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	<title>RPGista &#187; Tormenta</title>
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		<title>RPGista</title>
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		<title>Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armageddon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Arton]]></category>
		<category><![CDATA[JM Trevisan]]></category>
		<category><![CDATA[Ledd]]></category>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Oi. Meu nome é Marlon e eu não sou <em>italo-brasileiro</em>&#8230; bem, não totalmente.<br />
Eu estou aqui por que quero compartilhar com vocês que há três dias não leio uma única página de <a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong>Ledd</strong></a><strong></strong>.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Da versão impressa, ao menos.</p>
<p>Sério agora. Apresentações alcoólicas-anonimas à parte, como nosso amigo <a href="http://rpgista.com.br/author/dibenedetto/"><strong>Di Benedetto</strong></a><strong> </strong>ganhou um cargo no site oficial de <a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong>Ledd</strong></a><strong> </strong>para escrever as <strong><a href="http://www.leddhq.com.br/2012/02/04/analise-episodio-5-ganso-afogado-pt-1-contem-spoilers/">suas impressões</a></strong> em relação a história de forma semelhante à que ele fazia aqui no RPGista, vou acabar assumindo o manto de escrever os meus próprios palpites sobre a série, pra coluna não morrer de lordose. Assim prosseguimos com a tradicional &#8220;Impressões sobre Ledd&#8221; enquanto tento quebrar o recorde do site de trocadilhos infames num mesmo texto.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, em &#8220;homenagem&#8221; ao Benedetto, vou usar parte das análises do próprio como base pro nosso papo aqui.</p>
<p><em><a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong><img class="alignleft" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso01.jpg" alt="ganso01 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" title="Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" /></strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Peraê! Então você vai comentar os comentários do comentarista?!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É&#8230; vou sim.</p>
<p>Como talvez vocês já saibam, há alguns dias <a href="http://www.leddhq.com.br/archive/ep-05-pagina-01/"><strong>saiu o quinto episódio de Ledd</strong></a> &#8211; (a parte 01, a próxima só no fim do mês). O primeiro capítulo com o site novo, muito melhor para ler e reler, com o sugestivo nome de <em>Ganso Afogado</em>, bicho este cujo ilustre bico ilustra este post. Logo nas primeiras cenas vemos o protagonista despertando entre lençóis após um sonho conturbado em que nos é revelado um nome e uma sugestão do que rolou com ele antes de perder as memórias. Pelo jeito a vila de Ledd foi atacada <em>por alguma coisa.</em> O tal de Lohr tinha por obrigação proteger o povo enquanto Ledd enfrentaria o bicho que faz <em>Whossssh</em>&#8230; Mais alguém apostou numa baforada de dragão?</p>
<p>Como Ledd é o único sobrevivente e foi preso por ser o principal suspeito de ter destruído e matado a vila inteira, podemos supor que Lohr até era bem intencionado, mas ao mesmo tempo fracassou miseravelmente em salvar a galera. Os teóricos da conspiração de plantão também sussuram que, talvez, Lohr seja um vilão ainda por vir, o responsável pela &#8220;acusação&#8221; de Ledd. Mas claro, tudo isto não passa de especulação em torno de um único nome.  É cedo pra ter certeza sobre qualquer coisa.</p>
<p>De qualquer maneira, após o sonho, Ledd desperta e Drikka está ali. Um homem e uma mulher no mesmo quarto numa estalagem chamada Ganso Afogado?</p>
<p><img class="wp-image-14370 alignleft" title="Danado!" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso02.jpg" alt="ganso02 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> Danado esse Ledd, né não? </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O assunto polêmico só não virou <em>trending topic</em> no twitter por que algo chamou muito mais a atenção dos leitores: a arte! Talvez por ter tido mais tempo, liberdade ou confiança pra brincar com o próprio estilo, o desenhista <strong><a href="https://twitter.com/#!/LoboBorges">Lobo Borges</a> </strong>nos presenteia com uma riqueza de detalhes digna do roteiro que está sendo trabalhado. Aliás, se mais alguém estava todo curioso pra saber o que a Drikka viu na carruagem que explodiu , quem era aquele sujeito detonando tudo no último capítulo ou qualquer outra coisa? <strong>Esqueça amigão</strong>! A trama dá uma pausa após toda a ação raivosa dos últimos capítulos e corta diretamente para uma tranquila cena de taverna.</p>
<p>O roteirista <a href="https://twitter.com/#!/JMTrevisan"><strong>JM Trevisan</strong> </a>preferiu ao invés de explicar o que ficou no ar no último capítulo já, deixar tudo pra depois. Tudo! Além disso, uma série de outras indagações surgiram, além de novos personagens detalhando ainda mais o mundo de Arton.  Mais alguém achou que a coisa mais estranha do capitulo foi a falta da própria <strong>Golinda</strong>? (Alias, eu acabei a confundindo com a goblin <em>ACHACHA!</em> Achei que a goblin era a cozinheira.  Por isso eu caí pra trás e bati a cabeça no chão ao ler que Golinda era a esposa (!) de um paladino de Khalmyr humano (!!) chamado <strong>Holgar</strong>!) Alguém duvida que todo mundo vai colar no próximo capítulo buscando detalhes? Outro que merece ser mencionado: Ledd agora está com a roupa que nós conhecemos em algumas prévias do personagem mostradas aqui e ali, muito mais próximo aos estudos iniciais dele. O mesmo <em>quase </em>ocorre com Ripp. Ele ainda não carrega um manto preso às costas.</p>
<p><strong> Pontos Positivos</strong>: além da arte ter dado um salto de qualidade e o roteiro estar tão gostoso e natural de acompanhar que fiquei inconscientemente tentando pular a última página infinitamente até despertar do limbo de leitura e entender que o meio capítulo tinha terminado. Achei o casal divertido, especialmente por ter achado por um segundo que a Golinda era a a goblin (!!!) . O que diabos é aquelas carrancas que os sujeitos mostraram no salão? Alguma coisa relacionada ao rango da Golinda? Quero saber logo!</p>
<p>Porém, o ponto alto mesmo deste ato foi o flashback de Ripp, o mago. <strong>Ele tinha cabelo</strong>! E não era pouco, diga-se de passagem. Além disso, agora sabemos que ele foi um mestre da Ordem do Vazio e não um mero mago iniciante. As teorias do Benedetto levam pra um lado em que Ripp tenha sido privado de sua cabeleira em Hardorff, para que não pudesse fazer uso de mágica. Eu não vejo assim.  Continuo abraçado a teoria de que Ripp está totalmente ligado a qualquer coisa que tenha ocorrido com Ledd na vila destruída. E os cabelos dele dançaram nessa hora, talvez pra salvar a vida de ambos.</p>
<p><em><img class="wp-image-14372 alignleft" title="Será?" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso03.jpg" alt="ganso03 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ou bobiar o tal do Lohr é o próprio Ripp hehe</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pontos Negativos</strong>: NADA DE GUAXININJAS!</p>
<p>Claro que eles não estariam ali. O capítulo já estava concluído antes de alcançarmos a meta do milhar de seguidores.  Ainda assim, não resisti e procurei nos cantinhos (especialmente no boteco) para ver se encontrava algum shinobi procionídeo nas páginas.  Houve alguma reclamação quanto ao &#8220;corte&#8221; da história desta vez, mas não dá pra fazer milagre nesse sentido. Provavelmente, se houvesse uma página a mais, algum diálogo muito mais importante ficaria cortado, o que seria pior do que a pergunta que ficou no ar.</p>
<p>Só não fiquei tão curioso quanto a continuação por que todo mundo sabe que o melhor rango de Arton é pudim de ameixa&#8230;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>PARA TUDO</strong></span>!:  os <strong>Guaxininjas</strong> estão lá! Eu que não encontrei! XDXDXD</p>
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		<title>Mistério em Valkaria  [Gancho de Aventura]</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 17:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Di Benedetto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tormenta: RPG]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><div style="text-align: justify">
<div>
<p style="text-align: left">Atualmente, tenho mestrado uma campanha de <strong>TRPG</strong> para meus amigos que se passa na capital do Reinado, utilizando o excelente suplemento de Leonel Caldela, <strong>Valkaria: Cidade Sob a Deusa</strong>. Os PJs são membros da milícia e  apesar de rastejamento de masmorras e combate também estarem presentes em toda a coisa, as aventuras tem um foco mais investigativo, detetivesco.</p>
<p style="text-align: left">Inicialmente tinha pensado em escrever e postar uma versão da primeira aventura jogada pelo grupo.</p>
<p style="text-align: left">Acabei mudando de ideia.</p>
<p>Na verdade o que vou disponibilizar aqui é apenas o <em>plot. </em> Um mistério básico no melhor estilo do jogo de tabuleiro <strong>Scotland Yard.</strong></p>
<p><strong></strong>Deixo para que cada um crie uma inventiva resolução do caso, adaptando a trama para as necessidades de sua própria mesa.</p>
<p>Você pode ler o<strong> <a href="http://www.4shared.com/document/NJ7v4AYE/Mistrio_em_Valkaria.html?">texto</a></strong> para os jogadores em voz alta, parafrasear, ou se preferir, pode fazer como eu e imprimi-lo, utilizando-o como &#8220;prop&#8221; .</p>
<p>A folha A4, entregue aos jogadores,  passou a representar os pergaminhos que os personagens haviam recebido de um investigador chefe contendo o <em>briefing</em> da missão.  Com todas as pistas disponíveis no papel, fiz o PdM desejar boa sorte a eles  depois disso deixei que se virassem e quebrassem a cabeça para solucionar o mistério.</p>
<p>Pistas e pontos que eu julgava importantes fiz questão de destacar em <strong>negrito</strong>.</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: x-large"><strong>&#8230;.. </strong></span></p>
<p>E então mestre, você está perdido e não está conseguindo bolar uma solução interessante para o caso?</p>
<div>
<p>Quer uma pista?!</p>
<p>Se não quer, pare de ler por aqui.</p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong></strong><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong></strong><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong>.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-large"><strong>.</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>Desistiu? OK.</p>
<p>O plot dessa aventura foi <em>chupinhando</em> de uma HQ do <strong>Alan Moore</strong> chamada <strong>The Courtyard.</strong> Por sua vez, baseada em um conto de terror de <strong>H.P Lovecraft</strong>, &#8220;<em>The Horror at Red Hook</em>&#8220;.</p>
<p><a href="http://rpgista.com.br/2011/12/18/misterio-em-valkaria-gancho-de-aventura-2/the_courtyard/" rel="attachment wp-att-13409"><img class="aligncenter" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/12/The_courtyard-194x300.jpg" alt="The courtyard 194x300 Mistério em Valkaria  [Gancho de Aventura]" width="194" height="300" title="Mistério em Valkaria  [Gancho de Aventura]" /></a></p>
</div>
<div>
<div></div>
<p>Substituí os elementos <em>chtulescos</em> por coisas relacionadas aos lefeu, os demônios alienígenas da Tormenta, e &#8221;medievalizei&#8221; várias coisas.</p>
<p>Espero que isso sirva de ajuda!</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Spelljammer 3D&amp;T</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 12:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet RPGistas mais antigos talvez já tenham ouvido falar de Spelljammer, um dos cenários clássicos do velho AD&#38;D, e provavelmente o mais exótico e único dentre eles. Podemos descrevê-lo como o...]]></description>
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			<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://rpgista.com.br/2011/12/12/spelljammer-3dt/"  data-text="Spelljammer 3D&amp;T" data-count="horizontal" data-via="blogrpgista">Tweet</a>
			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>RPGistas mais antigos talvez já tenham ouvido falar de <strong><em>Spelljammer</em></strong>, um dos cenários clássicos do velho AD&amp;D, e provavelmente o mais exótico e único dentre eles. Podemos descrevê-lo como o que acontece quando você pega todos os clichês e paradigmas associados ao jogo e os joga para o espaço, espalhando-os em meio às estrelas. Ou, como um um pôster desmotivacional da internet descreveu melhor:</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://rpgista.com.br/2011/12/12/spelljammer-3dt/spelljammer/" rel="attachment wp-att-13300"><img class="aligncenter size-full wp-image-13300" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/12/spelljammer.jpg" alt="spelljammer Spelljammer 3D&amp;T" width="448" height="358" title="Spelljammer 3D&amp;T" /></a></p>
<p><em>Spelljammer</em> não é tanto um cenário, no entanto, quanto um gênero em si, a verdadeira fantasia espacial. Suas naves interplanetárias não funcionam com tecnologia, mas através de magia; e o seu espaço selvagem não é regido pelas leis da nossa física, mas sim as da fantasia, com direito raças impossíveis e monstros em escala cósmica. Você sequer precisa usar necessariamente os cenários sugeridos nos livros básicos – pegue o seu cenário de campanha favorito, pode ser mesmo Arton, jogue um leme de navegação no tesouro de um dragão, explique aos jogadores como funciona, e veja-os se lançarem em direção aos céus para explorar mundos desconhecidas.</p>
