Dimensões Paralelas #1 – Omniworld

Fala ai pessoal! Enquanto a segunda parte de Batalha do Apocalipse 3D&T não chega (sim, está enorme, vai demorar um cadinho), vou começar uma série que há muito já deveria estar por aí. Novo Aeon, como a galera pôde perceber em seu Guia Básico, traz uma infinidade de lugares, dimensões e planetas para os jogadores ficarem meses (ou anos xD) explorando. A partir deste post você vai conhecer um pouco mais a fundo sobre estes lugares inóspitos que estão ao redor de Nova Gaia, através de vórtices místicos e portais especiais. Na estreia de Dimensões Paralelas, saiba um pouco mais sobre o Omniworld, a dimensão da noite eterna e do deserto sem fim.

 

Omniworld, O mundo dos mortos-vivos

 

A história do Omniworld tornou-se mais conhecida na Terceira Era de Nova Gaia, quando os primeiros mortos-vivos vindos da misteriosa dimensão começaram a invadir o planeta através de portais ocasionados pelas Áreas de

No mundo dos mortos, apenas a noite fria num deserto cinza é o que lhe aguarda…

Magia Instável, relatados por aventureiros, pesquisadores, e pelos caçadores das criaturas mortas vindos também de lá. Antigamente, na época de grandes impérios e grandes guerreiros, nos primórdios da Primeira Era, avançando para a Segunda Era, existiam monstros terríveis, ocultos em formas humanoides, prontos para acabar com a humanidade e sua sanidade.

O avanço desses monstros, conhecidos como samois (vulgarmente chamados de mortos-vivos) estavam em grande quantidade. Suas variedades em forma, tamanho e poder era tão diversificada que ficava difícil saber como derrotá-los. Não vendo outra solução, um conselho formado por oito líderes dos maiores clãs de caçadores dessas criaturas tomaram uma decisão drástica: mandar os samois para uma dimensão conhecida como Omniworld, um lugar de trevas profundas e de desertos desolados, conhecida apenas pelos sacerdotes e seres de grande poder arcano. Embora não fossem destruídos, pelo menos lá os mortos-vivos ficariam longe o suficiente dos povos de Gaia.

 

Mas como os clãs iriam garantir que estes monstros não voltariam a atormentar o nosso mundo? Esta seria a parte drástica. Arquitetando um plano engenhoso, os clãs encurralaram os mortos-vivos em vórtices mágicos, comuns nos tempos áureos de Gaia, e os sacerdotes dos clãs ergueram imensos portais, na forma de buracos negros, sugando todos os mortos-vivos para o lugar desolado.

 

Desde este evento fatídico, que ficou conhecido nas áreas onde ocorreram as batalhas como o Expurgo dos Mortos, os clãs e seus descendentes lutam constantemente contra os samois. O combate contra os mortos-vivos permaneceu equilibrada até a vinda d’ Chave no mundo real. Com o misterioso item alterando a realidade, portas dimensionais para Nova Gaia são ocasionalmente abertas, e alguns samois parecem dominar uma técnica que lhes permite entrar no mundo dos vivos. O mesmo se aplica para os clãs, encontrando um mundo novo, cheio de mudanças tanto naturais quanto místicas.

 

Portais para outros mundos também foram encontrados no mundo dos mortos, interligando ao perigoso makai, o tenjoukai, o paraíso dos mortais, e o iamkai (também conhecido como Pangéia). Não se sabe o que pode ocorrer caso os samois consigam o domínio de outros mundos, e é para isso que os lendários clãs vieram para enfrentar os temíveis mortos-vivos.

 

Samois, O povo morto

Não se sabe a origem certa de seres estranhos. A única certeza é que os samois são seres perigosos, com hábitos e desejos que nenhum ser vivo normal teria. Alguns cientistas tentam descobrir sobre a sua fisiologia, e o porquê deles serem tão repugnantes. Após alguns exames, foi descoberto um fato assustador sobre os samois: eles não são seres vivos. Não do modo que conhecemos.

