Preço do D&D 4E em português, M&M e a Jambô

Geralmente me abstenho de opinar sobre o trabalho dos colegas blogueiros, mas após ler o artigo do Ooze sobre o preço do Dungeons & Dragons 4E em português — em torno de R$80,00, caso esteja curioso –, pensei ser necessário comentar. Mais precisamente, sobre uma das razões citadas para justificar que o preço não é tão salgado assim.

4 – Capa Dura ! Diferente do Mutantes e Malfeitores que no Brasil é capa mole e miolo em P&B, em desacordo com sua versão gringa, o D&D com capa dura espelhada, totalmente colorido e muito provavelmente com papel semelhante ao seu primo americano. Ou seja, uma versão bastante fiél.

Sinceramente? Grande porcaria. Além de ser meio que sacanagem com a Jambô. Posso ter me equivocado, mas o teor da mensagem é de demérito, como se a edição do Mutantes & Malfeitores da Jambô fosse um “primo pobre” da sua versão gringa. A capa dura possui um valor concreto (relacionado com a durabilidade do livro), mas, convenhamos: cores e “papel lustrosinho” são pura perfumaria.
Se o padrão da edição do M&M nacional está em “desacordo com sua versão gringa”, está de acordo com algo que julgo infinitamente mais relevante — o poder aquisitivo do brasileiro. Por melhor que seja sua renda, R$80,00 não é uma quantia desprezível. Nos E.U.A, pelo preço de um Player’s Handbook, compra-se aproximadamente uns cinco Big Macs (só o sanduíche). Aqui no Brasil, pelo valor cobrado pela igual quantidade do mesmo sanduíche, não se adquire o Livro do Jogador. E, você deve saber, os preços do McDonald’s em si já são considerados relativamente salgados para o bolso do brasileiro.
A bola dentro da Jambô foi sacar isso e conseguir negociar uma versão de custo mais baixo, mais apropriado à nossa nação. E, mais importante — sem sacrificar a qualidade real do livro. O conteúdo é o mesmo do original (óbvio), a tradução, conforme o padrão que evidenciei no material da Jambô, é exemplar (comparem com traduções de outras editoras…), e, mesmo não sendo papel lustroso, a qualidade do mesmo e da impressão estão longe, muito longe, de serem ruins.
Nesta conjuntura, o que lhe parece mais em conta? Pagar R$40,00 por um livro de qualidade ou o dobro disso apenas por causa da perfumaria que em nada afeta o jogo em si?
O preço é mais em conta, os livros acabam saindo mais (eu, por exemplo, não gosto do M&M a ponto de desembolsar 80 dinheiros por ele — por 40, contudo, acabei levando) e — talvez haja alguma relação aí –, chegam mais títulos. Nossos Mutantes & Malfeitores “primos pobres” já têm a família em expansão — temos o excelente Manual do Malfeitor, e, a caminho, os Agentes da Liberdade e o Warriors & Warlocks. Os Reinos de Ferro podem ainda não possuir o Livro do Mundo, mas já temos o bestiário do cenário e os Sem Trégua (um formato de suplemento que eu particularmente adoria ver para Tormenta). E falando nela, a linha Tormenta, depois do limbo, já ganhou dois suplementos de peso (Panteão e o meu predileto, Área de Tormenta), além de uns quantos menores. Isso sem falar do 3D&T Alpha e, mesmo não sendo estritamente RPG, os livros-jogos e os romances de fantasia.
Se lançar “primos pobres” de suplementos gringos é um dos ingredientes para manter a bola rolando, por mim a impressão em cores e o papel lustrosinho podem pegar o pinga-pinga das cinco direto (ou nem tanto) pro inferno. Não é como se fizessem falta. Nesses tempos em que se fala se uma suposta “crise do RPG”, a postura que me parece mais apropriada é a de admirar o trabalho Jambô, por facilitar o acesso a títulos que, se feitos sob o “padrão Devir”, seriam mais caros e, por conseqüência, menos acessíveis.
(Tomei a liberdade de arrendondar os preços; R$79,90 é efetivamente R$80,00 e vocês sabem.)

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109 Resultados

  1. Metal Sonic disse:

    Conteúdo > Qualidade. E mesmo assim palmas pra Jambô, porque o papel interno é muito bom, a tradução é muito boa e o livro não desmonta como as versões nacionais do D&D 3.5…

  2. Se eu posso comprar um mais bonito, mesmo que eu tenha de pagar mais por isso, eu acho melhor. Se eu não tenho opção de fazer essa escolha, compro o mais feio, mas se puder SEMPRE escolherei o mais bonito.
    É como roupa. O princípio básico dela é me vestir, então se posso escolher, prefiro me vestir com uma roupa boa e bonita (ainda que cara) do que me vestir com qualquer coisa, só por que cumpre a sua função básica, que é me vestir!
    E olha que preço de roupa de qualidade e bonita nesse país é alto pra burro! Dá pra comprar até franquia do Mc Donald's com o preço de algumas calças jeans!

  3. Saoki disse:

    Concordo que qualquer método de tornar mais baratos os livros é válido. Eu mesma comentei no blog do Oooze que preferia que o papel fosse mais simples, a capa mole e o livro mais barato.
    Mas a verdade é que o modelo que se usa para vender o D&D é diferente do que se usa para vender um livro sem público cativo. Da mesma maneira que uma editora nacional pôde lançar um Watchmen que (somando tudo) sai por R$ 120,00 e esgotar a edição, enquanto que os quadrinistas nacionais penam para fazer alguém pagar R$ 3,00 por uma história fechada e de qualidade.
    Mercados são mercados, o mundo é capitalista e eu tenho certeza que a Devir não vai ficar com o D&D encalhado.

  4. Daniel Anand disse:

    Primeiro, um Big Mac custa 4 dólares nos EUA, e uns 8 reais aqui no Brasil, então sua lógica está meio falha nesse aspecto.
    Segundo, eu tenho um Mutant & Masterminds aqui na minha estante e vou te falar: faz diferença. Ainda mais num RPG de heróis, um livro todo colorido é muito mais bonito, dá muito mais o clima de aventuras de super-heróis. Se tivesse as duas versões em português, eu compraria a colorida, sem dúvida. Claro, concordo que conteúdo > apresentação, mas não dá pra dizer que é pura perfumaria.
    No mais, não entendi o porquê do rant, já que o que o Rey disse foi: a versão nacional é igual a gringa, diferente do M&M, que foi uma versão mais simples. O que é a pura verdade, uai. Não vi desmerecimento nenhum. O Davi do Rolando 20 comprou a versão nacional do M&M, by the way.

  5. Rey_Ooze disse:

    Modo Beakman On: Modo Beakman On:
    Fato: O livro de Mutants & Masterminds tem capa dura e é colorido.
    Fato: O livro de Mutantes & Malfeitores tem capa mole e é em PB.
    Fato: O Dungeons & Dragons americano tem capa dura e é colorido.
    Fato: O Dungeons & Dragons brasileiro tem capa dura e é colorido.
    Fato: A Wizards não permite que se traduza material sem um determinado padrão de qualidade.
    Beakman mode OFF
    Foi isso o que postei. O resto é especulação vossa e eu não vou entrar nessa pilha.
    Lamentável, só isso que tenho a dizer.

  6. Rey_Ooze disse:

    Lendo agora, quase apaguei meu comment e deixei só o do Anand falar por mim.

