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RPG e ciência

Segundo a International Roleplaying Society Magazine, em artigo do famoso pesquisador Paulo Roberto de Lima Torreão(*), ficou comprovada cientificamente a existência de 5 níveis de gravidade no vicio do RPG:
1- Leve:
Aquele no qual os jogadores se encontram religiosamente uma vez por semana, no entanto, caso o jogo não aconteça, tudo fica certo. Não existem sintomas de dependência facilmente identificáveis nesse nível.
“Ah… na próxima semana a gente joga.”
2- Moderado:
Aquele no qual os jogadores se encontram religiosamente uma vez por semana, no entanto, caso o jogo não aconteça, acontecem reclamações e pequena ansiedade.
Nesse nível, os sintomas de dependência começam a se revelar. Nota-se mal humor na data marcada para o jogo, além de pequena ansiedade.
“Aff, velho! Eu queria jogar!”
3- Médio:
Nesse nível, os jogadores se reúnem mais de 2 vezes por semana para jogar. As partidas costumam levar mais de 4 horas cada e alguns rpgistas podem desenvolver hábitos de criarem personagens de forma compulsiva.
Os sintomas desse nível envolvem aqueles do transtorno obsessivo compulsivo (TOC): Fazer personagens de forma compulsiva (tanto na forma de fichas de personagens, quanto desenhos dos mesmos), ler sem parar livros de regras, desenvolver combos com as regras ou passar horas na internet procurando por eles.
4- Avançado:
Como no caso 3, mas com a diferença de que, quando privado do RPG, o jogador perde sua coordenação motora e desenvolve tremedeiras e calafrios. O mau humor torna-se constante.
Além disso, alguns indivíduos estudados tiveram a perda do desejo sexual. Nesses casos, rituais de corte e acasalamento são cancelados para que o jogador tenha sua dose diária de RPG.
5- Abismante, colossalmente buraco profundo e infinito de onde não há mais volta:
O paciente faz fantasias de seus personagens favoritos e resolve aprender a falar élfico. Ele deixa de realizar atividades diárias – como estudar ou trabalhar – para jogar RPG…
…ou escrever um blog. 😛
(*) o “famoso pesquisador” joga GURPS comigo. O grande artigo se originou de um e-mail maneiríssimo que ele enviou ao nosso grupo.

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