 

De fato, os samois não são seres vivos. Sim, eles uma vez foram vivos, mas por alguma razão ainda desconhecida eles continuam a pisar em nosso mundo. Sacerdotes e espiritualistas afirmam que sua passagem para o além vida foi recusada e, por não ter para onde ir, vagam incessantemente pelo nosso mundo. Seguindo esta teoria ou não, os samois são seres macabros. Sua diversidade é grande, mas todos possuem alguns pontos em comum, como a sua vulnerabilidade ao poder de cura dos servos dos deuses.

 

Entre os conhecidos, podemos destacar os seguintes:

 

Skeletons. Segundo aventureiros, estes samois são os mais fracos. Para alguns, são apenas um amontoado de ossos animado, já que são invocados por feiticeiros do omniworld e em alguns lugares remotos no nosso mundo. Raramente surgem de forma natural, e não possuem um intelecto grandioso;

 

Soulsens. São os famosos espíritos e fantasmas. A variedade entre os samois deste tipo é grande, de fantasmas de casas assombradas e caçadores de outros espíritos. Os soulsens são raros em nosso mundo, e os que conseguem chegar até aqui só são vistos por pessoas especiais, ou caçadores de samois que já estão acostumados com este tipo de criatura;

 

Múmias. Antigamente, os sacerdotes egípcios mumificavam os faraós para que estes fizessem uma viagem tranquila e prazerosa para o reino dos mortos. No entanto, somente agora eles perceberam seu erro: muitos de seus lordes não fizeram uma boa viagem, se tornando bestas amaldiçoadas, enquanto outros se tornaram muito poderosos, governando faixas de terra consideráveis no Omniworld. Recentemente as múmias foram agregadas ao povo samoi, através de contatos nada amistosos de aventureiros com estas criaturas;

 

Zumba. Nome dado em homenagem ao cientista africano de mesmo nome, os zumba são os “cidadãos comuns” entre os samois. Sua aparência é horrorosa: geralmente não possuem carne em algumas partes do corpo, e aonde possuem é putrefata, causando náuseas aos mais fracos. Muitos se alimentam de carne humanoide, ás vezes devorando seus próprios irmãos, mas há exceções. Assim como os skeletons, não possuem grande intelecto, servindo muitas vezes de peões para samois mais poderosos.

 

Embora a maioria dos samois seja maligna, existem algumas exceções, como é o caso do famoso detetive espiritual hakeshu shido, um fantasma que se comunica através de uma águia, ou famoso rockstar zumba delters rose, e sua banda de heavy metal “The Undeads”. Figuras como essas são raras, mas existem, assim como os perigosos Lordes do Omniworld, prontos para invadirem nosso mundo.

 

Obs.: mais detalhes sobre os Mortos-vivos podem ser encontrados no Guia Básico de Novo Aeon, que pode ser encontrado aqui.

 

Os Oito Ashisogis – Guardiões do omniworld

Desde que os lendários clãs adentraram ao mundo dos mortos, a luta entre os mesmos e os perigosos lordes do Omniworld permaneceu equilibrada, com ambos os lados tendo praticamente as mesmas perdas. Os Ashisogis, como são conhecidos os clãs pelos habitantes de Nova Gaia agora que são de conhecimento geral (Ashisogi significa “Retalhador de Demônios”, um nome bem adequado), com o tempo tornaram-se mestres no combate aos mortos-vivos, e talvez fossem mais eficientes se estivessem unidos. Se estivessem unidos.

Hoje, os clãs alimentam uma rivalidade entre si que os impede de serem aliados totalmente. Logo, todos têm a mesma causa em mente, mas não os mesmos objetivos. Com isso, as lutas ficaram complicadas, com grupos de filiações rivais muitas vezes se enfrentando em prol de sua bandeira, mas quase sempre se envolvendo em rixas ou intrigas sem sentido. Além disso, outro “problema” vem causando discórdia entre os clãs: com a volta D’Chave à Terra, muitos dos chamados “eventos arcanos” vêm ocorrendo, como a abertura natural de portais ao Omniworld para o mundo “normal”, levando mortos-vivos para o mundo dos vivos, e trazendo outros seres para o mundo dos mortos.