  7. Metal Sonic disse:

    "Se tivesse as duas versões em português, eu compraria a colorida, sem dúvida. Claro, concordo que conteúdo > apresentação, mas não dá pra dizer que é pura perfumaria."
    Opa, claro que para todos não é perfumaria. Mas ao menos pra mim, que sempre produziu muito material em folha de caderno, e tirei muitas xerox de suplementos de AD&D, eu prefiro um livro com visual mais básico e barato do que um belo… Embora ESPECIALMENTE pra M&M eu compraria uma versão nacional de luxo.
    Abraços!

  8. Metal_Sonic disse:

    E eu realmente gostaria de saber porque as pessoas preferem gastar R$240,00 para jogar a Quarta do que metade disso para usufruir do mesmo material. Ainda que fosse os livros importados, porque as versões nacionais do 3.5 desmontam MUITO fácil comparados aos livros dos US and A.

  9. Franciolli disse:

    Tenho os três livros da terceira edição em português e inglês e o único fato que faz os livros em português "desmontar mais rápido" é simplesmente o fato dele rodar mais nas mãos dos jogadores, que em muitas mesas nem olham para a versão americana quando a versão nacional está disponível.
    Conservação do material é fundamental.

  10. valberto disse:

    Modo Beakman On: Modo Beakman On:
    Fato: O livro de Mutants & Masterminds tem capa dura e é colorido.
    Fato: O livro de Mutantes & Malfeitores tem capa mole e é em PB.
    Fato: O Dungeons & Dragons americano tem capa dura e é colorido.
    Fato: O Dungeons & Dragons brasileiro tem capa dura e é colorido.
    Fato: A Wizards não permite que se traduza material sem um determinado padrão de qualidade.
    Beakman mode OFF [2]

  11. Gruingas disse:

    Olha, eu comecei a jogar RPG sem livro, só na base da folha de caderno mesmo (não tinhamos nem xerox de nada! inventavamos quase tudo!). Depois fui pro GURPS e só bem depois fui jogar D&D 3. Eu sempre achei os livros de D&D lindos e maravilhosos, ATÉ DEMAIS! Pra mim livro colorido em papel bom sempre foi pura perfumaria, eu não acho que o colorido dos livros adicione nada a minha experiência jogando. Mas é claro, é a minha opinião.
    Eu só comprei o M&M porque era barato, eu não conhecia o sistema nem sou muito fã de aventuras de super-heróis, mas acabei dando uma chance e hoje acho que ele funciona melhor que o GURPS como sistema genérico e pro meu estilo de jogo.
    Mas o problema é que a Wizards é marrenta. Por mais que a idéia de um D&D barato seja legal, simplesmente não vai rolar. Mas uma coisa indiscutível é que livro barato vende mais, se cada livro de D&D custasse 30 ou 40 reais garanto que tinha mais gente comprando. Mas os magos da costa não vão deixar.

  12. Lucas disse:

    Que piti do .20! O cara só disse a verdade. É a versão pobre da gringa.
    Se é pra vender barato, então vende em fascículos nas bancas!
    Eu, hein!

  13. Nume Finório disse:

    Desculpe, mas cês não tão fazendo tempestade em copo d'água não?
    Sei lá, acho que deram dimensões enormes pra um simples detalhe. Pra mim um simples comentário lá no Ooze chamando a atenção para esse detalhe era mais negócio pra ele e para nós. 😐

  14. Alessandro Güntzel disse:

    Eu comprei o M&M. Se fosse capa dura e colorido, e consequentemente mais caro, não o faria. Simples assim.
    Claro que gostaria de ter uma versão mais bonita, mas o preço inviabilizaria. Capa dura, cor e papel de qualidade não são frescura, só não são fundamentais.

  15. "A bola dentro da Jambô foi sacar isso e conseguir negociar uma versão de custo mais baixo, mais apropriado à nossa nação.'"
    Sinceramente? Grande porcaria.[2]
    Acredito que a Jambô faz isso,pois é uma empresa em "início de carreira", precisa de algo para manter seus clientes, e não é uma idéia genial oferecer produtos de preço equivalente ou mais caros desejando instabilidade no mercado nacional do Rpg, que é pequeno por si só, além do fato da Devir possuir as melhores marcas e já estar no mesmo mercado durante anos.
    Outra, tenho como preferência qualidade em todos os aspectos, desde conteúdo,ilustrações e ao material do Livro.
    Falando em conteúdo, citar Tormenta já é um erro e a DS que recebe tantos elogios por aqui é quase metade do preço do M&M, sendo apenas uma revista, seria melhor reduzir a "perfumaria" que em nada afeta o jogo em si (muito menos o "conteúdo" da revista).
    Lamentável, só (mais) isso que tenho a dizer. [2]

  16. Phil Souza disse:

    Calma ai, não é pra tanto.
    Os tópicos do Rey justificavam o valor do livro de D&D, ele não invalida o M&M que vendeu bem, pelo menos é o que vocês dizem. Eu estava pensando sobre isso hoje mesmo, foi uma sacada muito boa da Jambô, mas se incomodar com isso é desnecessário.

  17. Tek disse:

    Só digo uma coisa: "em desacordo com sua versão gringa" = "autorizado pela Green Ronin, depois de justificada a decisão de mudança nas características do livro, baseada na realidade do mercado local".
    Quer gostar do 4E, beleza é um direito seu. Mas que ficou com cara de desmerecimento, ficou.

  18. Gustavo Brauner disse:

    Sinceramente, eu não me importo muito se a Devir publica livros cuja qualidade física se aproxima daquela de seus originais. Fora o reflexo que isso tem no mercado brasileiro, não me faz a mínima diferença. Mas pelos mesmos motivos (o reflexo no mercado), me importo com o fato de que a qualidade do conteúdo desses livros nunca seja assim tão boa. Para não dizer horrível. A tradução é ruim, a revisão é ruim, e a diagramação é ruim. Ao ponto de alterar o material original (alguém lembra do ranger 3.5 da Devir? como se não tivesse mudado nada…). É uma pena que a Devir também não publique uma versão mais acessível (mais barata) para quem não pode desembolsar o valor de um livro de edição de luxo e/ou de alta qualidade, além do próprio livro de luxo/em alta qualidade (digamos, por exemplo, R$ 40,00 por uma edição e R$ 80,00 pela outra). E é uma pena maior ainda que a Devir nunca venha a público para dizer "sim, nós tentamos negociar uma versão mais acessível, mais adequada para os padrões financeiros brasileiros, mas fomos impedidos de fazer isso pela editora original" – exatamente o que a Jambô fez com Reinos de Ferro. E o mais irônico é: aqueles que dizem que preferem uma edição "cosmeticamente mais bonita" sequer tocam no ponto de o conteúdo dos livros da Devir ser (muito) inferior. Talvez porque não os comprem.

