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		<title>RPGista</title>
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	<itunes:summary>um blog sobre RPG e afins</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>RPGista</itunes:author>
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		<title>Uma questão de escala</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 01:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>hackbarth</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Miniaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Miniaturas de Papel]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter notado que as miniaturas de RPG não são todas do mesmo tamanho, e não estou falando de hobbits e gigantes. As miniaturas de RPG são uma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter notado que as miniaturas de RPG não são todas do mesmo tamanho, e não estou falando de hobbits e gigantes. As miniaturas de RPG são uma representação em escala de um personagem, mas essa escala varia de acordo com o fabricante. As vezes o mesmo fabricante tem miniaturas de escalas diferentes ou miniaturas completamente fora de escala.</p>
<p>O RPG tem suas origens nos wargames de miniaturas, e em suas primeiras encarnações usava miniaturas de wargame. Essas miniaturas costumavam ser principalmente de duas escalas: 15mm e 25mm. Essa medida representa a altura de um soldado desde o chão até a altura dos olhos. Por que até a altura dos olhos e não a altura total do soldado? por causa disso:</p>
<p><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/20/uma-questao-de-escala/shako16/" rel="attachment wp-att-14487"><img class="alignnone size-full wp-image-14487" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/SHAKO16.jpg" alt="SHAKO16 Uma questão de escala" width="400" height="600" title="Uma questão de escala" /></a></p>
<p>Isso é um shako, um chapéu típico dos exércitos da era napoleônica. Desde suas origens essa é uma das eras mais comumente retratada nos wargames, e por conta das miniaturas terem na maior parte das vezes chapéus elaborados e de alturas variadas na cabeça, era mais prático medir as miniaturas até a altura dos olhos.</p>
<p>Devido à maior ênfase nos personagens do que em unidades, embora as miniaturas de 15mm fossem mais populares para wargames, as miniaturas de 25mm se tornaram mais populares no RPG, afinal permitiam que mais detalhes fossem esculpidos nos personagens.<a href="http://mikemonaco.wordpress.com/2010/04/26/scale-creep/"> Com o passar do tempo essas miniaturas foram crescendo</a> para possibilitar que fossem mais detalhadas e impressionantes de modo que hoje em dia miniaturas de RPG costumam ser na escala de 28mm e até 30mm (as Miniaturas de Star Wars são de 34mm!).</p>
<div class="mceTemp">
<div id="attachment_14535" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://groknard.blogspot.com/2009/03/trek-miniatures-scale-and-alternate.html"><img class="size-full wp-image-14535" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/kirkScaleLG2.jpg" alt="kirkScaleLG2 Uma questão de escala" width="600" height="450" title="Uma questão de escala" /></a><p class="wp-caption-text">Isso é completamente ilógico Spock! O mesmo Capitão Kirk, por várias companhias diferentes.</p></div>
</div>
<p>Claro que esses termos são aproximações, escala é uma proporção entre o objeto representado e o real, em qualquer mapa você pode ver a escala indicada, mesmo tiles de RPG tem uma escala. A dos tiles de D&amp;D, onde cada quadradinho representa um quadrado de 1,5 metro (ou melhor, jarda) é uma escala de 1:54. Ou seja para cada 54 unidades do objeto real (sejam centímetros, polegadas ou metros) é representada uma unidade. Logo uma mesinha de 54cm de raio é representada por um desenho de uma mesa com 1cm de raio. Isso corresponde a miniaturas de 30mm, afinal multiplicados por 54, esses 30mm dão 1,62m, mais ou menos a altura dos olhos de uma pessoa mediana. Gurps, por outro lado usa mapas bem maiores, já que cada hexágono representa um metro, a escala resultante é de 1:36. Curiosamente o livro recomenda usar as mesmas miniaturas de 25mm nos mapas de 1:36, que pediriam miniaturas com o dobro de tamanho. Olhando os mapas de perto dá para perceber que essa escala é uma abstração para termos de jogo, e no final das contas os edifícios retratados nos mapas de combate sempre são menores do que seriam na realidade caso a escala fosse acurada. Afinal um mapa de combate com duas ou três casas ou uma fortificação pequena seria grande demais para representar na escala de modo a caber em uma mesa de jogo.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>6mm</td>
<td>1:300</td>
<td>Escala &#8220;Micro&#8221;. Usada em wargames em que figura representa uma unidade, normalmente mais focado em veículos como tanques e mechas.</td>
</tr>
<tr>
<td>10mm</td>
<td>1:160</td>
<td>Uma escala mais nova que permite colocar muitas unidades na mesa, retratando grandes batalhas, popular com Ficção Científica e Campanhas Militares Modernas</td>
</tr>
<tr>
<td>15mm</td>
<td>1:100</td>
<td>Escala mais tradicional com wargames, principal escala usada com exércitos Napoleônicos e outras batalhas antigas</td>
</tr>
<tr>
<td>25mm</td>
<td>1:64</td>
<td>Escala mais popular com RPGs e também usada pela Games Workshop para as miniaturas de Warhammer e Warhammer40K, entre outras</td>
</tr>
<tr>
<td>28mm</td>
<td>1:58</td>
<td>A maior parte das minis ditas 25mm hoje em dia na verdade são 28mm, para fazer miniaturas com mais detalhes e mais impressionantes.</td>
</tr>
<tr>
<td>30mm</td>
<td>1:54</td>
<td> Verdadeira escala das miniaturas mais &#8220;heroicas&#8221; e dos mapas de D&amp;D.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando usamos miniaturas de papel, nós temos mais controle sobre a escala das miniaturas, afinal é só alterar a escala da miniatura na hora de mandar para a impressora. Se prefere miniaturas de 28mm, é só imprimir as de 25mm a 110% de escala. Se quer miniaturas de 15mm uma boa ideia é imprimir as de 28mm em duas páginas por folha. O dobro de miniaturas! É importante ter uma ideia da escala das miniaturas quando for desenha-las. Para a impressora escala é uma medida de resolução e é denotada pelo DPI da impressão. DPI significa dots per inch e é a medida de quantos pontos de imagem são impressos por polegada. O padrão para imprimir miniaturas é 300dpi, ou seja 300 pixels na tela equivalem a uma polegada no papel (aproximadamente 25mm). Dessa forma um miniatura de 25mm deve ter 300 pixels da sola dos pés até a altura dos olhos se ela estiver de pé. Fácil!</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Miniature_figure_(gaming)#Scales"> http://en.wikipedia.org/wiki/Miniature_figure_(gaming)#Scales</a><br />
<a href="http://theminiaturespage.com/ref/scales.html"> http://theminiaturespage.com/ref/scales.html</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Miniature_wargaming#Scale"> http://en.wikipedia.org/wiki/Miniature_wargaming#Scale</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Passagem após o Rito</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 08:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JJ Rangel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Bardo]]></category>
		<category><![CDATA[Começo]]></category>
		<category><![CDATA[Continuação]]></category>
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		<category><![CDATA[Liga Narrativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Juca’s Blog em 26 de fevereiro de 2010. Depois de minha primeira participação na Liga Narrativa, tive pedidos (2, acho&#8230;) por mais um cadinho da estória. Resolvi aceitar esse desafio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Publicado originalmente no <a title="Liga Narrativa - Fev - Passagem após o Rito" href="http://jucasblog.wordpress.com/2010/02/26/passagem-apos-o-rito/" target="_blank"><strong>Juca’s Blog</strong></a> em 26 de fevereiro de 2010.</em></p>
<p>Depois de minha primeira participação na <a title="Grupo Liga Narrativa" href="http://groups.google.com.br/group/liga-narrativa?hl=pt-BR" target="_blank">Liga Narrativa</a>, tive pedidos (2, acho&#8230;) por mais um cadinho da estória. Resolvi aceitar esse desafio e com uma peculiaridade que vou esperar alguém descobrir. Você pode ler este conto sem precisar ler o primeiro, <a title="Começo - Passagem após o Rito" href="http://rpgista.com.br/2012/02/18/jb-liga-narrativa-fev-comeco-rito-de-passagem/" target="_blank">Rito de Passagem</a>: são independentes mesmo sendo parte da mesma ideia! Ou inverta a ordem entre eles. Sinta-se livre e divirta-se!<img src="https://jucasblog.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="trans [JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Passagem após o Rito"  title="[JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Passagem após o Rito" /></p>
<p>Passagem após o Rito</p>
<p>Um belo dia com o sol de fronte. O que me espera além do horizonte? A aventura dará um belo fado. Só espero não ser finado! Será que um dia serei venerável? Certamente serei amável. Caminhando. Vamos em frente! Preciso encontrar mais gente. Bem a calhar, uma estalagem. Deve haver caçadores de pilhagem. Ninguém resiste a meu sorriso aberto. Terei aliados. Isto é certo.</p>
<p>Hora de me aproximar, um pequeno grupo vai me precisar. Ouvem atentos a meu clamor. Mal sabem que sou um favor. Dito tudo o que quero. Uma jornada é o que espero. Que bom que atenderam a meu inquérito. Não é ofensa, nem demérito. Três guerreiros vão me proteger. Será mais fácil sobreviver. Quando amanhece, tudo se ajeita. Verei se a história me aceita.</p>
<p>Um novo dia, outro alguém. A coragem será minha refém. Sigam atentamente a minha voz: vamos trilhar nosso caminho atroz! O início começa aqui. Isso pede uma canção em si. Como esperei por este dia. Nada supera esta euforia! A jornada não me parece ruim. Será suficiente para mim? Lá pelas tantas, embriaguez. Indago o guerreiro: O que vês?</p>
<p>Lembrou-me uma canção em ré, que fala da batalha entre plebe e ralé. Ouça, preste atenção: deve aquietar seu coração.</p>
