Tormenta RPG e O Caçador de Apóstolos já estão disponíveis

Clique na imagem e confira as datas e locais dos eventos


Chegou hoje na Jambô em Porto Alegre o segundo lançamento de junho da editora gaúcha: Tormenta RPG. O autor Leonel Caldela postou há pouco no twitter a foto do livro já na sua mesa. No final da semana passada foi a vez d’O Caçador de Apóstolos, novo romance do gaúcho e o primeiro não relacionado com o universo de Tormenta.
Tormenta RPG tem 304 páginas, com 288 páginas em preto e branco e 16 páginas coloridas, capa dura e projeto gráfico de Dan Ramos por R$ 79,90 ou R$ 74,90 com frete grátis na Loja Jambô. Ele traz um novo sistema de regras OGL e atualizações muito importantes para o cenário, como os eventos da Trilogia da Tormenta, Contra Arsenal e Guerras Táuricas, além de avançar a linha do tempo em cinco anos para 1410.
O Caçador de Apóstolos tem 416 páginas, com ilustração de capa de Greg Tocchini e projeto gráfico de Dan Ramos, por R$ 55,00 ou R$ 53,90 com frete grátis na Loja Jambô. O novo romance de Leonel Caldela se passa em meio a uma guerra civil com motivos religiosos e é o primeiro de dois livros, no site da Jambô é possível encontrar o prefácio escrito por Roberto Causo e também uma prévia com o primeiro capítulo do livro.
Tormenta RPG será lançado oficialmente na RPGCon 2010, que ocorre dias 3 e 4 de julho no Colégio Notre Dame em São Paulo, onde estarão Marcelo Cassaro, JM Trevisan, Rogério Saladino, Leonel Caldela e Guilherme Dei Svaldi. O Caçador de Apóstolos terá eventos de lançamento em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, todos com a presença do autor. Você pode conferir os dias e locais dos eventos nas respectivas no site da Jambô e na imagem ao lado.

Nume Finório

Você sabe quem eu sou.

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186 Resultados

  1. SCREEEEEEEAM FOR TORMENTA RPG!!!

  2. Pedro Gabriel disse:

    Segunda-feira a Moonshadows deve enviar meu exemplar de O Caçador de Apóstolos! \o/
    PS: ano que vem deve ter Bienal do Livro aqui em Salvador, seria legal se a Jambô mandasse um representante ou mesmo um stand pro evento; se coincidir com algum lançamento melhor ainda!

  3. Paulo Ramon disse:

    O meu já foi Tormenta RPG já foi enviado!!!!
    / /

  4. Nibelung disse:

    Tem menos páginas que o Livro do Jogador 4e, não é 100% colorido, não teve que pagar pelos direitos do RPG mais jogado do mundo (OGL gratuita), e tá o mesmo preço. Ah, sim. E está saindo com sete meses de atraso.
    Mesmo assim, acho que vai vender bem.

  5. Phelipe disse:

    Vender bem nunca foi sinônimo de algo ser bom. As novelas da Globo que o digam.

  6. vekariel disse:

    E a maravilhosa capa se confirma…
    Olha eu juro se comprar este livro irei meter um adesivo em cima….O.O

  7. Nume Finório disse:

    Um alô pra caravana da Spell.
    http://twitpic.com/1zxa3y

  8. JMTrevisan disse:

    Não esquece do D&D 4E tb.

  9. Nibelung disse:

    Nem do Pathfinder.

  10. Tek disse:

    Eles não mandam nem pras bienais de SP-RJ…

  11. Tek disse:

    Faça o que quiser com seu livro, afinal ele é seu.

  12. Tek disse:

    No mínimo eles vão falar que é uma serpentina de carnaval disfarçada ou algo assim.

  13. JMTrevisan disse:

    Isso aí. Vendeu não presta. Boa campeão!

  14. Bruno Müller disse:

    Não, alguém da Spell diria que pela largura tá mais pra papel higiênico.

  15. Loo~ disse:

    Alguém da Spell viria com duas resmas de 500 empacotadas com o tópico de "o que tem de errado em Tormenta".

  16. Tek disse:

    Da última vez que eu verifiquei, uma resma já tinha 500 folhas.
    Mas o fato da galera da Spell achar que tem algo errado em Tormenta não fez nada mudar no cenário por causa deles.

  17. Ziderich disse:

    Mesmo assim eles insistem. O tópico de TormentaRPG deles tem mais páginas que o do fórum da Jambô.

  18. Ziderich disse:

    A capa ficou foda. Retiro o que disse, essa é a ilustração correta pra capa.

  19. Talude disse:

    lhando o "recheio", me lembra o Tormenta D20, ainda 3.0, pela tonalidade interna.

  20. Nibelung disse:

    É uma boa ideia. Vamos pensar no caso pra RPGcon.

  21. Puppet disse:

    Aviso a compra desse livro pode desencadear risadas descontroladas ou um AVC!

  22. Puppet disse:

    Ei! Poderia me emprestar um? Tô sem livros de piada aqui em casa

  23. Loo~ disse:

    Puxa, cês tem bastante parentes, hein?

  24. Ivan Piro disse:

    Eu não sei do que o povo reclama tanto. A ilustração está boa, o livro é capa dura, com uma ilustração que passa o clima de tormenta (as cores pastéis e vermelho ficaram ótimas, e os lefou passam o clima bizarro e misturado e tudo mais, mas ainda assim lembrando fantasia medieval).
    Com certeza eles tiveram um cuidado com o texto (conteúdo, revisão etc.). Po, o livro tem regras E cenário (e não se esqueçam que eles têm know how – afinal, se não me engano, o Saladino não foi o playtester de algum D&D aí da vida…? Isso significa que as regras terão coesão, serão um sistema que funciona, e não como se fosse tudo jogado no papel… Isso sem falar no texto do Cassaro, que já escreveu trocentos livros, e do Leonel…)
    (E fica aquela velha frase de "se não gostou, faça melhor", porque certamente em se tratando de RPG nacional, dificilmente alguém conseguiria fazer um material de qualidade como eles se propuseram a fazer…)
    Antes que me chamem de puxa saco ou qualquer outra coisa, falo como consumidor, pura e simplesmente.
    Enfim, vou comprar e bom jogo pra todos.

  25. Puppet disse:

    …Isso significa que as regras terão coesão, serão um sistema que funciona…
    "Conheço" esses caras a muito tempo, e sei que eles não fazem ideia do que é um sistema coeso, na verdade sequer conseguem respeitar um sistema já escrito.

  26. Nibelung disse:

    >O Saladino não foi o playtester de algum D&D aí da vida…? Isso significa que as regras terão coesão, serão um sistema que funciona.
    Eu (assim como todos os insiders da época) fui playtester do Bárbaro, Monge, Artífice, e das classes híbridas na 4e. Isso significa que minhas opiniões são melhores que a sua, só porque eu peguei uma classe incompleta e apontei os erros mais óbvios?
    Eu até confio no bom senso do Saladino (e do trio original, só no dele), mas o fato dele ter sido playtester de qualquer coisa não significa nada.

  27. Ivan Piro disse:

    Ei, Nibelung, gostei da sua opinião, cara (e concordo com ela). E respeito a do Puppet também, com certeza.
    Mas vejam só: não estou fazendo juízo de valor deles, falando que eles são os melhores de todos e tudo mais. Estou dizendo que o livro certamente teve um cuidado, porque eles obtiveram experiência ao longo dos anos. É nisso que aposto. E veja que eu falei "coeso", não falei "perfeito" (e, apesar de soar clichê, perfeição não existe).
    Enfim, digo que dou o meu voto de confiança. Quem quiser comprar, vai comprar, e quem não quiser, não vai. Simples assim.
    O que eu acho engraçado é um monte que só sabe criticar (tanto aqueles que têm acesso aos livros importados quanto aqueles que não têm) mas não faz nada de diferente. Me lembra até um gordo sentado numa mesa, de barriga cheia e arrotando… (e quero deixar claro que NÃO estou falando de vc, Nibelung, e nem do Puppet, pq não vim aqui pra discutir).
    Enfim, boa sorte pra todos e abraço! rs

  28. Gruingas disse:

    O meu já está viajando pra cá…

  29. Filipi disse:

    Valeu Spell!!! #NOT
    😉

  30. oneiros_fe disse:

    Concordo Ivan, não sei o que está acontecendo, o que estou vendo nos blogs ultimamente é um certo descontentamento em não terem o que elas acham que é o melhor lançamento e se esquecem que depois de tanto tempo em fogo brando as coisas finalmente estão aquecendo com lançamentos variados. Eu particularmente queria títulos completamente diferentes, mas DE FORMA ALGUMA estou reclamando, questionando ou criticando os títulos trazidos.
    Espero que todos tentem entender o que quero dizer, se o mercado se aquecer é possível que títulos mais improváveis apareçam e isso é bom. A iniciativa nacional deve ser ENCORAJADA e não DESESTIMULADA, e pra quem não gosta, não compre ou faça como a galera da Retropunk e tenha a iniciativa de trazer esses títulos para cá, ou faça algo como o autor do Mighty Blade o Tiago Junges.