    • Jaime_Daniel disse:

      Quarto item do post
      http://blog.devir.com.br/2009/05/09/mago-o-desper
      E não foi só aqui que isso foi citado…

      • Gustavo Brauner disse:

        Jaime, esta é a primeira vez que vejo a Devir dar este tipo de informação. Se esta prática se tornar um padrão, afirmo com toda a certeza que o meu respeito pela editora paulista vai aumentar. Mas até onde eu vi (e, vou ser sincero, procurei por toda a página através do seu mecanismo de busca), esta foi a única vez que alguém da Devir veio a público e falou sobre um contrato com uma editora estrangeira e as exigências ou termos da mesma. E, por "vir a público", eu quero dizer escrever em um blog ou site da editora, anunciar em uma revista de RPG ou qualquer coisa assim. E eu aceito como "vir a público" a palestra das editoras no EIRPG ou em outro evento de RPG, mas, não, um bate-papo com seja lá quem for ou uma conversa informal e/ou casual. Mas, como eu disse, esta foi a única vez que vi a Devir dar este tipo de informação. Tomara que se torne um padrão desta editora.

        • Douglas3 disse:

          Gustavo, você NUNCA viu as Casas de Vidro? Já falamos desse assunto uma infinidade de vezes nesses fóruns (na RedeRPG e na Spellbrasil). O padrão de qualidade obrigatório da Wizards inclusive já foi citado em muitos blogs.

          • renatorecife disse:

            Douglas3, o problema das Casas de Vidro é que quem não estava nos fóruns da RedeRPG e da Spell ou não olhava com frequencia tava por fora, quando descobri esses tópicos eles já tinham sido fechados.
            O primeiro e único tópico da Casa de Vidro no Contatos Imediatos foi postado em Dezembro do ano passado, tem um comentário meu lá que desde fevereiro espera moderação, no que se refere ao Mundo das Trevas o blog é muito eficiente em deixar os mestres e jogadores cientes de como é feito o trabalho da editora e em que passo ele está, mas com D&D e outras linhas a maioria do público se sente abandonado pela editora.
            Admiro muito o trabalho que você fez com as Casas de Vidro, mas pra mim pelo menos não teve muita utilidade utilidade, pois quando as descobri já estavam desativadas.

    • Daniel Anand disse:

      Vamos ver como sai o D&D 4a edição em português. Se a tradução, revisão e a diagramação forem ruins serei o primeiro a criticar. Okeis, primeiro não, porque deve sair aqui antes, mas farei assim que der! 🙂
      De qualquer maneira, sempre fui muito feliz com meus GURPS da Devir.

      • Gustavo Brauner disse:

        E com os livros de Vampiro e dos outros títulos do antigo Mundo das Trevas? E com D&D (3.0 ou 3.5)? Você está feliz com a tradução, revisão e diagramção deles também? Só para constar: se disser que não faz diferença porque você não compra/usa/lê esses títulos, o que eu posso dizer é que só porque você não dá bola não quer dizer que o problema não exista.

        • Daniel Anand disse:

          Só posso falar do que tenho. Não tenho D&D 3.x nem Vampire em português, só GURPS. Um dos meus jogadores usava o livro do jogador 3.5 em português e nunca tive problemas com tradução, revisão ou diagramação. Meus jogadores não entendiam os Ataques de Oportunidade porque eles eram mal explicados em ambas as línguas! 🙂
          Também tenho vários quadrinhos da Devir, e gosto deles também.

          • Nume Finório disse:

            Os quadrinhos da Devir são legais, hoje fiquei namorando um tal de 12 razões para ama-lá que apareceu na banca. Acho que vou comprar amanhã. Também apareceu um Lobisomem: os Destítuidos com uns dadinhos, mas o livro tá danificado, os dados tão velhos e o preço é alto pra caralho mesmo pra mim (90 pila é um dia inteiro de trabalho, poxa!).

          • Tek disse:

            Eu só entendi o Ataque de Oportunidade quando o CF comentou comigo que não ficou claro em português, daí fui ver como estava em inglês.

        • danramos disse:

          Eu tenho os três livros 3.5 e tive pouquíssimos problemas a respeito, só consigo me lembrar de Imobilização (Trip) agora, mas nunca atrapalhou absolutamente nada pra mim e ninguém que conheço.

          • Tek disse:

            Acho que os maiores problemas eram o Trip e o Sunder.

          • Nibelung disse:

            Tinha também o pequeno problema que o bônus de inimigo predileto na versão nacional dava bônus no acerto e no dano, sendo que o correto é só no dano. E o texto descritivo do gnomo que foi copicolado do livro 3.0, sendo que ele mudou pra incluir tradição bárdica. E Sono, que afeta 4 DVs, mas no livro tá escrito que afetam 2d4 DVs (regra 3.0), e mãos mágicas que se movem a 415 metros por rodada (ok, esse dá pra ver que o certo é 4,5m :D)
            Mas são erros em um livro de 2004. Desde o Completo do Guerreiro que a Devir vem acertando bem a mão nos livros de D&D. Exceto em tabelas. O Draconomicon tá LOTADO de tabelas com diagramação mal-feita.

        • corvo da tempestade disse:

          "E com os livros de Vampiro"…aqueles onde "celeridade" se transformafa em "rapidez" e auspícios em "adivinhação"…a Devir começou muito mal, mas devo admitir: melhorou.

  19. Shido disse:

    D.Darkangellus, "melhores marcas", "citar Tormenta já é um erro" e coisas assim são pura questão de opinião. Eu, por exemplo, não considero nem de longe a Devir como detentora das "melhores marcas" — tanto que faz alguns anos que não compro nada dessa editora. Em relação à DS, a questão do preço é coisa da editora, a Escala, no caso. Quanto à qualidade geral, concordo quanto aos quesitos de informação — textos, ilustrações, diagramação; nos aspectos materiais, vejo importância mais reduzida (e, na verdade, só não fui ainda exclusivamente para os pdfs por me faltar um Kindle DX…).
    No geral, se o Rey diz que não houve qualquer traço, por mais infinitesimal que seja, de depreciação, eu acredito — o que ativa uma das minhas linhas iniciais ("posso ter me equivocado") e, nesse caso, o mais sensato a fazer é ignorar toda informação subseqüente que por ventura tenha se originado deste equívoco e extrair o que quer que seja bom do restante — como o fato de ser, sim, bacana a Jambô trazer livros em formatos mais em conta, o que significa economia de grana e a possibilidade de adquirir mais títulos.
    No mais, assim como meus comentários podem ter sido desnecessários, desnecessária também foi a comparação — não bastava simplesmente dizer "a edição da 4E da Devir será assim e assado" em vez de "a edição da 4E da Devir será assim, ao passo que a edição do M&M da Jambô é assado"? A forma escolhida gera um subtexto de depreciação de uma das partes e, isso sim, é deplorável, e muito.

    • Anand disse:

      Curioso que para quem não compra nada da Devir já faz anos, você é um dos maiores (ou pelo menos frequente) críticos… 🙂

      • Shido disse:

        Ei, nem sou. Raramente pronuncio o que seja sobre a Devir. Comprava bastante na época do WoD antigo (só me irritei com o Livro do Clã Gengrel que tinha umas imagens cheias de serrilhado…), e o último título que comprei foi o LdJ 3.5 (na verdade, troquei pelo Cruzada dos Feiticeiros que ganhei da minha irmã). Se eu falo alguma coisa, é sobre a seleção de títulos nos últimos tempos (que não me atraiu, aí eu não comprei), e só. (Tá, posso ter dito uma coisa ou duas por causa do não-lançamento do Arcana Evoluída, que eu tava a fim de comprar em português…)

  20. Ricardo Foureaux disse:

    Cara, só tenho uma coisa a dizer:
    Se fazer o livro mais bonito significa massacrar várias linhas de rpg, que tem os direitos comprados mas nunca são publicados, não quero nada mais bonito. Quero RPG em português, porque todo mundo tem direito a ler RPGs no Brasil.
    Tenho todos os Changeling: the Lost. Por que? Porque eles nunca vão sair no Brasil.
    Só tenho dois M&Ms gringos. Por que? Porque eu acredito que a Jambô vai lançar muitos suplementos. Todos em português eu tenho.
    E ponto final.