<p>Antes, preciso de um trago da garrafa aberta. Só então ouvirás a seresta. Que sabor estranho! O desconheço. Parece que estava preparado desde o começo&#8230;</p>
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		<title>[JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Rito de Passagem</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 08:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JJ Rangel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bardo]]></category>
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		<description><![CDATA[Publicado originalmente no Juca’s Blog em 19 de fevereiro de 2010. Antes de tudo um pequeno causo: A Liga Narrativa é um aglomerado de Joes e Sues que jogam RPG, escrevem e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><em>Publicado originalmente no <a title="Liga Narrativa - Fev - Rito de Passagem" href="http://jucasblog.wordpress.com/2010/02/19/liga-narrativa-fev-comeco-rito-de-passagem/" target="_blank"><strong>Juca’s Blog</strong></a> em 19 de fevereiro de 2010.</em></p>
<p>Antes de tudo um pequeno causo:</p>
<p>A Liga Narrativa é um aglomerado de Joes e Sues que jogam RPG, escrevem e fazem pequenos milagres em seus blogs. Depois que <a title="Rainha da Noite, o marco 0" href="http://jucasblog.wordpress.com/2010/01/23/rainha-da-noite" target="_blank">Rainha da Noite</a> foi ao ar no <a title="Este trem que cê tá lendo, sô." href="http://jucasblog.wordpress.com" target="_blank">Juca&#8217;s Blog</a>, começou um papo. Tuitadas e emails resolveram a questão. Todo mês haverá um tema e todos os membros escrevem um conto sobre o mesmo. Eu escolhi &#8220;Começo&#8221; e virou o 1º.<img src="https://jucasblog.wordpress.com/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="trans [JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Rito de Passagem"  title="[JB] Liga Narrativa (Fev – Começo): Rito de Passagem" /></p>
<p>Por enquanto não temos um logo (né, <a title="Erick, o Postador Compulsivo" href="http://rpgdm.erickpatrick.com/" target="_blank">Erick</a>?). Podem fuçar nossa lista que carinhosamente apelidei de &#8220;<a title="Corrente Liga Narrativa" href="http://groups.google.com.br/group/liga-narrativa?hl=pt-BR" target="_blank">Corrente</a>&#8220;. Vou colocar alguns links dos participantes para que vocês tenham uma ideia. O grupo aceita novos membros, mas é rigoroso (:P). Vamos ao conto (ou seja lá o que escrevi).</p>
<p><a title="Grupo Liga Narrativa" href="http://groups.google.com.br/group/liga-narrativa?hl=pt-BR" target="_blank">Liga Narrativa</a>, Fevereiro de 2010.</p>
<p>Membro: <a title="JJ no Twitter" href="http://twitter.com/jjrangel999" target="_blank">JJ Rangel</a>, de Duque de Caxias &#8211; RJ, representando <a title="Inquietação em sua mente." href="http://jucasblog.wordpress.com" target="_blank">Juca&#8217;s Blog</a></p>
<p>Tema: Começo</p>
<p>Título: Rito de Passagem</p>
<p>Num belo dia como a noite, o sol ardia mais que açoite. Cabia então a este bardo superar a dor, o medo e o fardo. A dor nas pernas era inevitável e o mar de areia, interminavél. A morte seca era iminente, um triste fim para um descrente. E eis que surgiu uma bela imagem. Esperança? Só podia ser miragem! Ousei chegar um pouco mais perto e enfrentar o riso do deserto.</p>
<p>Logo pude me admirar: não era sonho, nem o despertar. Um local para me recompor, com ar sereno, quase torpor. Olhei a tenda com muito esmero. Era minha fuga, reintero. Quem a fez tem muito mérito. Bela herança de um pretérito. Não demorou tive de escolher: morrer ao sol ou lá perecer. Olhei por uma pequena brecha estreita. Alguém chegava à minha espreita.</p>
<p>Estava dentro do posto de outrém. Com certeza não iria querer meu bem. Um oponente, um algoz? Ele, eu ou nós? Quando entrou, logo o reconheci. Meu perseguidor estava bem ali. Gritei que não voltaria e o homem apenas sorria. Escolhi como seria meu fim. De jeito algum seria assim. Minhas mãos feriram pela última vez. Um golpe certeiro. Sorte, talvez.</p>
<p>Finalmente tive fé. Pude sobrepor as dunas a pé. Libertei-me da escravidão. Larguei a espada, meu grilhão.</p>
<p>Boas vindas a esta guilda secreta, onde o auge da arte é nossa meta. Ainda vivo, não sei se mereço. Que cada um possa encontrar seu próprio começo.</p>
<p>***</p>
<p>Veja outros Joes e Sues trabalhando neste projeto:</p>
<p>Beholder não Tem Bunda (Jacker): <a href="http://beholder.com.br/post.php?p=58" target="_blank">LN # O discípulo do dragão #01</a> (21/fev)</p>
<p>Brainstorm (Allana Dilene): <a href="http://brainsstorm.wordpress.com/2010/02/14/a-luz-que-queima-os-olhos-parte-1/" target="_blank">A luz que queima os olhos – Parte 1</a> (14/fev)</p>
<p>Dois Contos (Elisa Gen): <a href="http://doiscontos.wordpress.com/2010/02/20/principes-e-princesas/" target="_blank">Príncipes e princesas</a> (20/fev)</p>
<p>Dois Contos (Dan Ramos): <a href="http://doiscontos.wordpress.com/2010/02/25/de-tudo/" target="_blank">De Tudo</a> (25/fev)</p>
<p>Juca&#8217;s Blog (JJ Rangel): <a href="http://jucasblog.wordpress.com/2010/02/26/passagem-apos-o-rito/" target="_blank">Liga Narrativa (Fev – Começo): Passagem após o Rito</a> (26/fev)</p>
<p>Lote do Betão (Valberto): <a href="http://valberto.wordpress.com/2010/02/22/mercenario-–-capitulo-2/" target="_blank">Mercenário &#8211; Capítulo 2</a> (22/fev)</p>
<p>O Feudo (Mário Jagunço): <a href="http://www.ofeudo.com.br/2010/02/liga-narrativa/" target="_blank">Liga Narrativa!</a> (07/fev)</p>
<p>Roleplayer (Marlon Armageddon):  <a href="http://www.roleplayer.com.br/site/2010/02/liga-narrativa-comecos" target="_blank">Liga Narrativa – Começos</a> (04/fev)</p>
<p>RPG do Mestre (Erick Patrick): <a href="http://rpgdm.erickpatrick.com/liga-narrativa-o-comeco/" target="_blank">Liga Narrativa – O começo</a> (21/fev)</p>
<p>Taverna do Goblin (O Goblin):  <a href="http://www.ogoblin.com.br/2010/02/liga-narrativa-comecos/" target="_blank">[Liga Narrativa] Começos</a> (21/fev)</p>
<p>Até.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos 2012</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2012/02/17/concurso-faca-voce-mesmo-de-criacao-de-jogos-2012/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=concurso-faca-voce-mesmo-de-criacao-de-jogos-2012</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 13:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tek</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Game Design]]></category>
		<category><![CDATA[Secular Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi dada a largada para mais um concurso de criação de jogos dos já conhecidos mineiros da Secular Games. Assim como no ano passado, esse ano eles nos trazem uma...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi dada a largada para mais um concurso de criação de jogos dos já conhecidos mineiros da Secular Games.</p>
<p>Assim como no <a href="http://rpgista.com.br/2011/02/28/concurso-faca-voce-mesmo-de-criacao-de-jogos/" target="_blank">ano passado</a>, esse ano eles nos trazem uma nova oportunidade de passar o carnaval se divertindo de uma maneira diferente: CRIANDO RPG!</p>
<blockquote><p>O objetivo do <strong>Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos</strong> continua simples (embora com uma ou outra novidade para apimentar as coisas): os participantes deverão desenvolver um jogo de RPG que seja jogável em 15 (quinze) dias, iniciando sua produção em 18/02/2012, passando da maneira mais nerd possível o carnaval e os dias que o seguem, até a data limite de entrega em 03/03/2012.</p></blockquote>
<p>Então não perca a oportunidade, veja o &#8220;<a href="http://www.secular-games.com/2012/02/concurso-faca-voce-mesmo-de-criacao-de-jogos-2012/" target="_blank">regulamento</a>&#8221; no site deles e participe!</p>
<p>Quem pretende participar? Teve alguma ideia bacana mas não pretende ou não pode participar? Deixe sua observação nos comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Battle Fantasia</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2012/02/16/battle-fantasia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=battle-fantasia</link>
		<comments>http://rpgista.com.br/2012/02/16/battle-fantasia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 10:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Battle Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasia Medieval]]></category>
		<category><![CDATA[Playstation 3]]></category>

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		<description><![CDATA[Battle Fantasia é um jogo de luta da mesma produtora responsável pela série Guilty Gear. Só por esse detalhe já se pode ter uma idéia do que esperar: jogabilidade 2D clássica, influência...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/16/battle-fantasia/battle_fantasia_ps3/" rel="attachment wp-att-14483"><img class="alignright  wp-image-14483" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/battle_fantasia_ps3.jpg" alt="battle fantasia ps3 Battle Fantasia" width="256" height="300" title="Battle Fantasia" /></a>Battle Fantasia</strong></em> é um jogo de luta da mesma produtora responsável pela série <em>Guilty Gear</em>. Só por esse detalhe já se pode ter uma idéia do que esperar: jogabilidade 2D clássica, influência de mangás e animes escancarada, arte de altíssima qualidade, e temas bem… Incomuns.</p>
<p>Na verdade, o jogo é o que se costuma chamar de <em>2,5D</em> – ou seja, os personagens e cenários são modelados em 3D, permitindo coisas como movimentos de câmera na hora de usar os golpes especiais, mas tudo é realizado em um campo de batalha 2D, em que você se move apenas para frente e para trás, com direito a saltos e golpes baixos também. Pense em <em>Street Fighter</em> IV, talvez o jogo mais conhecido a seguir esse modelo.</p>