<p>Se ainda é difícil imaginar, existem pelo menos dois videogames recentes que podem dar alguma idéia de como funciona. O primeiro é <strong><em><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2010/06/22/rogue-galaxy/" target="_blank">Rogue Galaxy</a></em></strong>, um dos últimos RPGs lançados para o <em>Playstation 2</em>, e que possui como tema justamente viagens interplanetárias em um mundo de fantasia, com direito a piratas espaciais e todo o resto. E o segundo é a série <strong><em>Kingdom Hearts</em></strong> - a forma como Sora e seus companheiros viajam entre os mundos dos filmes Disney, navegando com uma nave por entre pequenos planetóides, lembra bastante o conceito de espaço selvagem e as esferas de cristal de <em>Spelljammer</em>.</p>
<p>Em todo caso, as linhas a seguir tentam explicar os conceitos básicos do cenário, bem como oferecer algumas guias de como usá-los no 3D&amp;T Alpha. E no final, apresento um pequeno rascunho de como você pode transformar o mundo de Arton em uma esfera de cristal de <em>Spelljammer</em>, levando a sua campanha de Tormenta até a fronteira final.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://rpgista.com.br/2011/12/12/spelljammer-3dt/spelljammer2/" rel="attachment wp-att-13301"><img class="aligncenter size-full wp-image-13301" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/12/spelljammer2.jpg" alt="spelljammer2 Spelljammer 3D&amp;T" width="420" height="191" title="Spelljammer 3D&amp;T" /></a></p>
<p><strong>As Embarcações Espaciais</strong><br />
O espaço selvagem de <em>Spelljammer</em> é explorado através do uso de embarcações mágicas especiais. Em um primeiro momento, elas são muito parecidas com navios comuns, tendo o mesmo formato e arquitetura básicas. Na verdade, muitas destas embarcações foram mesmo construídas para uso em mares e oceanos, e apenas posteriormente tiveram instalados o seu leme de navegação.</p>
<p>O leme de navegação é o item que torna as viagens espaciais possíveis. Trata-se de um assento especial, que pode ser tão simples como uma cadeira ou tão vistoso quanto um trono, que deve ser usado por um personagem com poderes mágicos (ou seja, que possua pelo menos uma Escola de magia), e através do qual a embarcação em que ele se encontra adquire a capacidade de entrar em velocidade de cruzeiro e viajar entre as estrelas. Muitas campanhas no espaço selvagem começam com a descoberta de uma embarcação naufragada com um leme de navegação por um grupo de aventureiros em um mundo de fantasia mais clássica, que deverão então entender como ele funciona para lançarem-se rumo à última fronteira (ou, alternativamente, ativando-o por acidente e lançando-se aos céus, e tendo então que arranjar uma forma de voltar ao seu planeta…).</p>
<p>Como regra geral, um leme de navegação requer o gasto de 5 PMs para ser ativado, que ficam “presos” nele, como em uma magia sustentável. Ao fazer isso, o mago expande a sua consciência para toda a embarcação, e passa a senti-la como se fosse parte do seu próprio corpo, se tornando capaz de converter suas energias em força motriz para movê-la e manobrá-la. Na prática, ele se torna capaz de comandá-la através da manobra Comando de Aliado, como um veículo comum. No entanto, ele não pode controlar o seu corpo nem lançar qualquer feitiço enquanto está com o leme ativado, pois o controle do navio requer concentração total de sua parte; pode apenas conversar e se comunicar com os seus companheiros a partir do seu local de comando.</p>
<p>Um leme de navegação é criado a partir da magia <em>Criar Leme de Navegação</em>, descrita adiante. Alternativamente, para adquirir um leme já construído, o seu custo é de 10 PEs é para cada ponto de Resistência do navio em que será usado – assim, um leme de navegação capaz de comandar um navio de R3 custaria 30 PEs. Lemes especiais e únicos também podem existir, conferindo certas habilidades ao navegador como o uso de ataques especiais, bônus nos testes de navegação, etc. Entre estes está a lendária <em>Coroa das Estrelas</em>, um item especial raríssimo muito desejado por pilotos, por permitir que ele se mova e realize outras ações mesmo enquanto comanda uma embarcação.</p>
<p>Os navios, como veículos comuns, são adquiridos e construídos pelos jogadores através da vantagem Aliado. Normalmente pertencerão à escala <em>Sugoi</em>, já que são veículos de grande porte; mas podem existir também desde <em>Ningen</em> (pequenos botes salva-vidas) até <em>Kami</em> e superiores (grandes naves do tamanho de cidades, ou que podem mesmo ter cidades dentro delas!). O <em>design</em> das naves sempre foi considerado um dos pontos altos de <em>Spelljammer</em> - desde as naves-plantas comandada pelos elfos até os moluscos espaciais dos <em>illithids</em> (ou devoradores de mentes), passando pelas montanhas voadoras dos anões, naves diversas inspirados em peixes e insetos, e todo tipo de conceito bizarro aí pelo meio. Faça uma <strong><a href="http://www.google.com.br/search?client=safari&amp;rls=en&amp;q=spelljammer%20ships&amp;oe=UTF-8&amp;redir_esc=&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;tbm=isch&amp;source=og&amp;sa=N&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wi&amp;biw=1920&amp;bih=996" target="_blank">pequena visita ao <em>Google Images</em></a></strong> se precisar de inspiração.</p>
<p>O mundo de <em>Spelljammer</em> também assume que a gravidade funciona de forma um pouco diferente do que no nosso universo. Qualquer corpo, por menor que seja, gera gravidade suficiente para manter uma pequena atmosfera em torno de si por alguns segundos – mesmo uma pessoa de tamanho mediano lançada no espaço ainda terá ar para respirar por cerca de 2d turnos. Quanto maior o corpo, é claro, maior a gravidade gerada, de forma que é possível mantê-la por um período maior. Assim, um navio, como regra geral, possui uma atmosfera com ar suficiente para sustentar a sua tripulação por três meses no espaço, sem aportar em um planeta maior, para cada ponto de Resistência que possua. Certos navios com características especiais, no entanto, como as naves orgânicas dos elfos, podem ter um período de autonomia até duas vezes maior.</p>
<p>Se esta física de fantasia o incomodar, é claro, você pode assumir que este é apenas outro efeito mágico do leme de navegação. Desde que ele esteja ativo, essa atmosfera ao redor do navio se manterá, permitindo à tripulação sobreviver. Desta forma, cada embarcação teria que possuir pelo menos dois navegadores treinados, que se alternariam no comando enquanto o outro está descansando e recuperando as energias.</p>
<p>Por fim, para todos os efeitos, você pode considerar que o ambiente do espaço selvagem não é muito diferente do ambiente de mares e oceanos. Como nas grandes navegações do passado, temos aqui aventureiros corajosos que se lançam em jornadas rumo ao desconhecido, expandindo as fronteiras da civilização para além do horizonte dos seus planetas. Você encontrará lá desde piratas e corsários até exploradores e mercadores, além de monstros fantásticos e planetas exóticos habitados por povos desconhecidos. As próprias batalhas entre as embarcações costumam acontecer de forma parecida às de navios em alto mar, com salvas de tiros de canhão, tentativas de abalroar a nave adversária, e abordagens para render a tripulação inimiga.</p>
<p>Portanto, você pode considerar que qualquer kit do <em>Manual do Aventureiro</em> que envolva mares e oceanos de alguma forma existirá também em versão espacial, fazendo, é claro, os ajustes necessários – um Pirata Espacial, por exemplo, deverá ter Arena (espaço) ao invés de Arena (água). Se tiver acesso às regras para combate de embarcações da <em>Revsita Tormenta #6</em>, pode ser interessante testá-las em jogo também.</p>
<p><strong>Nova Magia:</strong> <strong>Criar Leme de Navegação</strong><br />
<strong>Escola:</strong> Branca, Negra ou Elemental<br />
<strong>Custo:</strong> 10 PMs por ponto de Resistência do navio<br />
<strong>Alcance:</strong> curto; <strong>Duração:</strong> sustentável</p>
<p>Esta magia raríssima permite ao mago encantar um assento comum e assim criar um leme de navegação temporário. Costuma ser usada em emergências, quando o leme de navegação de uma embarcação é inutilizado; ou, em conjunto com <em>Permanência</em>, para criar novos lemes permanentes. A quantidade de PMs gastos definirá o tamanho máximo da embarcação que ele é capaz de comandar, o que, grosso modo, é definido pela sua Resistência – assim, para criar um leme capaz de navegar um navio de R3, por exemplo, seria necessário gastar 30 PMs.</p>
<p>É importante lembrar também que este valor não inclui o custo para ativar o leme. Ou seja, caso seja o mesmo mago que o esteja criando que deverá comandá-lo, ele deverá gastar ainda outros 5 PMs para fazê-lo.</p>
<p><strong><a href="http://rpgista.com.br/2011/12/12/spelljammer-3dt/spelljammer3/" rel="attachment wp-att-13302"><img class="size-full wp-image-13302 alignright" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/12/spelljammer3.jpg" alt="spelljammer3 Spelljammer 3D&amp;T" width="283" height="400" title="Spelljammer 3D&amp;T" /></a>As Esferas de Cristal</strong><br />
O universo em <em>Spelljammer</em> é formado pelas chamadas esferas de cristal. Esta é uma concepção inspirada em antigos mapas cosmológicos medievais, segundo os quais a Terra seria o centro do universo e os outros astros girariam em torno dela presos por redomas cristalinas. <em>Spelljammer</em> considera que tais redomas de fato existem, mas de forma um pouco diferente – cada esfera corresponde a um universo próprio, com seus próprios planetas, estrelas e astros em geral.</p>
<p>Nos livros oficiais do cenário são descritas três esferas de cristal, que correspondem aos três cenários de AD&amp;D existentes na época: <strong><em>Realmspace</em></strong>, onde se localiza Toril, o mundo de <em>Forgotten Realms</em>; <em><strong>Dragonspace</strong></em>, onde se encontra Krynn, cenário de <em>Dragonlance</em>; e <strong><em>Greyspace</em></strong>, onde encontramos Oearth, planeta principal de <em>Greyhawk</em>. Pode-se imaginar, no entanto, que dezenas de outras existam, correspondentes a quaisquer outros cenários de campanha possíveis – de Titan (o mundo de <em>Aventuras Fantásticas</em>) a Arton, passando por Artas (<em>Dark Sun</em>), Mystara, Tagmar, e talvez até mesmo a Terra de Santa Cruz (de <em>O Desafio dos Bandeirantes</em>) ou a Terra-Média, além, é claro, daquele cenário de fantasia genérico que você criou para os jogos do seu grupo.</p>
<p>O raio de uma esfera de cristal costuma ter o dobro do raio orbital do seu corpo celestial mais externo – ou seja, este último corpo fica exatamente à mesma distância do centro da esfera do que do seu limite. A fronteira da esfera é marcada por uma grande redoma cristalina, intransponível por meios normais; você pode considerá-la como uma muralha de R10 e A10 em escala <em>Kami</em>, o que quer dizer que mesmo uma grande embarcação com armamento pesado terá sérias dificuldades em perfurar um buraco grande o bastante para transpô-la. Formas conhecidas de ultrapassá-la, no entanto, incluem feitiços como <em>Teleportação</em> ou <em>Porta Dimensional</em> quando lançados próximos a ela; portais naturais que se abrem temporariamente em pontos aleatórios da sua superfície; e certas criaturas e embarcações especiais com o poder natural de criar portais, como alguns dragões espaciais ou a lendária <em>Spelljammer</em>, um gigantesco navio espacial com o formato de uma arraia.</p>
<p>Viajar dentro de uma esfera de cristal é simples, e requer apenas uma embarcação bem equipada com o seu leme de navegação, com o qual você pode explorar seus planetas e astros diversos. Esse é o “espaço selvagem”, como é chamado, e é onde ocorre a maioria das aventuras, enquanto os personagens viajam em suas embarcações de planeta em planeta, encontrando piratas, monstros espaciais e o que mais houver entre eles.</p>
<p>Entre as esferas, no entanto, o espaço é preenchido pelo <em>phlogiston</em>, um grande oceano multi-colorido formado por uma espécie de éter altamente inflamável. Ele forma grandes rios e correntezas de densidade variável, por onde as embarcações podem navegar no seu caminho de um universo a outro. De maneira geral, quanto mais densa é a correnteza, mais rápido a embarcação se moverá. Ele também emite uma certa luminosidade natural, o que é um alívio para os tripulantes que se arriscam a navegá-lo – afinal, dada a sua natureza, mesmo a pequena chama de um fósforo aceso é o suficiente para causar uma explosão, de forma que velas e lamparinas devem ser apagadas antes de adentrá-lo para evitar acidentes indesejados. Você pode usar as regras do feitiço <em>Explosão</em> nestes casos, considerando a quantidade de PMs gastos relativa ao tamanho da chama, de 2 PMs (uma pequena vela) até 10 PMs (uma grande fogueira).</p>
<p>As esferas surgem no <em>phlogiston</em> como grande bolhas no oceano, e também se movem por ele levados pela correnteza. Isso significa que as posições relativas entre elas podem mudar com o tempo, e o fato de que você passou por uma na viagem de ida não significa que a encontrará no mesmo lugar na volta. Felizmente, quando duas esferas começam a se aproximar demais, a densidade do <em>phlogiston</em> entre elas também aumenta, funcionando como uma espécie de almofada e evitando uma colisão.</p>
<p>Não é possível usar qualquer tipo de magia de teleportação planar ou inter-dimensional quando dentro do <em>phlogiston</em> ou para dentro dele; a única forma de entrar ou sair é atravessando a superfície de uma esfera de cristal. Mesmo itens mágicos que utilizem magias de natureza semelhante em escala reduzida, como uma sacola que utiliza um bolsão dimensional para aumentar o seu espaço disponível, não funcionam corretamente quando dentro dele, tornando impossível ter acesso ao seu conteúdo durante a viagem.</p>
<p>Por fim, é importante lembrar que o poder de deuses e entidades semelhantes de maneira geral acaba no limite da sua esfera de cristal. Além dela, clérigos, paladinos e demais personagens cujo poder vêm do seu contato com eles sofrem sérias restrições: não podem usar seus poderes concedidos, e tem seu limite de PMs gastos por magia reduzido a Hx2, ao invés de Hx5. Um clérigo com H3, por exemplo, ao viajar para além do alcance do seu deus, só poderia usar feitiços que gastassem até 6 PMs, e não até 15 PMs como ocorre normalmente.</p>