  21. Armageddon disse:

    E sem a menor dúvida: se a Devir tivesse lançado o D&D aqui em Preto e Branco teriamos um post igual (aqui ou em outro blog), só que ao contrário, reclamando que a versão nacional é inferior a gringa.

  22. A Jambô está posicionada no mercado com uma estratégia de venda sensacional. Ela quer ganhar no volume de compradores pois assim ganha duas vezes, não só financeiramente como no aumento de público, o que é positivo. Eu posso dar R$80,00 num livro mas fico bastante feliz em dar R$40,00 nos da Jambô, por N motivos. Um deles é a capacidade que eles tem de atrair o público. Pois saibam que a tradução do M&M foi largamente discutida no Fórum da Jambô juntamente com o público interessado. Isto se chama respeito. Não é a toa que a Jambô está muito bem, em todos os sentidos, e a Devir, penando.

  23. lamec disse:

    Eu não paguei 80 reais na 3.5 e concerteza não vou pagar na 4.0, prefiro continuar lendo os blogs que são de graça e sempre trazem informações boas para a minha campanha.

  24. arthimes disse:

    Kras eu gosto deste blog. Mas as vezes me parecem um tanto desnecessários alguns post…este foi um deles!!!!

  25. arthimes disse:

    PS: Se um dia for lançado uma versão em português do M&M com a qualidade da original eu vou comprar !!!!!!!!!!!!

  26. adao_pinheiro disse:

    Cada um gasta sua grana como quiser, mas eu não consigo imaginar em como uma imagem colorida faça mais diferença que uma em P&B numa partida de RPG.
    Por acaso alguém imaginava o Mundo das Trevas e todo o seu sangue e horror pessoal em tons de cinza por causa do livro P&B? Cadê a criatividade? Desde de quando se precisa de cores pra imaginar uma cena, quando ela vem de fato da descrição do mestre? Sei lá viu, daqui a pouco vão pedir pra deixar os desenhos mais caricatos, pra ficar igual à 99% dos RPG on-line da vida que tem por aí…

    • Daniel Anand disse:

      Cara, quantos gibis de super-heróis P&B você vê por aí com Super-homem, Mulher maravilha, Homem-aranha, Vingadores e os X-man? Se fosse outro estilo, concordaria 100%. O GURPS 3e que eu tenho em pt-br é 100% P&B e não perde nada com isso, mas o Blood of Heroes (evolução do MEGS) perde pacas.

  27. Griffith disse:

    Eu acho que a Jambo ganha em desparado da Devir, e antes da Devir ainda tem a Daemon, e no mais a 4 edição nem é lá grandes coisas imprimi todos os tres livros, eu e meu grupo jogamos até o nivel 12 qndo a ficha ja tinha umas 4 a 6 folhas por causa de um monte de poderzinhu de mmorpg, se a Jambo traduzir o pathfinder, ou então o Tormenta OGL se aproximar do Path a 4 nem é necessaria, e realmente cor de imagem NÃO afeta roleplay e nem sessão de jogo nenhuma, se qser ver imagem coloridinha vai joga WoW…..

    • corvo da tempestade disse:

      Onde você viu "poderzinhu de mmorpg" na 4ª edição???
      No caso do D&D 4.0 as cores são úteis porque elas não estão ali "só pra enfeitar", elas são um meio de organização: com uma rápida folheada, você vê quais os poderes "at will", os "enconters", os "diary" e "utiliy", e outras coisas.
      Claro, pagar 80 reais é uma opinião pessoal,afinal, qual a diferença entre uma roupa de 50 reais e uma de 150 ???

  28. Douglas3 disse:

    Sério mesmo. Se a Jambô discute a tradução dos termos com o público, "isto se chama respeito". Se eu discuto a tradução dos termos (como na Spell, na Rede e nas enquetes do D3System), eu não sei o que eu estou fazendo, não sei traduzir e estou passando a responsabilidade para o público.
    Ah, vai se fuder!
    #prontofalei

    • Nume Finório disse:

      Não é como se você fosse o único a sofrer com esse tipo de coisa, D3. É só lembrar da negada que ficava chiando “mimimi Tormenta infantil mimimi” e que depois d’O Inimigo do Mundo passou a brabar “mimimi Caldela violento mimimi”.
      Enfim, acho desnecessário todo esse clima que se criou aqui. Diabo, o preço do livro está bom, não deveria esse ser o foco? Pra que dar tanto destaque pra uma coisa tão pequena quanto um comentário de meia linha num post do Ooze? Isso que eu não entendo.

      • valberto disse:

        Refresca minha memória, mas não foi o .20 que deu destaque original a ele? Ou estou enganado?

        • Nume Finório disse:

          Olha que legal, agora o post do Shido virou a ‘opinião do .20’, me desculpe, mas isso não procede. É a opinião do Shido, membro do .20, que tem todo o direito de postar aqui, mas não representa a opinião dos outros membros.

          • valberto disse:

            Repetindo minhas palavras "mas não foi o .20 que deu destaque original a ele?" Eu não comentei em nenhum momento que o Shido ou que vc respoindiam pleo .20. Se alguém responde por aqui é o Tek que é o dono da bagaça. Partindo da sua premissa eu imagino então que as visitas provocadas pelo post do Shido vão para ele apenas e não para .20, certo?
            Se vc quer mesmo deixar claro que a opinião dos membros que fazem a .20 não saõ a a opinião do .20, faça como a bandirantes e coloque o aviso am algum lugar e não respondendo a algo que eu não disse.

        • Tek disse:

          É Valberto, dessa vez tenho de dar a razão pro Nume. Assim como no passado ele fez um comentário infeliz, de total responsabilidade DELE, o Shido fez um artigo expressando a opinião DELE.
          De acordo com a organização do site hoje, nenhum dos membros responde diretamente pelo site. Quando e se necessário, essa tarefa caberá a mim, e será de amplo conhecimento.

          • Frederick Vaz disse:

            Tek né por nada não mas o site não se responsabilizar por uma notícia publicada aqui não é meio estranho?
            Enquanto o Shido estivesse apenas fazendo um comentário sobre o post do Ooze ele estaria falando em nome dele. Mas quando ele vem no .20 e posta a notícia a coisa muda de figura, a notícia esta vinculada ao site.
            Acredito quando dizem que o .20 não tenha a mesma visão do Shido mas imagino que a melhor opção seria aceitar a responsabilidade e fazer um pedido de desculpas caso realmente o site não esteja de acordo com o que foi falado.
            Claro que aqui estou apenas dando minha opinião, afinal esta é a parte dos comentários, onde acredito que o Shido deveria ter colocado a opinião dele já que é distinta da opinião do site.