  31. Puppet disse:

    Isso é bonito mas, não é assim que funciona.
    O fato é que enquanto a Jambô estiver ocupada com um cenário ela não vai lançar um concorrente. O mesmo vale para a Devir que gasta fortunas comprando licenças então não espere um cenário nacional vindo de lá.
    Por fim todos tem direito a uma opinião, não estou aqui criticando do nada, acompanhei a Tormenta por muito tempo mais exatamente do Livretinho até a Libertação de Valkaria, e o cenário não evoluiu. Se eles resolveram fazer isso agora, fiquem sabendo que demorou demais, o ônibus passou e o público do livretinho já está "P" com eles.
    Querem comprar que comprem mas, eu quando vejo o livro só enxergo a minha cara de trouxa por ter ajudado o "maior cenário nacional de RPG"

  32. Protagonist disse:

    Pra que? Teus comentários já são piada o suficiente XD

  33. Protagonist disse:

    Claaaaaro, são todos parentes. Igaul aquela "maioria" imaginária que detestava Tormenta, né?

  34. Protagonist disse:

    Teus comentários causam um efeito ainda pior

  35. Protagonist disse:

    Claro. E você é o iluminado que sabe tudo isso, né?

  36. Protagonist disse:

    Vem cá, eu já fui parte do público do livretinho e não lembro de ter te elegido meu representante, nem de ter dito para você se fiquei "P" com o Trio. Se liga, tua turminha não é a maioria do público rpgista.

  37. Protagonist disse:

    Como se fosse muito difícil para um troll encher 500 páginas de linguiça ¬¬
    "Tormenta é podre"
    "Concordo"
    "era exatamente o que eu ia dizer" (mas, por alguma razão, não disse)
    "esses caras não sabem o que fazem"
    "os fãs estão revoltados" (que fãs? Os trolls q abandonaram o cenário bem antes da época da Jambô são uma minoria desprezível)
    E por aí vai (não sou troll, não consigo encher 500 páginas de bobagem)

  38. Tek disse:

    Essa frase sintetiza muito bem isso: "Se liga, tua turminha não é a maioria do público rpgista."

  39. Puppet disse:

    Não eu sou o burro que gastou muito dinheiro com DB, e Tormenta

  40. Puppet disse:

    Dó, de quem se contenta com qualquer coisa

  41. Nume Finório disse:

    O meu está a caminho. Tão logo chegue tem resenha aqui no .20.
    Aos 2 ou 3 membros da Spell: afinal de contas o que vocês estão fazendo aqui? Tão perdidos? Digo, mais perdidos que o normal.

  42. Puppet disse:

    Nem tão engraçada como essa sua cabeça vazia, pior ainda é ter capacidade de colocar o que se passa nela em livro.

  43. Nume Finório disse:

    Chega de putaria. IP do Puppet bloqueado. Quem mais tentar xingar os outros por aqui vai ter o mesmo destino a partir de agora.

  44. Bernardo disse:

    >>Por fim todos tem direito a uma opinião, não estou aqui criticando do nada, acompanhei a Tormenta por muito tempo mais exatamente do Livretinho até a Libertação de Valkaria, e o cenário não evoluiu.
    tu acompanhou o cenário do "livretinho" ateh a libertação. ou seja, acompanhou o cenário exatamente até ANTES dele passar para a jambô. os lviros melhoraram bastantes, e digo isso como leitor. veja livros como area de tormenta, e contra arsenal. estah julgando o cenario pelo que ele era 10 anos atras!!!!!!!! tormenta evoluiu.

  45. Tek disse:

    Esse pessoal sabe da mudança (afinal eles são os "maiores antenados em RPG") mas insiste em usar os mesmos argumentos porque é única coisa que lhes resta. Ao invés de ignorar (como muita gente da Spell que não gosta de Tormenta faz) e não vir aqui trollar, eles preferem aparecer e ocupar um pouco a vida.

  46. Marionete disse:

    Opiniões contrárias não serão toleradas… uhmm… isso tem um nome vou olhar no dicionário.
    É mais ou menos o seguinte, você vai em um trailler compra um sanduíche e passa mal, se um amigo seu for comprar um sanduíche no mesmo trailler você não vai falar que passou mal certa vez?
    Segundo, eu consumi Tormenta do livreto a Libertação de Valkaria, isso dá uns 3 anos e uns 3 LIVROS lançados, sem contar as encadernações que vinham na DB. O cenário não evoluiu, e o papo de a próxima edição será melhor cansou.

  47. Nume Finório disse:

    Puppet, eu não sou idiota. Cai fora.

  48. oneiros_fe disse:

    Bom, eu Particularmente não gosto do cenário Tormenta, mas, eu ESTOU REALMENTE SATISFEITO com o trabalho do trio. por partes:
    1. O cenário é um dos pioneiros no Brasil.
    2. Tem mercado caso o contrario não estaria ai a 10 ANOS de bobeira.
    3. obtiveram espaço no mercado nacional e se não foi por MERITO me diz o %#*& de quem eles chuparam.
    4. se o problema é CENÁRIO, tem aos montes na internet.
    5. se o caso é o sistema, D&D 3.5 e até o 3.0 ainda podem ser encontrados caso vc ainda não os tenha.
    6. o resto ou é house rule ou é sistemas completamente diferentes.
    Portanto, não da pra tirar o mérito deles, e se ainda assim vc não quiser jogar ÓTIMO, afinal é as multiplicidades de interesses que geram oportunidades de coisas novas aparecerem. Opinião cada um tem a uma, ótimo, argumentos são outros quinhentos.
    "Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."
    Voltaire

  49. Doroth disse:

    Desculpem o meu humor negro, mas tem gente que não se toca com meia-palavras.
    Discutir na internet é igual para-olimpíadas. Mesmo que você ganhe, continua sendo um retardado.
    Então vão trollar lá pelas suas bandas.

  50. Loo~ disse:

    Falta de variedade, champs. ;D

  51. Loo~ disse:

    "(não sou troll, não consigo encher 500 páginas de bobagem)"
    Mas tá tentando…
    Enfim, convido você, vai lá, leia as páginas e argumente de preferência com suas próprias palavras e explicações do porque é bom e porque eles estão errados..

  52. Domênico disse:

    Bom, eu não gosto de Tormenta, e concordo em parte com o Puppet quando ele diz que o cenário não evoluiu patavinas lá do início até libertação de Valkarya. Eu comprava a revista e tudo o mais, mas chegou uma hora que eu simplesmente cansei do cenário.
    Mas pow… Se o livro tá vendendo, então deve ter alguma coisa boa alí dentro! Ningém mantém uma editora só pra "puxar o saco" de algum editor ou algo que o valha! Se o sujeito não gosta do produto, não consuma e já era! Mas a Jambô tá aí, lançando livro e indo em frente. Se tem gente que não gosta, não compra, véi! Mas não enche o saco de quem gosta!
    EU, pessoalmente, achei a ilustração da capa muito, muito, muito ruim, e já enumerei os motivos. Mas não teria comprado o livro nem que a capa fosse da minha namorada, de qualquer forma, porque, diabos, não gosto do cenário! Opinião pessoal, gosto pessoal, e viva a democracia!
    Mas…
    Oneiros, olha só:
    1. Desafio dos Bandeirantes, Tagmar, Millenia, Trevas, Arkanum… Essa gurizada toda veio antes de Tormenta. Tormenta é bom? Cada um com sua opinião sobre o assunto. Tormenta é um cenário pioneiro no Brasil? Não, não é, e nem dá pra discutir.
    2. 3. Tem mercado, sabemos. Mas é possível sim discutor os méritos nesse sentido. Eu gosto do modo de escrever do Trio, apesar de não curtir Tormenta, e poderia dizer que o cenário tá aí hoje porque os caras insistiram nele, e isso, mais que a qualidade, é o que faz o cenario se manter. Insistência e cara mangáloide, que faz sucesso no Brasil em qualquer área. Talvez Tormenta se mantenha mais pela simpatia do público do que por ser um bom cenário.
    Talvez sim, talvez não.
    Também, sei lá se isso importa, no fim das contas…

  53. Griffith disse:

    Sinceramente não curti a capa, e também acho que demorou pro cenário evoluir direito, mas… EVOLUIU e taí firme e forte, o meu já esta a caminho, talvez preferisse o GURPs 4ed, pelo custo benefício do material e versatilidade, mas sou fã do trio desde sempre e nunca me senti enganado pelas tormentas ou pelas DBs (só quanto a mudança de formato, a era do formatinho era a melhor de todas)… Bom em outro post meti o pau no trio mas quanto ,a capa, não volto a trás achei mesmo a capa tosca, mas tenho a certeza de que o conteúdo estará EXCELENTE!!!!
    Parabéns ao Projeto e a todos os Envolvidos…
    PS: Desejo de Fã: O escudo do mestre para tormenta RPG podia ser igual ao do OPERA RPG e "abraçar" o livro aí serviria de capa alternatiava, ficaria fácil de ser transportado e todo mundo ficaria feliz!!!!

  54. Loo~ disse:

    1, 2, 3 e 4) Cenário dado como amostra grátis da única publicação da época não é muito como "não é o único", mas "é o único que veio de graça"

  55. Loo~ disse:

    Bom, -você- pediu um alô da caravana da Spell, então…

  56. @MaiCaprice disse:

    Porque todos nós temos o direito de opinar. Ou não? :3

  57. @goldwyrm disse:

    Nossa mãe, R$ 74,90… vou ter que esperar baixar.

  58. @goldwyrm disse:

    A Spell é um fórum de RPG.
    O livro anunciado é de RPG.

  59. Domênico disse:

    Péssima piada. Até humor negro tem limite.

  60. oneiros_fe disse:

    Acredito que esse seja um espaço democráticos onde podemos expressar opiniões e gerar discussões PRODUTIVAS, como não é isso que está acontecendo, não irei mais comentar a "sua" opinião.

  61. Rolf_Pianista disse:

    O pior é o péssimo hábito que os trolls tem de regenerar.