<p><strong>Montando a sua Esfera de Cristal</strong><br />
Cada esfera de cristal deve ser montada como um universo compacto, com seu próprio sol, estrelas, planetas, etc. Lembre-se, no entanto, de que nós não estamos no nosso próprio universo, mas no de um cenário de fantasia, que possui suas próprias leis internas – logo, não é necessário se preocupar com as leis da astronomia verdadeira, organizando o seu mundo da forma que lhe parecer mais interessante.</p>
<p>Por exemplo, por que todo cenário precisa seguir o modelo heliocêntrico, com o sol no centro e os planetas girando no entorno? Você poderia, ao contrário, se basear em mapas cosmológicos medievais, com a Terra no centro do universo e todos os astros, incluindo o sol e as estrelas, na sua volta – nos livros oficiais de <em>Spelljammer</em>, inclusive, é assim que é descrito a esfera de cristal de <em>Greyhawk</em>. Criaturas cósmicas diversas também poderiam ter seus sistemas planetários, como <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2010/03/14/cacada/" target="_blank">dragões do tamanho de estrelas</a></strong>, ou pequenas galáxias e nebulosas tecidas por aranhas espaciais, ou diversas outras possibilidades.</p>
<p>Os próprios astros, sobretudo os planetas, também podem ter composições diferentes. Os livros originais de <em>Spelljammer </em>sugerem que eles sejam classificados de acordo com os elementos: astros feitos de <strong>terra</strong> seriam os planetas rochosos, como Mercúrio, Vênus ou Marte; os astros de <strong>ar</strong> seriam os gigantes gasosos, como Júpiter, Netuno ou Saturno; os astros de <strong>fogo </strong>seriam as estrelas, incandescentes e luminosas; e os de <strong>água</strong> seriam feitos primariamente de líquidos diversos – a própria Terra poderia ser um exemplo, visto que 3/4 da sua superfície é formada de oceanos e lagos, embora ela também possa ser classificada como um astro da terra (já que o seu núcleo, tecnicamente, é rochoso). Um quinto tipo sugerido seriam ainda os astros de <strong>plantas</strong>, que seriam algo como grandes planetas cobertos por vegetação, com uma fauna e flora extremamente diversificada que vive em simbiose quase perfeita, como um grande organismo vivo.  Cada tipo influencia a composição do ambiente e da atmosfera do planeta, além dos seus habitantes, que possuem características diferentes em cada caso.</p>
<p>Você também pode, é claro, se apropriar de elementos mais exóticos, de acordo com o tema do seu cenário. Em um cenário oriental, por exemplo, os astros poderiam ser classificados como feitos de <strong>terra</strong>, <strong>água</strong>, <strong>fogo</strong>, <strong>metal</strong> ou <strong>madeira</strong>, os elementos da cosmologia chinesa. E a própria Magia Elemental do 3D&amp;T apresenta um quinto elemento, o <strong>espírito</strong>, que poderia dar origem aos seus próprios astros particulares.</p>
<p>Em todo caso, lembre-se de que o grande atrativo de uma campanha em <em>Spelljammer</em> é explorar os diferentes planetas em cada região. Crie ambientes exóticos, e preencha-os com raças de fantasia clássicas ou invenções totalmente novas – um planeta coberto por uma grande selva, por exemplo, poderia ser habitado por grandes nações élficas, homens-tigre selvagens de organização tribal, árvores inteligentes anciãs, ou tudo isso junto. E, é claro, o próprio espaço entre os planetas também não é exatamente pacífico; piratas <em>drow</em>, escravocratas <em>illithids</em>, conquistadores <em>neogi</em>… Há muitos perigos a serem enfrentados no espaço selvagem!</p>
<p><strong>A Esfera de Cristal Artoniana</strong><br />
Para dar um exemplo prático, vamos montar uma esfera de cristal para Arton, o cenário mais conhecido de 3D&amp;T.</p>
<p>Inicialmente, temos que escolher uma estrutura básica para o nosso sistema planetário. Faremos um sistema heliocêntrico, centrado no sol e com os planetas girando em torno dele? Seria uma opção simples, e que nos permite seguir mais ou menos o mesmo desenho do nosso sistema solar. Por razões que devem ficar claras mais adiante, no entanto, acredito que uma opção mais interessante seja um sistema geocêntrico, em que Arton ocupa o centro do universo conhecido – entre outras coisas, era o sistema mais aceito no período medieval, que, grosso modo, ainda corresponde à caracterização oficial do cenário.</p>
<p>Resolvido isso, temos que decidir como serão dispostos os outros astros do mundo. O que será o nosso sol? Muitos povos artonianos, como os Sar-Allan do Deserto da Perdição, acreditam que o astro é o próprio Azgher, o deus-sol artoniano. Podemos aproveitar essa crença, dando a ela algum fundo de verdade – o deus poderia ser, por exemplo, alguma criatura cósmica real, que circunda os céus artonianos.</p>
<p>Me parece mais interessante, no entanto, aproveitar outra característica da cosmologia artoniana: os reinos dos deuses. Sim, se Arton possui, além do seu cenário principal, vinte outros cenários mais ou menos bem definidos, ligados a cada um dos deuses, por que não aproveitá-los? Daria todo um novo significado à idéia de “deuses alienígenas”, não? Assim, o nosso sol poderia ser simplesmente o astro correspondente a <strong>Solaris</strong>, o reino de Azgher: um planetóide tão brilhante que a sua luz ofusca todos os outros planetas divinos durante o dia, quando ele sobrevoa os céus do continente.</p>
<p>O segundo astro que temos que definir é a lua. Em Arton, ela é associada à Lena, deusa da vida – é um presente da divindade para os seres vivos artonianos, permitindo a eles um mínimo de iluminação durante as noites de Tenebra. Podemos aproveitar novamente esta crença, assim, e associá-la diretamente com <strong>Vitália</strong>, o seu reino divino.</p>
<p>Alguns podem perguntar por que não associar a lua, que é um astro noturno, à Tenebra, a deusa das trevas e da noite em Arton. Em parte isso ocorre para nos mantermos fiéis ao material oficial, que a associa a Lena; no entanto, também seria um pouco estranho transformar o reino de Tenebra em uma fonte de luz. Pode ser mais interessante, ao contrário, imaginá-lo como um planetóide escuro, que não pode ser visto a olho nu no céu noturno: a única forma de percebê-lo é quando, aproximadamente de mês em mês, a complexa movimentação dos seus epiciclos o coloca entre Arton e a lua, bloqueando a luz da segunda. Assim, explicamos também as fases lunares.</p>
<p>Podemos explicar os eclipses de forma semelhante. Os solares não requerem grande imaginação, e ocorrem quando os epiciclos de <strong>Sombria</strong> o colocam temporariamente à frente do sol durante o dia. Já os lunares podem vir da presença de um quarto astro – no caso, o equivalente a <strong>Chacina</strong>, o reino de Ragnar, que se põe entre a lua e Arton durante uma noite em longos ciclos de várias décadas, deixando-a com uma coloração vermelha como o sangue. Na última vez em que aconteceu, o general bugbear Thwor Ironfist nasceu, o que pode ou não ter um significado maior.</p>
<p>Restam então os outros dezesseis deuses do Panteão. Diferente do que ocorre com outros cenários fantásticos, é em geral aceito que Arton possui apenas um sol e uma lua, de forma que não há muitos outros astros a aproveitar. Temos, portanto, duas opções para os demais reinos divinos: ou assumimos que são todos astros diurnos, e assim ofuscados dos olhos destreinados pela luz brilhante de Azgher; ou consideramos que eles correspondem às estrelas, brilhando à noite no firmamento artoniano sem, porém, concorrer com a luz de Lena – um pouco como os próprios outros planetas do sistema solar, que, a olho nu, para alguém destreinado, são indistinguíveis das demais estrelas.</p>
<p>Mesmo que escolhamos a segunda opção, é claro, não precisamos limitar os céus artonianos a apenas dezesseis estrelas. A cosmologia padrão do cenário possui alguns outros planos de existência que podemos aproveitar: os quatro planos elementais (da terra, da água, do fogo, e do ar), mais os dois planos energéticos (da luz e das trevas), e os três planos intermediários (Astral, Etéreo e Sombra). Todos eles podem possuir seus próprios planetóides perdidos em algum ponto do firmamento. Outras estrelas poderiam representar planos mais exóticos, desconhecidos da população artoniana – um deles poderia até mesmo corresponder à anti-criação lefeu, o ponto de origem da invasão da Tormenta (ou, alternativamente, a anti-criação lefeu poderia ser uma outra esfera de cristal, totalmente alienígena para os artonianos); os planetas de Tillian e Kallyadranoch talvez também não tenham deixado de existir mesmo enquanto eles estavam esquecidos, sendo convertidos em terras devastadas, como em um cenário pós-apocalíptico; e outro (ou mesmo um destes) talvez seja o planeta de origem de Baggin, personagem alienígena que eu criei para a <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2009/06/02/a-cavalaria-da-justica/" target="_blank">Cavalaria da Justiça</a></strong>.</p>
<p>Em todo caso, a magia <em>Teleportação Planar</em>, com esta interpretação, passaria a funcionar de forma um pouco diferente: ao invés de transportar o personagem para uma outra realidade, seria apenas uma versão de <em>Teleportação</em> mais potente, capaz de cruzar a distância entre planetas distantes. Na prática, claro, o seu efeito continua o mesmo – transporta os alvos para um outro mundo, que apenas passa a se localizar em outro planeta ao invés de outro plano de existência. Mas agora há também uma segunda opção para aqueles que queiram realizar viagens deste tipo: as fabulosas embarcações espaciais.</p>
<p>Por fim, precisamos também definir qual é a relação entre o cenário de Arton com o espaço selvagem da sua esfera de cristal. De maneira geral, o povo comum do planetóide artoniano deve ignorar todo esse universo maior que existe além dele – alguém falando de navios que viajam entre as estrelas e visitas a planetas alienígenas provavelmente seria taxado de louco, ou, nos casos mais extremos, acusado de heresia. Pense na nossa própria idade média e os problemas que aqueles que fizeram suposições parecidas tiveram, como Galileu ou Giordano Bruno. Apenas em certos ambientes específicos, como a Academia Arcana de Valkaria, é possível que ele fosse levado a sério, e provavelmente apenas lá mesmo seria possível encontrar alguém que estude estas possibilidades. O próprio Talude provavelmente conheça as embarcações espaciais e os lemes de navegação, embora não dê muita atenção a eles por achar que uma simples <em>Teleportação Planar</em> ainda é mais prática para chegar aos outros planetas; e Vectorius também deve saber algo a respeito, e talvez até mesmo esteja pensando em construir um leme poderoso o suficiente para levar a sua cidade voadora ao espaço algum dia.</p>
<p>Fora de Arton, é claro, a situação pode ser bem diferente. Povos de outros planetas podem muito bem ter tido a sua revolução espacial eras atrás, e dominarem regiões inteiras em grandes impérios políticos ou comerciais. Ocupados com suas próprias intrigas e conflitos, é natural que não dêem muita atenção àquele pequeno planetóide habitado por um povo atrasado e rústico no centro da sua esfera de cristal – se importam com ele apenas quando a sua embarcação realiza um pouso de emergência, ou quando aquele grupo de piratas espaciais procurado em dezenas de planetas resolve montar ali a sua base secreta.</p>
<p>Isso também pode ou não se expandir aos deuses do Panteão. Com o seu poder limitado à esfera de cristal artoniana, é natural imaginar que não se interessem muito em viagens para além dela; no seu próprio espaço interno, no entanto, os conflitos entre eles são bastante acirrados. Frotas de embarcações de guerra estão sempre rondando os seus planetas particulares, protegendo as suas fronteiras de ataques de deuses rivais, e grandes batalhas acontecem freqüentemente no vácuo sideral. Alguns deuses também podem ter interesses diversos em enviar embarcações para os confins da esfera, indo audaciosamente aonde nenhum artoniano jamais esteve – em especial Valkaria e Tanna-Toh, sempre dispostas a explorar e aprender mais sobre regiões desconhecidas.</p>
<p style="text-align: left"><em>Todas as imagens usadas no artigo, exceto o pôster desmotivacional, são ilustrações oficias dos livros e acessórios de Spelljammer. Mais informações sobre a história do cenário também podem ser vistas no site oficial mantido por fãs,<strong> <a href="http://www.spelljammer.org/" target="_blank">Spelljammer: Beyond the Moons</a></strong> (em inglês).</em></p>
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		<title>Caça e Caçador</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 09:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet O Kobold Sarnento é facilmente uma das piores espeluncas de Malpetrim. Comida ruim, atendimento pior, acomodações ainda mais. Basta entrar na estalagem e olhar em volta, notando o pó acumulado nos...]]></description>
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>O <em>Kobold Sarnento</em> é facilmente uma das piores espeluncas de Malpetrim. Comida ruim, atendimento pior, acomodações ainda mais. Basta entrar na estalagem e olhar em volta, notando o pó acumulado nos cantos, a cara de desgosto do estalajadeiro, a expressão de tédio da garçonete velha, gorda e desdentada. Mesmo assim, entrei e me aproximei do balcão. Pedi por um quarto, tomando o cuidado de deixar à vista o anel de prata que trazia no dedo anular da mão esquerda. O estalajadeiro me observou com o canto do olho e me levou discretamente até um dos quartos, onde uma marca na parede indicava o local de uma porta oculta.</p>
<p>A sala do outro lado era o completo oposto do resto da estalagem: luxuosa, com bancos estofados, mesas de vidro e marfim, garçonetes jovens e agradáveis servindo petiscos finos e drinques exóticos. Três outros indivíduos já a ocupavam quando eu entrei – um anão caolho, a barba cinzenta cuidadosamente desgrenhada, um meio-elfo de vestes escuras, que tirava o pó de um arco longo enquanto olhava desconfiado para a entrada do aposento, e um humano loiro vestindo um manto cinzento e com um cajado coberto de runas preso nas costas, que dividia um dos bancos com o meio-elfo.</p>