          • Tek disse:

            Cara, primeiro que não é uma notícia, é uma opinião. E é a opinião de alguém que escreve pro site, se fosse a opinião do site com certeza o próprio texto seria diferente.
            Não acho que seja difícil entender isso…

          • Frederick Vaz disse:

            Entendi sim. A partir de agora os posts do .20 vão ser considerados por mim apenas como opinião pessoal.
            Exceto quando postado por você, que é aquele que responde pelo site (o que torna a informação meio controvérsia mas entendido o recado ^^)

          • Tek disse:

            Engraçado que eu senti uma certa animosidade da sua parte, mas faça como quiser.
            Nós vamos continuar fazendo como sempre fizemos: a pessoa tem uma notícia ou algo a dizer que acha legal compartilhar com os leitores do site, ela publica.

    • Ainda tem a questão de educação, que pelo seu comentário, não precisa de nota! Meu caro tradutor, você precisa aprender a ouvir críticas! Faz parte do seu trabalho!

      • Douglas3 disse:

        Sério? Daniel, você não acompanhou as Casas de Vidro (mais de 87 páginas na versão original), não acompanhou as longas discussões sobre os termos traduzidos da 4ª edição (que ocorreram inclusive na Spellbrasil), duvido que tenha votado nas enquetes, e vem criticar o que não sabe? E eu tenho que aceitar isso com educação? Você nem sabe que eu era EDITOR e não TRADUTOR!
        Ah, vai se fuder de novo!

        • Você deve ser um frustado mesmo! Tradutor, editor, pintor ou seja lá que or que você gosta tanto de arrotar, é um frustado. Boa sorte senhor OR.

          • valberto disse:

            Ok, vou assumir que esta é a postura da página. Mas de boa, se é a postagem do Shido, deixa que ele lida com ela, oras… 🙂
            No mais é aquela velha discussão sobre carro com vidro elétrico e carro sem. Tem quem ache perfume, tem quem não viva sem… Eu prefiro e se puder pagar melhor ainda.

          • Douglas3 disse:

            Desisto. Como disse o Cobbi e o Svaldi, não vou alimentar uma briga desnecessária. Salomão, desculpe pela falta de educação no seu blog.

  29. Shin disse:

    Quanta cosia inutil hein? Desculpe isso.
    R$80 dividido em um grupo de 6 pessoas (5 jogadores + 1 mestre) sai por menos de R$20 para cada perssoa.
    Achou isso caro?
    Um jantar em uma churrascaria não sai por menos que isso. Um X-Salada + Refri + Batata Frita sai quase isso. Um cinema + refri + pipoca ULTRAPASSA isso.
    Se vc quer ser o mestre e dizer: "Os Livros são meus!" Aí terá que desenvolsar um pouco a mais, CLARO, pois além dos livros terá dados e etc.
    Um segundo ponto é "Valor Agregado", em Design (Curso Superior que faço) estudamos isso.
    Respondendo o "Corvo da Tempestade", Uma roupa de R$50 para uma roupa de R$150 tem valor agregado, ou seja mesmo que por um momento a roupa de R$150 possuiu algum tipo de estética/design, possui um material de melhor qualidade, e talvez suje menos (afinal material melhor também significa isso)…
    O mesmo acontece com RPG, ter um livro de Capa Dura irá estragar menos, assim como os livros coloridos tem o "valor agregado" (que falei acima), querendo ou não chama mais atenção. Eu comecei jogando em uma mesa onde só tinha Xerox (de AD&D), quando compramos o nosso primeiro livro colorido era quase um quadro de tão bonito.
    Meu ponto final é: "R$ 80 em um livro não é caro!"

    • saoki disse:

      Em qual cinema tu vai que sai mais de 80 reais uma sessão? Nossa. Se eu fosse tu só comprava DVD mesmo.
      E eu não conheço grupos que dividam o valor de um livro, mas parece uma idéia interessante. De qualquer maneira, valor agregada é uma coisa legal e tudo (também estudei um pouco de design), mas só se agrega valor a um produto depois de ter posicionado ele no mercado. Então pensem, o que a Devir quer dizer? Quem é o mercado deles, afinal?
      Definitivamente não as pessoas que juntam os trocos para comprar um livro, como eu (trabalhando de carteira assinada, mas nem por isso ganhando bem.)

  30. corvo da tempestade disse:

    Então as cores entram como "valor agragado" …agora a questão que se deve fazer é: vale apena "pagar mais" (as apasas estão ai pelo fato de que o preço é muito semelhante a edição em inglês) pela organização que elas trazem?
    Só senti falta de poder pagar, em reais, o DDI :'(

    • Nibelung disse:

      Eu pago o meu DDI em reais. Aparece na fatura do cartão o valor em reais e tudo o mais. A vantagem é que vale o dólar do dia que eu paguei, e não do dia do vencimento da fatura.
      Acho que você sente falta de não poder pagar sem ser com cartão internacional.

  31. YuriPeixoto disse:

    Olha, eu acho que "cada um lê com os olhos que têm".
    Achei esse rant todo desnecessário, dado todos os fatos supracitados. Cabe apenas um comentário sobre a "má qualidade" da Devir. Tudo bem, o ranger da 3.5 está errado, a tabela de armaduras, e etc. e tal?
    Mas e os livros novos? E os últimos livros? Livro do Aventureiro, Livro do Arcano, Livro do Jogador para Faerûn, Fortaleza do Pendor das Sombras??? Ninguém reparou no aumento da qualidade, e do esmero?
    Tais livros receberam inúmeras críticas posítivas justamente por saírem com um trabalho muito superior ao antigo "padrão de qualidade da Devir"…
    Reclamar da qualidade de livros antigos é o mesmo que continuar culpando a igreja católica até hoje pelos males da Inquisição… conversa velha, desatrelada do presente.

  32. Griffith disse:

    Poderzinhus de WoW sim, o wizard da quarta é sem duvida o mesmo do WoW até a imagem é um blood elf….
    bom se aqles poderzinhus necessitam tanto assim de cores, era melhor faze-los em cor e o resto normal igual eram os livros de shadowrun, e no mais um pathfinder ou mesmo um tormenta ogl fica melhor facilmente….
    Jamais pagaria 80 pratas num livro da quarta, o unico livro que paguei valor aproximado foi o Iron Kingdoms, que mesmo sendo em preto e branco, pra mim é o livro de rpg nacional mais primoroso de todos, o custo beneficio pra mim vlw, e nem preciso da "perfumaria"….

    • Corvo da tempestade disse:

      Qual "Poderzinhus de WoW " ???
      Eu me refiro a mecanica e não as imagens (não jogo WoW e não estou muito a fim de ficar caçando imagens no google pra comparar)
      Pessoalmente acho que Tormenta fica melhor na 4ª, combina mais com o estílo épico do jogo.
      " Iron Kingdoms"…" livro de rpg nacional" , imagino que queira dizer: "Livro traduzido", mas não conheço IK (nunca li o livro, mas ouvi falar muito bem do cenário)

  33. Tiago Lobo disse:

    Eu não achei depreciativo o comentário, mas vale ressaltar um ponto: é verdade que tanto a Wizards como SJ Games e White Wolf exigem um certo padrão de qualidade.
    O detalhe é que a Devir não segue esse padrão de qualidade. Algumas traduções são ruins e a gramatura de couchê que foi usada nas edições do D&D 3.0 e 3.5 é risível. A edição é ruim nos livros de D&D que eu acompanhava.
    Eu, sinceramente, não consigo imaginar um D&D softcover. Mas por 80,00 esse livro não vai vender nem 30% da tiragem, segundo meu achismo e opinião. Eu espero estar bem errado.
    Ah, e é possível negociar alterações físicas na edição de livros de todas as licenças que a Devir trabalha, sim. Vide Vampiros do Oriente e Idade das Trevas – que mantiveram o mesmo preço da sua versão hardcover com sua versão softcover.
    Então pra finalizar eu prefiro mesmo que a Devir mantenho preços altos por livro hardcover, pois ela cobra o mesmo preço pelas edições em soft…