<p>A comparação com o clássico da Capcom também é válida na hora de explicar a jogabilidade, que segue um modelo de luta em 2D bem tradicional. Há dois botões de soco e dois de chute, diversos comandos para ataques especiais, e uma barra no lado inferior da tela que enche na medida em que você ataca ou é atacado, e que você gasta ao usar certos ataques ainda mais poderosos. Os próprios personagens e seus golpes também seguem os padrões típicos do gênero – há os heróis com seus <em>hadoukens</em> e <em>shoryukens</em>, um ou dois Guiles, um Zangief com seus 360º’s, e daí por diante. De característica um pouco mais única, há o modo <em>Heat Up</em>, que também gasta a barra de especial para ser ativado, e durante o qual os personagens podem usar algumas habilidades extras.</p>
<p>Em todo caso, o jogo se destaca mesmo é pelo tema escolhido, que foge bastante dos jogos de luta mais tradicionais, e lembra muito mais um RPG de fantasia. A emulação é tão escancarada que mesmo abaixo da barra de energia há um indicador numérico do seu HP, que pode ser maior ou menor dependendo do personagem; a barra de especial é chamada de MP; e, ao invés de <em>rounds</em>, as batalhas são divididas em <em>chapters</em> (ou seja, capítulos).</p>
<p>A história também passa longe dos tradicionais torneios de artes marciais pelas quais o gênero é mais conhecido. Ao invés disso, somos transportados para um mundo de fantasia onde um mal adormecido por séculos está a ponto de despertar, de forma que diversos heróis ao redor dele saem em suas jornadas épicas pessoais para vencê-lo. O elenco lembra bem um jogo de RPG – há lá o seu aprendiz de guerreiro, um clérigo, alguns magos, um pistoleiro, etc. -, e, no modo <em>Story</em>, você acompanha as suas viagens pelo mundo através diversos diálogos e narrativas,  sempre buscando alguma desculpa esfarrapada para colocá-los em combate uns contra os outros. O tom é bastante leve e exagerado, como você pode ver pelos próprios personagens – entre outros, há um coelho mago, com direito a chapéu e cajado, e um pirata com um gancho do tamanho de uma lagosta no lugar da mão -, mas não deixa de ser divertido e cativante por isso.</p>
<p>No fim, <strong><em>Battle Fantasia</em></strong> é um jogo bem divertido, ainda que um tanto simples. Peca principalmente pela pouca quantidade de personagens, mas levando-se em consideração que cada um deles possui duas linhas narrativas no modo <em>Story</em>, mais os diversos modos extras típicos do gênero – <em>versus</em>, <em>survival</em>, <em>time attack</em>, etc. -, deve bastar para ocupá-lo por algum tempo. Fãs mais <em>hardcore</em> de jogos de luta talvez se incomodem com o fator fofura, mas um fã de RPGs que queira experimentar um jogo com o mesmo espírito em outro gênero, ou que busque algo para jogar com os seus filhos/primos/sobrinhos pré-adolescentes, talvez ache interessante. No geral, não diria que valha os duzentos contos que um jogo de PS3 normalmente custa, mas os vinte dólares pelos quais ele é vendido na <em>PlaystationStore</em> é sim um preço bastante justo.</p>
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		<title>Diário de Campanha &#8211; Anarkhos 005</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 13:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armageddon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meliny]]></category>
		<category><![CDATA[Alandar]]></category>
		<category><![CDATA[Anarkhos]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de Campanha]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um fruto da “jornada criativa” de algumas semanas atrás, chegamos ao quinto ato da campanha Anarkhos, que conta a história de um grupo de renegados que lutou para derrubar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um fruto da “jornada criativa” de algumas semanas atrás, chegamos ao quinto ato da campanha Anarkhos, que conta a história de um grupo de renegados que lutou para derrubar o governo opressivo de Valéria sobre Alandar, o reino do fim do mundo de Meliny. Agradecimentos a Marcos “<strong>Tankian</strong>” Spiess, Shandi “<strong>Erolin</strong>” e o Edy “<strong>Bastion</strong>” Girelli que estiveram aqui ajudando a memória narrativa deste que voz tecla, além do apoio via <strong><a href="http://www.facebook.com/cronicasdemeliny">Facebook</a> </strong>do companheiro Zinho “<strong>Gakurin</strong>“.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Diário de Campanha   Anarkhos 003" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Anarkhos.jpg" alt="Anarkhos Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="500" height="132" /></p>
<p><span style="color: #008000; font-size: large;"><strong>A Campanha</strong></span></p>
<p>Dividido entre a devoção ferrenha do Exército Real à sua Rainha Suprema, Valéria e a insatisfação do povo perante os ditames e mal tratos por ela infligidos, <strong>Alandar</strong> é um reino que vive em constante tensão à beira do colapso.</p>
<p>Os nobres enriquecem à olhos vistos às custas da miséria dos que não possuem um título, o uso da magia é proibida sem a conceção do Estado, ao passo que o número de Feiticeiros cresce a cada dia. Demônios do Esquecimento são capturados e utilizados como armas de repreensão e punição. E a sombra da Rebelião paira oculta pela escuridão dos becos das cidades. A insurreição é iminente. E os rebeldes que se denominam <em>Anarkhos </em>pretendem derrubar o governo e tomar o poder.</p>
<p><span style="color: #008000; font-size: large;"><strong>Os Personagens</strong></span></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><img class="alignleft" title="Diário de Campanha   Anarkhos 001" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/saad.jpg" alt="saad Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" /><strong>Saad Odalar </strong>(Humano, Ladino) – nascido em Alandar, cresceu nas ruas sujas da cidade baixa de <em>Vanir, </em>ao lado da Cascata de Neremiel. Ali, aprendeu que uma mente afiada é tão perigosa quanto uma adaga,  e graças a esta visão sobreviveu por tempo o suficiente para chegar a idade adulta. Nunca esqueceu, porém, que foram os regentes de Alandar que levaram tudo o que era para ele importante, e irá empregar todos os seus esforços para destruir o governo corrupto que selou seu destino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" title="Diário de Campanha   Anarkhos 001" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/erolin.jpg" alt="erolin Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" />A fada <strong>Erolin </strong>(Fada, Clériga), assim como muitas outras de sua espécie, foram capturadas, aprisionadas em garrafas e vendidas como lembrança pelos mascates. Quis o destino que ela pudesse escapar em tempo de vingar o sofrimento de seu povo. Usando de magia, matou dezenas de pessoas. Recapturada, estava preste a ser destruída pelo Castelo de Ferro quando Falena, a deusa protetora da vida resolveu lhe dar uma nova chance. Erolin deveria curar dez vidas para cada uma que havia tirado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" title="035" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/bastion.jpg" alt="bastion Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" />Herdeiro por direito ao trono do Bosque Verde, o quessir Alakai (Arqueiro Arcano, Elfo) foi traído por seu irmão idêntico, Alastor e banido do reino élfico. Mantido como prisioneiro por décadas nos porões escuros do <strong>Castelo de Ferro</strong>, foi forçado por Morkash a tornar-se um membro da Guilda dos Lordes Negros sob a alcunha de <strong>Bastion</strong>, o que mudou seu destino para todo o sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" title="Diário de Campanha   Anarkhos 001" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/gakurin.jpg" alt="gakurin Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" />Quando abandonou a Floresta de Prata em busca dos assassinos de seus pais, <strong>Gakurin</strong> (Elfo, Elementalista do Fogo) não imaginava até onde seus pés iriam levá-lo. Pertencente a uma antiga linhagem de elfos silvestres ligados ao caminho elemental do Fogo, desde muito jovens os membros do seu clã recebem o batismo das chamas, com uma marca arcana em sua própria carne.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" title="Diário de Campanha   Anarkhos 003" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/tankian.jpg" alt="tankian Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vítima de uma estranha maldição que pouco a pouco o transforma em uma fera sem controle, <strong>Tankian</strong> (meio-orc, bárbaro) esconde sob a face deformada um espírito que luta para libertar-se do mal que lhe aflige. Ainda que o mundo inteiro o evite e despreze, ele próprio jamais desistirá enquanto a esperança resistir em seu âmago.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" title="Diário de Campanha   Anarkhos 001" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2011/10/zacky.jpg" alt="zacky Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="120" height="120" /></p>
<p>Primogênito da casa dos abastados Sullivan, Lorde <strong>Zacky</strong>(Humano, Guerreiro) teve seus pais assassinados por terem sido contrários aos ditames de Valéria, a Rainha de Alandar. Ao exigir reparação pelo crime, foi afrontado por uma ordem absurda de prisão e jogado para morrer em <em>Kanthor</em>. Determinado à vingar-se, está disposto a empregar até o último centavo de sua família para derrubar a coroa. E dinheiro nunca foi problema para os <em>Sullivan</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008000; font-size: large;"><strong>A Aventura</strong></span></p>
<p>Quinto Episódio<br />
<strong>Viagem a Parael</strong></p>
<p>Após aguardar por um tempo, o grupo estranhou a demora do regresso de Zacky e do anão Gorin e resolveram procurá-lo. Encontraram-no então caído atrás da torre, morto. A clériga Erolin efetuou uma oração buscando trazer-lhe de volta do mundo dos mortos, efeito que conseguiu sem saber que não por mérito próprio. Alguns da família Sullivan compravam o dom da imortalidade com sua quase infindável fortuna, e Zacky era um destes agraciados. Porém, a magia curativa da fada foi bem vinda.  Zacky não entrou em detalhes sobre o que ocorreu e colocando-se de pé, avançou na direção da Torre.</p>