<p>- Finalmente chegou. – disse o último, projetando o tronco para a frente em direção à pequena mesa de marfim no centro do aposento. – Vamos falar de negócios.</p>
<p>Concordei e me aproximei, acomodando meu corpo diminuto de <em>halfling</em> em um pequeno banco de madeira acolchoado. Éramos todos membros do <em>Clube de Caça</em>, a maior organização de caçadores de recompensas do Reinado. Sua origem remonta a séculos no passado, e hoje já se perde entre lendas e mitos: em Petrynia, dizem que foi fundado pelo próprio Cyrandur Wallas; em Yuden, buscam sua origem em heróis militares da alta cúpula; em Bielefeld, dizem que os fundadores eram membros dissidentes da Ordem da Luz. Entre os que se preocupam com esse tipo de bobagem, a história mais aceita é de que o Clube começou como um clube de caça comum, uma organização de nobres dos reinos exilados na Grande Batalha que se reuniam para praticar caça esportiva nas novas terras. Com o tempo a atividade do clube evoluiu para a caça de animais mais perigosos, como mantícoras e dragões, suas expedições tornando-se longas jornadas de aventura; e em algum momento do passado decidiram que a presa mais perigosa e desafiadora que poderiam caçar eram outros seres humanóides como eles. Estabeleceram então o primeiro estatuto do <em>Clube de Caçadores do Reinado</em>, ou apenas Clube de Caça, como ficou conhecido, que se empenha na caça e captura de criminosos procurados pelas milícias dos reinos.</p>
<p>O estatuto mudou pouco desde então. As regras fundamentais continuaram as mesmas, mesmo após os séculos de atividade: novos membros só podem ser aceitos por indicação, sujeita ainda a aprovação pelo conselho administrativo, e todos devem contribuir com uma parcela das recompensas ganhas para manter a vasta rede de apoio espalhada pelas principais cidades do Reinado, em esconderijos secretos e sedes discretas perdidas entre os distritos comerciais dos grandes centros urbanos. Dentre as mudanças que foram feitas, a mais importante e significativa foi o sistema de classificação dos caçadores, um <em>ranking</em> de desempenho mantido pela organização. O critério para ganho de pontos são as recompensas: basta levar até o responsável por uma das sedes uma prova da captura de um criminoso, geralmente um comprovante de recebimento da recompensa, para ter pontos proporcionais aos valores oferecidos publicamente por ele contabilizado em seu nome; o caçador então recebe um documento que comprova a quantidade de pontos que possui, enquanto um outro documento é enviado para a sede central em Valkaria. No primeiro dia de cada mês um <em>ranking</em> atualizado é publicado na capital e enviado para as sedes no resto do continente. Em algumas cidades mais distantes, no entanto, pode demorar até dois meses até que a nova classificação seja conhecida. Todos querem chegar ao topo: para os membros do Clube, o prestígio ganho com uma boa colocação facilmente vale o dinheiro pago à insttuição.</p>
<p>No último <em>ranking</em> publicado em Valkaria, que ainda não havia chegado em Malpetrim mas da qual eu já havia tido informações, o primeiro lugar, com quase seiscentos mil pontos acumulados, pertencia a Martin Barba Cinza, o anão caolho que se sentava na mesa conosco. Julian Fardingor, o humano, era o quarto lugar, com cerca de trezentos e cinqüenta mil pontos; o meio-elfo Tzim Coração Gelado tinha a décima-segunda colocação, com duzentos mil pontos; e eu, com meus tímidos noventa mil pontos, ocupava a décima-nona posição. Estávamos ali reunidos para discutir os termos de uma sociedade temporária, graças a uma informação que eu havia conseguido: o paradeiro de León Galtran, o criminoso mais procurado de Arton, com cerca de um milhão de Tibares oferecidos como recompensa. Mas para nós, é claro, o que realmente importava eram as centenas de milhares de pontos que receberíamos na classificação, mesmo que fossem divididos por quatro.</p>
<p>- Sua fonte é segura? – era Tzim quem perguntava, em um tom seco e desconfiado.</p>
<p>- Tão segura quanto jamais recebi.</p>
<p>- Não sei. Isso me cheira a armadilha. – Martin parecia exalar a cada palavra o tipo de faro que o levara à primeira colocação do <em>ranking</em>.</p>
<p>Todos se olharam desconfiados. Nos últimos meses, diversos relatos tinham se espalhado a respeito de membros do Clube que desapareceram, sendo encontrados mortos dias depois. Muitas hipóteses foram levantadas para explicar o fato: uns diziam que havia uma outra organização, formada por inimigos do Clube, em geral criminosos que fugiam da prisão ou membros que foram expulsos por uma razão ou outra, e agora se dedicavam a caçar os antigos caçadores; os mais criativos ainda sugeriam a existência de um clube secreto dentro do Clube, uma espécie <em>Círculo Interno</em> de membros que se cansaram de caçar criminosos e decidiram ir atrás de presas ainda mais desafiadoras – os próprios colegas de Clube. Possuíam um <em>ranking</em>próprio, segundo se dizia, com classificação somada de acordo com a pontuação dos membros que matavam. Caçavam até mesmo uns aos outros: os únicos locais onde a caça seria proibida seriam seus locais de encontro, ainda mais secretos e escondidos que os do Clube principal.</p>
<p>- Acho que podemos arriscar. – respondi outra vez. – Mas é bom não baixarmos a guarda.</p>
<p>Todos concordaram. Aproveitamos a noite para fazer os últimos preparativos, repondo mantimentos e descansando. No dia seguinte partimos para o Bosque de Alliahanna, onde se localizava o esconderijo de Galtran, uma pequena cabana de madeira a poucos metros da estrada, com a entrada escondida em meio à vegetação.</p>
<p>Nos separamos e cercamos o perímetro do local, nos aproximando com cuidado. Caminhávamos em silêncio em meio às folhagens, sempre atentos a possíveis armadilhas. Após alguns minutos, cheguei até uma entrada lateral; abri a porta com cuidado e entrei. Do lado de dentro, meus colegas de equipe já me esparavam, mas, além deles, não havia ninguém.</p>
<p>- Terá fugido durante a noite? Talvez alguém o tenha avisado. – Julian questionou.</p>
<p>- Talvez nem estivesse aqui em primeiro lugar. – Martin parecia desconfiado, como se a qualquer momento alguma surpresa pudesse se revelar.</p>
<p>- Há marcas de uso recente no perímetro. – agora era Tzim quem falava, com a confiança de um perito.</p>
<p>- Acho que sei o que pode ter acontecido. – eu disse, me aproximando devagar do grupo. Todos se viraram para me ouvir; após poucos passos, no entanto, ouviu-se um clique vindo do ponto exato no chão onde eu havia pisado: uma rede caiu do teto, prendendo os outros três. Com uma cambalhota rápida, consegui evitar a armadilha.</p>
<p>A rede era bastante pesada, tornando difícil retirá-la apenas com força. As armas cortantes de Martin e Tzim estavam guardadas, e não havia como sacá-las presos daquela forma. Julian era o único que podia fazer alguma coisa além de mim: começou a recitar palavras mágicas, fazendo os olhos brilharem com um ardor flamejante. Antes que terminasse o encantamento, acertei seu pescoço com uma seta de besta, interrompendo-o.</p>
<p>Martin e Tzim arregalaram os olhos e me fitaram, sérios. Eu sorria maliciosamente enquanto disparava setas de besta também contra suas cabeças, derrubando-os inertes no chão. Então me aproximei para recolher meus prêmios – e não falo dos itens e dinheiro que possuíam, é claro, mas principalmente do milhão de pontos mais fácil que já conquistei no <em>ranking</em> do Círculo Interno.</p>
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		<title>Divulgada capa da Dragon Slayer #35</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 13:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Oriebir</dc:creator>
				<category><![CDATA[DragonSlayer]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
		<category><![CDATA[Deus Máquina]]></category>
		<category><![CDATA[Dragon Age]]></category>
		<category><![CDATA[Fairy Tail]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Dei Svaldi]]></category>
		<category><![CDATA[Gustavo Brauner]]></category>
		<category><![CDATA[Horror]]></category>
		<category><![CDATA[Ledd]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Caldela]]></category>
		<category><![CDATA[Sangue em Ferelden]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet A Jambô Editora divulgou hoje a capa e algumas páginas da edição 35 da Dragon Slayer, com o tradicional editorial e sumário das matérias. Confira: Sem Medo Saiba, caro leitor,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>A <strong><a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/ds35.htm">Jambô Editora divulgou hoje</a></strong> a capa e algumas páginas da edição 35 da Dragon Slayer, com o tradicional editorial e <em>sumário </em>das matérias. Confira:</p>
<address><strong>Sem Medo</strong></address>
<div id="attachment_12907" class="wp-caption alignright" style="width: 233px"><a href="http://rpgista.com.br/2011/11/05/ds35/ds35_g/" rel="attachment wp-att-12907"><img class="size-medium wp-image-12907" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/11/ds35_g-223x300.jpg" alt="ds35 g 223x300 Divulgada capa da Dragon Slayer #35" width="223" height="300" title="Divulgada capa da Dragon Slayer #35" /></a><p class="wp-caption-text">Ah, eu sou péssimo em fazer essas frases. Imagine que aqui está escrito algo bem inteligente e divertido, ok? <img src='http://rpgista.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt="icon wink Divulgada capa da Dragon Slayer #35" class='wp-smiley' title="Divulgada capa da Dragon Slayer #35" /> </p></div>
<address>Saiba, caro leitor, que esta DragonSlayer foi feita a custo de muito sangue,<br />
suor e lágrimas. O quê? Dramático, eu?</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address>Como alguns sabem, o segundo semestre de 2011 foi uma das épocas mais movimentadas e ocupadas que já vimos no RPG nacional. Muita correria, prazos apertadíssimos, vários livros, projetos, viagens e ideias competindo por nossa atenção. Dizem as más línguas que alguns de nós tiveram de<br />
abrir mão de vida social, horas de sono ou pausas para ir ao banheiro&#8230; E o resultado está aí: a revista que você tem em mãos e os inúmeros lançamentos!</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address>Porque, para um legítimo RPGista, dificuldades são apenas desafios a serem superados — garantindo XP no final. Quem está procurando tranquilidade, moleza e marasmo? O que é mais divertido: ouvir o mestre dizer que “tudo está em paz” ou ser atacado por um dragão sobre um vulcão ativo cercado de zumbis?</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address>Todos nós, RPGistas, aceitamos desafios. Mais do que isso, os procuramos. Para nós, desafios são diversão.</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address>Foi um desafio emplacar como matéria de capa uma adaptação de <em>Deus Máquina</em>, o novo romance de Leonel Caldela (autor da <em>Trilogia da Tormenta</em>) — mas o resultado compensou. E, se você quer desafio, experimente se aventurar nesse mundo brutal onde você pode ser queimado pela Inquisição se falar a coisa errada! J.M. Trevisan e Lobo Borges estão vencendo o desafio de publicar mangá nacional. Confira a adaptação de <em>Ledd</em>, a mais nova saga em Arton, além de uma entrevista com o roteirista. Sem esquecer o material lá de fora, vamos respirar um pouco, com <em>Fairy Tail</em> para <em>3D&amp;T</em> e três “sementes de aventuras” para <em>Dragon Age RPG</em>. E, para ajudá-lo em seus desafios, as colunas e seções de sempre.</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address>RPGistas são tipos inquietos. Nem mesmo matar dragões nos deixa satisfeitos. Porque deve haver um tarrasque por aí, só esperando por um bom grupo de aventureiros!</address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address><em>Equipe DragonSlayer (procurando a próxima masmorra)</em></address>
<address><span style="color: #ffffff">_</span></address>
<address><strong>Conteúdo desta edição:</strong></address>
<ul style="padding-left: 90px">
<li>
<address><strong>Notícias do Bardo</strong></address>
<address>É tanto lançamento que faltou espaço!</address>
</li>
<li>
<address><strong>Encontros Aleatórios</strong></address>
<address>Será o fim de uma era?</address>
</li>
<li>
<address><strong>Reviews</strong></address>
<address><em>Sangue em Ferelden</em>, <em>Fiasco</em>, <em>3:16</em>, <em>As Cavernas da Bruxa da Neve</em>, <em>Ledd</em>.</address>
</li>
<li>
<address><strong>Sir Holland</strong></address>
<address>Uma missão para o mais bravo dos heróis!</address>
</li>
<li>
<address><strong>Toolbox</strong></address>
<address>Uma coluna horrorosa.</address>
</li>
<li>
<address><strong>Mestre da Masmorra</strong></address>
<address>A emocionante história dos sentimentos em jogo.</address>
</li>
<li>
<address><strong>Ledd</strong></address>
<address>Disfarça, mas o Barba Branca é a cara do gato do Trevisan&#8230;</address>
</li>
<li>
<address><strong>Chefe de Fase</strong></address>
<address>Quero ter um desses no pátio!</address>
</li>
<li>
<address><strong>Deus Máquina</strong></address>
<address>Seja um herege em <em>Tormenta RPG</em>.</address>
</li>
<li>
<address><strong>Fairy Tail</strong></address>
<address>Magia, exagero e destruição? Um prato cheio para <em>3D&amp;T</em>!</address>
</li>
<li>
<address><strong>Gazeta do Reinado</strong></address>
<address>Tio Arton precisa de você!</address>
</li>
<li>
<address><strong>Sangue em Ferelden</strong></address>
<address>Quem planta aventura colhe vendaval.</address>
</li>
<li><strong>Fundo do Baú<br />
</strong><span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Este só os dinossauros jogaram!</span></li>
</ul>
<address> </address>