A atitude dos clãs em relação aos estrangeiros é controvérsia: alguns tratam certas organizações como a Freelancers, os detetives espirituais, os templários, entre outras, com cordialidade e respeito, garantindo boas alianças. Outros são ríspidos, tentando o tempo inteiro provar o valor de suas fileiras, ou mesmo agindo com violência. Tais atitudes acabam por resultar em longos dias de discussões que podem levar em luta armada. Mas ainda não chegou a um ponto em que os mortos-vivos pudessem aproveitar a situação. Ainda.

 

Hierarquia dos clãs

Desde seus primórdios, os clãs possuem uma hierarquia muito parecida com as patentes militares. As camadas mais baixas são ocupadas pela população dos clãs, enquanto as mais altas são ocupadas pelos governantes mais nobres. Todos os clãs possuem essa hierarquia, com algumas pequenas diferenças, seguindo esta árvore hierárquica:

 

General. É o líder do clã. As decisões tomadas pelos generais são aprovadas pelo seu conselho de ministros e pelos capitães, sendo obedecidas pelas camadas mais baixas. Os generais geralmente são escolhidos pelo conselho de ministros, que por sua vez são escolhidos um dos capitães atuais;

 

Conselho de Ministros. É um conselho formado por 10 anciãos que auxiliam o general em suas decisões. Quando o general não pode comandar por motivos diversos, o conselho toma as rédeas do clã, a não ser que o general dê o seu comando a um dos capitães.

 

Capitão. São os guardiões pessoais do general, e líderes dos esquadrões de patrulha dos clãs. Somente dois capitães são escolhidos, cada um acompanhado de dois tenentes. A autoridade do capitão está restrita somente à seus esquadrões, liderando os mesmos em situações de emergência (fora isso, o comando é passado aos tenentes). Os capitães são os mais poderosos dos clãs, perdendo em poder apenas para o general e seu conselho de ministros;

 

Tenente. Atuam como assessores dos capitães, e assumem o comando dos esquadrões em situações menores ou quando os capitães não podem estar em ação. Os tenentes dividem-se em 1° oficial e 2°oficial, e seu poderio é praticamente o mesmo;

 

Esquadrão de Patrulha. Os esquadrões de patrulha são as patentes mais baixas dos clãs, tendo os mesmos direitos e deveres dos civis. A única diferença é que os membros dos esquadrões possuem treinamento militar, e como o próprio nome diz, são encarregados de patrulhar o território dos clãs, sendo a linha de defesa e de ataque contra os mortos-vivos, e na pior das hipóteses contra outros clãs.

 

Civis. São formados pelas famílias, comerciantes e todo o restante da população que forma o clã. Civis de grande influência podem atingir grandes patentes nos clãs, podendo participar do conselho de ministros ou cargos adjacentes. Civis são os únicos que podem mudar de um clã para o outro, a não ser que façam parte das classes mais altas do mesmo.

 

Cada clã possui características únicas, que são mostradas tanto pelas habilidades de combate dos esquadrões como pela personalidade e ideologia dos cidadãos. Confira mais adiante sobre os oito ashisogis.

 

Os oito clãs:

Flametower. Este é o clã mais combativo entre os Ashisogis, fazendo expedições regulares às regiões habitadas pelos samois. Seu poderio perante as criaturas é imenso, pois seus esquadrões são especialistas em habilidades com o fogo, elemento no qual a maioria dos mortos-vivos é vulnerável. Os civis deste clã são orgulhosos, mostrando toda honra e garra quando tem uma oportunidade. Sua relação com os outros clãs é neutra, tratando-os de forma igual, mas como eles próprios dizem, “é um olho na frente, e outro na bainha da espada”.

 

Shadowblade. Formado em sua maioria por ninjas e outros tipos de espiões, o shadowblade é um clã misterioso. Todas as habilidades dos esquadrões deste Ashisogi envolvem as sombras e neblinas, usando a sombra do mundo a seu favor. Estas habilidades se refletem nos habitantes, sempre frios e impacientes. Outros clãs são cautelosos ao interagir com eles, pois as decisões tomadas pelo shadowblade não são divulgadas pelos seus comandantes, e seus vizinhos acabam sabendo somente dos resultados, causando algumas crises diplomáticas.