<p>Uma vez lá dentro, o grupo foi apresentado ao prefeito, um velho mago de barbas brancas chamado <strong>Mozzan</strong>. Ele explicou que governava graças a autorização de Valéria, a Rainha, e por isso tinha direito de julgá-los. Para evitar criar problemas, o grupo maltrapilho afirmou tratar-se na verdade de um grupo de clérigos de Shattaii que havia permanecido prisioneiro dos kobolds nas ruínas próximas dali. Mozzan ficou interessado e propôs um desafio para o grupo: apresentaria três ítens quaisquer para que os heróis optassem por apenas um deles. Os demais seriam destruídos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14505 aligncenter" style="border: 5px solid green;" title="alandar02" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alandar02.jpg" alt="alandar02 Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="500" height="375" /></p>
<p>Tratava-se de um baú fechado à chave, um jovem guarda de Alandar, vedado e amordaçado e uma espada. Mozzan afastou-se dali, deixando-os a vontade para decidir. Uma calorosa discussão teve vez. Bastion queria ficar com a Espada, enquanto Gakurin insistiu em abrir o baú, opinião esta que tinha o apoio da fada Erolin. Por fim, impondo sua vontade sobre os demais, Zacky encerrou a discussão optando pela vida do garoto. Nesse instante o som dos portões da torre ecoaram através do salão. Mozzan havia regressado.</p>
<p>O velho mago ouviu a escolha do grupo e com um sorriso refutou a mentira de que eram clérigos de Shattai. Afirmou que os servos do Deus dos Segredos jamais deixariam de optar pelo baú. Também refutou que fossem soldados de Alandar, apesar dos trapos que vestiam. Estava prestes a chamar a guarda quando Gakurin resolveu dar uma última cartada: revelar que eram fugitivos de Kanthor, mas que haviam sido presos injustamente. Disse que o governo opressor de Valéria deveria ter um fim, e que Alandar precisava de políticos honestos, como Mozzan supostamente seria.</p>
<p>Zacky utilizou-se de sua lábia para reforçar a ideia e acabou por convencer o mago a lhes dar uma última chance. Este lhes ofereceu um serviço, que, caso aceitassem, poderia auxiliar a equipe em sua fuga e ajudar Mozzan ao mesmo tempo. Deveriam viajar até a cidade de Parael, onde um contato lhes daria mais detalhes sobre a missão que teriam que aceitar.  Nas próximas horas, Gakurin e Mozzan estudaram os mapas cartográficos da região para que o elfo pudesse aprender o caminho. Uma carruagem foi conseguida para levar o grupo que partiria em plena madrugada…</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14506 aligncenter" style="border: 5px solid green;" title="alandar03" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alandar03.jpg" alt="alandar03 Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="500" height="375" /></p>
<p>Antes de partir, Zacky questionou sobre o destino do soldado alandariano cuja vida foi poupada por eles mais cedo. Mozzan afirmou que não seria seguro libertar o garoto agora em que toda a cidade estava a procura deles. Zacky então o intimou para seguir viagem com o grupo. Sem outra alternativa, o jovem Erick aceitou.</p>
<p>O grupo partiu antes da alvorada, ocultos pelas sombras da noite. Boa parte da viagem foi feita sem maiores incidentes até que a equipe precisou atravessar a Floresta dos Lobos. A trilha pouco segura era evitada até mesmo durante o dia. Boatos sobre assaltos eram comuns, e todo o grupo permaneceu alerta apesar do sono. O elfo Gakurin viajou no teto da carruagem, perscrutando o ambiente. Sem aviso, um galho o atingiu em cheio no peito, derrubando-o sobre a mata. Uma vez ali, mais galhos o atingiram. Acreditando estar sendo alvo do ataque de uma criatura arbórea, o Senhor do Fogo despertou sua chama e incendiou a floresta.</p>
<p>O clarão fez com que Erolin surgisse, furiosa. Usando de sua magia, apagou o fogo criado por Gakurin e ralhou afirmando que a floresta não tinha culpa daquilo. Ela, como clériga da deusa da natureza, não permitiria tal conduta. Usando de sua magia, afirmou com certeza de que não havia magia naquela mata. Os ataques provinham de alguma outra coisa. Bastion então utilizou-se de seus sentidos de elfo para observar o redor com mais cuidado e encontrou um garoto sobre um galho manipulando cordas e ativando dezenas de armadilhas. Com uma flecha, derrubou-o.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14504 aligncenter" style="border: 5px solid green;" title="alandar01" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alandar01.jpg" alt="alandar01 Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="500" height="338" /></p>
<p>O grupo furioso pelo ataque covarde preparou-se para contra-atacar, mas Zacky os proibiu, salvando a vida do pequeno ladrão. O garoto chamava-se <em>Bob, </em>e assim como<em> Erick</em>, foi forçado a seguir viagem ao lado de Sullivan como seu escudeiro. O resto da viagem prosseguiu sem maiores incidentes, e a carruagem chegou as Colinas do Ogro. Do outro lado do Rio das Pedras, os telhados baixos de Parael brilhavam ao sol.  Chegariam ao  seu destino com o alvorecer.</p>
<p><span style="color: #008000; font-size: large;">Impressões do Mestre</span></p>
<p>Não tenho fotos dessa aventura, por isso irei ilustrar a danada com alguns detalhes quanto ao cenário, como o mapa de Meliny (visto sob a ótica de um… <em>warforged</em>?) e do próprio reino de Alandar. Como o personagem Gakurin aprendeu Geografia nesta aventura (comprando a especialização da perícia) acho adequado. Também coloco uma foto do mestre, afinal não apareci em nenhuma até agora!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-14503 aligncenter" style="border: 5px solid green;" title="alandar04" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/alandar04.jpg" alt="alandar04 Diário de Campanha   Anarkhos 005" width="500" height="375" /></p>
<p>Quanto a aventura em si, o jogador Gibson tirou o dia para salvar os jovens na aventura, levando-os consigo. Porém, apesar de aparentemente altruísta, tal medida foi uma maneira “marota” de conseguir dois aliados sem gastar pontos com vantagens. Eu permiti por que a chegada de Bob e Erick trouxe novas oportunidades narrativas pra trama. E no fim das contas esse “sentimentalismo” do personagem  Zacky em relação a crianças acabou aparecendo várias outras vezes daqui em diante e se tornou tão marca registrada dele quanto a ganância em relação ao dinheiro.</p>
<p>Essa aventura também começa a “ligar os pontos” pra fazer a trama começar pra valer. Até aqui os jogadores estiveram vagando de um lugar pra outro como fugitivos. Foi com a chegada em Mozzan que a campanha começou pra valer. Outro ponto engraçado é que essa foi uma das aventuras mais “narrativas” que já jogamos. Praticamente tudo o que aconteceu ficou apenas no papo. Quase não rolamos nenhum dado.</p>
<p><strong>Texto: </strong>Marlon Teske “<strong>Armageddon</strong>“<strong><br />
Ilustrações</strong>: <strong><a href="http://danielramos.carbonmade.com/">Dan Ramos</a>,</strong> <strong> </strong>Gabriel<strong> ”<a href="http://everlost.multiply.com/">Miguelito</a>“</strong> e Marlon “<strong>Armageddon</strong>”</p>
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		<title>Pré-Venda de Fevereiro da Jambô!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 20:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informativo]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta: RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Guia da Trilogia]]></category>
		<category><![CDATA[Jambô Editora]]></category>
		<category><![CDATA[O Terceiro Deus]]></category>
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		<description><![CDATA[E a Jambô acabou de anunciar uma promoção de pré-venda para dois aguardados títulos de Tormenta. O primeiro é o monstrinho Guia da Trilogia de 368 páginas com a adaptação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E a Jambô acabou de anunciar uma promoção de pré-venda para dois aguardados títulos de Tormenta.</p>
<p>O primeiro é o monstrinho Guia da Trilogia de 368 páginas com a adaptação dos romances do cenário por R$ 84,90 e o segundo é O Terceiro Deus, livro de 664 páginas que encerra a dita trilogia por R$ 55,00 (o preço de ambos é para a pré-venda).</p>
<p>Mas é bom correr porque os estoques são de menos de 300 edições cada um, então se quiser garantir o seu na data de lançamento, pula lá no site da <a href="http://lojajambo.com.br/">Loja Jambô</a> e garanta já o(s) seu(s).</p>
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		<title>Soul Calibur IV</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 10:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Bandai Namco]]></category>
		<category><![CDATA[Playstation 3]]></category>
		<category><![CDATA[Soul Calibur]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Sei que é meio esquisito resenhar Soul Calibur IV agora, ainda mais considerando que o V acabou de sair. Mas, bem, jogos recém-lançados são caros, e, para quem adquiriu o seu Playstation 3 apenas no...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/13/soul-calibur-iv/sciv/" rel="attachment wp-att-14467"><img class="alignright  wp-image-14467" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/sciv.jpg" alt="sciv Soul Calibur IV" width="248" height="288" title="Soul Calibur IV" /></a>Sei que é meio esquisito resenhar <strong><em>Soul Calibur</em> IV</strong> agora, ainda mais considerando que o V acabou de sair. Mas, bem, jogos recém-lançados são caros, e, para quem adquiriu o seu <em>Playstation</em> 3 apenas no ano passado, nunca é demais aproveitar os jogos antigos sendo vendidos pela metade do preço. E esta edição da série conta ainda com um certo atrativo que a última não tem, que é fácil de descobrir só olhando a capa ao lado – convenhamos, por mais que o Ezio Auditore de <em>Assassin’s Creed </em>(o personagem bônus do <em>Soul Calibur</em> V) seja legal, não há como superar a<em>awesomeness</em> de vencer os inimigos com golpes de um sabre de luz…</p>