<address><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal">Não posso deixar de fazer um momento </span><em>jabá próprio</em><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal">  agora e dizer que essa edição, em particular, me é especial porque as colunas </span><em>Toolbox</em><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal"> e </span><em>Mestre da masmorra</em><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal"> foram diagramadas por mim. Auto-propagandas a parte, a </span><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal">adaptação de <em>Deus Máquina</em>, pelo visto, deve ocupar uma boa quantidade de páginas, porque parece estar bem completa (trazendo pelo menos duas classes de personagem). Fairy Tail deve vir logo atrás; vou acompanhar essa matéria bem de perto, porque ainda não assisti o anime; quem sabe lendo a adaptação para 3D&amp;T eu me motive a ir procura-lo? Os fãs de Tormenta estarão servidos pela matéria sobre Ledd e a Gazeta do Reinado (será que virão mais detalhes sobre a guerra dos anões de Doherimm?). </span></address>
<address><span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;color: #ffffff">_</span></address>
<address> </address>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eventos de lançamento de Ledd e Deus Máquina</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 21:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Deus Máquina]]></category>
		<category><![CDATA[FIQ]]></category>
		<category><![CDATA[JM Trevisan]]></category>
		<category><![CDATA[Ledd]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Caldela]]></category>
		<category><![CDATA[Lobo Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet O primeiro volume impresso de Ledd, série em quadrinhos de J. M. Trevisan e Lobo Borges ambientada no mundo de Tormenta e que pode ser lida online gratuitamente, terá...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><a href="http://rpgista.com.br/2011/11/04/eventos-de-lancamento-de-ledd-e-deus-maquina/hq-ledd1_g/" rel="attachment wp-att-12881"><img class="alignright size-full wp-image-12881" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/11/hq-ledd1_g.jpg" alt="hq ledd1 g Eventos de lançamento de Ledd e Deus Máquina" width="300" height="444" title="Eventos de lançamento de Ledd e Deus Máquina" /></a>O primeiro volume impresso de <strong>Ledd</strong>, série em quadrinhos de J. M. Trevisan e Lobo Borges ambientada no mundo de Tormenta e que pode ser <strong><a href="http://www.leddhq.com.br/" target="_blank">lida <em>online</em> gratuitamente</a></strong>, terá o seu lançamento oficial durante o <strong><a href="http://fiqbh.com.br/" target="_blank">7º FIQ &#8211; Festival Internacional de Quadrinhos</a></strong>, entre os dias 9 e 13 de Novembro, em <strong>Belo Horizonte</strong>. Será no <strong>dia 13</strong>, às <strong>11h</strong>, na <strong>Praça Sérgio Bonelli</strong>.</p>
<p>Além dele, é claro, já está marcada uma rodada de lançamentos por outras grandes cidades do país, em conjunto com <strong>Deus Máquina</strong>, último livro de Leonel Caldela. Confiram as datas:</p>
<p><strong>Belo Horizonte</strong><br />
Dia 14 de novembro, às 20h, na FNAC do BH Shopping (BR 356, 3049).</p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong><br />
Dia 16 de novmentro, às 19h, na Saraiva Megastore do Botafogo Praia Shopping (Praia do Botafogo, 400).</p>
<p><strong>São Paulo</strong><br />
Dia 18 de novmembro, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073).</p>
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		<title>EAA &#8211; Exame Artoniano de Aventureiros</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 09:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Fim de ano, todos sabem, é época de provas e vestibulares. E assim é também em Arton, e mesmo para aventureiros &#8211; eles também devem passar pela sua prova...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Fim de ano, todos sabem, é época de provas e vestibulares. E assim é também em Arton, e mesmo para aventureiros &#8211; eles também devem passar pela sua prova anual de conhecimentos e habilidades. Conheça a seguir, portanto, o <strong>Exame Artoniano de Aventureiros</strong>!</p>
<p><strong>História</strong><br />
O Exame Artoniano de Aventureiros, ou EAA, foi criado pelo Imperador-Rei Thormy para avaliar as capacidades dos aventureiros ao redor do Reinado, de forma a ter uma idéia de quais seriam as capacidades de defesa que teria em caso de uma ameaça séria à segurança do continente. Ao fim de cada ano, um édito escrito por ele convocava todos os aventureiros na capital Valkaria a se inscreverem e participarem da avaliação.</p>
<p>A sua idéia foi bastante contestada por alguns conselheiros, que a julgavam um desperdício do dinheiro do reino. As controvérsias ainda aumentaram bastante com as denúncias de fraudes que aconteceram nas primeiras aplicações, forçando provas a serem anuladas e repetidas, e que ainda acontecem com alguma freqüência. Apesar disso, Lady Shivara, após assumir o trono do Reinado, optou por seguir com a aplicação anual do exame, buscando sempre aprimorar a sua fiscalização para diminuir a ocorrência de casos assim.</p>
<p><strong>O Exame</strong><br />
A inscrição do exame custa 100 Tibares por participante. Ele é composto de quatro etapas, descritas a seguir, com as regras para a sua aplicação. Cada uma delas possui ainda um nível mínimo de sucesso que é necessário para ser aprovado e outro para atingir sucesso total, equivalente a uma prova realizada com 100% de eficiência.</p>
<p><strong>Etapa 1: conhecimentos gerais.</strong><br />
O primeiro teste consiste de uma prova escrita de conhecimentos gerais sobre o mundo, incluindo detalhes da história artoniana, política, geografia, fauna e flora, etc. Personagens que não saibam ler e escrever podem optar por realizar um teste oral.</p>
<p>Para avaliar esta etapa, considere-a como uma série de cinco testes de perícias de conhecimento, em geral relacionadas à Ciências. É preciso passar em pelo menos três deles para ser considerado aprovado; para sucesso total, deve-se passar em todos. Personagens que decidam passar os dias anteriores à prova estudando podem receber um bônus de +2 nestes testes.</p>
<p><strong>Etapa 2: habilidades específicas.</strong><br />
A segunda parte do exame consiste em algumas avaliações de habilidades específicas, de acordo com o tipo do personagem &#8211; guerreiros, ladrões, clérigos ou magos. Consiste em realizar algumas ações básicas, como lançar feitiços simples ou atacar um boneco de madeira, em frente a um avaliador, que decidirá a sua nota final.</p>
<p>Os testes, de acordo com o tipo de personagem, são:</p>
<p><strong>Guerreiros.</strong> O personagem deve atacar um boneco com a sua arma ou técnica de luta de preferência. São realizados cinco ataques, e ele deve conseguir uma FA maior do que 12 em pelo menos três deles para ser aprovado. Sucesso total consiste em conseguir uma FA maior do que 12 em todas as jogadas.</p>
<p><strong>Clérigos.</strong> O personagem deve lançar cinco magias de cura, somando ao todo pelo menos 35 PVs curados para ser aprovado. Para ter sucesso total, é preciso somar ao todo 60 PVs curados.</p>
<p><strong>Ladrões.</strong> O personagem deve desarmar algumas armadilhas simples, realizando cinco testes da perícia Crime. Deve passar em pelo menos três deles para ser aprovado, e em todos para ter um sucesso total.</p>
<p><strong>Magos.</strong> O personagem deve conjurar cinco feitiços de ataque, somando ao todo pelo menos 35 pontos de dano para ser aprovado. Para sucesso total, é preciso somar ao todo 60 pontos de dano.</p>
<p><strong>Etapa 3: exploração de masmorra.</strong><br />
A quarta parte do exame é a exploração de uma masmorra simples, com entre seis e quatro aposentos ligados por uma rede de corredores labirínticos cujo desenho muda a cada ano, incluindo algumas armadilhas e confrontos menores. O objetivo é encontrar a saída dela em menos de uma hora para ser aprovado; sucesso total consiste em sair dela em menos de trinta minutos. Os personagens podem se inscrever como um grupo de até seis componentes para participar deste teste, ou serem sorteados para atuarem juntos a outros participantes.</p>
<p><strong>Etapa 4: combate em equipe.</strong><br />
Por fim, o último teste é um combate em grupo contra uma criatura relativamente poderosa, como uma wyvern ou dragão jovem. Como no teste anterior, os personagens podem se inscrever como um grupo pronto para participar do exame, ou serem sorteados para atuarem junto a outros participantes. É preciso vencê-lo para serem aprovado, e se isso for feito em menos de quinze minutos, será considerado um sucesso total.</p>
<p>Obviamente, são tomados cuidados especiais para que não hajam tragédias na realização do exame. Clérigos estão sempre de prontidão do lado de fora para curar ferimentos muito graves, e o teste pode ser interrompido caso um personagem caia inconsciente (resultando, é claro, na não-aprovação do grupo).</p>
<p><strong>Benefícios do EAA</strong><br />
Não há um benefício material direto por realizar o EAA &#8211; o personagem não recebe uma premiação em dinheiro, nem é diretamente beneficiado de alguma outra forma. No entanto, o Protetorado do Reino costuma se guiar pelos resultados das provas nas avaliações de novos candidatos, olhando com melhores olhos aqueles que forem bem colocados, bem como para decidir se um determinado aventureiro merece um convite individual para integrar a equipe. Além disso, mercadores e milícias de Deheon, tanto de Valkaria como de cidades próximas, também costumam se guiar pelas listas de aprovados para contratar guardas de caravanas e aventureiros para missões importantes. Um resultado expressivo nos exames, assim, pode funcionar como uma boa propaganda para um grupo de aventureiros mercenários.</p>
<p>O personagem também recebe 1 PE de bônus para cada etapa em que conseguir um sucesso total nos testes.</p>
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		<title>Impressões sobre LEDD &#8211; Episódio 04 &#8220;Mate todos eles&#8221; (Parte 2)</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 03:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Di Benedetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Arton]]></category>
		<category><![CDATA[JM Trevisan]]></category>
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		<category><![CDATA[Lobo Borges]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Tardo, mas não falho! Eis me aqui de volta para comentar sobre a segunda parte de &#8220;Mate todos eles&#8221;, o quarto episódio de LEDD. OK, na verdade eu tardo e também...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><div style="text-align: justify">
<div>
<p>Tardo, mas não falho! Eis me aqui de volta para comentar sobre a segunda parte de &#8220;Mate todos eles&#8221;, o quarto episódio de <strong><a href="www.leddhq.com.br">LEDD.</a> </strong>OK, na verdade eu tardo e também falho, mas isso não vem ao caso.</p>
<p>Vamos ao que interessa!</p>
<p><strong>COISAS QUE GOSTEI</strong></p>
<p><strong>Porrada! Porradaaa! </strong>- Não dá pra ter um bom mangá/HQ de ação sem uma peleja não é mesmo? Não queriam combates? Então toma!</p>
<p><strong>Goodness, gracious, great balls of fire! &#8211; </strong>E não é que o pessoal estava certo?! A bola de fogo lançada por Ripp era real e agora muitos soldados yudenianos estão patrulhando o reino dos deuses. Que Keenn os tenha!</p>
<p>Ainda assim, tudo indica que a ação do gordinho não foi intencional. ( O que não exclui o fato de que ele possa estar mentindo, é claro!) De qualquer maneira o uso descontrolado de seu poder está muito provavelmente ligado ao motivo de sua prisão em Hardoff.</p>
<p><strong>Corte dramático - </strong>Tanto a parte um, quanto a parte dois, além de um andamento legal, tiveram um bom &#8220;corte&#8221; na minha opinião. Deixando um gancho pro próximo lançamento on-line.</p>
<p>Sei que é difícil fazer isso sempre. Mas pelo menos por enquanto o quadrinho não deu aquela sensação de estar &#8220;diluído&#8221; que acompanhou alguns episódios anteriores.   </p>
<p><strong>Ledd vs. Barba Branca -</strong> Falo mais sobre esse confronto em &#8220;teorias&#8221;!</p>
<p><strong>COISAS QUE NÃO GOSTEI</strong></p>
<p><strong>Hoje não? &#8211; </strong>Nope. Zero. Não tenho nenhuma reclamação sobre a parte dois.</p>
<p>Só acho que ainda não houve espaço para fazer o protagonista brilhar. Pessoalmente acredito que Ledd continua um pouco apagado pelas demais personagens. Mas prefiro esperar esse primeiro arco de história terminar para dar o veredicto.</p>
<p><strong>TEORIAS</strong></p>
<p><strong>Uma história de monstros &#8211; </strong>Não só o combate e a ação  trouxeram algo positivo nesse episódio! Mas temos aqui colocado de maneira muitoooo sutil&#8230; SUBTEXTO! LEDD mostrou até agora não ser apenas a história de um garoto amnésico com uma espada maneira. É também uma história sobre monstros.</p>
<p>Entenderam? Não? Vamos lá!</p>
<p>Por um lado temos o antagonista Coronel Barba Branca, um soldado leal, considerado um traidor e uma aberração por seu próprio povo. Pelo outro temos Ledd, que todos sabemos, pertence à uma &#8220;raça de assassinos&#8221; e é aos olhos dos yudenianos um pária, uma ameaça. Quando o primeiro confronta o segundo, o que temos em nossas mãos é a apresentação de um dilema moral, mesmo que ali, nas entrelinhas.</p>
<p>Afinal, não seriam Ledd e Barba Branca dois lados da mesma moeda? &#8220;Monstros&#8221; julgados pelo que aparentam ser, pela sua origem, e não pelas suas ações?</p>
<p>E não para por aí. Temos ainda o pobre ogro Horlogh, fazendo um contraponto a tudo isso. Ele que era só uma pobre criatura entalada num buraco, e que após sofrer nas mãos dos soldados, resurge enfurecido e bestializado, o ser animalesco que não era, mas foi obrigado a ser. Pois era isso o que se esperava ele. Era assim que os outros o viam.</p>
<p>Enquanto isso os puristas de Yuden e o hitleresco Coronel Klinsman, os verdadeiros monstros, desfilam a luz do dia, tentando impor aos outros sua &#8220;normalidade&#8221;.  </p>