 

Hyouma. Puros como a neve, o clã hyouma é o mais receptivo em relação aos estrangeiros, como são conhecidos os habitantes do mundo real que vêm ao Omniworld. Este Ashisogi também atua como “diplomata”, apaziguando atritos entre os membros dos outros clãs. Por isso, não chegam a lutar diretamente contra os samois, tendo a ajuda dos outros clãs em expedições. As habilidades dos esquadrões são mais ligadas à cura e encantamentos que debilitem seus inimigos, sendo poucos a lutar de forma direta. Os habitantes da área do clã são pacíficos e solenes, tratando com cordialidade os estrangeiros.

 

Dodoren. Este é o clã mais desleixado entre os Ashisogis. Antigamente, seus membros eram dedicados e corajosos, mas sabe-se lá por que, os descendentes deste clã enfraqueceram o grupo, agindo de forma desordenada e preguiçosa, que pode ser bem visível pelos seus civis, sempre vagabundeando ou perdendo tempo com banalidades. Os esquadrões deste clã possuem habilidades para constranger os oponentes, dando boas risadas dos adversários enfurecidos pela afronta. Por isso, os outros clãs veem os dodoren como os “bobos da corte”, não os tratando com o devido respeito. Mas uma coisa é certa: o que levou o clã a ruína que é hoje?

 

Shpinex. Este é conhecido como o clã dos arruaceiros. Suas táticas de guerrilhas são tão violentas quanto às do flametower, no qual tem uma grande rivalidade, usando a fúria como sua maior aliada. O shpinex tem uma cultura selvagem, muito parecida com a dos bárbaros de Nova Gaia, mas “aprimorada” pelos costumes dos outros clãs. Os membros deste Ashisogi são perigosos, e assim como o shadowblade, os outros clãs agem com cautela com eles. Os civis deste clã são desconfiados em relação aos estrangeiros, e dificilmente se convencem das índoles boas de alguns dos viajantes.

 

Dalgorian. O Ashisogi mais poderoso dentre os oito. Geralmente é o general deste clã que organiza as reuniões entre os generais. Os Dalgorian também é o grupo que toma frente nas batalhas contra os samois, tendo poucas baixas no campo de batalha. O sucesso deste clã se deve a disciplina rígida e táticas treinadas ao extremo pelos esquadrões. Assim como o flametower, seus civis são orgulhosos de fazerem parte do clã, e seus assuntos tanto com outros clãs como com estrangeiros é neutra.

 

Tessai. Dentre os oito Ashisogis, o tessai é o mais macabro. Boa parte do conhecimento atual que se tem sobre os samois foi descoberto e divulgado pelos membros deste clã, que parece saber muito mais a respeito. Os membros dos esquadrões conhecem técnicas relacionadas à fisionomia dos seres, curando feridas e desmembrando partes do corpo com facilidade. Estão quase sempre tramando contra os membros dos outros clãs, tendo conchavos com o Ashisogi shpinex. Os outros clãs acusam os tessai de “doutores loucos”, pois o conhecimento obtido pelos membros do clã se dá pelo estudo de cobaias na maioria das vezes viva, motivo que assusta os desavisados.

 

Beria. É o segundo clã mais poderoso entre os oito, ficando em para trás em poder apenas para o dalgorian. Os membros desse ashisogi parecem possuir características de todos os outros clãs juntos: o orgulho dos flametower; a pureza dos hyounma; a solenidade dos shadowblade; a liberdade dos dodoren; A curiosidade dos tessai, etc. Por isso, o clã beria é o mais diversificado em habilidades nos esquadrões, sendo difícil descobrir quais são seus poderes no campo de batalha. Seus civis são a imagem do clã: imprevisíveis.

 

LORDES do OMNIWORLD, Os maiores perigos do mundo dos mortos…

Embora os oito Ashisogis tenham suas divergências, todos sabem de seus objetivos: impedir que os samois invadam (totalmente, agora que portais abrem constantemente para Nova Gaia) o mundo real, e principalmente destruir os chamados “Lordes do Omniworld”. Estes seres poderosos um dia foram donos do mundo dos mortos, e por pouco não tentaram dominar Nova Gaia, mas felizmente com as ações dos clãs suas ofensivas foram refreadas. Refreadas, mas não impedidas.

