Guerras Táuricas

O texto do primeiro suplemento de Tormenta RPG está pronto – trata-se de Guerras Táuricas, que traz para mestres e jogadores material para engajar-se no maior conflito de Arton. O livro apresenta todo o background da guerra, retomando os primórdios de Tapista, sua história, os planos, os preparativos e, é claro, a invasão do Reinado.
Além de material de background – bem focado no conflito -, o livro também traz fichas de NPCs, classes de prestígio, itens mágicos e muitos, muitos ganchos de aventura. Apesar de focar nos planos dos minotauros e na invasão do Reinado, também há bastante material para jogar do outro lado do conflito: como um herói da resistência, um dissidente, um “rebelde” (no melhor estilo Star Wars).

Que jogar como um herói militar? Como um espião? Ou como um minotauro inocente, pego numa guerra que desconhecia por completo? Há espaço para todos – afinal, este é o maior conflito de Arton! Sem esquecer de Contra Arsenal, é claro…

Guerras Táuricas também traz a mudança na liderança do Panteão de Arton – se você acompanha o fórum da Jambô, já sabe do que eu estou falando: depois de milênios de assédio, o Deus da Justiça Khalmyr finalmente decidiu ceder seu posto a Tauron, Deus da Força e da Coragem. Acompanhe o fórum, porque essa história tem dado o que falar.

O livro está agora em fase de diagramação e deve sair tão logo fique pronto (o texto e a revisão de Guerras Táuricas ficou pronto antes do próprio Tormenta RPG!). Fiquem ligados: a DragonSlayer 29 traz uma resenha do livro.

O livro também cobre os primeiros dois anos do Império de Tauron e dos Reinos Conquistados durante a guerra (e sua nova situação político-social). Acho que é uma das partes que mais vai dar o que falar.

Texto originalmente postado no Desafio do Dragão, blog do Gustavo Brauner.

Sobre Gustavo Brauner

Doutor em Lingüística (pela PUC-RS), faixa preta de Karate Shotokan, editor e autor de RPG. No geral, sou muito mais simples do que eu mesmo e os fofoqueiros de plantão fazem parecer. O que eu mais detesto é ser julgado com muita antecedência, sem primeiro ter direito a um bate-papo. Quando você me conhece, descobre que eu sou um bobalhão. Vai por mim.