<p>Viram só? Ledd <strong>é</strong> sobre monstros, afinal. Mas não confundam isso com a trama, o enredo. Ainda é a história de um garoto amnésico com uma espada maneira. Só que há também um toque a mais. Não uma moral, mas uma moralidade. Algo para se pensar.</p>
<p>Felizmente esse é um dos elementos que costumam estar presentes nos bons quadrinhos, sejam eles <em>comics</em> ou <em>mangás</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
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		<title>Saiu a prévia da capa de Ledd!</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 00:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armageddon</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Nesta semana através do facebook os autores de Ledd liberaram a prévia da capa da compilação dos primeiros quatro capítulos da HQ, além de confirmar que a versão impressa chegará...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p>Nesta semana através do <strong><a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=234001403320781&amp;set=a.155074741213448.55017.155071544547101&amp;type=1">facebook</a> </strong>os autores de Ledd liberaram a prévia da capa da compilação dos <strong><a href="http://leddhq.com.br/">primeiros quatro capítulos da HQ</a>, </strong>além de confirmar que a versão impressa chegará com um monte de extras além de páginas coloridas.  O design é do grande <strong><a href="http://twitter.com/#!/danramos">@danramos</a></strong>. A cor da capa é do <a href="http://twitter.com/#!/rodreis">@rodreis</a> e a cor da ilustração da contracapa é da<strong> <a title="Para marcar alguém, digite @ e o nome do amigo" href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100001881753594">Alyne Leonel</a></strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://rpgista.com.br/2011/10/19/saiu-a-previa-da-capa-de-ledd/total/" rel="attachment wp-att-12472"><img class="aligncenter size-full wp-image-12472" title="total" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/total.jpg" alt="total Saiu a prévia da capa de Ledd!" width="576" height="419" /></a></p>
<p>Tá ficando bonito de ver, hein? Ó a ilustração da contra-capa:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://rpgista.com.br/2011/10/19/saiu-a-previa-da-capa-de-ledd/ledd-3/" rel="attachment wp-att-12473"><img class="aligncenter size-full wp-image-12473" title="Ledd" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Ledd1.jpg" alt="Ledd1 Saiu a prévia da capa de Ledd!" width="481" height="672" /></a></p>
<p>Gostei das cores, lembra uma coisa meio artesanal que sempre cai bem.  E se por algum motivo qualquer você ainda não conheça <strong><a href="http://www.leddhq.com.br/#">Ledd</a></strong>, a nova trama em quadrinhos ambientada no mundo de Arton, pare tudo agora mesmo e vá ler os já três episódios que estão <em>on-line </em>no <strong><a href="http://www.leddhq.com.br/online/">site oficial do projeto</a></strong>. A qualidade inquestionável do traço do estreante <strong><a href="http://twitter.com/#!/LoboBorges">Lobo Borges</a> </strong>e as expectativas e teorias quanto aos imprevisíveis textos do <strong><a href="http://www.doutorcareca.com.br/">Doutor Careca</a></strong>, <em>aka</em> <strong><a href="http://twitter.com/#!/JMTrevisan">J.M Trevisan</a></strong> já criaram uma base de fãs das tramóias de <em>Ledd</em>, um sujeito que não lembra o que comeu no café da manhã nos últimos dezessete anos, quanto mais como foi parar numa prisão de segurança máxima em Yuden. Na real, ele não lembra de <strong>nada</strong> além do próprio nome.</p>
<p>A previsão do lançamento é o dia 18 de Novembro às 18:30 (yeah).</p>
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		<title>Bestiário TRPG: Beijo de Tenebra &amp; Aranha de Keenn</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2011/10/13/bestiario-trpg-beijo-de-tenebra-aranha-de-keenn/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bestiario-trpg-beijo-de-tenebra-aranha-de-keenn</link>
		<comments>http://rpgista.com.br/2011/10/13/bestiario-trpg-beijo-de-tenebra-aranha-de-keenn/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 15:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Di Benedetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta: RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Bestiário]]></category>
		<category><![CDATA[Monstros]]></category>
		<category><![CDATA[TRPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Olá! Essas duas criaturas aracnídeas apareceram originalmente em um antigo suplemento do cenário Tormenta, o Guia de Monstros de Arton. O Guia trazia uma grande biodiversidade de seres fantásticos,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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<div>
<p>Olá!</p>
<p>Essas duas criaturas aracnídeas apareceram originalmente em um antigo suplemento do cenário Tormenta, o <strong>Guia de Monstros de Arton.</strong></p>
<p>O <em>Guia</em> trazia uma grande biodiversidade de seres fantásticos, várias citações engraçadas e algumas ilustrações díspares em relação ao texto descritivo dos monstros. Além disso, é claro, continha fichas e material de jogo para <strong>3D&amp;T</strong> e para o sistema da <strong>Daemon</strong>, a editora que publicou o livro.</p>
<p>Como esses bichinhos acabaram ficando de fora do <strong>Bestiário de Arton Vol. I</strong> , trouxe hoje suas fichas adaptadas para <strong>TRPG</strong>.</p>
<p>Os textos descritivos foram pautados no texto original do <em>Guia</em>, mas com adaptações em relação ao sistema de jogo. Também foram tomadas algumas pequenas liberdades criativas de minha parte.</p>
<p>O <em>Guia</em> aparentemente ainda está sendo vendido e pode ser adquirido aqui &gt;&gt;&gt;&gt; <strong><a href="http://www.lojaderpg.com.br/product_info.php?cPath=21_46&amp;products_id=55">Guia de Monstros de Arton. Marcelo Cassaro &amp; Marcelo Del Debbio. 156 páginas. R$ 30,90.</a></strong></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-size: medium"><strong>O Beijo-de-Tenebra</strong></span></p>
<p><a href="http://rpgista.com.br/2011/10/13/bestiario-trpg-beijo-de-tenebra-aranha-de-keenn/451px-redon_crying-spider/" rel="attachment wp-att-12170"><img src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/451px-Redon_crying-spider-150x150.jpg" alt="451px Redon crying spider 150x150 Bestiário TRPG: Beijo de Tenebra &amp; Aranha de Keenn" width="150" height="150" title="Bestiário TRPG: Beijo de Tenebra &amp; Aranha de Keenn" /></a></p>
<p><em><strong><br />
“Estou dizendo que só anões podem chegar a Doherimm seu maldito idiota! Ah, quer tentar assim mesmo? Então vá, mas lembre-se do que eu disse quando receber o beijo de Tenebra&#8230;”– Devitorimm, gladiador anão.</strong></em></p>
<p>Não é difícil encontrar cadáveres de aventureiros em posição de repouso enquanto se explora os cantos inferiores do mundo de Arton.  E é ainda mais fácil se juntar a eles&#8230;</p>
<p>Esse pequeno aracnídeo (medindo pouco mais que um centímetro)  é na verdade o maior dos desafios para aqueles que pretendem chegar a Doherimm. Eles infestam os túneis que levam ao reino subterrâneo.</p>
<p>Sua mordida é capaz de inocular um veneno letal  capaz de matar qualquer ser vivo. Uma vítima picada por um <em>beijo-de-tenebra</em> morre imediatamente, da próxima vez que  adormecer. Por isso não é uma estratégia incomum para esse predador atacar vítimas que já estejam dormindo ou descansando.</p>
<p>A origem mística da substância secretada pela aranha faz com que ela funcione mesmo contra seres naturalmente imunes ao envenenamento. Anões e orcs são as únicas raças  inteligentes que não são afetadas.</p>
<p>Não há estatísticas de jogo para o beijo-de-tenebra, ela parece ser uma aranha comum, funcionando mais como uma espécie de armadilha. Uma vez localizada (Percepção CD 20) pode ser esmagada com um simples pisão.</p>
<p>Seu veneno pode ser neutralizado normalmente por qualquer qualquer magia que seja capaz de curar um envenenamento comum. Contudo, é muito difícil para uma vítima perceber que foi picada (Percepção CD 30) . Como a existência da criatura é um segredo dos anões, poucos aventureiros tomam medidas para se prevenir e invariavelmente caem, vítimas da criatura.</p>
<p>Armaduras completas  e roupas fechadas NÃO são proteções eficientes contra essas aranhas, pois elas são capazes de se infiltrar mesmo através do menor buraco ou fresta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium"><strong>Aranha-de-Keenn</strong></span></p>
<p><a href="http://rpgista.com.br/2011/10/13/bestiario-trpg-beijo-de-tenebra-aranha-de-keenn/mini/" rel="attachment wp-att-12171"><img src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/mini.jpg" alt="mini Bestiário TRPG: Beijo de Tenebra &amp; Aranha de Keenn" width="400" height="160" title="Bestiário TRPG: Beijo de Tenebra &amp; Aranha de Keenn" /></a><a href="http://rpgista.com.br/?attachment_id=12169" rel="attachment wp-att-12169"><br />
</a></p>
<p><em><strong>– Meu rosto! Ela devorou meu resto!” – Ariana, clériga do panteão.</strong></em></p>
<p>Também conhecida como “caça-pássaros” a Aranha de Keenn não parece muito intimidadora se você compará-la a toda a variedade  de aracnídeos gigantescos ou venenosos que podem ser encontrados em Arton. As maiores dessa espécie não chegam a ultrapassar trinta e cinco centímentros.</p>
<p>O que surpreende nessas aranhas é justamente a ferocidade com que se lançam sobre presas muito maiores do que elas. Não fazem teias de nenhum tipo e vagam sozinhas ou em bando, atacando as primeiras criaturas de tamanho médio ou menor que encontrarem.</p>
<p>Costumam ser especialmente temidas pelo costume de saltar e se alojar sobre as faces de sua vítimas.  Uma vez sobre elas, mastigam a carne e ossos do rosto com voracidade, criando no processo cicatrizes e desfigurações horríveis que podem permancer por toda a vida.</p>
<p>Não há notícias de ninhos, ou de como essas aranhas se reproduzem. Daí deriva seu nome, pois existe a crença que esses bichos hediondos seriam despejados sobre mundo pelo próprio Keenn, o deus da guerra.</p>
<p>Elas habitam florestas e campos abertos, mas também pode ser encontradas vivendo em masmorras e subterrâneos.</p>
<p><em><strong>Aranha de Keenn (ND 2)</strong></em></p>
<p><strong>Animal 1, Diminuto, Neutro</strong></p>
<p><strong>Inciativa:</strong> +6</p>
<p><strong>Sentidos:</strong> Percepção +1,  Visão no escuro</p>
<p><strong>CA:</strong> 20 (+4 tamanho, +6 destreza).</p>
<p><strong>Pontos de Vida:</strong> 4</p>
<p><strong>Resistências:</strong> Fortitude +2 , Reflexos +8, Vontade +1.</p>
<p><strong>Deslocamento: </strong>9m</p>
<p><strong> Ataques Corpo-a-Corpo:</strong> Mordida +10 ( 1d3 +2)</p>
<p><strong>Habilidades: </strong>For 14 (+2), Des 22 (+6 ), Con 10 (+0), Int 2 (-4), Sab 12 (+1), Car 2 (-4).</p>
<p><strong>Perícias e Talentos: </strong>Furtividade +18, Fortitude Maior, Reflexos Rápidos, Acuidade com Arma (mordida)</p>
<p><em><strong>Abraça-rostos:</strong></em> Essa habilidade funciona apenas contra criaturas de tamanho Médio, Pequeno ou Grande, do tipo “Humanoíde”.</p>
<p>Toda vez que a Aranha de Keenn acerta um golpe a vítima deve fazer um testes de Reflexos (CD 14), se ela falhar a aranha se afixará em seu rosto. Enquanto ela permanecer assim a vítima fica desprevenida, recebe -2 em suas jogadas de ataque e sofre automaticamente, durante o seu turno,  o dano causado pela mordida da aranha (1d3 +2) ,</p>
<p>Qualquer ataque realizado contra a aranha, enquanto ela se encontra assim, irá acertá-lá automaticamente e matá-la, mas é também muito perigoso! (o ataque será considerado um acerto crítico automático contra a vítima.)</p>
<p>Retirar a aranha utilizando as mãos requer uma ação completa e um teste de força (CD 16). Quando retirada dessa maneira a aranha causa 1d3 +2 pontos de dano à vítima.</p>
<p><em><strong>Voracidade:</strong></em> Toda criatura afetada pela habilidade “Abraça-rostos” perde 2 ponto de Carisma permanentemente a cada 10 pontos de dano que tenham sido causados dessa maneira pela aranha.</p>
<p>Caso a aranha permaneça mais de três turnos em cima da mesma vítima, para cada novo turno existe 50% de chance que um olho seja inutilizado. Perder um olho causa -1 em jogadas de ataque e na CA, e -2 em testes de perícias que utilizem a visão. (Além de 1d4 de dano temporário de Constituição)  Perder dois olhos obviamente deixa a pessoa cega!</p>
<p>Apenas magias como “Regeneração” (Tormenta RPG, página 197) e outras mais poderosas são capazes de recuperar esse dano de habilidade, ou olhos perdidos.</p>
<p><strong>Tesouro:</strong> Nenhum</p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><strong>As imagens utilizadas nesse post são de domínio público e podem ser encontradas <a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Spiders_in_art">AQUI</a>.</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>DEUS</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 16:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
		<category><![CDATA[3D&T Rock Band]]></category>
		<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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		<description><![CDATA[Tweet Eu vi Deus, e o nome dele é Eric Clapton. Pra marcar a semana de apresentações dele no país &#8211; a primeira delas ontem, em Porto Alegre, e é...]]></description>
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p><a href="http://rpgista.com.br/2011/10/07/deus/eric_clapton/" rel="attachment wp-att-11769"><img class="alignright size-full wp-image-11769" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Eric_Clapton.jpg" alt="Eric Clapton DEUS" width="293" height="258" title="DEUS" /></a>Eu vi Deus, e o nome dele é Eric Clapton. Pra marcar a semana de apresentações dele no país &#8211; a primeira delas ontem, em Porto Alegre, e é claro que EU ESTAVA LÁ -, uma pequena ficha de personagem para representá-lo dentro dos parâmetros do 3D&amp;T <em>Rock Band</em>.</p>