Antigamente, existiam quatro lordes no comando dos Samois. Mas uma ofensiva combinada dos clãs Dalgorian, Flametower e Beria, Kirallifith, o Impuro, foi destruído, sobrando para os lordes restantes a “missão” de expandir sua influência e poder. Os atuais lordes são:

Pokohlist: um imenso lagarto de asas, com pele putrefata e ossos expostos em algumas partes de seu imenso corpo. Rezam lendas que estes seres eram conhecidos como dragões, mas este é especial. Além dos poderes oferecidos por sua raça, pokohlist tem poderes do mundo dos mortos, visíveis pela sua aparência macabra. O Draco-lich tem sobre o comando milhares de samois, incluindo uma subdivisão ainda não conhecida pelos habitantes do mundo real, os Cramens, ou carniçais. Os clãs até hoje não descobriram algum ponto fraco de pokohlist, fazendo dele um adversário impressionante e talvez impossível de derrubar.

Al-Quirraeh: dentre os três lordes, este é o mais fraco, mas ainda sim tem um poderio que faz frente a todos os clãs unidos. Quirraeh só não é mais forte devido à seu ponto fraco, típico das múmias: ele não pode ir além dos limites de seu palácio (enorme por sinal), fato que lhe impede de comandar suas tropas no campo de batalha. Dentro de seu palácio, porém, Al-Quirraeh é invencível, mais poderoso até do que a múmia que invadira o norte da África no início da Terceira Era. O poder da múmia deixa seus asseclas aterrorizados, pois quando o lorde fica furioso, os pobres empregados acabam sofrendo as consequências…

Balcorpse: este é o lorde mais curioso entre os três, pois antes de ascender o posto de lorde, bal era apenas um mero zumba, saciando sua incansável fome como todos os outros membros de sua raça. Um dia, em meio a um dos cadáveres do qual se alimentava, balcorpse achou um misterioso amuleto, que misteriosamente acabou com sua fome. Os séculos seguintes lhe permitiram conhecer e entender a natureza do amuleto, que lhe garantiu um poder imenso. Agindo na escuridão, bal reuniu um número considerável de séquitos, que o seguem fervorosamente. Hoje, o zumba tem poder ao mesmo nível dos outros lordes, e almeja o palácio de al-quirraeh.

Os três lordes do omniworld não são aliados, porém não são inimigos. Embora almejem os poderes uns dos outros, seus objetivos ainda são os mesmos, que até hoje são impedidos pelos oito clãs e por outros grupos que chegaram recentemente ao mundo dos mortos.

 

Regiões do Omniworld

O mundo dos mortos ainda não é totalmente conhecido, nem mesmo pelos oito clãs. Desbravadores dos Ashisogis e dos estrangeiros constantemente fazem e refazem mapas deste mundo, descobrindo novas áreas, e novos perigos. Contudo, os relatos sempre trazem paisagens mórbidas, sem vida, com somente desertos sem fim, montanhas que parecem feitas de cascos, e um frio inquietante, pronto a tirar a vida dos mais fracos. Dentre a vastidão e a aridez do Omniworld, os locais mais conhecidos são:

 

O Pico do Dragão Morto. Morada de Pokohlist, um dos lordes do omniworld, o pico do Dragão Morto é um aglutinado de montanhas espinhosas, lembrando carapaças de crustáceo vistas de longe. O pico guarda o covil de seres poderosos, principalmente cramens, os principais lacaios de pokohlist. Até hoje, apenas duas expedições foram mandadas para o local, e ambas falharam miseravelmente.

O palácio de AL-quirraeh. A imensa pirâmide negra com uma mantícora enorme no topo serve de moradia (e prisão) para AL-quirraeh, um dos lordes do Omniworld. As arredores do palácio são vigiados por skeletons bem armados, sendo difícil descrever com exatidão a região em volta do palácio. Sua imensa estrutura pode ser vista à quilômetros, exalando sua beleza macabra em meio ao deserto.

Os Oito Hakesshous. É assim que são conhecidas as áreas ocupadas pelos oito clãs. Cada área é dividida igualmente, e um acordo feito entre os clãs impede a expansão de territórios sobre os outros clãs. O clima daqui não se difere do restante do mundo: um deserto árido, frio e sem vida.