  62. Ziderich disse:

    Enquanto espera arranja um emprego, pra não ter que ficar pirateando.

  63. @brnmuller disse:

    Então, né… chama e depois reclama que o povo aparece?

  64. Wallace disse:

    Cara, acho que ele falou de baixar o preço, e não o arquivo.
    De qualquer forma, eu meio que canso disso de jogador de RPG reclamar de preços que pro mercado literário nacional são bons.

  65. Wallace disse:

    Cara, eu acho que você tem todo o direito de falar pra todos os seus amigos que não gostou do livro e não recomenda a compra. Tem mesmo.
    E tem todo o dever de saber que vindo em um blog de pessoas que são fãs do livro a imensa maioria do pessoal vai ser contrária a sua opinião.
    Claro que na Spell ou em outros lugares mais vermelhos você vai encontrar eco pros seus argumentos, o que também é um direito de todos.
    Mas falar como porta-voz do público que consumiu tormenta nos últimos dez anos é forçar demais a barra.
    Quem está comprando todos esses livros que a Jambô não para de lançar então? Os pais dos autores?

  66. Wallace disse:

    Esse pessoal da Spell é o mesmo que amarelou ano passado na RPGcon? Que prometeu perguntas mais ácidas que sangue de alien e na hora veio mais ralo que Kisuco de framboesa?
    Eu não entendo porque a turma ao vivo é tão mais educada e comedida.
    Esse ano tem palestra no RPGcon de novo turma, vamos aparecer lá pra criticar e exercer o direito de consumidor.

  67. @brnmuller disse:

    "Esse pessoal da Spell" é o mesmo que deu ao Trio uma lista de perguntas cuja boa parte foi (obviamente) ignorada. A tal lista também acabou servindo de pauta, já que aparentemente eles não tinham preparado palestra nenhuma.

  68. Nibelung disse:

    Até porque nas para-olimpíadas só participa quem tem deficiências físicas, não mentais.

  69. Wallace disse:

    Quais perguntas foram igonaradas?
    Manda pra mim a lista esse ano que eu modero a palestra e quero ver todo mundo se identificando antes de eu mesmo ler as perguntas, pode ser?
    Sem nego se escondendo atrás de monitor e podendo ser engraçadinho ao vivo.
    Combinado?

  70. Loo~ disse:

    Espera… Livro de RPG faz parte da parte da literatura brasileira?

  71. @goldwyrm disse:

    74,90 de preço promocional está salgado, ainda mais agora que acabei de fechar minha coleção básica de D&D4, depois de muito suor.

  72. @goldwyrm disse:

    prova de que não leste o tópico: há 3 usuários que defendem sim Tormenta, lá. Só olhar.

  73. @brnmuller disse:

    Combinado. Assim que estiver pronta, te mandamos.

  74. Wallace disse:

    Tiago, sério mesmo.
    Em que é pertinente essa pergunta do Loo?
    Tanto faz se é ou não é literatura.
    Enquanto um Livro de RPG for vendido em formato livro, em livrarias, o negócio passa por um processo de produção de livro, então é comparado dentro do mercado de livro.
    Simples assim.
    79,90 por um livro de 300 paginas em capa dura ou 69,90 no caso do GURPS 4E é um preço muito bom sim. Basta ir ao Submarino, Leitura, Saraiva e etc. e fazer comparação com diversos outros produtos.
    O que me assusta sempre nem é isso.
    E gente engraçadinha e que gosta de pagar de inteligente não ter dinheiro pra pagar pela sua própria direção.
    Isso sim é sinistríssimo.

  75. @MaiCaprice disse:

    Pergunta: se o Puppet teve o IP bloqueado, o Protagonist também teve o IP dele bloqueado, certo? Afinal, as respostas dos dois estavam no mesmo nível de ironia.

  76. Wallace disse:

    Goldwyrm, eu não acho que tá salgado não.
    Eu até entendo que você acabou de fechar sua coleção de D&D4, o que também custou uma grana boa.
    A questão é que o fato da gente não ter dinheiro pra comprar tudo o que quer não torna a coisa mais ou menos cara. A gente é que está com pouco dinheiro. 🙂
    Eu compro quadrinhos regularmente e muito desse material custa bem mais, se comparado aos livros de RPG.
    A vida é assim mesmo cara.

  77. Nume Finório disse:

    Sim, foi, não que isso faça diferença.

  78. Wallace disse:

    Ué, e como é que funciona então?
    A Jambô vai ficar ocupada com o Tormenta a partir do momento em que ela dá retorno financeiro.
    Porque isso é negócio.
    E o mais bestalhão de tudo é que nem isso é desculpa, porque a Jambô ultimamente está traduzindo um título estrangeiro pra colocar nas prateleiras.
    Acho que a pessoa tem todo o direito de criticar e não gostar das escolhas das editoras, e a melhor forma de fazer isso é não comprando seus produtos. Coisa que aconteceu com diversas outras obras de diversas outras editoras nacionais que lançaram um livro só de seus cenários e por lá ficaram.
    O que incomoda normalmente é quando a opinião pessoal é vendida como opinião de toda a classe.

  79. @MaiCaprice disse:

    Claro que está salgado. Se um livro em P&B custa o mesmo que um livro completamente colorido, temos um problema.

  80. @goldwyrm disse:

    Desculpe-me Wallace, mas tenho que discordar. O Livro do Jogador do D&D4e tem 320 páginas e capa dura. Por também R$79,90 . Fora que, diferente do Tormenta, tem ilustrações coloridas e paga uma licença para a WotC.
    Por isso, ratifico: vou esperar baixar o preço para comprar.

  81. Wallace disse:

    Acho que a gente sabe que existe questões ligadas a tiragem, etc. né?
    E acho que a gente sabe que o mesmo público que consome esses livros coloridos vivem reclamando que são absurdamente caros né?
    Eu acho que reclamar dos preços da Jambô, tanto quanto dos preços da Devir uma besteira.
    Claro que existe diverso material gratuito ou barato em PDF na internet, pro pessoal que não quer gastar tanto.

  82. Wallace disse:

    Cara,
    Você tem todo o direito de discordar e de esperar o tempo baixar.
    Só que o D&D tem uma tiragem muito maior, e esperar que a licença seja mais cara que pagar uma produção do zero é inocência sua.
    De resto, acho que se o seu bolso não comporta, espera mesmo baixar o preçø.

  83. @goldwyrm disse:

    Haha, não, tudo bem. Não estou reclamando "está muito caro, vocês estão loucos" ou nada do tipo.
    Mas o mercado é assim, se você botar dois produtos um do lado do outro com o mesmo preço, vai ter que ter um ponto de corte para um deles salientar-se.

  84. @MaiCaprice disse:

    Ninguém disse que o livro colorido é barato. Eu apenas comentei que, comparado a um livro colorido, ele está caro sim.
    Além disso, só dá pra falar da tiragem com números. 🙂

  85. @MaiCaprice disse:

    Não é uma produção do zero. Eles tem muito material pra ser reaproveitado dos livros anteriores, e estão se baseando na licença – gratuita, diga-se de passagem – de regras já existentes.

  86. Wallace disse:

    Cara, tu já produziu alguma coisa? Tem alguma noção de formação de preço de produto?
    É que eu acho que vocês misturam as criticas e isso fica pouco produtivo.
    Uma coisa é você não gostar ou achar justo a forma e preço do produto, e com isso achar demais pagar por ele.
    Outra é a gente entrar numa discussão a respeito de produção de material e a gente saber do que estamos falando, senão vira papo de especulação e liberdade criativa. O que eu acho desestimulante, entenda.
    É o mesmo de quando todo mundo metia o pau no EIRPG e dava pitacos a vera sem saber do quanto custava ou do trabalho que dava.
    No fim, sobra o direito do consumidor, de simplesmente não comprar o produto ou ainda de ligar pra editora externando sua insatisfação com o produto comprado.

  87. @brnmuller disse:

    A lista de perguntas foi montada num chat, na noite anterior ao evento, impressa por um membro da Spell e levada na palestra. Ninguém tem cópia de um log de MSN de um ano atrás. Não nos importamos em salvar.
    Além disso, depois de entregue pro Trio, ela não foi devolvida, então não tem nem como te passar por aqui.

  88. @goldwyrm disse:

    "Mas o mercado é assim, se você botar dois produtos um do lado do outro com o mesmo preço, vai ter que ter um ponto de corte para um deles salientar-se. "

  89. Allandarus disse:

    Mas você precisa pagar por 3 livros…não só o do jogador…TRPG só 1 livro…

  90. Cebolituz disse:

    Nume Finório = Leandro Donizete do Coritiba.
    http://www.coritiba.com.br/site/index.php?pag=ele

  91. Loo~ disse:

    Um único livro que propõe-se substituir 3 outros livros de 300 páginas, diga-se de passagem. A letra vai ser bem pequena…

  92. Medonho disse:

    3 outros livros? vai substituir o Livro dos Monstros tb?

  93. Ziderich disse:

    Mal a patada aí. Devia ter lido melhor.

  94. Nume Finório disse:

    Juro que não entendi que diabos este post quer dizer. O.o'

  95. Cloud_Lima disse:

    Cara, o que ele quis dizer, não foi um playtest padrão, como o que qualquer um de nós participa.
    Aparentemente, Saladino foi ecolhido pela própria Wizards, entre muitos outros profissionais, para testar, avaliar e colaborar com o Sistema d20 antes mesmo dele ser lançado.
    Uma coisa muito mais seleta que o playtest da 4E, creio, prova de que o Katabrok MANJA do assunto.