  34. Guilherme disse:

    E aí pessoal,
    O Cobbi disse tudo. A galera curte uma flame, né? Mas não é o caminho galera. Não vou ficar repetindo o blá blá blá de sempre, que RPG é um hobby pequeno, que quem trabalha nesse mercado tem que se unir, etc. etc. etc., porque todo mundo aqui sabe disso.
    Sinceramente? O post do Ooze foi, sim, um pouco chato. Como o Cobbi disse, ele citou só um lado da história — no caso, só a desvantagem de um produto . Seria exatamente o mesmo que eu falar que o Livro do Jogador de D&D 4ª ediçção da Devir está caro (afinal, é o dobro do preço do Mutantes & Malfeitores), sem citar que ele é capa dura e colorido. Todo mundo tem o direito de expressar sua opinião… Mas respeito pelo trabalho alheio sempre vem (ou deveria vir) em primeiro lugar.
    Mas a coisa não aconteceu só por causa do Ooze; pelo contráiro, todo mundo aqui tem um pouco de culpa no cartório. Mas agora, é claro, não adianta ficar discutindo isso… o que adianta é começar a maneirar nas opiniões!
    De minha parte, não acho o preço do Livro do Jogador caro, considerando a qualidade gráfica dele. Caro eu acho os livros de medicina, economia e informática, que com uma qualidade gráfica porca custam até R$ 300,00 (e às vezes mais!). Sério, o pessoal é um pouco mal acostumado… Livro de RPG — tanto da Devir quanto da Jambô — no geral é muito barato! Se for procurar um livro no formato do Guia de Personagens dos Reinos de Ferro, por exemplo, ele certamente vai passar de R$ 100,00 (e o da Jambô sai por algo entre R$ 79,90 a R$ 89,90!).
    E quanto a parte de qualidade… Bem, esse é um conceito bem relativo. Vou dizer que, sim, os livros da Devir têm erros de tradução, revisão, edição… Que nem os da Jambô. E os da Wizards. E os da Green Ronin. E os da White Wolf. E os… Galera, nenhum trabalho é perfeito! Sei que isso pode parecer "Poliana" demais, e não estou em nenhum momento dizendo que o público não tem o direito de reclamar de um trabalho com erros — é claro que tem! Mas também, ficar só olhando os erros e lados ruins das coisas… é um pouco idiota, não?

    • Rey_Ooze disse:

      Guilherme, não é como se eu devesse explicações a quem quer que seja porém eu gostaria de deixar registrada a minha opinião de que: Eu não sou contra a Jambô ou qualquer outra Editora e nunca foi minha intenção desmerecer o trabalho de ninguém. O que ocorre é que meu foco naquele post era o Livro do Jogador e porque eu não achava aquele preço absurdo. Usei Mutantes e Malfeitores como contra ponto pois é um livro que eu tenho e que na hora me veio na cabeça como parâmetro. Não fiz um estudo sobre o caso do "Porque o livro é assim ou assado" pois não era o foco do post. Esse carnaval todo só aconteceu porque o .20, ou um de seus membros com o apoio de um dos donos, quis achar que eu estava falando mal da Jambo. Como se a editora precisasse de defensores e como se minha opinião fosse tão importante a este ponto. No fim, o que ficou parecendo é que tudo não passou de um puxa-saquismo chumbrega, quase infantil.
      Valeu e continue o bom trabalho. Estou ansioso para ler o Guia do Malfeitor que ganhei do .20 \o/
      =========
      Agora, quanto tudo o mais que o Shin ficou chorando e especulando sobre o que eu quis dizer ou não, sem comentários. Tá fazendo papel de ridículo sozinho e não precisa de mim pra expô-lo ainda mais.

  35. Guilherme disse:

    Ah, só mais um detalhe: ficar criando briga entre a Jambô e a Devir é infrutífero. A Jambô é uma das principais clientes da Devir há vários anos já, e vice-versa. A Devir distribui os livros da Jambô, a Jambô realiza todos os eventos da Devir no sul do país… E por aí vai.

  36. Filipi disse:

    Cara, na real, eu gosto de livros bonitos e de capa dura, justamente por durar mais dos que são capa mole e P&B. Agora, o fato de ser capa mole e P&B ajuda na hora de comprar, por que assim vou gastar menos dinheiro, ou seja, sobra mais dinheiro no final do mês para comprar outros livros. Vamos ser justos nisso aqui, certo? Capa mole e P&B pode ser um padrão inferior, mas é o mais acessivel, mais pessoas podem comprar, vou dar um exemplo que ocorre na minha mesa de jogo, estou mestrando Tormenta e TODOS os jogadores tem seus respectivos livros de Guia do Jogador de Tormenta além de outros suplementos. Eu não tenho de ficar emprestando o meu livro e nem ficar vendo o mesmo ser arregaçado pela mão de outros jogadores, logo ele ainda esta em perfeitas condições desde quando eu comprei. Agora o livro do jogador do D&D 3.5? Bem somente eu e mais um outro rapaz temos esses livros e de tanto usar eles já estão bem ferradinhos, já que poucos gastam cerca de 80 reais para comprar um livro desses. Outra coisa que pude notar é que mesmo o alto padrão de qualidade das editoras brasileiras é bem inferior ao padrão gringo, sei disso por que eu tenho um LdJ 3.5 em inglês e já usei ele bastante, rodou muito em minha mesa de jogo de forgotten e posso dizer que não está ferrado, ele esta usado sim, mas não tão fudido como a versão nacional. E antes que perguntem, sim, eu usei até mais o livro gringo do que o nacional, logo não foi por questão de uso.
    Eu penso que se for para gastar 80 reais ou mais em um livro desses, eu pago e espero um pouco mais para pegar a versão gringa. Vale a pena para quem esta disposto a gastar esse dinheiro.

  37. Gustavo disse:

    Douglas, agradeço a informação de que a Wizards impõe um padrão de qualidade obrigatório. Apesar de especular, nunca tive uma confirmação direta da parte de ninguém ligado a Devir, ou de qualquer outra empresa que negocia com a Wizards. Não acompanho nenhum dos fóruns mencionados – eles não são fóruns oficiais da editora, são? Entretanto, conheco as Casas de Vidro desde o começo do ano, procurando por notícias da Devir no Google (e, sim, eu também acompanho o site http://www.devir.com.br). Na época (janeiro ou fevereiro, não lembro com exatidão), a notícia mais recente de D&D 4E já tinha mais de um mês de idade. Hoje, devido ao seu post, voltei lá (e já tinha feito isso ontem, devido ao post do Jaime). Procurei por todo o blog usando a ferramenta "Buscar". Para não ser parcial, também li todas as notícias dos arquivos. Apesar de o Mundo das Trevas estar bem representado, as únicas notícias sobre D&D 4E continuam sendo aquelas mesmas de dezembro de 2008. Embora você mesmo tenha dito que o blog seria o "canal oficial de comunicação da Devir Livraria para as linhas Dungeons & Dragons e D20". Seja como for, repetindo o que eu disse para o Jaime, e assinando embaixo do que o renatorecife postou, tomara que a comunicação com o público se torne o padrão da editora. Mais editoras trabalhando bem é bom para todo o mercado.