<p>Mas enfim. A estrutura básica do jogo permanece a mesma das edições anteriores, que é bem reconhecida como um dos jogos de luta definitivos. O mote são duelos de armas brancas, de espadas a lanças e bastões, e a jogabilidade continua tão funcional e equilibrada quanto antes, garantindo que os duelos entre dois jogadores sejam divertidos e emocionantes. Uma adição significativa são os <em>Critical Finishes</em>, um golpe especial que você pode usar para vencer o adversário automaticamente se conseguir quebrar a sua defesa. Tenho que admitir, no entanto, que ainda não dominei a técnica de usá-los bem o bastante pra eles fazerem diferença nos meus jogos. Em alguns modos você também pode escolher mais de um personagem e trocar entre eles em meio à batalha, de forma semelhante aos <em>crossovers</em> da Capcom. E de resto, você pode esperar um <em>upgrade</em> padrão de uma geração de console para a outra: melhoras consideráveis nos gráficos e sons (apesar da dublagem de alguns personagens serem sofríveis); animações mais fluidas e bonitas; e a obrigatória opção para jogos em rede contra adversários de todo o mundo (apesar de que eu apostaria que deve ser difícil encontrar um rival para jogá-lo atualmente).</p>
<p>O grande passo para trás dado nessa edição da franquia, no entanto, e a razão que me motivou a escrever todo esse mimimi, diz respeito aos modos de jogo. <em>Soul Calibur</em> III, em especial, era uma festa de possibilidades e variações, tendo uma dúzia de modos de disputa únicos, e pelo menos dois modos <em>single player</em> bastante cativantes e envolventes. Tudo bem, um modo de RPG estratégico é totalmente dispensável para um jogo de luta, e não faz realmente muita falta aqui; mas é um pouco deprimente ver a simplicidade do modo <em>Story</em> dessa edição, principalmente se comparada com a riqueza que ele tinha na anterior, com seus caminhos alternativos e narrações entre estágios. Pra completar, mesmo no modo <em>Hard</em> a dificuldade é ridícula, e ainda mais considerando que muitas vezes você terá mais de um personagem sob seu comando. O único desafio real que o jogo apresenta é no modo <em>Tower of Lost Souls</em>, em que você deve subir sessenta andares de uma torre enfrentando grupos de oponentes diversos, muitas vezes enfrentando até quatro inimigos de uma vez com apenas um personagem.</p>
<p>O modo de customização também permanece das edições anteriores, e continua como um dos mais divertidos – não tanto pela possibilidade de criar o seu próprio personagem, é claro, mas muito mais porque você pode montar personagens famosos se souber misturar as peças de equipamentos existentes. Entre os que eu já criei em surtos de inspiração, encontram-se o <em>He-Man</em>, <em>Hellboy</em>, <em>Battousai</em> o Retalhador, a <em>Lightning</em> de <em>Final Fantasy</em> XIII, e praticamente um jogo inteiro só de personagens de <em>Game of Thrones</em>. No entanto, ele também foi bastante reduzido em comparação com a sua versão anterior, não possuindo mais classes exclusivas (você pode apenas emular o estilo dos outros personagens), além de que nem todos os personagens podem ser usados para criações originais – você não pode, por exemplo, usar o estilo dos personagens de <em>Star Wars</em> para criar o seu próprio Jedi, o que é um tanto broxante para alguém que animou de comprar o jogo em grande parte por causa deles.</p>
<p>Somando tudo, a impressão que passa é que <strong><em>Soul Calibur</em> IV</strong> foi feito um tanto às pressas, e é até mesmo uma espécie de retrocesso em relação às edições anteriores. Continua muito divertido de jogar, é claro, principalmente no modo de dois jogadores, e só a possibilidade de surrar o Siegfried com o Darth Vader já faz com que valha bastante a pena. No entanto, toda a experiência proporcionada fica bastante reduzida com as poucas opções de modos de jogo, de forma que é difícil não sentir uma certa saudade da versão anterior.</p>
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		<title>Classe de Prestígio &#8211; Mago do Vazio</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 16:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Di Benedetto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta: RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Ledd]]></category>

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		<description><![CDATA[Um artista, que abriu mão de tudo para se dedicar ao aprendizado  da magia, e para honrar a deusa que a criou, através de sua própria criatividade. Um arcano que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">
<p><strong>Um artista, que abriu mão de tudo para se dedicar ao aprendizado  da magia, e para honrar a deusa que a criou, através de sua própria criatividade. Um arcano que utiliza estranhos ingredientes como munição para seus feitiços. Um especialista em técnicas de conjuração alternativa. Esse é o Mago do Vazio!</strong></p>
<p><strong></strong>A Ordem dos Magos do Vazio é um culto de adoradores de Wynna, a deusa artoniana considerada responsável pela criação de todas as energias místicas.</p>
<p>Mas ao invés de adorá-la através de preces e cerimônias religiosas, os magos do vazio fazem isso inventando novas maneiras de lançar feitiços. Durante seu treinamento eles escolhem um “ingrediente pessoal” que passa a ser o combustível que alimenta sua mágica. A partir daquele momento, o mago nunca mais será capaz de lançar magias, usando qualquer outro ingrediente.</p>
<p>Em compensação, consegue dar a elas formas inusitadas e estranhas, sempre realacionadas ao ingrediente que escolheu, e suas técnicas secretas pessoais de conjuração fazem com que se tornem bem mais poderosas. Outros dizem que essas técnicas não são o segredo verdadeiro, e que seu poder extra, vem, na verdade, simplesmente de sua dedicação e espírito de sacrifício.</p>
<p>Magos do vazio sempre estão buscando inovação e aprimoramento, e aventuram-se para procurar por ingredientes raros. Eles sempre tentam dar um toque pessoal a tudo que fazem, e adoram exibir aos outros o seu “estilo”.</p>
<p>A única Ordem dos Magos do Vazio conhecida fica no reino de Wynnla, mas <em>boatos de taverna</em> dizem que não só existem mais, como a grande criatividade desses magos e a gigantesca variedade de escolas e sub-escolas de conjuração que eles criaram, faz com que, às vezes, eles tenham poderes totalmente diferentes um do outro! A classe de prestígio mostrada aqui é apenas uma variante e talvez nem seja a mais comum&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="599" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" valign="top" width="599"><strong>Mago do Vazio</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50"><strong>Nível</strong></td>
<td valign="top" width="44"><strong>BBA</strong></td>
<td valign="top" width="504"><strong>Habilidade de Classe</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">1º</td>
<td valign="top" width="44">+0</td>
<td valign="top" width="504">Conjuração alternativa, Ingredientes improvisados</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">2º</td>
<td valign="top" width="44">+1</td>
<td valign="top" width="504">Magia costumizável</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">3º</td>
<td valign="top" width="44">+1</td>
<td valign="top" width="504"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">4º</td>
<td valign="top" width="44">+2</td>
<td valign="top" width="504">Ingredientes especiais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">5º</td>
<td valign="top" width="44">+2</td>
<td valign="top" width="504"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">6º</td>
<td valign="top" width="44">+3</td>
<td valign="top" width="504">Ingredientes especiais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">7º</td>
<td valign="top" width="44">+3</td>
<td valign="top" width="504"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">8º</td>
<td valign="top" width="44">+4</td>
<td valign="top" width="504">Ingredientes especiais</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">9º</td>
<td valign="top" width="44">+4</td>
<td valign="top" width="504"></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="50">10º</td>
<td valign="top" width="44">+5</td>
<td valign="top" width="504">Componente material supremo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Pré-requisitos:</span></strong></p>
<p>Para se tornar um Mago do Vazio um personagem deve cumprir todos os seguintes critérios.</p>
<p><strong>Perícias: </strong>Treinado em Conhecimento (Arcano), Identificar Magia  e  Ofício (Alquimia)</p>
<p><strong>Especial: </strong>Ser capaz de conjurar magias arcanas de 3º nível. Além disso deve ser devoto da deusa Wynna e ter sido treinado pela Ordem dos Magos do Vazio, ou passar por um treinamento parecido.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Características de Classe:</span></strong></p>
<p><strong></strong><strong>Pontos de Vida: </strong>  Um Mago do Vazio recebe 2 PVs (+ modificador de Con.) por nível.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Habilidades de Classe:</span></strong></p>
<p><strong></strong><strong>Magias:</strong> Níveis de Mago do Vazio acumulam-se com níveis de uma classe conjuradora arcana que o personagem já possuía para propósito de magias conhecidas e PMs.</p>
<p><strong>Conjuração alternativa:</strong>  Ao adquirir seu 1º nível de Mago do Vazio o PJ deve escolher aquele que será seu ingrediente pessoal (ex: cabelo e pelos, bebidas alcoólicas, folhas secas, cogumelos etc&#8230;)</p>
<p>O ingrediente passa a se tornar um componente material adicional obrigatório para QUALQUER magia arcana que realize, e será impossível lançar qualquer magia arcana sem utilizá-lo. Em compensação o Mago Vazio diminui todo o custo dessas magias em 1PM ( <em>o custo final da magia, após aplicar todos os custos dos talentos metamágicos, será sempre no mínimo 1PM</em>) e passa a conjurar magias de maneira espontânea, sem precisar escolhe-las anteriormente.</p>
<p>Porém, precisa comprar e manter uma bolsa, cheia de componentes materiais com seu ingrediente pessoal já preparado. Ele deve passar pelo menos 1 hora por dia preparando, repondo e organizando os ingredientes da bolsa (O que lhe custa 1TO$ por dia, para cada magia arcana lançada no dia anterior)</p>
<p>Se isso não for feito, e se ele não pagar o custo, será incapaz de lançar suas magias, podendo utilizar apenas ingredientes improvisados. (Veja abaixo.)</p>