  96. Cloud_Lima disse:

    Contudo, devo concordar que determinadas regras dos livros de Tormenta jogam o equilíbrio e a sensatez pro espaço (CdPs, alguém?).

  97. Ziderich disse:

    Suponho que TRPG se saliente pela falta de necessidade de comprar mais outros dois livros e miniaturas pra poder jogar.

  98. Wallax disse:

    complicado hein? XP

  99. @goldwyrm disse:

    É uma possibilidade. Embora a quantidade de material em 300 páginas divididos entre raças, classes, sistema básico, monstros e mais "como mestrar uma campanha em Tormenta" me deixe curioso.
    Não entendi a parte das miniaturas.

    • JMTrevisan disse:

      Desculpa, mas se eu me lembro, as perguntas foram sim respondidas. Mesmo porque, a gente nem sabia que eram da spell. Não que eu deva alguma satisfação, óbvio.
      Enfim, sábado tá aí.

  100. Loo~ disse:

    Não adianta muito entender do assunto se as decisões dele que seriam as melhores em termos de regras acabam não sendo as mais evidentes.
    Perceba: Enquanto coisas como raças que ganham vôo no primeiro nível, MAIS ajustes equivalentes a sozinho um ECL 1, com ajuste de nível apenas 1… tem algo de errado aí (Galrasia, só pra citar).

  101. Ziderich disse:

    Tenta jogar D&D 4E sem miniaturas que você vai entender.
    O lance de colocar todo esse material em 300 páginas também me deixou curioso, mas pelo que eu li por aí esse milagre parece ter sido em grande parte a diagramação e a enxugada que as regras sofreram. Mas TRPG vai substituir a NECESSIDADE de precisar de mais livros. Ainda haverão bestiários e livros do tipo. Apenas serão suplementos, não livros básicos.

  102. Medonho disse:

    Eu jah vi aqui em Fortaleza Mestres narrando D&D 4 sem mapa ou miniaturas, para mim a qualidade não baixava nem um pouco.

  103. Loo~ disse:

    Segundo a propaganda, sim, frisando esses pontos:
    Tormenta RPG contém tudo de que você precisa para jogar:
    * Uma versão atualizada e aprimorada do Sistema d20, ainda compatível com os livros e acessórios mais antigos.
    * Material completo para criar suas próprias campanhas.
    Quero só ver como vão sumir os talentos de criação de itens que fazem parte do SRD / OGL e faziam parte da edição anterior… Alias, quero ver a explicação…

  104. @goldwyrm disse:

    Eu jogo sem miniaturas.
    Reutilizo marcadores que sairam na epoca da 3.x, inclusive pela Jambô, que vinha com uma grid, e as figuras do meu Hero Quest.

  105. Shamassu disse:

    Quanto a substituir o livro dos monstros, já foi dito que existem planos para um Bestiário de Arton, enquanto o novo livro básico contém 50 monstros mais essenciais. A compatibilidade com o d20 é mais simples para monstros, tornando a utilização de fichas antigas mais fácil.
    E a explicação que eu vi fou: "Queremos resgatar o espírito de AD&D, em que itens mágicos eram sempre feitos por outras pessoas, nunca pelos personagens jogadores — tornando sua obtenção mais especial." Como foi postada aqui no .20.

  106. Nume Finório disse:

    Então você joga com miniaturas. Sendo "miniaturas", no caso, o uso de qualquer coisa para representar os personagens e os inimigos dentro de um grid de combate.

  107. @goldwyrm disse:

    Peraí, me liguei disso agora:
    como tu vai jogar Tormenta sem um bestiário? E os monstros clássicos, como Trobos, Espadas-da-Floresta e… os demônios da Tormenta?

  108. Loo~ disse:

    Joguei por anos e ainda jogo sem miniaturas.
    Sobre o TRPG, também estou ansioso: espero que tenha chegado a hora em que comprar livros básicos (Guia do Mestre e Guia do Jogador) signifique term regras de como jogar com clérigos e servos dos deuses (sem precisar do suplemento Panteão) que descrevam as maiores divisões políticas (sem precisar do suplemento Reinado) e que a maior ameaça ao mundo não seja descrita num pequeno parágrafo (necessitando do suplemento Área de Tormenta pra falar o que diabos é aquilo).
    …agora a Aliança Negra parece ter sido esquecida em 2002 mesmo…

  109. Nibelung disse:

    Na verdade, é uma questão de costume. É uma jogada similar à que a Devir está fazendo com GURPS: O RPGista antigo, que parou de jogar a algum tempo, "ouve" sobre um lançamento de algo que ele jogava no passado, e compra pra dar uma olhada. Com sorte, ele retorna ao hobby.
    Um jogador de um sistema/cenário morto nem sempre migra. Vide o monte de órfãos do velho mundo das trevas que não gostaram do sistema novo e simplesmente pararam de jogar.

  110. Nume Finório disse:

    Opa,
    O basico vem com cerca de cinqüenta monstros clássicos e típicos do cenário. Mais tarde vai ser lançado o suplemento Bestiário de Arton Vol. 1, com centenas de novos monstros para quem quiser mais variedade.

  111. Loo~ disse:

    Isso deixa boa parte dos talentos de criação de itens, pré-existentes e esperados da OGL em duas opções: não existem, e logo parte da retrocompatibilidade não vale muito ou ignorados, ainda existem, só que jogadores não podem usar porque… não.
    O SRD assume uma gama de itens mágicos de acordo com o nível do personagem para seu cálculo aproximado de ND; utilizar de monstros "normais" é forçar a retrocompatibilidade. Imagine o quão é dificil o encontro com um Wyvern (ND 6 quando comparado com um grupo padrão de 4 personagens de 6º nível equipados de forma condizente com seu nível) enfrenta um bando de aventureiros sem nenhum tipo de item mágico.
    …sem chegar na parte das armas mágicas e redução de dano, que sem magia seria quase impossível superar a RD de quase qualquer criatura sem a qualidade "<X> E Mágica".

  112. Nibelung disse:

    E se esse é o caso, então você não precisa "comprar" miniaturas. O argumento ainda é válido.

  113. Nume Finório disse:

    Opa,
    O Tormenta RPG se concentra no sistema de regras, com o cenário aparecendo mais ou menos como Greyhawk no D&D. O plano é lançar mais tarde uma espécie de "Guia do Mundo de Tormenta" totalmente dedicado a descrever o cenário.
    Sobre a Aliança Negra, você não é fã e por isso não sabe, mas o plot vem avançando ao longo dos anos sim. As guerras táuricas por sinal, junto com a guerra do Corvo e batalha dos deuses na retomada de Tamu-ra, são parte da profecia de Thwor.

  114. Shamassu disse:

    Mas é justamente por isso que os personagens de Tormenta RPG são mais fortes por si próprios. Eles se aguentam equipados normalmente contra um personagem de D&D de mesmo nível, magicamente equipado.
    Quanto aos talentos de criação de itens, eu não sei se eles foram excluídos. A proposta é que criara itens mágicos seja algo raro e muito especial, um feito realizado por pessoas com acesso a grandes recursos e que se empenhem naquilo por um bom tempo.
    mas quanto a RD que só pode ser vencida pro itens mágicos, não tinha pensado nisso ainda. Vou reler o artigo explicando a mudança para ver se acho algo.

  115. Nume Finório disse:

    Opa,
    Leia os "Bastidores de Tormenta RPG" publicados aqui no .20, todas as suas colocações já foram respondidas pelos autores Marcelo Cassaro e Gustavo Brauner nestes artigos.

  116. @goldwyrm disse:

    Acho que ele estava se referindo ao fato de que o exército da AN está acampada até hoje em Khalimfor.
    E eu sempre estranhei o fato da AN ser um exército dedicado ao deus da morte e nunca o Gaardalok ter pensado em reanimar os povos dizimados de Lamnor.
    Seria muito, muito tri ver Arton sendo invadida por cavaleiros da morte, os reis das suas terras ancestrais, agora sob o comando dos goblinóides. Fora o fator que ajuda na idéia da "Nova Ordem Goblinóide", o impacto psicológico nas tropas do reinado ia ser bom.
    E o clero de Leen também não foi bem utilizado. Seria bom se o Thwor utilizass eles e os goblins nativos do Reinado como espiões e sabotadores.

  117. Nibelung disse:

    Não tenho como dizer isso sem os livros de tormenta em mãos, mas só a perda do bônus inerente no acerto advindo de itens mágicos (+8, levando em conta uma arma +5 e um cinturão de força +6) já dá um prejuízo forte a partir do nivel 10~14, onde é esperado que tenham itens nesse calibre. Eles teriam que compensar a perda desse bônus de acerto e dano, que foi a coisa mais rápida que eu consegui pensar no momento.
    Isso sem levar em conta coisas como testes te resistência, CA, e como já falado, RDs.

  118. Shamassu disse:

    De fato, um exército revivido de antigos elfos e líderes do Reinado trazidos de volta ia mexer muito com os pobres soldados! Mas também ia enfurecer clérigos e paladinos ligados a corte de seus reinos de maneira extrema!
    E eu me pergunto se existe uma parcela do culto a Leen que é rebelde contra Ragnar… Ainda hoje é incerto se um devoto de Leen dá mais poder a Ragnar, quando esse faz questão de só se manifestar em sua forma goblinóide.

  119. Nume Finório disse:

    Opa,
    Sim, não estava questionando isto, apenas lembrando que, sim, é preciso um mapa de combate e o uso de miniaturas para jogar a 4e do jeito que o jogo se apresenta nos livros, seja gastando dinheiro com as oficiais ou roubando as casinhas do Banco Imobiliário.