 

Um típico cidadão de Onitokyo.

Onitokyo. Este lugar é especial. Um grupo de estrangeiros que pararam no mundo dos mortos acabou não conseguindo sair daqui. Estes viajantes vieram de Tokyo-3, famosa por seus recentes acontecimentos incomuns. Usando a cidade de onde vieram como inspiração, os estrangeiros conseguiram construir uma cidade pequena de mesmo nome, em sua homenagem. Mas logo os problemas vieram: um grupo de demônios e samois, liderados por um ser misterioso conhecido apenas como Shogun, tomaram a cidade de assalto, tornando seus poucos habitantes escravos do misterioso ser envolto de uma máscara endemoniada. Após um tempo, outro grupo veio a invadir a cidade, causando pânico aos moradores, e temor aos homens de shogun. Esse grupo é conhecido como Deracula, formado por pessoas aparentemente normais, mas sua sede por sangue insaciável acabam com o disfarce rapidamente. A constante disputa entre os dois grupos transformou a cidade, sendo chamada pelos ashisogis de onitokyo, sendo deixada de lado pelos mesmos. Aventureiros ficam pouco tempo por aqui, com medo de serem coagidos a ficar por um dos lados, tática muito usada pelos dois grupos.

O Deserto Perdido. Este vasto deserto foi o lar de Kirallifith, O Impuro, um dos lordes do omniworld. Com sua morte, o local foi abandonado pelos clãs, deixando a disputa de poder entre as centenas de samois que habitam a área. Até hoje não se sabe o que ocorreu desde a morte do lorde, mas explosões e berros vindos do local chamam a atenção de quem passa por perto, sobretudo os batedores dos Ashisogis.

 

Aventuras no mundo dos mortos

Jogar uma aventura, ou uma campanha inteira, no mundo dos mortos, é um desafio para os jogadores, talvez não só pelas brigas internas e tratamento xenofóbico de alguns clãs ou acabar numa armadilha dos mortos-vivos. O próprio ambiente, desafiador pela falta de recursos naturais, e seu clima depressivo e melancólico, pode ser considerado um inimigo dos personagens. O mestre deve ter isto em mente quando colocar seus jogadores no Omniworld. Aqui, eles realmente podem morrer ou sede caso não economizem os mantimentos, e nem sempre poderão contar com a ajuda dos clãs, que por vezes mal tem comida para si mesmos, e este é um destino tão cruel quanto morrer perante uma horda de zumbis, por exemplo.

Algumas informações, como as particularidades mais profundas dos clãs, outras áreas de destaque, tipos de heróis, ou mesmo a descrição da tokyo sitiada por demônios e vampiros, ficarão em abertas. Sim, mestre, você será responsável por preencher estas lacunas, até este que vos escreve ter mais ideias para a dimensão dos mortos. Se precisar de uma ajuda, pesquise sobre algumas ideias nos seguintes animes e games listados abaixo, para abrir a cabeça. Por hora, deleitem-se no mundo dos mortos. Até a próxima!

 

Animes e Games para se inspirar: Bleach, D.Gray-Man, Madoka Magica, Soul Eater, Blood+, Yu yu Hakusho, Shin Megami Tensei; Darkstalkers, Red Earth, Resident Evil, Devil May Cry, Castlevania, Guilty Gear, Alone in the dark, Deadwatch.

 

E na próxima dimensão da série Dimensões Paralelas… Pangéia.

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3 Resultados

  1. the ga disse:

    Eu só me pergunto: onde os Ashisogis arranjam comida? Tipo, eles vivem num deserto sem fim. Eles comem os zumbis? Dá pra fazer, mas eu não acho que seja saudável….

  2. Anão Defensor disse:

    Isso fica para uma futura descrição detalhada dos clãs. Bom, apesar de ser um deserto árido, os clãs conseguem criar sua comida de maneiras bem peculiares. Só não podem reclamar do gosto ^^.

  3. André disse:

    “mais detalhes sobre os Mortos-vivos podem ser encontrados no Guia Básico de Novo Aeon, que pode ser encontrado aqui.” E indica um link que não existe.Q porra é essa?Pegadinha do Malandro??

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