<p><strong>Ingredientes improvisados:</strong> Se estiver sem uma bolsa de componentes materiais, ou não tiver gasto tempo ou dinheiro preparando e organizando seus ingredientes, um Mago do Vazio poderá utilizar ingredientes improvisados. Usar um ingrediente improvisado requer que ele encontre e segure em sua mão uma pequena quantidade do seu ingrediente pessoal. Ao realizar sua próxima magia ele consome todo o ingrediente que ele estiver segurando, guardado com ele, e dentro de qualquer recipiente que esteja carregando. Terá que conseguir uma nova quantidade do ingrediente se quiser lançar outra magia.</p>
<p>Conjurar dessa maneira não gasta tibares.</p>
<p>Um Mago do Vazio pode usar ingredientes improvisados um número de vezes por dia igual a seu modificador de Inteligência.</p>
<p><strong>Magia costumizável: </strong>A partir do 2º nível qualquer magia arcana lançada por um mago do vazio sofre mudanças na sua aparência que variam de acordo com o ingrediente pessoal escolhido, e a origem do mesmo.</p>
<p>Um mago que tenha pelos como ingrediente pessoal, por exemplo, lançará magias que tomam formas de bichos, quando utilizar pelos de animais. Um mago que utiliza bebidas alcoólicas lançará magias que se movem através do ar imitando os movimentos de um bêbado, e que ficam de cores translúcidas sempre que utilizar bebidas destiladas etc&#8230;</p>
<p>Para cada magia arcana conhecida o jogador pode sugerir uma mudança cosmética para a magia ( “Minha magia <em>Sono</em> criará um fedor insuportável que faz a pessoa desmaiar, porque o ingrediente pessoal do meu mago são meias, e eu estou usando uma meia suja!)</p>
<p>Se o Mestre achar que faz sentido e aprovar, a dificuldade para o teste de resistência contra a magia aumenta em CD+2. A CD do teste da perícia Identificar Magia aumenta em +4 contra magias sob esse efeito.</p>
<p><strong>Ingredientes especiais:   </strong>Toda vez que adquirir essa habilidade o Mago do Vazio ganha um talento metamágico a sua escolha.</p>
<p>Ao utilizar os talentos adquiridos dessa maneira para alterar o efeito de uma magia ele pode escolher ao invés de pagar seu custo, utilizar uma versão mais rara e poderosa de seu ingrediente pessoal. (Ex: o pelo de um lobisomem para um mago que use pelos, um vinho caro e sofisticado para um mago que use bebidas, etc&#8230;) Se assim fizer, ele não paga o custo de metamagia de todos os talentos adquiridos com essa habilidade, para lançar aquela magia. Ela também não custará tibares usados na sua preparação de magias diárias, mas irá consumir o ingrediente especial.</p>
<p>Os ingredientes especiais devem ser encontrados aventurando-se (matando monstros, procurando em lugares exóticos, conseguindo de presente de alguém etc&#8230;) Essa é a maneira mais prática e fácil de se obter um.</p>
<p>Identificar se algo pode ser utilizado como um ingrediente especial requer um teste de Ofício (Alquimia) CD 20, e um segundo teste de mesma dificuldade pra determinar se ele “presta” ou “não presta” para feitiços.</p>
<p>Existe uma chance de 50% do item “prestar” ou “não prestar” , e o Mestre deverá determinar isso antes de rolar os testes. Se passar no segundo teste o jogador será capaz de identificar itens <em>imprestáveis</em>.</p>
<p><em>(Para o Mestre: O segundo teste deve sempre ser feito atrás do escudo, para que o jogador não saiba se o ingrediente era mesmo bom, ou se ele falhou no teste, e identificou como bom, um item imprestável) </em></p>
<p>Usar um ingrediente imprestável é muito perigoso, além de consumir PMs normalmente rola-se um 1d4 para ver os efeitos:</p>
<p><strong>1)   </strong><strong>A magia converte-se numa magia de efeito <em>oposto</em> (por exemplo, um <em>bola de fogo </em>torna-se <em>uma “explosão congelante”, </em>mudando seu descritor para “frio”.)</strong></p>
<p><strong></strong><strong>2)   </strong><strong>A magia muda de alvo. (à escolha do Mestre)</strong></p>
<p><strong></strong><strong>3)   </strong><strong>A magia falha.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>4)   </strong><strong>Outro efeito desastroso ou humilhante acontece&#8230; (à escolha do Mestre)</strong></p>
<p><strong></strong>Ingredientes especiais também podem ser comprados em grande feiras e alguns poucos laboratórios alquímicos espalhados por Arton, ainda que ambos tenham estoques muito limitados desses itens (1d4 ingredientes, por semana) e nem todo vendedor seja confiável&#8230; O preço costumeiro por cada peça é 50 TO$.</p>
<p><strong>Componente material supremo:</strong></p>
<p><strong></strong>O “componente material supremo” funciona como um ingrediente especial. Só que muito mais poderoso. Ele é uma versão muito rara do ingrediente pessoal utilizado pelo Mago do Vazio (ex: o fio de cabelo de um deus, o único vinho restante de uma safra inteira, etc&#8230;)</p>
<p>Uma magia alimentada por esse ingrediente estará automaticamente sob <em>todos</em> os efeitos metamágicos que o jogador desejar (mesmo de talentos metamágicos que ele não possui) e não custará <em>nenhum</em> PM.</p>
<p>O teste para reconhecer se um componente material supremo é <em>imprestável</em> é bem mais difícil (CD 30) e usar um destes numa magia pode ter consequências terríveis. Utilize a mesma tabela anterior mas no lugar de 1d4, rola-se 1d6:</p>
<p><strong>5)   </strong><strong>O mago é transformado em um  <em>familiar (Tormenta RPG, pág.63 ) </em>ou algum outro tipo de criatura à escolha do Mestre.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>6)   </strong><strong>O mago MORRE.</strong></p>
<p><strong></strong>Componentes materiais supremos podem ser comprados apenas de usuários de magia poderosos, ou em laboratórios de especialistas em alquimia. Seu preço padrão costuma ficar por volta de um tibar de platina (1.000 T$)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aquele na imagem lá em cima é o <em><a href="http://www.leddhq.com.br/rippp">Ripp</a></em>, um dos protagonistas de LEDD, e um Mago do Vazio. Uso da ilustração autorizada pelos criadores, <a href="http://www.formspring.me/loboborges/q/237332919692041937">AQUI</a>.</strong></p>
<p><em><strong>Texto descritivo e regras &#8211; Davide Di Benedetto</strong></em></p>
<p><em><strong>Consultoria criativa e revisão &#8211; Rodrigo Quaresma</strong></em></p>
</div>
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		<title>Promoção The Witcher</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:11:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Pessoa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[GOG.com]]></category>
		<category><![CDATA[The Witcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Tá&#8230; Podia ter um nome mais bacana, mas acho que minha era de criatividade em títulos já se foi XD Agora, ao que interessa. Existe um site muito bacana chamado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá&#8230; Podia ter um nome mais bacana, mas acho que minha era de criatividade em títulos já se foi XD</p>
<p>Agora, ao que interessa.</p>
<p>Existe um site muito bacana chamado <a href="http://www.gog.com/">GOG.com</a> (de Good Old Games, Bons Jogos Velhos) que te como filosofia principal, fornecer jogos clássicos de PC sem a frescura de DRM (que impede um número elevado de reinstalações de uma mesma cópia) e com o adicional de bônus legais, como as trilhas dos jogos, manuais, artes conceituais e planos de fundo, tudo isso quase sempre por um preço razoável (coisa de alguns dólares).</p>
<p>Mas eles também começaram a oferecer alguns jogos mais recentes, e um desse é <a href="http://www.gog.com/en/gamecard/the_witcher">The Witcher</a>.</p>
<p>Para quem não conhece, é um jogo baseado em uma série de livros poloneses, e que gira em torno de Geralt, um witcher, uma espécie de caçador de criaturas sobrenaturais. Com uma temática medieval sombria, um pouco semelhante ao também bem-sucedido Dragon Age, o jogo angariou fãs e ganhou uma continuação a pouco menos de um ano.</p>
<p>E porque eu falei isso tudo? Bem, é porque numa promoção do GOG.com eu acabei ganhando um código-bônus que dá direito a uma cópia de The Witcher e a coisa boa é que eu já tinha o jogo, então, está sobrando.</p>
<div>
<p>E com isso começamos a primeira promoção do RPGista, e como participar? Fácil, basta seguir o <a href="http://www.twitter.com/blogrpgista/">RPGista</a> no Twitter e dar RT na seguinte mensagem (sem as aspas).</p>
<blockquote><p> Eu quero uma cópia de The Witcher, @blogrpgista! Siga e dê RT para concorrer! Sorteio dia 29 de fevereiro! http://kingo.to/Zxy</p></blockquote>
<p>Valem RT até às 23:59 do dia 29, o vencedor será anunciado dia 1° de março assim que alguém acordar XD</p>
</div>
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		<item>
		<title>Cartaz da Sexta Narrativista em Florianópolis!</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 23:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nume Finório</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cosa Nostra]]></category>
		<category><![CDATA[Fiasco]]></category>
		<category><![CDATA[Toca Revistaria]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 24 de fevereiro vai rolar em Florianópolis a 1ª edição da Sexta Narrativista, com o apoio da Toca Revistaria, da Retropunk Game Design e da Secular Games e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 24 de fevereiro vai rolar em Florianópolis a 1ª edição da <em>Sexta Narrativista</em>, com o apoio da <em>Toca Revistaria</em>, da <em>Retropunk Game Design</em> e da <em>Secular Games</em> e organizado pelo <em>Estúdio V</em>, o evento terá mesas de <em>Fiasco</em>, <em>The Shotgun Diaries</em>, <em>Violentina</em> e outros jogos narrativistas, com o sorteio de um exemplar de <em>Fiasco</em> e distribuição de livretos de playtest do meu novo jogo, <a href="http://numefinorio.blogspot.com/search/label/Cosa%20Nostra" target="_blank">Cosa Nostra</a>, entre participantes do evento.</p>