  120. nonaem disse:

    Quando você se refere ao greyhawk no d&d, você se refere a como ele era descrito no ad&d, ou como ele é descrito no 3E?

  121. Loo~ disse:

    Ledo engano; já li todo material publicado de Tormenta até hoje e posso afirmar que se aquilo foi o começo da movimentação da Aliança Negra, ela ainda continua em segundo, talvez terceiro plano.
    De qualquer forma, mesmo a comparação com Greyhawk é inválida, pois todo seu material ainda é dividido em 3 diferentes livros; embora a argumentação aqui pareça simples, não é.
    A) Como descrevi abaixo, a retrocompatibilidade é dúbia pelo fato de que muito do que foi descrito anteriormente nos livros de RPG compatíveis com a terceira edição revisada de D&D estão sendo modificados, embora não o suficiente para uma reedição imediata de fichas e material.
    B) Se Khalifor caiu em 1400 e o cenário está em 1410… Que marcha lenta, hein?

  122. Shamassu disse:

    Como o nome falou abaixo, Nibelung, ler os posts "Bastidores do Tormenta RPG" são muito úteis para esclarecer dúvidas.
    E o que foi resolvido foi que todos os personagens ganham bônus em em rolagens de acerto, dano e na CA de acordo com nível, fazendo até sentido que um personagem em nível 20 saiba se defender e atacar de maneira mais eficiente que um de nível 1, sem necessitar do auxílio de itens mágicos.

  123. Peechs disse:

    hum.. não
    citando Livro do Mestre de AD&D (ed. Abril Jovem), pág. 117:
    "A criação de itens mágicos é uma parte das regras de AD&D extremamente aberta à interpretação do mestre. A Maneira como o mestre resolve abordar essa questão afeta o como a magia é vista no jogo; Existem duas posturas básicas quanto à PRODUÇÃO de itens mágicos: o método prático e o método Fantástico.[…]" de: Livro do Mestre, 1ª ed. Brasileira, editora Abril jovem, 1995

  124. guca0 disse:

    Só por curiosidade de onde veio a sua afirmação a respeito do preço do GURPS?

  125. Nume Finório disse:

    Opa,
    Na maior parte é culpa do Trevisan que é relapso para terminar o que começa. O plot é dele e ninguém pode mexer sem autorização. E já teve uma galera pedindo pra mexer.
    Agora, sobre o Gaardalok e Ragnar, dois pontos. Primeiro, Ragnar é o Deus da Morte, não dos mortos-vivos, essa seria Tenebra. Não tenho os livros aqui comigo pra confirmar, mas acho que os clérigos consideram voltar da morte, seja através de ressurreição ou reanimação como um morto-vivo, uma abominação contra os dogmas do deus. Segundo, apesar de ser o escolhido de Ragnar e coisa e tal, Thwor não confia no sumo-sacerdote de Ragnar e provavelmente tem as mesmas ambições de Arsenal, de um dia tomar o posto de seu patrono. Quem rolou a aventura de espionagem das fileiras da Aliança Negra na DB #54 ainda se lembra de ser "ajudados" por Gaardalok (que neste caso significa não serem atrapalhados). O plot completo ainda não foi revelado, mas deixa-se transparecer que divisões internas entre Thwor e o clero de Ragnar podem estar contendo a expansão.
    Sobre o clero de Leen, Tenebra comenta isto em O Inimido do Mundo, de que por se ligar demais ao seu aspecto como deus dos globinóides em vez de se centrar em ser o deus da morte Ragnar eventualmente iria decair assim como acontecia com Glórienn na época.
    E pra terminar: existem globins sabotadores, espiões e etctera. E também espiões humanos. Acho que um desses espiões humanos é citado naquele conto de estréia do Caldela: Ressurreição.

  126. Nume Finório disse:

    Opa,
    Não sei dizer, o livro ainda não chegou, a partir de semana que vem você me pergunta de novo. Ou vai lá no Formspring do Cassaro.

  127. Nume Finório disse:

    Opa,
    Se você já leu e não notou as entrelinhas, precisa notar mais atenção, isso quando não existem entrelinhas, como no caso do final das guerras táuricas nos artigos da Gazeta do Reinado.
    A) Não sei de nada. E você também não. A menos que esteja aí com o livro e já tenha lido as trezentas e quatro páginas de ontem pra hoje.
    B) Dá uma olhada na minha outra resposta, também escrevi um artigo, dá uma procurada na busca do site por "aliança negra".

  128. Nibelung disse:

    Acabei de passar o olho em todas as matérias de bastidores só por desencargo de consciência. Eles falaram que vão elevar o nível de poder das raças (e realmente o fizeram, como deu pra ver na descrição dos anões), mas isso não é suficiente pra compensar a perda dos itens mágicos.
    O bônus inerente com o passar dos níveis ajuda bastante, mas eu não creio que vai ser algo diferente do bônus de defesa que existe no Unearthed Arcana (ou seja: ou você tem o bônus de defesa, ou o bônus da armadura mágica). E se ele se acumular, vai acabar gerando o efeito oposto: A CA e os TRs vai subir demais se e quando os jogadores colocarem as mãos numa armadura/capa mágica.
    Mas como eu disse, vou ter que esperar pra ler o livro e poder analisar mais a fundo.

  129. Nume Finório disse:

    Opa,
    Só lembrando, criar itens mágicos pode não estar nas mãos dos jogadores no livro básico, mas os itens mágicos continuam existindo, ainda que em menor quantidade. Os jogadores tem recursos equivalentes a quatro níveis inferiores ao seu.

  130. Shamassu disse:

    Não conheço o bônus da Unerathed Arcana, mas segundo o preview, se me lembro bem, o bônus será metade do nível. Nada mal para suprir itens mágicos, especialmente armas que não passam do +5.
    E quanto ao acúmulo, isso pode ser um problema mesmo… Mas como um personagem vai ter a acesso a um ou dois itens mágicos, mais ou menos, ele pode ter um foco característico, como atacar muito bem, ou ser resistente, ou evasivo, e por aí vai.
    E o livro está quase "debutando", então vamos ver como ficará.

  131. Nibelung disse:

    http://www.d20srd.org/srd/variant/adventuring/def
    E como o Nume fez o favor de lembrar logo ali embaixo, não é "sem itens", e sim com "menos itens". Então o acúmulo de bônus é uma preocupação válida.

  132. @goldwyrm disse:

    Improvável. Em Deathokk, há mortos-vivos, e seus tanar'ri nativos tem feições mortas-vivas. Só a ressurreisção é proibida. A criação de mortos-vivos não. E mesmo se fosse, não teria problema alguma em usar no povo inimigo, creio.
    O fato de Tenebra ser ligada aos mortos-vivos é… talvez por que ela é a deusa maior mais antiga. Mesmo assim, entre seus seguidores, há poucos que tenham maestria sobre mortos-vivos (divinos, pelo menos. O Vlad Tpish me veio à mente, mas ele é um mago necromante).
    Quanto à ruptura dentro da Aliança Negra… não importa o que Gaardalok faça. O Thwor é o escolhido de Ragnar. Ele é imortal, até. O que me foi dito por alguém mais entendido é que os problemas vinham da área de Tormenta em Lamnor.
    Não seria ótimo se Thwor tivesse conseguido exterminar a Tormenta de seu território? Imagina depois os clérigos de Leen espalhando no Reinado que "o salvador da Tormenta é o punho de Leen. Junte-se à Aliança Negra! Tragamos morte à Tapista!"

  133. Nume Finório disse:

    Opa,
    Sim, mas não acho que vá ser problema. Pelo que me lembro de ver da tabela de riqueza dos personagens que o Guilherme me mostrou da minha visita a Porto Alegre em fevereiro, os jogadores tem beeem menos recursos em TOs (tibares de ouro, que é o padrão pro TRPG) para itens mágicos.
    Fora, claro, quaisquer outras mecânicas que tenham no livro para equilibrar tudo.

  134. nonaem disse:

    Sem problemas, só avise na próxima quando fizer afirmações embasadas na sua imaginação.

  135. Nume Finório disse:

    Opa,
    Não lembro bem, vou dar uma olhada sobre Ragnar no Panteão d20 quando chegar em casa.
    Sobre Tenebra, ela é a criadora dos mortos-vivos. Oficialmente. E todos os seguidores dela tem maestria sobre mortos-vivos… a maioria SÃO eles mesmos mortos-vivos!
    Com Gaardalok e Thwor eu imagino mais um clima de intriga tribal entre o poder do xamã e do líder guerreiro, sem falar que Gaardalok é o representante divino de Ragnar em Arton. Ambos tem interesses próprios e um depende do outro para se legitimar (Thwor precisa do apoio de Ragnar assim como o deus precisa do seu guerreiro profetizado),
    Claro que as áreas de Tormenta devem preocupar Thwor, elas são mais numerosas em seu território que no Reinado: existem quatro lá, contra duas no Reinado.
    E Thwor exterminando a Tormenta? A área de Tamu-ra precisou de um exército de deuses menores e um Deus Maior pra ser destruída. Sem falar que área antigas como as de Lamnor tem muitos Vazios, lugares onde a realidade Lefeu corrompeu completamente o espaço-tempo e onde os deuses de Arton não alcançam: onde Thwor poderia ser morto.

  136. Nume Finório disse:

    Opa,
    Olha o respeito, guri, eu demorei dois anos para banir alguém daqui, não me faça banir três pessoas e dois dia. A comparação foi feita pelo Cassaro em um artigo.

