Busca Final tem nova tiragem

A capa, por Daniel Ramos


Esgotado já há alguns meses o RPG indie brasileiro Busca Final, de autoria de Giltônio Santos, da Secular Games está de volta ao mercado em um nova tiragem.

Faça seu caminho.
Desafie as possibilidades.
Realize o improvável!

Será que os guerreiros errantes de Othora têm o que é necessário para trazer a magia de volta ao mundo? Busca Final é um jogo de narrativa diferente: tem princípio, meio e fim, com um enredo definido, para levar os jogadores protagonistas em busca da resposta que pode selar ou mudar para sempre o destino de seu universo e das pessoas que amam.

Como o Santo Graal dos cavaleiros de Artur, o anel de Frodo Bolseiro ou o regresso ao lar das crianças de Caverna do Dragão, a magia de Othora é apenas a ponta do iceberg. A narrativa que se desenha por trás do tema é o ponto essencial – tão arrebatadora e cativante quanto seu grupo puder torná-la.

Aqui a busca tem início: ouse chegar ao fim do jogo!

Busca Final é um jogo de narrativa épica, onde o narrador e os demais jogadores, que assumem o papel de protagonistas da história, forjam em conjunto uma grande saga com início, meio e fim, na qual indivíduos de fé e convicção se encontram ou finalmente se perdem na questão essencial do continente fictício de Othora: o que aconteceu com a magia do mundo? O sistema de regras não utiliza dados, mas cartas de baralho comuns e tem como foco a narração de conflitos.

Busca Final tem 114 páginas em P&B, capa mole colorida, e está sendo vendido por R$ 29,90 pela Secular Games.

João Paulo Francisconi

Amante de literatura e boa comida, autor de Cosa Nostra, coautor do Bestiário de Arton e Só Aventuras Volume 3, autor desde 2008 aqui no RPGista. Algumas pessoas me conhecem como Nume.

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2 Resultados

  1. Di Benedetto disse:

    Acho que não entendi muito bem como funciona a mecânica narrativista do Busca Final…
    mas putz, Othora é um dos mundos de fantasia medieval mais legais EVER! =)
    Um mundo de D&D padrão onde a magia e seres mágicos desapareceram literalmente do dia pra noite.
    Com certeza, vale a pena ser comprado.

    • Jagunço disse:

      Me atrevo a dizer que o texto do Giltônio não deve nada aos materiais importados – e, como já disse, me lembra o estilo e qualidade da velha linha Storyteller.
      O sistema mecânico é simples, bom para sessões rápidas e para jogos que privilegiem a narrativa – que tende a ser distribuída entre os jogadores de forma semelhante ao Fiasco. Acho que poderia ser transformado em algo mais robusto em uma edição futura. Quem sabe? 🙂

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