    • Jaime_Daniel disse:

      Tem toda razão, Gustavo! As notícias deveriam ser dadas de forma oficial, e não por blogs de terceiros (como o meu). Mas há quem esteja tentando mudar as coisas, do lado de dentro e de fora.
      abçs!

  38. Cobbi disse:

    Sério? A coisa já degrindolou pra todos os lados… Ooze, dot20, Devir, Jambô, d3system, Jeremias, Chuck Norris… Temos que remar juntos, dammit. Ninguém sai ganhando com o tipo de discussão essa postagem suscitou (ok, o Chuck sempre sai ganhando, mas o Chuck é o Chuck). O foda é que agora não adianta chorar. Tirar do ar não é uma opção, continuar pra onde está indo só tende a piorar e criar picuinha desnecessária.
    Minha opinião? Começou com um vacilo do Ooze: ressaltar a desvantagem do M&M (produção & edição) sem sequer citar a vantagem dele (preço & estratégia). Um passo pra trás na crítica construtiva.
    Esquentou com o Shido pegando a carapuça no meio do limo e enfiando até o pescoço do dot20 (pelo que o Nume falou, sem esclarecer que essa era uma opinião exclusivamente dele).
    E agora a galera está "tomando lados", soltando palavrão e atirando achismos numa discussão esdrúxula de argumentos tendenciosos…
    A parte boa disso tudo? A piranha da Alexa já sabe em quem dar em cima esse mês. Já o efeito de sair com ela por aí por causa desses tipos de postagens e comentários… É outra história.

  39. arthimes disse:

    O que tá parecendo é que com a saída do 4ed e a conseqüente popularização do mesmo (não é tentativa de prever o futuro, é o que aconteceu com todas as edições até agora…e que está acontecendo no resto do globo…) uma certa editora vai ver parte de sua linha ignorada …
    E isto está mexendo com a "sanidade da galera" vide as lamentáveis opiniões de parte da equipe criativa da editora na revista dragonslayer (revista essa que n compro mais devido aos já citados comentários infelizes…)
    Agora um monte de fan boy vai começar a tacar as pedras…
    Bem, daqui a um ano eu volto a este tópico e veremos se mais um ogl vai sobreviver ao furacão 4ed.
    YOU CAN RUN, BUT YOU CAN'T HIDE…4ed IS COMING FOR YOU IN NEXT 23…HAHAHAHA

    • Tek disse:

      Dureza é agüentar esse povo sem cara.

    • Luiz AS disse:

      Cara, até onde me consta, expressar opinião, e consequentemente seguir atitudes por ela norteada, é um direito que todos tem. Igual ao teu de poder tanto desconsiderar o que não te agrada ou ir a luta.
      Mas discordar e apresentar argumentos contrários é uma coisa, descer a porrada e sair ofendendo as pessoas é outra beeeem diferentes. E foi isso que tu fez, acrescentando zero pro diálogo geral,
      Parábens Sr. Trolzinho!

      • arthimes disse:

        Eu não estou ofendendo ninguém…
        s
        O que relatei está realmente ocorrendo…vide dragonslayer nos últimos meses
        Mas, como previsto (eu sou um vidente!!!!!!!!) o ataque dos FB começou…
        ATÉ DAQUI A UM ANO PESSOAL!!!!!!!!!!!!
        DUST TO DUST…HAHHAHAHAHAHAAH

        • Kendi disse:

          "YOU CAN RUN, BUT YOU CAN'T HIDE" Com essa atitude infantil de fazer escândalo e sair correndo, não me surpreenderia se alguém não estivesse solteiro daqui a menos de UM ANO. Enfim, isso é meio off-topic…
          Se você observar bem, o tipo de público que aderiu ao D&D4ªEd não é exatamente o mesmo público que tem interesse pelo OGL. Não sou vidente, mas é fácil supor que a 4ªEd não vai afetar muito negativamente a Jâmbo ou outras editoras que aderiram ao OGL da 3ªEd.

          • arthimes disse:

            Quem est;á correndo? Atenha-se a discussão…
            Kra, ogl de fantasia medieval está fadado a ser esquecida devido ao lançamento da 4ed…Grande parte da linha da jambo enquadra-se nesta classificação.
            M&M deve perdurar…(embora uma revisãozinha nas pericias e talentos não faça mal algum…)
            Eu particularmente espero que com as mudanças na gsl, empresas como a jambo possam aderir a 4ed tbém. Ia ser foda poder mandar meu brutal strike em um gigante a vapor…rsrsrs

          • Rafael disse:

            Olá Arthimes,
            Vou te dar a real, na boa. Tu parece gostar de alguns de nossos produtos, e não gostar de outros. Sem galho, isso é normal. Por outro lado, não sei se tu tem noção, mas tu foi extremamente ofensivo na tua mensagem original. E nem adianda me chamar de fan boy; EU sou um dos caras que tu ofendeu pessoal e profissionalmente na tua mensagem.
            Tu não precisa acreditar no que eu tô falando, mas ninguém aqui está correndo da 4Ed. No Brasil, D&D tem seu público, Tormenta tem seu público. E existem até aqueles que jogam os dois (e, acredite, vai ter muita gente que vai usar 4Ed para alguns tipos de campanhas, e Tormenta OGL para outras).

          • Rafael disse:

            Torço para que D&D 4Ed vá bem, porque isso é bom para o mercado (e porque, como principal distribuidor da Devir na região sul, isso vai me dar muito dinheiro). Mas Tormenta não vai ser esquecido pela chegada da 4Ed, assim como não foi esquecido pela chegada da 3.0 nem pela 3.5. E nem quando sair a 4.5. Porque Tormenta é o maior cenário de fantasia medieval do Brasil, tem a linha mais longa de suplementos e, de longe, o público mais fiél, dedicado (e bacana) de todos.
            A equipe da DS tem todo o direito de manifestar sua opinião. Eles não gostaram da 4ed, nem das novas políticas da Wizards (assim como eu). Simples assim. Acreditar em uma visão paranóica de que a DS vai destruir a 4Ed, ou de que a 4Ed é o "deus-supremo" do RPG, e vai a todos conquistar (me lembro de ter ouvido isso das edições anteriores também), ou defender a 4Ed baseando-se apenas em criticar o trabalho dos outros me parece coisa de quem é muito inseguro em relação ao seu jogo preferido. Me parece coisa de quem precisa muito diminuir os outros para que seus gostos pareça maiores. Me parece, com certeza, coisa de fan boy.

          • arthimes disse:

            Rafael
            Peço desculpas por ter sido grosseiro. sua postura e a forma bem educada de realizar sua replica me mostraram que passei um pouco do ponto.
            O objetivo era indicar como o comentário original somado com outros comportamentos podem levar a conclusões como as que tive.
            Se o mercado conseguir absorve as duas linhas (ogl e 4ed) perfeito. Bom para todo mundo.
            Sempre acompanhei a DS assim como fazia com a DB (na prática, se eu ficasse com todas as revistas que compro teria cerca de 130…só de material do trio), porem a pustura atual anti-4ed me fezeram parar de comprar…e estamos falando de um hábito que eu tinha há 15 anos!!!
            Nunca gostei de tormenta, porém a leitura era agradável e sempre dava para aproveitar alguma coisa…porém a atual postura de criticas sem muita reflexão quanto a 4ed me irritaram profundamente.
            Retornarei a comprar a revista assim que a atual postura mudar…

          • corvo da tempestade disse:

            "Retornarei a comprar a revista assim que a atual postura mudar… "
            Então, sinto-lhe dizer que, você não vai mais comprar a revista.