  137. @goldwyrm disse:

    O problema é que a Tenebra é venerada por mortos-vivos inteligentes, principalmente vampiros, e… bom, não tem muitos no cenário. Já Ragnar tem mais maestria sobre zumbis e outros não-inteligentes.
    Quanto a deuses menores e maiores, os goblinóides também tem os seus. Ragnar, o deuses orcs e os deuses hogboblins poderiam muito bem ajudar Thwor a fazer a limpa em Lamnor.
    Quanto à Gaardalok… Thwor é considerado um avatar de Ragnar na terra. É mais fácil o sumo sacerdote estar querendo assumir o lugar do deus do que o general. De uma forma crível, seria mais provável um esquema de Gaardalok de querer empacar os planos de Thwor darem errado e ele acabar sendo considerado um herege.

  138. nonaem disse:

    Não estou faltando com respeito em momento algum, apenas estou dizendo que se não consegue explicar corretamente o que afirma, não deveria afirmar. Só isso.

  139. Nume Finório disse:

    Opa,
    Sobre Tenebra, não é o caso, ela é a criadora dos mortos-vivos. Todos eles. Ela não é a única deusa que usa mortos-vivos, fato, mas ela é quem os criou.
    Sobre os outros deuses goblinóides, seu culto foi proibido na Aliança Negra. Sim, é estúpido foder com aliados em potencial, acho que Tenebra também comenta isto no Inimigo do Mundo.
    Thwor não é o avatar de Ragnar, nem considerado, ele é o guerreiro da profecia. Mas só pra gente não se perder, apesar das nossas especulações divertidas aqui, a única coisa oficial é que Gaardalok tem interesses próprios que parecem não coincidir com os de Thwor.
    Uma coisa que eu acharia bacana é uma guerra civil com motivos religiosos como a que está para acontecer em Doherimm de acordo com a última Gazeta do Reinado. Com o recém-nascido império goblinóide dividido entre os partidários do general e os seguidores do deus da morte.

  140. Nume Finório disse:

    Opa,
    Está faltando sim com o respeito, existem maneira e maneiras de se dizer alguma coisa sem tentar diminuir outra pessoa. Talvez você não tenha aprendido isto em casa e não cobrem isto de ti por onde andas, mas não é problema meu te ensinar isto, não sou gato pra ter filho barbado.

  141. @goldwyrm disse:

    Haha, adoro especulações, espero não estar sendo obtuso.
    Pessoalmente, a Aliança Negra era meu plot predileto de Tormenta, quando eu jogava. Já fazem alguns anos que eu não leio nada do cenário (tirando umas gazetas aqui e ali que eu dou uma lida de uma revista emprestada). É uma pena ter pouca fonte oficial quanto a ela.
    Quanto à Tenebra, verdade, ela costuma ser mais "maternal" com os mortos-vivos. Mas isso só me dá mais "achismo" para crer que Ragnar tem menos pudores em usá-los… mesmo não o fazendo.

  142. @goldwyrm disse:

    Já o Thwor ser o "avatar de Ragnar", me lembro disso da bio dele no Só Aventuras, que nem de perto é oficial. Mas note que os seguidores dele acham isso, não que ele seja de fato um Avatar. Lembro do Gaardalok ter alguma coisa contra ele também, mas nunca foi explicado, então ficou meio no ar.
    Já a proibição de outros deuses, é estranha mesmo, visto que Ragnar poderia recrutar eles e tal. Mas… todas as raças da AN tinham um deus da Força e um deus da Guerra. Acho que a proibição se operou por que deveriam ser facetas de Tauron e Keen, e Ragnar não quer fortalecer possíveis rivais.
    (cortado em dois. Ficou longo)

  143. nonaem disse:

    Se não é problema seu, não aponte os defeitos. Se apontar os defeitos dê sugestões de como melhorar.

  144. Nume Finório disse:

    Opa,
    O plot é bacana, sim. É uma pena que não tenha sido mais desenvolvido. Lembro que logo que Tormenta chegou na Jambô haviam planos para um suplemento sobre a Aliança Negra, mas o projeto acabou abandonado como foram o Tamu-ra: Império de Jade (que estava escrito e até hoje não saiu) e um outro que não lembro agora, talvez um guia de cidades ou coisa do genero.
    Sobre Thwor, por Só Aventuras tu tá se referindo aquela revista antiga ou as coletâneas de aventuras? E os seguidores deles reconhecerem ele como um avatar de Ragnar só demonstra mais a depencia do deus para ele ser o general dos goblinóides. Eu realmente não acho que Thwor lute por Ragnar, ele só usa sua filiação com o deus para seus próprios objetivos.
    Sobre os outros deuses goblinóides, acho que é mais uma questão de Ragnar ser um tolo egoísta. Ele quer ser o Deus dos Goblinóides mais do que quer ser o Deus da Morte. E assim como ser a Deusa dos Elfos levou Glórienn eventualmente a ruína (porque nenhuma raça é eterna), isso provavelmente vai destruir Ragnar eventuralmente.

  145. @goldwyrm disse:

    O que eu tinha era um livro de capa mole com aventuras para D20 e 3D&T, com o Arsenal na capa. O mesmo que (acho) que vinha o Ferrão de Saliz'zar e a aventura do Disco das Três Partes também.
    Thwor é estranho. Ele é um "escolhido" de Ragnar, imortal, e cuja vinda foi profetizada. Não é de todo mal, porém, também achar que o poder lhe tenha subido a cabeça, creio.
    Quanto à Ragnar ser egoísta. Bom, ele é cruel, mas acho que está longe de ser tolo. Ainda acho que foi uma questão de roubar "crença" dos outros deuses para aumentar o seu poder… mesmo assim, acho díficil os hobgoblins, por exemplo, terem aceitado isso.

  146. Wallace disse:

    Sou vidente. Daqui a alguns dias, quando chegar as lojas você confirma, ok? 😉

  147. Wallace disse:

    Cara, eu queria muito entender isso com fatos reais, queria mesmo.
    Senão fica parecendo aquelas análises do Fabiano da Rede: Não se aplicam a vida real.
    Com base em que, se diz que "um monte de orfão do velho mundo das trevas que pararam de jogar" são relevantes em número, pra justificar suas criticas?
    Eu acho que é direito de todo mundo parar de jogar mesmo um jogo que não ficou bom ao seu ver. Assim como eu acho o d&d4e fraco.
    Só acho idiota ficar criticando a Devir por isso ou aquilo. Ou mesmo seus autores. Ou ainda mais quem decide compra-lo.
    Se uma nova edição de um livro que eu gosto não me agrade, eu deixo de compra-lo. E se a editora falir por suas escolhas, bem…poblema dela.
    Eu só acho que se chega a conclusão demais baseado no próprio grupo de amigos e se abusa de liberdade poética pra transformar isso em verdades do mercado.
    Só não entendo como a Devir e a Jambô não falem, e como não tem um monte de editora nova enchendo o bucho de dinheiro. 🙂

  148. Cloud_Lima disse:

    Acredito que o Saladino não fez nada no livro Galrasia.
    Contudo, fez no Tormenta d20: Guia do Jogador, que tem umas roubalheiras básicas.
    Aqueles testes de resistências das classes básicas, por exemplo, ou foram uma falha crítica de digitação ou um absurdo em termos de game design.

  149. oneiros_fe disse:

    O ponto é relevante, e como você coloca no final "Talvez sim, talvez não. " e o "viva a democracia".
    só uma ultima coisa, citando:
    "1. O cenário é um dos pioneiros no Brasil. " viu, é "um" dos pioneiros não "o" pioneiro 🙂

  150. oneiros_fe disse:

    isso não é demérito.

  151. corvo da tempestade disse:

    Frequentar um forum não significa ser "seguidor de uma seita". E nada impede um usuário de lá postar, ou até mesmo, frequentar outros sites.

  152. corvo da tempestade disse:

    "Spell ou em outros lugares mais vermelhos"
    Sou obrigado a discordar COMPLETAMENTE dessa afirmação. A Spell nao e uma ditatura, pelo contrário, é um dos lugares mais demográticos que "visitei". Você não vai ter nenhum comentário seu deletado só porque você fala bem de Tormenta, por exemplo. Mas não espere que outras pessoas concordem com seu pontos de vista só porque é seu ponto de vista…sempre terá aqueles que discordam, e estes também tem direito a comentar….isso é liberdade, isso é demogracia

  153. Wallace disse:

    Cara, olha só.
    Já incomoda horrores como todo mundo que sai da Spell pra tumultuar normalmente tem um apelido dramático ao invés de rostos e nomes.
    E o que piora a situação é a dificuldade em interpretar textos. Isso sim é o pior.
    Ninguém nesse tópico teve comentário deletado porque falou bem ou mal de Tormenta, e sim porque começou a xingar e desrespeitar os outros, ou seja: Passou dos limites.
    O Nume, o Tek, Eu e os outros aqui defendemos a postura de que esse tipo de postura agressiva deva ser guardada para as oportunidades onde estamos ao vivo, in loco, tete-a-tete, se é que você me entende.
    O RPGcon tá aí, e com ela a oportunidade de todo mundo ser irônico, engraçado, ácido e desrespeitoso ao vivo.
    O que eu estou dizendo ali é que se você vem aqui, um blog declaradamente pró-jambô, pró-tormenta e expõe sua opinião, é claro que você vai encontrar muita gente pra bater de frente com a sua opinião.
    A Spell é um fórum com outra proposta, e portanto o cenário vai ser outro. Não tem mais nada implicito nesse comentário.
    Como está dito acima: O que incomoda é ver uma meia-dúzia de três ou quatro falar como porta-voz de toda uma geração que se criou jogando Tormenta. Ainda mais quando o livro tem a melhor pré-venda da história da editora.
    Opinião pessoal não é isso. Isso se chama prepotência. Opinião pessoal é outra coisa.