<p><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/09/cartaz-da-sexta-narrativista-em-florianopolis/sn03/" rel="attachment wp-att-14433"><img class="aligncenter size-large wp-image-14433" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/SN03-723x1024.jpg" alt="SN03 723x1024 Cartaz da Sexta Narrativista em Florianópolis!" width="620" height="878" title="Cartaz da Sexta Narrativista em Florianópolis!" /></a></p>
<p>A 1ª Sexta Narrativista vai rolar na Toca Revistaria, na R. Vidal Ramos, nº 127, 2º andar, no Centro de Florianópolis a partir das 18h, estejam lá, hipsters narrativistas de plantão!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vem aí o Dia de Tormenta!</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2012/02/09/vem-ai-o-dia-de-tormenta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vem-ai-o-dia-de-tormenta</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 23:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nume Finório</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Tormenta]]></category>
		<category><![CDATA[Guia da Trilogia]]></category>

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		<description><![CDATA[A história virou lenda, a lenda virou mito, e o mito voltou para te assombrar! A Jambô Editora acaba de anunciar o Dia de Tormenta, o primeiro evento de jogo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/09/vem-ai-o-dia-de-tormenta/trpg-trilogia_g/" rel="attachment wp-att-14429"><img class="alignright size-medium wp-image-14429" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/trpg-trilogia_g-223x300.jpg" alt="trpg trilogia g 223x300 Vem aí o Dia de Tormenta!" width="223" height="300" title="Vem aí o Dia de Tormenta!" /></a>A história virou lenda, a lenda virou mito, e o mito voltou para te assombrar! A <em>Jambô Editora</em> acaba de anunciar o <a href="http://www.jamboeditora.com.br/noticias/dia_de_tormenta.htm" target="_blank">Dia de Tormenta</a>, o primeiro evento de jogo organizado da editora gaúcha para seu carro-chefe <em>Tormenta RPG</em>, que deve acontecer em todo o país no final de março para promover o lançamento do <em>Guia da Trilogia</em>, confiram o texto:</p>
<p style="padding-left: 30px">O Dia de Tormenta é um evento que irá ocorrer em março de 2012 em diversas cidades do Brasil. Participando, você poderá jogar a aventura <em>Dia de Tormenta</em>, e adquirir o <em>Guia da Trilogia</em>, o mais novo suplemento de <em>Tormenta RPG</em>, com desconto — ou até mesmo de graça!</p>
<p><strong>Para participar</strong><br />
Para participar do Dia de Tormenta, fique atento ao site da Jambô, em <a href="http://www.jamboeditora.com.br/index.php" target="_blank">www.jamboeditora.com.br</a>. A partir do dia <strong>5 de março</strong> iremos divulgar os locais e datas. O evento é gratuito. Tudo que você precisa fazer para jogar é levar lápis, papel e dados — e coragem para enfrentar os lefeu!</p>
<p><strong>Para organizar</strong><br />
Podem organizar sessões do Dia de Tormenta lojistas ou mestres de grupos organizados. Se você tem interesse em organizar sessões, envie um e-mail até o dia <strong>2 de março</strong> para<a href="mailto:editora@jamboeditora.com.br">editora@jamboeditora.com.br</a> com o assunto &#8220;Dia de Tormenta&#8221; e as informações a seguir.</p>
<p style="padding-left: 30px"><strong>• Lojista:</strong> razão social, CNPJ, endereço, contato (nome da pessoa responsável, telefone e e-mail) e data* e endereço do local onde irá organizar o evento.<strong></p>
<p>• Mestre:</strong> nome completo, RG, CPF, endereço, telefone, e-mail e data* e endereço do local onde irá organizar o evento.</p>
<p>*As datas do evento devem estar entre os dias 23 e 31 de março.</p>
<p>Organizadores terão descontos exclusivos na compra do <em>Guia da Trilogia</em> e, de acordo com a quantidade de exemplares comprados, receberão brindes especiais. Além disso, terão acesso ao download da aventura <em>Dia de Tormenta</em>, que deverão imprimir para que os jogadores possam jogar. Em troca, terão apenas que nos mandar fotos do evento. Queremos ver o pessoal jogando!</p>
<p>Aqui em Florianópolis deve rolar o <em>Dia de Tormenta</em> comigo ou o pessoal da <em>Toca Revistaria</em> organizando, fiquem ligados que logo, logo a gente acerta a data e outros detalhes e divulgamos!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Jambô anuncia um buzilhão de títulos para março</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2012/02/09/jambo-anuncia-um-buzilhao-de-titulos-para-marco/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jambo-anuncia-um-buzilhao-de-titulos-para-marco</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 22:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nume Finório</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dragonslayer]]></category>
		<category><![CDATA[Guia da Trilogia]]></category>
		<category><![CDATA[O Terceiro Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de Caminhos Fantásticos, anunciado no início de fevereiro, a Jambô ataca com mais três lançamentos para março: O Terceiro Deus, 2ª edição; DragonSlayer 36 e o calhamaço de 368...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14424" class="wp-caption alignright" style="width: 233px"><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/09/jambo-anuncia-um-buzilhao-de-titulos-para-marco/ds36_g/" rel="attachment wp-att-14424"><img class="size-medium wp-image-14424" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ds36_g-223x300.jpg" alt="ds36 g 223x300 Jambô anuncia um buzilhão de títulos para março" width="223" height="300" title="Jambô anuncia um buzilhão de títulos para março" /></a><p class="wp-caption-text">Demorou mas saiu a adaptação de One Piece!</p></div>
<p>Depois de <em>Caminhos Fantásticos</em>, anunciado no início de fevereiro, a Jambô ataca com mais três lançamentos para março: <a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/lit-otd2.htm" target="_blank">O Terceiro Deus, 2ª edição</a>; <a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/ds36.htm" target="_blank">DragonSlayer 36</a> e o calhamaço de 368 páginas em capa dura (e proibido na Austrália por ser considerado uma arma de contusão) chamado <a href="http://www.jamboeditora.com.br/produtos/trpg-trilogia.htm" target="_blank">Guia da Trilogia</a>. Tá bom ou querem mais, nerdaiada?</p>
<p>Para começar vamos falar da <em>DragonSlayer 36</em> que trará a adaptação de mangá para RPG mais aguardada de todos os tempos: <em>One Piece</em>! Além dos piratas mais famosos dos quadrinhos, essa edição trás as raças do game mais adorado dos últimos tempos adaptadas para <em>Tormenta RPG</em>, é claro que estou falando de <em>The Elder Scrolls V: Skyrim</em>! A cereja do bolo desta edição fica por conta da estréia de uma nova HQ ambientada em <em>Tormenta</em> com roteiro de Marcelo Cassaro e arte do talentoso estreante Rafael Françoi: <em>20 Deuses</em>!</p>
<p>E conforme prometido, a Jambô garante que toda a <em>Trilogia da Tormenta</em> esteja disponível para o lançamento do <em>Guia da Trilogia</em> com a volta de <em>O Terceiro Deus</em>, agora em sua 2ª edição, que encerra de forma épica a história iniciada com <em>O Inimigo do Mundo</em> e mostra que Orion não é, afinal, um bundão tão grande como parecia!</p>
<p>E já que estamos falando dele, a cereja do bolo, a última bolacha do pacote, um livro mais esperado que menstruação de namorada depois do carnaval, o <em>Guia da Trilogia</em> está chegando! E que chegada, parceiro. Com 368 páginas, capa dura e preço sugerido de R$ 89,90, ele é com toda a certeza o maior livro de <em>Tormenta</em> já produzido, e com certeza um dos mais importantes. O Guia da Trilogia vai além de falar da <em>Trilogia da Tormenta</em> e trás regras para combates entre exércitos, para níveis épicos e até mesmo para amputações e mutilamentos! (Afinal, não seria um livro do Leonel Caldela se não tivesse um bocadinho de escatologia e sadismo).</p>
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		<title>Haruki Murakami 3D&amp;T</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BURP</dc:creator>
				<category><![CDATA[3D&T Alpha]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[Haruki Murakami]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Realismo Fantástico]]></category>
		<category><![CDATA[Sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Haruki Murakami é um dos principais autores do Japão atual, e provavelmente o mais vendido deles fora do próprio país. Comecei a ler os seus livros alguns anos atrás e...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Haruki Murakami</strong> é um dos principais autores do Japão atual, e provavelmente o mais vendido deles fora do próprio país. Comecei a ler os seus livros alguns anos atrás e posso dizer que ele é hoje facilmente um dos meus autores preferidos. No meu blog pessoal há um <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/tag/haruki-murakami/" target="_blank">punhado de resenhas sobre as obras dele</a></strong>, se vocês se interessarem.</p>
<p>Em todo caso, Murakami não é exatamente um autor de fantasia clássica, aquele estilo tolkeniano de grandes batalhas entre o bem e o mal que é a fonte de inspiração tradicional para jogos de RPG. Ele faz muito mais uma literatura do cotidiano, sobre pessoas comuns em situações aparentemente comuns; mas sempre com algum elemento inesperado, um pequeno foco de fantasia que o separa da mera literatura mainstream &#8211; fantasmas, animais falantes, mundos paralelos… Para quem gosta de fantasia em um sentido mais amplo, pode valer a pena dar uma olhada em livros como <em>Kafka à Beira-Mar</em>, <em>Após o Anoitecer</em>, <em>Minha Querida Sputnik</em> e outros que já possuem edição nacional.</p>
<p>E o que isso tem a ver com RPG, você pergunta? Bem, 3D&amp;T sempre um foco de nipofilias, quem conhece o sistema há mais tempo certamente sabe. A sua origem está em uma paródia dos clichês de séries japonesas, e mesmo na sua versão mais &#8220;séria&#8221; atual ele normalmente é a base de adaptações de animes, <em>tokusatsu</em> e afins. Procure pela net e você encontrará mesmo uma velha adaptação 3D&amp;T <em>Hentai</em>, e no meu próprio blog tem lá o <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2011/01/17/3dt-gore/" target="_blank">3D&amp;T </a><em><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2011/01/17/3dt-gore/" target="_blank">Gore</a></em></strong>, sobre os bizarros filmes <em>trash</em> de diretores japoneses.</p>
