Mais falhas críticas!

Com o pessoal animado para escrever sobre as suas falhas críticas nos jogos, enquanto lia os posts dos participantes, relembrei de mais duas falhas críticas:
Campanha de supers
Estávamos nos túneis dos esgotos, abaixo de uma área bem movimentada da cidade.
Lutávamos com um monstro fortíssimo. O grupo realmente não estava dando conta da criatura e começamos a ficar desesperados.
Em um momento da luta, um dos personagens, um mago, teve a brilhante idéia:
“-Vou conjurar um demônio mais forte que essa criatura!”
“Ok!” – Disse o mestre.
Eis que surge um monstrengo gigantesco, que começa a destruir tudo ao redor, inclusive nosso inimigo inicial. Foi quando o mago reparou…
Se a gente não estava dando conta do monstro, o que a gente vai fazer com um monstro ainda mais forte?
Troca de tiros
Os personagens eram policiais e receberam uma chamada. Havia terroristas na estação rodoviária.
Ao chegarmos, os terroristas mega-armados (com aquela arma giratória mineiríssima do filme “Predador”) disparavam contra tudo e todos.
Jogador 1: Tem algum carro próximo?
Mestre: Tem.
Jogador 1: Vou buscar cobertura nele.
Jogador 2: Tem alguma coluna de concreto próxima?
Mestre: Tem.
Jogador 2: Vou buscar cobertura nela.
Jogador 3: Tem algum banco próximo?
Mestre: Tem… Mas são aqueles de plástico, onde a gente senta pra esperar o ônibus.
Jogador 3: Vou buscar cobertura nele.
Terroristas: Disparam em todas as direções, inclusive no banco de plástico, transformando-o, e tudo que estava atrás dele, em purê.

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3 Resultados

  1. Avoloch disse:

    uhuhhsuhsuhuh o banco de plástico
    uhauahu

  2. Fabio Moron disse:

    A do mago foi f***… hwuawa
    Tá certo q ele agiu com a melhor das intenções…
    Isso me lembra os Simpsons… tinham problemas com ratos, chamam cobras… problemas com cobras, chamam os leões… problemas com leões, chamam os gorilas…
    e assim vai 😀

  3. Alexandre disse:

    Ahahaha! Então, foi quase isso mesmo!
    Pra derrotar o bicho, a gente teve que desmoronar o quarteirão inteiro em cima dele.
    A próxima opção seria mudar a cidade para alguns quilômetros de distância. Ahahahaha!

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