que a mesa cria.
            Atualmente, citar a discriminação na forma de raças como elfos e anões já está de bom tamanho para mim.
            Usando a questão de híbridos, ou apelo para efeito de alguma magia como background, ou coisas do mundo como a tormenta estar criando os meio-aberrantes. No máximo um caso especial de relação entre um casal de cada uma das raças.

          • Verdade . Tudo bem . Foi somente uma ideia em nenhum momento você é obrigado a segui-la se não desejar . =)

  3. Pensando nisso me ocorreu como poderiam ter ficado Os Deuses do Panteão no Universo do Espelho onde todos os papeis são invertidos .
    Tipo eu pensei no seguinte :
    Deuses de Notra :
    Allihanna, deusa da natureza – Annahilla Deusa dos Monstros
    Azgher, deus do sol – Rehgza Deus das Trevas
    Divina Serpente,deusa da força e coragem – Profana Serpente Deusa da Selvageria e Brutalidade
    Glórienn, deusa dos elfos – Vindienn Deusa dos Elfos e da Vingança
    Grande Oceano, deus dos mares – Grande Mundo Deus da Terra , dos Continentes e dos Terremotos
    Hyninn, deus da trapaça – Nninyh Deus da Honestidade
    Kallyadranoch , deus dos dragões e do mal – Hconardayllak Deus dos Dragões Metálicos Bons e do Bem
    Keenn, deus da guerra – Nneek Deus da Sabedoria e da Guerra Justa
    Khalmyr, deus da justiça – Rymlahk Deus do Mal
    Lena, deusa da vida – Anel Deusa da Morte
    Lin-Wu, deus da Honra e de Tamu-ra – Uw-Nil Deus da Supremacia e de Ra-Umat
    Marah, deusa da paz – Haram Deusa da Guerra Sanguinária
    Megalokk , deus dos monstros – Kkolagem Deus da Natureza
    Nimb, deus do caos – Bmin Deus da Ordem
    Ragnar, deus da morte – Rangar Deus da Vida , da Coragem e dos Orcs e Goblinoides
    Sszzaas, deus da traição – Saazzss Deus da Honra
    Tanna-Toh, deusa do conhecimento – Hot-Annat Deusa dos Mistérios e do Desconhecido
    Tauron, deus da força – Minus Deus da Crueldade e Escravização
    Tenebra, deusa da noite – Alvorada Deusa da Luz
    Tillian,deus da inventividade e dos Gnomos – Naillit Deus da Supremacia da Ciência e dos Gnomos
    Thyatis, deus da ressurreição – Sitayht Deus do embalsamamento dos Lichs e Mortos-Vivos
    Valkaria, deusa da humanidade e da ambição – Airaklav Deusa da Humanidade e da Tirania
    Wynna, deusa da magia – Annyw Deusa da Magia Negra , Necromancia e das Artes das Trevas

    • Cavaleiro Morto disse:

      Ficaram ótimos, já tenho com o que trabalhar 🙂 Gostei bastante dos nomes e das atribuições.
      Estou pensando em fazer uma versão deturpada das classes, a primeira ideia seria o Paladino como um algoz da destruição e do poder antigos dos deuses ou mesmo os clérigos, que seriam nomeados cultistas.

  4. Acabo de perceber ao ler seu texto sobre o Universo Espelho de que todos os Deuses nesta realidade são maus . Quer dizer eu imagino que eles sejam como os Deuses Gregos da série ” Hercules: The Legendary Journeys ” ou de ” Xena: Warrior Princess ” resumidamente criaturas fúteis e arrogantes embriagadas com a própria superioridade e poder supremo para as quais os Mortais nada mais são do que ” brinquedos ” e ” instrumentos ” para os seus caprichos dos quais eles acreditam que podem usar e dispor como e quando bem desejarem em que mesmo a mais supostamente ” bondosa ” e ” elevada ” Divindade na verdade esta muito distante de seguir e cumprir os ideais de seus portfólios e por isso o povo de Notra decidiu ao invés de ” voltar-se a distantes divindades nos céus ” escolher o Livre Arbítrio conferido a eles pela Serenidade que é sua unica ” força divina regente ” e em vez de ” Áreas de Tormenta ” o perigo para este mundo se manifesta em ” Áreas Divinas ” conjuradas pelos cultistas das Divindades Banidas sob o comando de seus Sumo-Sacerdotes onde os Reinos dos Deuses se manifestam em Notra e as Divindades podem exercer sua influência e vontade sobre o mundo ameaçando seus habitantes . Ou seja o ” grande perigo ” que ameaça este mundo são justamente os poderes supremos que deveriam zelar por ele e protege-lo …

    • Cavaleiro Morto disse:

      A ideia é exatamente esta e a parte das Áreas Divinas ficou no encontro de algo espelho as Áreas de Tormenta.
      Os deuses ainda estariam em um estado mais depravado, pois antes com o seu poder no auge graças a fé e as almas eles já eram fúteis e arrogantes, agora a fome por almas os consome e acaba com qualquer traço de civilidade que antes eles possuíam.

      • Interessante saber disso fico com pena dos Aventureiros que adentrarem as Áreas Divinas.
        Se já era barra enfrentar ” Divindades Absurdamente Maiores ” imaginem então enfrentar ” Divindades MALIGNAS Absurdamente Maiores ” ?

        • Cavaleiro Morto disse:

          Sim, queria deixar bem claro a decadência das divindades após a revolta da Serenidade. Os reinos dos deuses apodrecem sem a presença das almas e os antes deuses, agora são reflexos deturpados da sua antiga glória, sempre a espreita de mortais que os adoram e das suas saborosas almas.

  5. Arthur Olivetto disse:

    LEIA NOTRA DE TRAZ PARA FRENTE (ARTON) KKKKKKKKKK MUITO BOA ESSA IDEIA. A TORMENTA É AZUL E BOAZINHA

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