          • shaka disse:

            "O objetivo era indicar como o comentário original somado com outros comportamentos podem levar a conclusões como as que tive"
            Cara, isso não fez muito sentido para mim. Como, exatamente, o comentário original te fez concluir que o 4D&D vai sumir com a OGL? Que fatos estão indicando isso?
            Críticas sem reflexão? Bom, até agora eu não vi nenhuma crítica do Trio que fosse tão descabida assim, mas se você der um exemplo e argumentar, a gente pode discutir.

          • corvo da tempestade disse:

            "Críticas sem reflexão? Bom, até agora eu não vi nenhuma crítica do Trio que fosse tão descabida assim"
            Duas que vem a cabeça, em nenos de um minuto:
            Matéria da DS: "Dez motivos para ficar com a 3ª Dez motivos para mudar para a 4ª edição"
            – "Motivo nº 10" (para continuar da 3ª): 4.0 não é D&D – em qualquer forumblog isso seria classifcado como "famboyismo".
            – Na mesma matéria: "4.0 não tem classe de prestígio" – Qualquer lida rapida no Players Guide, e um pouco de abstração, vé o quanto isso está errado: apenar de não ter o nome "prestige class" as "paragons class" são, essencialmente, a mesma coisa.
            E fato que o trio não gosta da 4ª edição (Não que eles estajam errados – afinal cada um tem seu gosto) e é igualmentete verdade que a revista DS é puro reflexo da opinião deles (isso eu acho errado, mas se eles querem assim, não vai ser eu que mudarei a postura deles).

  40. Griffith disse:

    Bom corvo da tempestade eu quis mesmo me referir a livro traduzido, o IK excelente, e quanto a quarta bom ela não é um furacão e não vai ser por um bom tempo, primeiro que ela não tem mecanica suficiente para adaptar varias situações, igual a 3.5, por exemplo o IK mesmo é um cenario que eu particularmente acredito que a 4ed não suporte, pq ela é mais um wargame do que um rpg propriamente dito…e desculpe meu comentario infeliz os poderes do "Rogue" que são de WoW, o mago só tem mesmo a ilustração do bloodelf, mas se vc gosta tanto da quarta, vai joga WoW vc vai tirar mais proveito, eu comecei no WoW dpois fui joga quarta, enfim xerox…

    • corvo da tempestade disse:

      Depois pego o D&D e vejo isso.
      Não disse que a 4ª edição e um "furacão" , só joguei ela 1 vez na vida, não é o suficiente pra dizer que gosto ou não. Só acho que esse cliche: "D&D virou WoW" não tem sentido, pois das 5 edições (D&D, AD&D, D&D 3.0, D&D 3.5, D&D 4.0) ela é o que tem o melhor livro do mestre: Uma pessoa que nunca mestrará não precisa nem tocar no livro (o que não ocorria nas edições enteriores). Vi muita gente "arlamada" com o fato do "guerreiro fazer magia' (nada mais longe da verdade) e, após um ano, não vi nenhum comentário a respeito da "união" da adolecencia das raças (todas chegam a adolecência na mesma época)
      Agora se a 4ª vai vingar ou não é uma coisa para o futuro: não irei faze previsões…

      • Tek disse:

        Vou ter de concordar nesse comentário do colega.
        Ainda não tive a oportunidade de jogar o 4E mas não gostei muito do que li, só que não fico tacando pedras como muita gente.
        E como jogador de WoW, ainda não vi a Heartstone, os Companion Pets, nem as raids 25-men (só pra citar 3 coisas).

  41. shaka disse:

    Cara, daqui a um ano, se eu lembrar de voltar aqui, vou rir tanto do videntezinho e suas previsões baseadas em factóides XD

  42. chikago disse:

    não sei pq tanto mimimi pelo preço. vcs tudo baixam em pdf mesmo, não importa se é 20 pila ou 80.

    • Tek disse:

      Putz, não sei quem é esse cara, mas tenho de admitir que ele mandou uma real. É bem por aí.

    • Metal_Sonic disse:

      Comment do Shaka = WIN. E eu acho pouco provável o Quarta desbancar a Terceira tão facilmente, ainda mais porque muita gente já deve ter dalho uma olhada nos PdFs que vazaram a mais de um ano.

    • corvo da tempestade disse:

      Temo duas coisas a dizer:
      A) Não sou muito fã de ler em PDF
      B) O player's é um livro que é muito usado em mesas: logo é melhor ter-lo no físico mesmo.
      No mais, concordo com você 🙂

      • Metal_Sonic disse:

        Corvo, eu também detesto ler em PdF, no máximo ler coisa pequena ou fazer consultas rápidas. E graças a PdFs piratas que eu comprei o M&M em Português, gostei do que li e resolvi comprar. Ao menos para mim, essa postura em relação a RPGs é assim…

  43. Frederick Vaz disse:

    Acho que vocês estão certinhos. Tem que defender o pão de cada dia.
    Pena que o D3 não faz o mesmo pela 4e quando comentários como o que rolou aqui sobre o monge acontecem.

  44. Bobby disse:

    Concordo em gênero, número e grau.

  45. shaka disse:

    Essa matéria não foi escrita por membros do Trio. Além disso, ela reflete a opinião de quem não gostou da quarta edição. Não é como se eles estivessem enfiando esses argumentos na goela dos fãs da 4ªedição. Tanto é que eles também colocaram a opinião de que é a favor do 4D&D.
    Se o povo acha que estão faltando elementos essenciais do jogo, é direito deles, assim como é o seu achar que o "espírito" do D&D se manteve. Quanto às classes de prestígio, não posso falar nada, já que não conheço, mas tem gente que não gosta de abstrair demais (vide o pessoal anti3D&T).
    E, na boa, achar errado que eles deixem clara a opinião deles na própria revista me parece meio incoerente. Toda publicação tem um ponto de vista, afinal, tudo que é feito por seres humanos tem um mínimo de parcialidade. Até revista de notícias e jornal tem, ora.

  46. Tob disse:

    pra quem achou 80 caro tem loja vendendo a 53.00

  47. Jorge Caffé disse:

    A cho desnecessário apenas esse nível de discussão. Se vc pode pagar 80 reais por um livro de RPG, muito bom. Se vc já conhece RPG, mas não pode pagar 80 reais, vc se reune copm o seu grupo, junta dinheiro, dá seu jeito, e compra o livro (muitas vezes foi assim comigo) Mas sse vc está apenas curioso em conhecer esse jogo, é um pouco assustador o preço de 80 reais por algo que vc não sabe se vai gostar ous e vai arrumar gente para jogar.
    RPGístas envelhecem, e por isso, muitos deixam de jogar. Tem que haver uma iniciativa barata para que o público se renove, senão teremos problemas no futuro…

  48. Denommus disse:

    Para quem não sabe: a WotC proíbe que D&D seja publicado abaixo do padrão imposto.
    Então, a Devir não pode fazer capa mole. Simples assim.

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