<p>Enfim, para entender e usar ela adequadamente você precisará do <a href="http://rpgista.com.br/pdfs/3D&amp;T%20Alpha%20Rock%20Band_Livro.pdf" target="_blank"><strong><em>netbook</em> 3D&amp;T <em>Rock Band</em></strong></a>, e também dar uma olhada no meu artigo sobre <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2009/05/20/3dt-rock-band-os-estilos-musicais/" target="_blank">técnicas e estilos musicais</a></strong>. E antes de seguir, apenas lembrando que, segundo a nomenclatura própria do proposta no netbook:</p>
<p>A = <strong>Atitude</strong>, equivalente à Força ou Poder de Fogo;<br />
T = <strong>Técnica</strong>, equivalente à Habilidade;<br />
V = <strong>Vontade</strong>, equivalente à Resistência;<br />
I = <strong>Improviso</strong>, equivalente à Armadura;<br />
F = <strong>Fama</strong>, atributo novo descrito no <em>netbook</em>;<br />
PMs = <strong>Pontos de Motivação</strong>, equivalentes aos PVs;<br />
PFs = <strong>Pontos de Fadiga</strong>, equivalentes aos PMs.</p>
<p>Eric Clapton<br />
A2 T5 V3 I4 F5 15 PMs 15 PFs</p>
<p><strong>Escola <em>Blues</em>.</strong> Clapton é adepto e um dos grandes nomes do blues, tendo aprendido com alguns dos seus principais nomes históricos, e desenvolvido o seu estilo pessoal a partir deles.</p>
<p><strong>Escola <em>Rock</em>.</strong> Clapton também é um dos principais nomes da história do rock, e ajudou mesmo a desenvolver algumas das suas principais técnicas musicais.</p>
<p><strong>Especialista (guitarra).</strong> Clapton, é claro, é conhecido como um dos deuses da guitarra, e é quando usa o seu instrumento de preferência que se sente mais à vontade. Ele gasta apenas metade dos PMs para utilizar quaisquer técnicas de guitarra durante uma apresentação.</p>
<p><strong>Banda de Apoio 4.</strong> Clapton possui uma equipe de músicos extremamente qualificada dando-lhe apoio nos shows, provavelmente uma das melhores bandas do mundo. Quando pode tocar com ela, recebe um bônus de +4 em todas as suas jogadas.</p>
<p><strong>Mentor.</strong> Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, e na verdade tenha mesmo nascido depois da sua morte, Clapton costuma citar o <em>bluesman</em> norte-americano Robert Johnson como um dos seus mentores, do qual aprendeu e copiou algumas das suas técnicas principais.</p>
<p><strong>Fama.</strong> Clapton é uma das figuras mais conhecidas do rock, e portanto possui a vantagem Fama (descrita no netbook Rock Band) no seu nível máximo.</p>
<p><strong><em>Gibson Les Paul</em>.</strong> Quando tocava com o <em>Cream</em>, Clapton costumava usar uma guitarra <em>Gibson Les Paul</em>, um dos modelos mais famosos da história. Você pode considerá-la como um instrumento mágico com as seguintes características: A+2, F+1, Ataque Especial, Flagelo (guitarristas).</p>
<p><strong><em>Blackie</em>.</strong> Na carreira solo, a guitarra que que ficou mais conhecida nas mãos de Clapton foi uma <em>Fender Stratocaster</em> preta, apelidada de <em>Blackie</em>. Você pode considerá-la um instrumento mágico com as seguintes características: T+1, I+1, F+1, Ataque Especial x2.</p>
<p><strong>Especializações.</strong> Clapton possui as especializações Instrumentos Musicais (cordas), Canto e História do Blues.</p>
<p><strong>BÔNUS: Clapton</strong>, deus menor dos alaúdes e instrumentos de cordas</p>
<p><strong>Outros nomes.</strong> Elric entre seu velhos amigos familiares em Petrynia.</p>
<p><strong>Descrição.</strong> Elric Clapton foi um bardo meio-elfo nascido nos arredores de Altrim, capital de Petrynia. Começando na carreira musical bastante jovem, logo angariou uma grande quantidade de fãs devido às suas ótimas músicas e, principalmente, a sua técnica impecável no alaúde e outros instrumentos de cordas. Aos poucos a idolatria destes fãs começou a tomar ares de uma verdadeira devoção religiosa, e hoje, décadas depois, ele atingiu o tatus de um verdadeiro deus menor.</p>
<p><strong>Motivações.</strong> As motivações de Clapton são bastante simples, e envolvem basicamente viver pela e para a música. Está sempre disposto a conhecer e tocar com novos artistas, além de participar de projetos diversos para divulgar a música em todas as suas formas.</p>
<p><strong>Avatar.</strong> Clapton obviamente não possui um avatar, pois é apenas um deus menor. No entanto, ele próprio ainda vive em Arton, tendo residência fixada na cidade voadora de Vectora. Costuma aproveitar as paradas dela para fazer grandes apresentações nas principais cidades do continente, além de alguns pequenos shows regulares nas grandes tavernas locais.</p>
<p><strong>Relações.</strong> Clapton possui boas relações com todos deuses ligados à música e às artes de forma geral, em especial a deusa do canto Canora, e, entre os deuses maiores, a deusa da paz Marah. Antes de cair do Panteão, dizia-se que mesmo Glórien, a elitista deusa dos elfos, tinha orgulho da parcela de sangue élfico que corria em suas veias. Os únicos deuses com que ele possui algum tipo de inimizade são aqueles ligados a bebidas alcoólicas, devido a uma trágica história pessoal de alcoolismo.</p>
<p><strong>Crença dos devotos.</strong> Música é tudo, e Clapton é DEUS.</p>
<p><strong>Áreas de influência.</strong> Música, alaúdes, bandolins, outros instrumentos de cordas.</p>
<p><strong>Símbolo sagrado.</strong> Um alaúde estilizado.</p>
<p><strong>Arma preferida.</strong> Alaúde (<em>Blackie</em>).</p>
<p><strong>Cores significativas.</strong> Preto, azul.</p>
<p><strong>Lema.</strong> &#8220;Você saberia o meu nome se eu te encontrasse no paraíso?&#8221;</p>
<p><strong>Poderes garantidos.</strong> Clérigos de Clapton recebem gratuitamente a especialização Instrumento Musical (cordas).</p>
<p><strong>Obrigações e restrições.</strong> Clérigos de Clapton devem sempre carregar um alaúde, bandolim ou outro instrumento de cordas consigo, ou não poderão utilizar os seus poderes clericais.</p>
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		<title>3D&amp;T Fábrica de Chocolates (e Gorad)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 12:15:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chocolate]]></category>
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<p><strong>Um Pouco de História</strong><br />
Nem todos sabem, mas o chocolate possui uma história bastante antiga. O cacau, de cuja semente ele é produzido, é cultivado na região da Mesoamérica e América do Sul há pelo menos três mil anos, e as primeiras evidências do seu consumo vêm da civilização Olmeca, na região do atual México, entre 1100 e 1400 a. C.</p>
<p>Durante a maior parte da sua história, o chocolate foi consumido como uma bebida – o seu próprio nome atual vem do termo asteca <em>xocolãtl</em>, que significa algo como <em>água amarga</em>. Dizia-se que ele era útil para enfrentar a fadiga e que tinha propriedades afrodisíacas, e era usados muitas vezes também em rituais religiosos. Sua importância era tamanha que as sementes de cacau chegaram a ser usadas como moeda na América pré-Colombiana.</p>
<p>Após a conquista do Império Asteca pela Espanha, no século XVI, o cacau também passou a ser importado e consumido na Europa, onde fez bastante sucesso. Casas para a venda e consumo de chocolate foram abertas em Londres durante o século XVII, e os próprios espanhóis aumentaram a sua produção com o uso de trabalho escravo. A produção de cacau se espalhou para várias ilhas do mar do Caribe, em especial a Jamaica, bem como o nordeste brasileiro e o noroeste africano, em especial a Costa do Marfim, atualmente a maior produtora da fruta.</p>
<p>A forma atual do chocolate sólido foi inventada em 1847 pelo inglês Joseph Fry, utilizando o pó de cacau criado pelo holandês Coenraad van Houten e adicionando leite e açúcar para criar uma espécie de pasta que poderia ser moldada em diversas formas. E em 1879 o suíço Daniel Peter teve a idéia de usar leite condensado, criando o chocolate ao leite como é conhecido hoje.</p>
<p><strong>Gorad.</strong> Em Arton não existe o chocolate propriamente dito (a menos, é claro, que o mestre decida diferente), mas, no lugar dele, temos o gorad, uma especiaria criada no pequeno reino de Hersey com uma mistura de frutas locais e leite, muito apreciada por jovens e crianças. Você pode considerá-lo exatamente como o chocolate para todos os efeitos relevantes de regras descritos a seguir.</p>
<p><strong>Efeitos do Chocolate</strong><br />
Chocolates são alimentos extremamente energéticos. Em regras, comer uma barra de chocolate permite ao personagem recuperar 1 PM, como uma poção de Magia. Cada barra custa 1 PE para o personagem.</p>
<p>Diferente de uma poção comum, no entanto, os PMs ganhos com um chocolate podem ultrapassar o valor máximo permitido pela sua Resistência – então um personagem com R2, por exemplo, poderia comê-los até chegar a 11, 12, 15 ou até 20 PMs. Isso acontece porque não se tratam propriamente de poções mágicas, mas sim de simples alimentos altamente calóricos.</p>
<p>A contra-partida é que se eles não forem gastos rapidamente, o personagem corre o risco de ganhar peso e eventualmente se tornar uma pessoa obesa, o que diminui as suas resistências e capacidades físicas. Em regras, para cada 5 PMs que um personagem tiver acima do seu limite normal (contando a sua Resistência e eventuais vantagens de PMs Extras), ele terá um redutor de -1 em todos as suas jogadas de dados para situações físicas, incluindo jogadas de FA e FD, bem como testes de qualquer atributo. Por exemplo, um personagem com R2 que coma até chegar a 20 PMs teria um redutor de -2 em todas estas jogadas.</p>
<p>Por fim, um efeito menor dos chocolates é que eles têm propriedades anti-depressivas. Após comer um chocolate, qualquer personagem recebe, durante uma hora, um bônus de +3 em quaisquer testes para resistir efeitos emocionais ou de mudança de humor, incluindo feitiços como <em>O Canto da Sereia</em> e outros efeitos sobrenaturais.</p>
<p><strong>Tipos de Chocolate</strong><br />
Existem ainda diversas variedades de chocolates, que podem possuir efeitos diferentes para os personagens que os comerem. Abaixo estão alguns exemplos, e o mestre pode, é claro, criar outros para a sua campanha.</p>
<p><strong>Chocolate Branco.</strong> O chocolate branco é feito com a gordura extraída da semente do cacau, ao invés da semente propriamente dita – por causa disso, muitos se recusam mesmo a considerá-lo um chocolate verdadeiro. Isso dá a ele um gosto mais doce, além da coloração diferente. Em regras, os PMs ganhos com ele não podem ultrapassar o limite normal do personagem, e o bônus para resistir a efeitos emocionais e de mudança de humor é de apenas +1. No entanto, com 1 PE o personagem pode comprar três barras de chocolate branco, ao invés de apenas uma.</p>
<p><strong>Chocolate Dietético.</strong> Chocolates dietéticos são feitos de forma a terem um valor calórico reduzido, eliminando ingredientes como açúcares e outros para reduzir os efeitos da obesidade. No entanto, não costumam ter o mesmo sabor de um chocolate tradicional. Em regras, um chocolate dietético não concede bônus para resistir a efeitos emocionais e de mudança de humor; no entanto, ele leva também o dobro do tempo para causar redutores nas jogadas do personagem – ou seja, causa apenas um redutor de -1 a cada 10 PMs além do seu limite normal. O seu custo é de 2 PEs por barra.</p>
<p><strong>Chocolate Meio-Amargo.</strong> O chocolate meio-amargo é feito de forma a valorizar o gosto amargo do cacau, diminuindo a concentração de leite condensado e outros ingredientes. Isso aumenta a concentração de cafeína no produto final, e dá a ele, além dos demais efeitos descritos acima, um efeito semelhante ao de uma dose de café: um bônus de +3 em testes para evitar a fadiga e o sono durante uma hora após ser consumido. O seu custo também é de 2 PEs, ao invés de 1.</p>
<p><strong>Chocolate em Pó.</strong> O chocolate também pode ser pulverizado para ser depois misturado em outros ingredientes. Cada dose de chocolate em pó custa 1 PE, e, misturado com leite ou outros líquidos, pode ser usado para produzir uma bebida equivalente a uma poção de Magia Menor, gastando um minuto de preparação. No entanto, ele não possui o efeito de permitir os PMs ultrapassarem o limite normal do personagem.</p>
<p><em>Imagem do único e verdadeiro Willy Wonka do cinema retirada <strong><a href="http://cinecult23.blogspot.com/2011/08/classicos-do-cinema-e-da-literatura-em.html" target="_blank">desse site aqui</a></strong>. O resumo histórico foi baseado na <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/História_do_chocolate" target="_blank">página da Wikipedia sobre o assunto</a></strong> mesmo.</em></p>
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		<title>A Allihanna das Cidades</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 03:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
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Mesmo no coração da civilização, no entanto, há espaço para a natureza se desenvolver – ou, ao menos, <em>algum tipo</em> de natureza. Seja entre as ruas e becos dos grandes centros urbanos, seja na sujeira e podridão dos esgotos, as condições são propícias para o surgimento de um ecossistema único, formado por musgos, fungos, pombos, ratos e outros que fazem da selva de pedra o seu habitat natural. E também ali, é claro, podem surgir aqueles que adoram e devotam suas vidas a este mundo, recebendo a bênção da deusa na forma de poderes milagrosos.<br />
A seguir estão dois kits de personagem próprios para estes devotos de Allihanna e outras deusas da natureza habitantes de grandes cidades: o <strong>Clérigo do Grande Rato</strong> e o <strong>Druida dos Esgotos</strong>.</p>
<p><strong>Clérigo do Grande Rato</strong><br />
<strong>Exigências:</strong> Clericato, Arena (H+2 em cidades), Código de Honra (veja abaixo), Crime<br />
<strong>Função:</strong> baluarte<br />
Allihanna é adorada de muitas formas ao redor de Arton. Existe a Allihanna dos leões nas savanas, a dos grifos nas montanhas, a dos macacos nas florestas, mesmo a dos vermes nos pântanos, entre dezenas de outras. Nas grandes cidades, a sua principal face é, provavelmente, a Allihanna dos ratos: aquela que se esgueira nas ruas, se esconde nos esgotos e se reproduz na sujeira.<br />