  154. Corvo da tempestade disse:

    "Já incomoda horrores como todo mundo que sai da Spell pra tumultuar normalmente tem um apelido dramático ao invés de rostos e nomes."
    Isso e muito comum em forum…só lembrando que no forum da Jambo TAMBEM temos "apelidos drámaticos" …se quiser saber mais de mim sugiro o meu fotolog: http://www.fotolog.com.br/stormcrow (que por "mera coencidência" e o mesmo nick…) se quer saber meu nome é Márcio não tenho vergonha nenhuma de mostrar isso. 😉
    "Ninguém nesse tópico teve comentário deletado porque falou bem ou mal de Tormenta, e sim porque começou a xingar e desrespeitar os outros, ou seja: Passou dos limites. "
    E onde eu disse que alguem nesse tópico teve algum tópico deletado por falar mal de Tormenta? o que disse foi "Você não vai ter nenhum comentário seu deletado só porque você fala bem de Tormenta, por exemplo." Se referindo a Spell (na oração anterior) e não a dot20…
    "O Nume, o Tek, Eu e os outros aqui defendemos a postura de que esse tipo de postura agressiva "
    Também não concordo com isso. Só que eu não tomei nenhuma atitude agressiva. Agora chamar a Spell de "vermelho" ,ou seja, didator sem motivo algum ai sim é um postura agressiva.
    "O que eu estou dizendo ali é que se você vem aqui, um blog declaradamente pró-jambô, pró-tormenta e expõe sua opinião, é claro que você vai encontrar muita gente pra bater de frente com a sua opinião. "
    Não espero outra coisa, afinal ninguem é obrigado a concordar comigo e eu estaria sendo, no mínimo, hipócrita se eu criticasse Tormenta na Spell e a defendesse aqui.
    Resumindo: Meu post foi por causa de seu comentário infeliz e não tem nada a ver com Tormenta. Não ofendi ninguém e só fim o que é pra ser feito nos comentários: dei minha opinião.

  155. Wallace disse:

    Márcio, olha só…
    Pra fechar essa discussão absurda, ninguém chamou a Spell de vermelho e nem entendi como "Vermelho" é vinculado diretamente a uma ditadura. Até entendo querer vincular a comunismo, mas ditadura?
    O Vermelho é uma relação com um outro site Vermelho, que todos aqui conhecemos.
    Não tem nada de infeliz, muito pelo contrário.
    A Spell inclusive costuma ser encabeçada/representada por um grande amigo pessoal meu, o Aleffcapt, aqui do Rio.
    Não fica buscando cabelo em ovo, cara…

  156. Corvo da tempestade disse:

    Posso realmente ter achado cabelo em ovo…eu pensei tando na história (vermelho -> comunismo -> ditadura) que esquci do site da Rede RPG… 😛
    Sorry 😛
    (pelo menos não relacionei o "vermelho" a Tormenta rsrsrsrsrsrsrsrs)

  157. Dan Ramos disse:

    Ô Nibe, os três livros de D&D custam 80 reais? Tem que lembrar isso também, o Tormenta RPG tem o material dos três tomos. =)

  158. Dan Ramos disse:

    "O fato é que enquanto a Jambô estiver ocupada com um cenário ela não vai lançar um concorrente."
    Dragon Age RPG, alguém?

  159. Domênico disse:

    Na verdade, acredito que nenhum ponto é crucial pra um determinado cenário funcionar ou não. Há sempre uma grande gama de elementos envolvidos. Eu tenho os meus motivos pra não gostar, e tem u monte de gente que tem motivos pra gostar. Mas não é um único aspecto ou outro que faz a diferença – se bem que, se é mangalóide eu já sei que não vai prestar, e tem muita gente que insiste justamente porque é do gênero…
    Não posso deixar de discutir o ponto:
    1. pioneiro: 1. o primeiro que abre ou descobre caminho através de região mal conhecida. 2. precursosr. 3. Diz-se da obra, serviço, iniciativa, idéia, etc. que se antecipa ou abre caminho para outros iguais ou similares.
    Assim, não, Tormenta não tem nada de pioneirismo. Haviam vários outros cenários antes dele, inclusive lançados também como revista antes de se tornarem livro, já houveram livros com a fórmula sistema/mostros/cenário em um único módulo, já houveram cenários que tiveram seus sitemas atualizados…. Repito: Tormenta é bom ou ruim, dependendo do gosto de cada um, e é um cenário popular, mas não, não é um pioneiro de forma alguma.

  160. oneiros_fe disse:

    "Um dos", não "o" pioneiro, isso não é um canone supremo,acontece que fora a minha mulher que conheceu RPG por mim mesmo, eu mais um amigo que conheceu através de Daemon, todos os outros jogadores do meu bairro conheceram RPG ou por Tormenta ou pelo antigo mundo das trevas, e esse ultima não passa de 10 pessoas, claro que não conheço todos os jogadores de RPG do meu bairro, mas os que eu conheço se enquadra nessa sentença, a DB teve um papel fundamental nisso, já conversei com outros jogadores de outros lugares e tiveram experiências semelhantes.
    Outro ponto: o que é apontado como "mangalóide" [i que na minha humilde opinião é depreciativo, mas isso é a minha opinião e nada mais] no cenário, para alguns é o charme e para outros é o Fim, mas se essa é a característica do cenário que é mais peculiar, então ele é "um dos" pioneiros sim, pois é um gênero de nicho, que até então [posso muito bem estar errado aqui e se estiver por favor me corrijam] não havia no país, e que ajudou [queiram ou não] a popularizar o RPG.

  161. Griffith disse:

    Eu sei que não é o lugar, mas é o post mais vazio, o que o talento Reflexos em Combate vai fazer no Tormenta RPG se ataque de oportunidade é regra opcional? Vai ser um talento opcional?

  162. Domênico disse:

    Ah, esta é uma discussão que está se tornando cada vez mais interessante!
    Bem, entendo que o Tormenta tenha aberto portas por aí, mas entenda, ele ser um cenário que popularizou o RPG de modo local não o classifica como pioneiro. Da mesma forma que aí começaram jogando o antigo mundo das trevas, aqui a gente jogava Tagmar nos idos de 92/93, com a "febre Storyteller" que durou até o fim do milênio passado, mesclada à muitos grupos de GURPS e um monte de outros cenários e sistemas, que depois foram praticamente substituídos por D&D 3ª edição logo que foi lançado em português. Dentro do nosso paradigma, Tormenta simplesmente não agradou niguém – pelo menos que eu conheça, e ficamos jogando em cenário clássicos – como FR e Greyhawk – ou Reinos de Ferro. Atualmente, nem há mais jogadores de RPG por essas bandas, com exceção de um punhado de grupos dispersos, mas garanto que Tormenta passou batido por aqui.
    Assim, aqui – e em qualquer outro local onde houve RPG pré-tormenta – chamar Tormenta de pioneiro vai certamente gerar olhares enviesados, porque tu pode ter conhecido RPG pelo cenário da DB, mas isso não significa que ele foi o primeiro cenário, entende? Ele pode ter popularizado o RPG aí, mas em outros lugares, ele pode ser só 'mais um' ou mesmo não ter nenhuma força.
    Quanto à ser ou não mangalóide, essa é uma característica que foi agragado ao cenário. Ele não tinha esse visual nos seus primórdios, mas essa é uma característica que foi agregada ao cenário porque… Bom, há motivos. Acho que em parte porque o Cassaro gosta, e em parte porque torna o cenário mais popular entre um público específico e que vem crescendo.
    Popular, sim, com certeza, mas pioneiro, não, retifico.

  163. Gruingas disse:

    Essa discussão sobre preço não acaba nunca mesmo…
    Eu acho que quase oitenta reais num livro é um preço caro sim. Pouca gente pode sair por aí gastando oitenta reais sem pensar duas vezes.
    Mas eu acho que a questão importante não é se é caro ou não.
    As questão é: "você está disposto a pagar oitenta reais pelos benefícios de seu tormenta RPG?"
    Quando eu comprei meu Livro do Jogador de D&D 3.0 eu achei caro, era tipo uns 65 a 70 reais, mas eu achei que compensava. Eu estava disposto a pagar isso pelo jogo.(na verdade a pagar bem mais porque eu ainda tinha o livro dos monstros e o do mestre pra comprar)
    Hoje estou muito mais disposto a pagar os 75 do TRPG pelo jogo em si, não apenas o livro.
    Mas isso é como EU me sinto. Como fã do cenário desde 2000 e como alguém que já achou problemas demais no D&D 3.x mas também não gostou do que a wizards inventou na 4e. Eu quero algo novo, mas parecido com o que eu jogava antes, e é isso que o tormenta rpg é.
    Pra quem não gosta do cenário, ou aderiu ao D&D 4e, é mesmo um investimento salgado. Um livro como o M&M ou o 3D&T você compra "pra ver como é" , mesmo sem achar que vai jogar. Um livrão como o TRPG é pra quem quer jogar.
    Resumindo, discutir se o livro é caro ou não não leva a nada. O que importa é o questionamento interno de cada um "eu quero pagar este preço por este livro?".

