Resumo do 1º RPG Itinerante

Pois é. Fui no 1º Encontro RPG Itinerante, um mini-encontro de RPG que aconteceu hoje mesmo. Ele foi bastante divertido, e fui capaz de encontrar alguns conhecidos legais, bem como rolar alguns dados. Aí vai o que eu achei de lá.

O encontro foi feito para o pessoal se juntar e jogar. Não haviam outros atrativos que não as mesas de RPG. E pudera, não havia espaço para mais nada dentro do salão de festas no qual ele aconteceu.

Mesa de Star Wars usando o Storyteller


Ainda assim, apareceu muito mais gente do que o esperado. Fui lá de manhã e achei a coisa meio deprê: três mesas de jogo e um total de 19 pessoas até a hora em que saí para almoçar. Tirei algumas fotos; dei uma conversada com o Valberto, do Lote do Betão; e saí para comprar pilhas novas para a câmera (sem sucesso).

Por favor, Valberto, erga a mão!


Mesa de D&D 4E


Mesas de GURPS e DC Universe


Foi aí que voltei para casa para almoçar. Depois do almoço ainda resolvi algumas atividades domésticas e depois voltei para a 409 norte.

O pessoal na porta do encontro


As coisas estavam bem melhor. Já havia uma porção de gente. Quando parei para contar eram 41 ao todo, sendo 3 meninas. Um espanto. Não esperava nenhuma.

De tarde: até para tirar foto tava ruim de espaço


Tava tão cheio que ficou abafado


Tirei algumas fotos e fiquei zanzando com cara de bunda por lá. Um grupo viu que eu estava sem absolutamente nada para fazer e me chamou para participar de um combate de D&D 4ª Edição de um grupo de 3º nível contra um dragão branco de 6º. Normalmente eu não jogo em encontros de RPG, mas isso é porque prefiro usar meu tempo para ver o que acontece, assistir palestras, participar de oficinas, conversar com jogadores de outros estados, enfim, fazer aquilo que eu não consigo fazer com um grupo de jogo normal. Mas como estava sem absolutamente nada para fazer, resolvi participar.

Na falta de mesa...


O grupo foi bem legal, composto por (se não me engano) um clérigo, dois guerreiros, um paladino, um patrulheiro/mago e eu de ladino. Com um trabalho razoável conseguimos deitar o bichão. Pena que não fui alvo do dragão em momento nenhum do combate, então não pude usar a habilidade racial de fazer os inimigos re-rolarem um ataque que tenha me atingido. Excetuando este, gastei todos os poderes de encontro e o diário e me foquei mais em ficar sempre em posiçã o de flanquear o dragão com um dos guerreiros e posteriormente com – pasmem! – o mago do grupo.
O combate terminou na hora de acabar com o encontro (de RPG, não do D&D). Então começamos a arrumar as mesas e cadeiras, tiramos uma foto e nos despedimos.

O pós encontro


Antes de ir embora conversei com o pessoal do Grupo d30, os organizadores do evento (inclusive, o Rafael Tomas, do Vórtex RPG, é um deles). Eles disseram que o próximo RPG Itinerante deve acontecer no dia 14 de Fevereiro (domingo) e é quase certo de que será no Guará I. É também possível que haja um encontro ainda no feriado do Carnaval, mas este não saiu ainda do papel.
Também conversei com o Thiago Hackbarth, o Professor Alabarda. Queria agradecer ele pessoalmente pelas dicas sobre miniaturas de papel que ele deu no blog.
Espero que o próximo seja mais divertido. Talvez role até uma arena de D&D!

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4 Resultados

  1. Heitor disse:

    Isso sim é RPG: todo mundo jogando de tudo, e não discutindo qual sistema é melhor…

  2. Alexandre disse:

    Não deu pra ir nesse encontro, quem sabe no próximo…

  3. Thiago Gonçalves disse:

    Fred, parabés pela atuação contra o dragão!!
    O único a não sofrer sequer um arranhão!!
    E olha que você nem tirou onda por ter conseguido o feito de trocar de lugar com o dragão, empurrando o bichão contra a parede! Nunca duvide da história de um halfling!!
    Dia 07 agora vai rolar uma aventura da campanha Living Forgotten Realms com algumas pessoas que compareceram ao evento. Tá dando frutos!! Se quiser aparecer, é só entrar em contato.
    Abraço!!

    • CF disse:

      Obrigado, obrigado.
      Mas o mérito não foi meu, mas sim do grupo. Eles fizeram um bom trabalho ao se espalharem de manterem a atenção do dragão sempre voltada para os lados nos quais eu não estava.
      Exceto a movida do dragão. Alí foi mérito do Halfling mesmo. Isso me lembra uma vez, jogando 3.0, que um halfling bardo que eu fiz conseguiu dar um encontrão e jogar um yeti no chão. Esses pequenininhos realmente têm uma sorte desgraçada.

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