O clérigo do Grande Rato é o devoto desta face da deusa. É um habitante das ruas: pode ser o xamã e guia espiritual de uma comunidade de sem-teto, ou então um mendigo solitário, que seguiu o caminho dos ratos para melhor sobreviver entre as frestas e rachaduras da sociedade. A vida na selva urbana requer uma série de habilidades bastante específicas, semelhantes às de um ladrão – se mover sem ser notado, furtar alimentos e outros objetos; por isso, raças com habilidade natural para o crime, como halflings e principalmente goblins, possuem uma facilidade maior para seguir este caminho, mas eles não são incomuns em qualquer raça que habite grandes cidades.<br />
<strong>Código de Honra (do Grande Rato) (0 pontos).</strong> O código de honra do Grande Rato equivale a 1.º e 2.º Leis de Asimov, mas válidas apenas para ratos – como se trata de um caso muito específico, no entanto, ele não dá pontos ao personagem. Ele pode se comunicar livremente com ratos de qualquer espécie, utilizando-os como espiões e informantes, mas deve também obedecê-los nas poucas ordens que forem capazes de lhe dar; costuma tratar os roedores como se fossem parte de uma grande tribo, e, em resposta, é tratado assim também por eles.<br />
<strong>Comando de Ratos.</strong> O clérigo pode dar ordens a qualquer quantidade de ratos, que o obedecerão imediatamente. As ordens devem ser simples, próprias para a mente diminuta de um roedor, contendo um único comando, como atacar um alvo, roer uma corda, correr até algum lugar (levando algum item ou mensagem preso a ele), etc. O custo é de 1 PM por ordem para cada grupo de 5 ratos menores, ou para uma única ratazana grande; ratos muito maiores, ou que sejam dotados de características mágicas ou sobrenaturais, em geral terão direito a um teste de Resistência.<br />
<strong>Peste.</strong> A vida nas ruas, em meio aos ratos e à sujeira, dotou o clérigo das mesmas pragas e pestes de um rato comum. Qualquer ataque seu que cause pelo menos 1 ponto de dano pode também contaminar o alvo com uma doença, a menos que ele passe em um teste de Resistência. A doença começa a fazer efeito 1d dias depois da contaminação, deixando a vítima fraca e debilitada, com um redutor de -1 em todos os seus atributos; uma semana depois, ele deve fazer um novo teste de Resistência e, caso falhe, receberá um novo redutor de -1, e assim a cada semana seguinte até ficar com Resistência igual a 0. Quando chegar a R0, deverá fazer um Teste de Morte, e passará a fazer um a cada semana a partir daí, como se estivesse sob efeito de castigo contínuo. Curar a doença requer pelo menos uma semana de tratamento, em que o personagem deve ficar sob repouso absoluto, além de um gasto equivalente a 4 PEs em médicos qualificados e remédios; atendendo a estes requisitos, ele elimina um redutor de -1 sobre seus atributos e pode fazer um novo teste de Resistência para se curar definitivamente. Alternativamente, o personagem também pode ser curado com um uso do feitiço Cura Mágica, seguindo as suas regras normais para cura de doenças. Uma vez que esteja curado, os redutores restantes são eliminados na razão de -1 por dia. Clérigos NPCs podem causar doenças mais perigosas, a critério do mestre; e, como efeito secundário deste poder, o personagem também se torna imune a qualquer doença natural causada por ratos e criaturas aparentadas.<br />
<strong>Presença Invisível.</strong> O clérigo é muito difícil de ser notado. Não chega a ficar realmente invisível, mas sua aparência é tão pequena e insignificante que ninguém consegue prestar atenção – aos olhos dos outros, é como se ele fosse <em>apenas um rato</em>. Isso lhe concede os mesmos benefícios da vantagem Invisibilidade, porém apenas enquanto não fizer nada que possa chamar a atenção de alguém, como falhar em um teste de Furtividade, atacar um inimigo, etc. Este poder é considerado automaticamente ativo sempre que o clérigo entra em um aposento ou se depara com qualquer pessoa que não esteja ciente dele em primeiro lugar, a menos que deliberadamente chame a sua atenção por algum motivo. Para ativá-lo uma vez que estejam cientes da sua presença, no entanto, é necessário primeiro desviar sua atenção de alguma forma, e então passar em um teste de Furtividade.</p>
<p><strong>Druida dos Esgotos</strong><br />
<strong>Exigências:</strong> Clericato, Código de Honra (veja abaixo), Animais<br />
<strong>Função:</strong> dominante<br />
Nas grandes cidades, exceto em lugares específicos como parques ou jardins, não é comum encontrar grandes áreas verdes, ou que ainda sejam preenchidas de qualquer forma pela sua paisagem natural. Existem, no entanto, outros ambientes que podem ser considerados selvagens; locais abandonados pela sociedade, que se limita a usá-los como depósitos de lixo e dejetos. Com o tempo, eles podem formar uma geografia própria, com montanhas de entulho e rios de podridão, onde um ecossistema particular pode acabar se desenvolvendo.<br />
O druida dos esgotos faz destes locais o seu lar. Pode viver de fato nos esgotos, se existirem; ou em meio a qualquer lugar onde o lixo e os dejetos de uma cidade sejam depositados. É da sujeira e da podridão também que retira os seus poderes, desde a sua aura de mau-cheiro, que tira a concentração e atrapalha os inimigos, até a conjuração de criaturas mágicas feitas do ambiente que o rodeia.<br />
<strong>Código de Honra (de Allihanna) (-1 ponto).</strong> O druida dos esgotos deve seguir o mesmo código de honra de um druida de Allihanna comum, que envolve não atacar animais selvagens exceto em auto-defesa, não usar armaduras metálicas ou feitas de couro de animais (exceto daqueles que tiveram morte natural), bem como armas cortantes e perfurantes (exceto no caso de armas naturais). Ele também não consegue descansar adequadamente em ambientes urbanos de maneira geral (não recupera PVs nem PMs com descanso), mas apenas em locais considerados selvagens, incluindo os lixões onde habita.<br />
<strong>Aura de Podridão.</strong> O druida exala uma poderosa aura podre, com alcance igual a Rx5 metros. Todos dentro desta área, sejam aliados ou oponentes, devem fazer um teste de Resistência: aqueles que falharem se sentirão desconfortáveis devido ao mau-cheiro, recebendo uma penalidade de -1 em todas as suas jogadas. Os que passarem ficarão imunes até saírem da sua área de efeito; caso voltem a entrar nela, deverão realizar o teste novamente. Como efeito colateral deste poder, o druida também se torna especialmente insensível ao mau cheiro, recebendo um bônus de +3 em testes de Resistência para evitar quaisquer efeitos negativos ligados ao olfato.<br />
<strong>Forma Selvagem.</strong> O druida pode, uma vez por dia, assumir a forma de um animal ligado ao seu habitat, escolhido durante a criação do personagem. São permitidas criaturas urbanas como ratazanas e gambás, ou outras aprovado pelo mestre &#8211; alguns druidas poderosos podem mesmo se transformar em crocodilos e outros predadores de grande porte, sendo provavelmente a origem de lendas sobre monstros habitantes dos esgotos. Independente do animal escolhido, ele sempre terá Sentidos Especiais (audição aguçada, faro aguçado e visão aguçada).<br />
<strong>Garras de Fera.</strong> O druida pode usar garras (ou apenas unhas muito compridas mesmo) para causar dano em combate. Durante uma batalha, se estiver lutando desarmado, ele pode gastar o seu movimento e a sua ação para realizar dois ataques na mesma rodada.</p>
<p><strong>Nova Magia: Invocação do Elemental Podre</strong><br />
<strong>Escola:</strong> Elemental<br />
<strong>Custo:</strong> 2 a 10 PMs<br />
<strong>Alcance:</strong> longo; <strong>Duração:</strong> sustentável<br />
Este feitiço funciona da mesma forma que <em>Invocação do Elemental</em> (<em>Manual 3D&amp;T Alpha</em>, pg. 1d+99). A diferença é que, ao invés de ser feito de elementos da natureza, como fogo, terra ou ar, ele será feito de podridão e elementos dos esgotos &#8211; de maneira geral, sujeira e dejetos. As suas regras são as mesmas do feitiço original, exceto que, ao invés das habilidades de um <em>Corpo Elemental</em>, a criatura invocada terá o poder <em>Aura de Podridão</em>, igual ao do kit Druida do Esgoto descrito acima.<br />
Este feitiço também pode ser aprendido em versões <em>Superior</em> e <em>Suprema</em>, como o <em>Invocação do Elemental</em> comum.</p>
<p><em>NOTA.</em> A ilustração do artigo é a capa da edição nacional de <strong><em>Rei Rato</em></strong>, romance de China Miéville publicado pela Tarja Editorial, e é de autoria de Phil &amp; Ico.</p>
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		<title>DragonSlayer 34 já está nas bancas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 18:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nume Finório</dc:creator>
				<category><![CDATA[DragonSlayer]]></category>
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		<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Eita, que essa foi rápida! A DragonSlayer 34 já está a venda em bancas através do Brasil, rapaziada, corram para pegar a sua! (E esse merda aqui que nem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div>			
			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><div id="attachment_7596" class="wp-caption alignright" style="width: 233px"><a href="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/08/ds34_g.jpg" rel="lightbox[7636]"><img class="size-medium wp-image-7596" title="ds34_g" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/08/ds34_g-223x300.jpg" alt="ds34 g 223x300 DragonSlayer 34 já está nas bancas" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa da DragonSlayer 34</p></div>
<p>Eita, que essa foi rápida! A DragonSlayer 34 já está a venda em bancas através do Brasil, rapaziada, corram para pegar a sua! (E esse merda aqui que nem a 33 conseguiu ainda?).</p>
<p>Essa edição traz várias matérias e prévias interessantes, o pessoal de Tormenta vai pirar com as novidades sobre o Guia da Trilogia, o próximo lançamento arrasa-quarteirão da Jambô com 300 páginas e capa dura, e os fãs de literatura vão adorar a prévia de Deus Máquina, novo romance de Leonel Caldela. E se o seu negócio é 3D&amp;T Alpha, fique ligado na adaptação de Final Fantasy XIII que rola nesta edição, e se o que faz sua cabeça é M&amp;M tem também os Vingadores para este super-sistema, entre outras coisas legais, como os quadrinhos que voltam no final dessa edição ou as colunas do Leonel e do Gustavo que são sempre fodas.</p>
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		<title>Magibol Alpha</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 16:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D&T]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
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		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
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		<description><![CDATA[Tweet Por Bruno BURP. Então, eu to há mais de ano com esse netbook pronto, esperando um amigo diagramar. Infelizmente ele tem andado ocupado e tem atrasado um bocado o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="bottomcontainerBox" style="">
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			</div><div style="clear:both"></div><div style="padding-bottom:4px;"></div><p style="text-align: justify"><a href="http://www.roleplayer.com.br/2011/08/magibol-alpha/magibol4-leonel-domingos/" rel="attachment wp-att-11046"><img class="aligncenter size-full wp-image-11046" src="http://www.roleplayer.com.br/wp-content/uploads/2011/08/magibol4-leonel-domingos.jpg" alt="magibol4 leonel domingos Magibol Alpha" width="499" height="300" title="Magibol Alpha" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Por <a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com" target="_blank">Bruno BURP</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Então, eu to há mais de ano com esse netbook pronto, esperando um amigo diagramar. Infelizmente ele tem andado ocupado e tem atrasado um bocado o trabalho, de forma que ele próprio já ficou bastante desatualizado em relação aos últimos acontecimentos do cenário de Tormenta. Assim, resolvi lançar pra download um PDF com todo o texto do material, pra quem já quiser utilizar em jogo e dar algum feedback bacana.</p>
<p style="text-align: justify">Pra quem não conhece, magibol é um esporte fantástico criado por mim pro cenário de RPG Tormenta, praticado pelos magos do mundo. Pense em um quadribol que faz sentido, apesar de Harry Potter não ter sido a minha principal inspiração, mas sim o futebol do nosso próprio mundo. No PDF do jogo vocês vão encontrar:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li>regras completas pra usar o magibol no 3D&amp;T Alpha, que eu acho que ficaram bem bacanas e das quais eu to especialmente orgulhoso;</li>
<li>dicas e idéias para construção de jogadores de magibol, incluindo novas vantagens/desvantagens e um novo kit de personagem;</li>
<li>28 jogadas de efeito para tornar seus jogos mais emocionantes e imprevisíveis;</li>
<li>descrição completa do esporte e a sua situação no mundo de Arton logo antes dos acontecimentos do livro <em>O Terceiro Deus</em>, com três pequenos contos, regras variantes praticadas em alguns reinos, 40 equipes da Grande Liga de Magibol do Reinado, o magibol na Academia Arcana de Valkaria, regras especiais para jogar magibol nas áreas de Tormenta, e algumas coisinhas mais;</li>
<li>21 idéias de aventura usando o esporte;</li>
<li>um mini-cenário, Esféria, para quem quiser jogar magibol fora de Tormenta.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">E é isso. Para quem se interessar, o PDF com o texto pode ser baixado <strong><a href="http://www.4shared.com/document/45dikO33/Magibol_-_Final.html" target="_blank">clicando aqui</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify">Comentários a respeito podem ser feitos nesse post mesmo, ou no <a href="http://www.jamboeditora.com.br/forum/viewtopic.php?t=3187" target="_blank">fórum da editora Jambô</a>.</p>
<div class="bottomcontainerBox" style="">
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