  164. oneiros_fe disse:

    okay rsrsrs, argumentos válidos, popularização é diferente de pioneirismo [bem frisado, pioneirismo não pioneiro que isso não se deixe escapar 🙂 ] e regiões diferentes se comportam de formas diferentes. O ponto aqui que vc levantou é que é bacana, "houve RPG pré-tormenta", sim, nunca neguei isso, mas quando falamos de RPG pré-Tormenta no Brasil falamos basicamente de GURPS, AD&D, Mundo das Trevas e ocasionalmente Shadowrun, MERP e Rolemaster. todos esses titulos são extremamente sérios e sóbrios, voce comentou que Tormenta não era assim no começo, e disso eu não sabia, mas é inegavel que ganhou essa característica e isso agradou a galera otaku que curti Anime/Manga… Como eu disse isso era algo não explorado que agradou os fãs do gênero e fisgou uma trupe pro lado do RPG, enquanto quem jogava na éra "pré-Tormenta" tinha uma tendência a jogos mais sóbrios e menos caricatos e apartir dai, é possível observar uma resistência maior a proposta colcha de retalhos do mundo de Tormenta. Eu mesmo nunca joguei em Arton apesar de ser consumidor esporádico da DB, comecei com Daemon e Mundo das Trevas, com uma encostadinha em GURPS, mas Tormenta, não, o próprio 3D&T que por muito tempo popularizou o cenário só comecei a jogar recentemente.
    O pioneirismo do qual Tormenta faz parte [não componente único] é trazer uma galera nova com um fôlego novo, e um nicho excluído para um cenário [digo o RPG no Brasil] bastante fechado e denso [no sentido pesado da coisa, nunca consegui ler mais que 3 capítulos do meu GURPS e a quantidade de coisas que se via para MdT era também intimidadora. Simulacionista demais para muita gente.]. É disso que eu estou falando entende, chutou o balde e foi atraz.

  165. Nume Finório disse:

    Opa,
    Reli aqui a parte da Aliança Negra. Realmente é como eu lembrava: Thwor apenas usa sua filiação com Ragnar em proveito próprio, mas não é nem mesmo devoto, enquanto Gaardalok usa o líder bugbear para angariar mais devotos para Ragnar.
    A questão da proibição de outros deuses agora ficou meio nublada na minha mente, mas lembro que os hobglobins realmente não aceitaram muito bem e ainda adoram seu próprio deus na maioria dos casos (especialmente na sua nação na antiga Lennórienn).

  166. Kalashtar15 disse:

    Sabem os nomes dos capítulos?

  167. Domênico disse:

    Hum…
    De fato, não tinha pensado nesse sentido.
    Por aqui, como eu disse, o RPG perdeu muita força com o fim do antigo Mundo das Trevas, e embora D&D tenha dado um fôlego novo, foi só pra ua corrida curta, depois o pessoal parou de vez. claro, é um fenômeno local, mas pensando no panomrama mais geral do RPG no pais, Tormenta manteve muita gente jogando, e troxe muitos jogadores novos, sem dúvida.
    Agora, tu levantou uma outra questão bastante interessante:
    Sobriedade x caricatura. Embora jogos caricatos nunca tenham feito lá muito sucesso no pais – Toons, paranóia, MMAD, que são os que me vêm à mente agora, nunca fizeram muito sucesso no país. Da mesma forma que BESM, um dos – se não O, não sei – mais importantes RPGs mangalóides da vida. Mas Tromenta tem muito dessa questão de absurdo e caricato – principalmente em suas HQs, que usam muito a estética mangá, onde o recurso da caricatura e do exagero é uma característica comum – e isso aparentemente atrai muitos jogadores.
    Claro, Tormenta não é só isso! A maior parte do material do cenário, na verdade, é muito mais sobrio, deixando essa questão do humor muito mais subentendida.
    Mas não adianta… Pra mim o aspecto colcha de retalhos é uma desvantagem do cenário, não um ponto atrativo. Samurais, ninjas e outras características orientais me atraem tanto quanto um chute nos genitais e a aparência mangalóide me dá uma revolta nas tripas.

  168. Cloud_Lima disse:

    Excelente pergunta! O mesmo vale para diversos outros talentos e até mesmo habilidades de classe.

  169. oneiros_fe disse:

    Pois é, o estilo colcha de retalhos de Tormenta também não me atrai, mas atrai muita gente, assim como o antigo mundo das trevas me deixou saturado com algumas coisas e o D&D tem um medievalismo fantástico demais pra mim, mas isso tudo é uma questão de gosto, eu curto um bocado a cultura oriental mas nem tudo me interessa no RPG [Oriental Adventures que o diga], ultimamente venho procurando coisas mais simples e intuitivas de jogar como o FATE e PDQ, mas estou rendido ao M&M e voltando um pouco as origens com Daemon e ariscando um novo mundo das trevas que é muito mais equilibrado e com regras mais saudáveis. TRPG provavelmente adquira mais para frente para ver as regras [magias por PM e simplificação de algumas regras].

  170. Domênico disse:

    É, eu tenho problemas com os cenários padrão do D&D… Eles são "demais" demais, pra mim. O mundo das trevas tinha informação demais, desinformação demais, re-informação demais… Mas eu gostava do cenário. Meu problema atual nem é com sistema – GURPS, Dungeoneer, D&D (o primeiro) e agora o Mighty Blade tão funcionando bem pra mim. São simples e eficientes. Meu problema atual é cenário… Parece que todo livro de RPG quer ter um cenário MAIS!!! e acaba ficando demais! RdF é o que mais vem me agradando, se considerar só o material em portugués, e lapidar umas coisas poucas (tipo trolloides e ogruns como raças para jogador). E o sistema de criação de itens mágicos deles é bem interessante, limita muito o poder mágico dos jogadores e se adequa ao cenário com eficiência.
    Mas ainda queria uma coisa mais simples… Acho que vou adapatar Tagmar pra D&D…

  171. Kalashtar15 disse:

    As perguntas lidas foram respondidas, o que não quer dizer que as perguntas escritas foram respondidas.

  172. JMTrevisan disse:

    E ai eu penso: qual a obrigação que eu tenho de responder perguntas de quem despreza meu trabalho e não respeita o que eu faço?
    Enfim, como eu disse, sabadão tá aí.

  173. oneiros_fe disse:

    Bom, Tagmar ta aqui aguardando a o meu animo pra ler coisas no PC subir pra começar a ler, Reinos de Ferro eu simplesmente QUERO, me fascina muito a idéia do cenário e tudo mais, mas meu grupo de jogo simplesmente não se interessa, na maioria das vezes eu acabo criando enxertos de mundos para jogar e acaba ficando por isso mesmo pois nenhum dos cenários oficias me animam de verdade, vou esperar o Dragon Age RPG pela Jambo, o sistema me parece menos denso e o cenário agrada a todos os jogadores [todo mundo já jogou um pouco no PC]. Ou então eu mergulhe de vez no cenário de Trevas [Daemon] e Mundo das Trevas [o novo] e ver no que dá. 🙂

  174. @raulranma disse:

    Com meus exemplar nas mãos, posso dizer:
    "Se estiver adjacente a um oponente desprevenido, você pode fazer um ataque corpo-a-corpo contra ele como uma ação livre".
    É mais ou menos como um ataque de oportunidade, porém mais simples.

  175. @raulranma disse:

    Oi pessoal do dot20.
    Eu lembro que na matéria anterior do TRPG eu xinguei a capa.
    Não poderia ter cometido maior pecado.
    O livro está impecável.
    Nunca vi um livro nacional tão bonito (antes que me matem, eu não vi todos os livros já publicados no país, ok?).
    Por dentro é um espetáculo. Limpo. Simples, mas com classe.
    Não poderia esperar menos.
    Lembro que alguém tinha dito que com o livro em mãos a capa ia parecer diferente.
    E não é que parece mesmo?
    Parabéns Equipe TRPG.

  176. Kalashtar15 disse:

    Quando você faz um bom trabalho, as pessoas não tem escolha a não ser respeitá-lo.

  177. Domênico disse:

    O Tagmar? Tu diz o primeiro? Esse é muito bom! Quase nada de cenário! Menos do que no livro básico de D&D 3ª… Mas o sistema, noooossa! É jurássico! Consegue ser menos funcional do que o AD&D, em termos de agilidade! Tu precisa de tabelas pra tudo!
    Mas teve umas ótimas aventuras prontas, e o Império – cujos direitos não foram liberados pelos autores, como aconteceu com o Tagmar… – foi um dos livros nacionais mais legais que eu já lí! Tinha umas idéias excelentes alí, e o cenário era totalmente diferente de tudo o mais que eu já lí – talvez com um pouco de semelhança com Al-Qadin ou Dark Sun, mas seria porquice com o livro compará-lo com qualquer outro cenário, na verdade…
    RdF não tem muito o que dizer. Ótimo cenário, ótimas idéias, ótimas novas mecânicas de jogo, ótimas aventuras.
    Mundo das trevas novo? Acho que só o Prometean me agradou um pouco. Os outros livros que lí me deram sono… Quase todos. Tem um livro sobre locais, não lembro o nome, que é legal. Tem um livro de monstros e um de armas interessantes, mas só. Os livros de cnário em sí eu achei muito fracos. Fico com o cenário antigo, e com as regras novas – essas sim, bem melhores que as antigas!

  178. Ziderich disse:

    Então na sua opinião, porque o cara faz um trabalho que você não curte e não acha que é bom,não deve nenhum respeito pra ele?

  179. Kalashtar15 disse:

    Na verdade eu disse exatamente o oposto.

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