<p>Assim, porque não adaptar também para o sistema um dos grandes autores da literatura oriental? Uma aventura baseada nas suas obras provavelmente fugirá bastante do tradicional explore a masmorra-mate o dragão-pegue o tesouro, mas pode ser uma variação interessante para quem gosta de se focar mais na interpretação e no <em>roleplay</em>. E para não reclamarem que vocês estão apenas jogando um Mundo Real RPG, ainda haverá lá o elemento da fantasia e do maravilhoso para quebrar a rotina.</p>
<p>Enfim, gostem ou não da idéia, é ela que eu exploro com mais detalhes a seguir.</p>
<p><strong><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/07/haruki-murakami-3dt/wind-up_bird_chronicle/" rel="attachment wp-att-14335"><img class="alignright size-full wp-image-14335" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Wind-up_Bird_Chronicle.jpg" alt="Wind up Bird Chronicle Haruki Murakami 3D&amp;T" width="266" height="396" title="Haruki Murakami 3D&amp;T" /></a>O Universo Murakamiano</strong><br />
O mundo de Haruki Murakami é bastante parecido com o nosso. Na verdade, olhando-o superficialmente, é bem provável que você ache que ainda está nele. Temos os mesmos planetas, nações e organizações. As pessoas acordam de manhã, trabalham, estudam ou não fazem nada de muito útil durante o dia, e então jantam e dormem à noite. Seres humanos de maneira geral possuem um tronco, duas pernas e dois braços, e não há muitas raças exóticas como elfos, orcs ou anões (exceto, claro, os portadores de nanismo).</p>
<p>No entanto, basta observá-lo com mais calma para ver que há alguma coisa… Diferente. Há algo a mais nas ruas, nas pessoas e nos animais, que vai além da nossa experiência cotidiana. Pode ser um velho que fala com gatos &#8211; e os gatos de fato respondem a ele! -, ou talvez um macaco falante que rouba os nomes das pessoas. Duas irmãs podem ter poderes psíquicos e usá-los como vocação profissional, e uma raça de <em>youkai</em> comedores de gente talvez viva no subsolo de Tóquio. Um poço seco em um terreno abandonado pode esconder um segredo misterioso, e quem sabe até mesmo os terremotos recentes que ocorreram no Japão não tenham sido causados pelo movimento das placas tectônicas, mas sim por um verme gigante que despertou e está se revirando sob a terra!</p>
<p>Murakami escreve, enfim, num estilo conhecido como <strong>realismo fantástico</strong>. Sim, aquele mesmo de <em>Cem Anos de Solidão</em> e Jorge Luís Borges. Pense em um mundo que teria tudo para ser como o nosso, sem nada de muito impressionante ou maravilhoso; exceto, bem, por <em>não ser</em>, e um acontecimento fantástico e inesperado pode estar esperando por você a cada esquina dobrada. Seus personagens principais são perfeitamente mundanos &#8211; desempregados, professores, escritores, etc. -, e fazem coisas mundanas &#8211; acordam, tomam café-da-manhã, trabalham, almoçam… -; mas a qualquer instante podem ter esse cotidiano comum invadido, e se verem em meio a situações oníricas que parecem saídas de um sonho ou livro de fantasia.</p>
<p>Sendo um escritor japonês, é claro que o cenário mais comum das suas histórias é a terra do sol nascente e suas principais cidades e regiões. Muitas delas se passam em Tóquio, outras ainda em cidades menores na região metropolitana, ou em Hokkaido e outras ilhas do país. Também são comuns, no entanto, histórias de japoneses que viajam para outros lugares, sobretudo os Estados Unidos e países europeus &#8211; um de seus livros mais conhecidos, por exemplo, <em>Minha Querida Sputnik</em>, tem o seu desfecho acontecendo nas ilhas gregas.</p>
<p>E nada impede também que você aproveite o espírito murakamiano em histórias passadas em outros locais. Murakami escreve, acima de tudo, literatura urbana, sobre pessoas comuns vivendo em cidades comuns; e isso é um tema aplicável a qualquer país industrializado, ainda mais em uma era globalizada como a que vivemos. Então não há nada de muito errado em ambientar suas aventuras em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre ou qualquer outra cidade brasileira, por exemplo. Talvez seja interessante apenas adaptar as referências culturais, aproveitando elementos locais ao invés dos nipônicos &#8211; então ao invés de <em>youkai</em>, talvez sejam sacis que moram no subsolo paulistano; e você pode incluir também versões surreais de lobisomens, curupiras, a loira do banheiro&#8230; Um bom exemplo de livro que pega bem esse espírito murakamiano em nosso próprio país é <strong><a href="http://rodapedohorizonte.wordpress.com/2010/09/12/neon-azul/" target="_blank">Neon Azul</a></strong>, do carioca Eric Novello.</p>
<p><strong><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/07/haruki-murakami-3dt/after-dark/" rel="attachment wp-att-14336"><img class="alignleft  wp-image-14336" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/after-dark.jpg" alt="after dark Haruki Murakami 3D&amp;T" width="274" height="450" title="Haruki Murakami 3D&amp;T" /></a>Personagens e Aventuras</strong><br />
Personagens típicos de Murakami não são grandes heróis ou aventureiros, daqueles que realizam grandes proezas de força e habilidade antes do café da manhã. São, antes disso, aquilo que o 3D&amp;T chama de &#8220;pessoas comuns.&#8221; Isso significa que, para uma aventura murakamiana mais purista, o ideal é que eles sejam construídos com até 4 pontos de personagem, com nenhum atributo maior do que 1 ou 2 pontos, e uma ênfase maior em perícias e especializações do que propriamente em vantagens de combate. A adaptação de <em>Kick-Ass</em> na revista <em>DragonSlayer</em> n.º 30 possui também algumas sugestões de regras extras para personagens mais mundanos que talvez valha a pena dar uma olhada.</p>
<p>Vantagens e poderes permitidos incluem qualquer um que possa ter uma explicação mais mundana e racional &#8211; você pode ter Poder Oculto representando a sua capacidade de se esforçar para resolver uma situação, mas Separação pode ser bem mais difícil de justificar.  Como sempre, em todo caso, cabe ao mestre determinar uma lista de vantagens permitidas e proibidas, de acordo com o seu julgamento sobre o que achar melhor para a campanha. Não é como se os jogadores tivessem pontos suficientes para comprar muitas delas, de qualquer forma.</p>
<p>Claro, é importante destacar que o mundo de Murakami não é 100% mundano e racional. Se você não vai encontrar lá magos poderosos disparando bolas de fogo e relâmpagos, poderes mais sutis como telepatia, comunicação por sonhos ou conversar com espíritos podem ser até razoavelmente comuns. Então, se as Escolas de magia e vantagens/desvantagens relacionadas devem ser proibidas, outras que envolvem poderes sobrenaturais mais simples, como Telepatia e Xamã, ainda podem ser adquiridas.</p>
<p>As aventuras, se é que podemos chamar elas assim, em geral devem envolver situações até bem mundanas a princípio, como a busca por um gato perdido, um problema conjugal, ou o primeiro dia em um novo emprego. É só na medida em que ela se desenvolver e os seus desdobramentos começarem a aparecer que o estranho e o surreal começarão a surgir, com direito a mistérios sobrenaturais e personagens exóticos convocando os jogadores para missões incomuns. Conflitos em geral devem ser resolvidos muito mais através de interpretação e <em>roleplay</em> do que rolagem de dados &#8211; devem haver poucos combates de fato, e os testes de perícia mais comuns deveriam ser Fáceis e Médios, para valorizar as especializações dos personagens, que permitirão a eles sucessos automáticos nos primeiros, e uma chance maior na rolagem dos segundos. Tudo o que puder ser resolvido apenas pelo diálogo entre o mestre e os jogadores &#8211; procura por itens, exploração de salas e aposentos, conversas com NPCs, etc. -, deveria ser feito assim. Acima de tudo, é importante não deixar que um elemento importante para o desenrolar da história fique dependendo de uma rolagem de dados, ou que pelo menos ela possa se desenvolver adequadamente, ainda que de forma diferente, seja com um sucesso ou uma falha nessa rolagem.</p>
<p>A distribuição de Pontos de Experiência também deve ser um tanto minguada, porque a sua função em jogo será menos a de avançar os personagens do que a de serem usados para obter benefícios diversos durante as partidas. Em geral o ideal é que os jogadores sempre tenham ao todo de dois a cinco PEs durante as aventuras, seja pela sua reserva prévia ou recebidos durante ela, para que comprem sucessos automáticos, poderes surpreendentes e etc. Lembre-se de que os atributos dos personagens já são baixos, então gastar 1 PE que seja para obter um sucesso em um teste durante um momento crítico, por exemplo, pode fazer toda a diferença para a conquista de um objetivo! Você também pode dar uma olhada no meu <strong><a href="http://rpgista.com.br/2011/12/13/bdt-o-3dt-do-burp/" target="_blank">BD&amp;T</a></strong> sobre sugestões de uso extras dos PEs em jogo, em especial as vantagens narrativas, que são bem adequadas a um jogo mais interpretativo como este deve ser.</p>
<p>Como regra opcional, você pode até mesmo eliminar a possibilidade dos personagens evoluírem de forma normal durante o jogo, ou pelo menos aumentar a quantidade de PEs necessárias para 20 PEs para cada ponto de personagem. No entanto, você pode permitir que eles troquem os seus pontos gastos entre uma aventura e outra, representando o avanço natural por que eles passem durante a história &#8211; por exemplo, se um determinado acontecimento fizer você se interessar por História Medieval, mas a sua prática em Artesanato acabar enferrujando devido à falta de uso, você poderia trocar uma especialização de perícia pela outra.</p>
<p>Claro, estou assumindo até aqui que você irá jogar uma aventura murakamiana do tipo mais puro, com histórias como as que ele escreve nos seus livros. Nada impede também que você aproveite elementos comuns na sua literatura &#8211; os acontecimentos estranhos, os mistérios sobrenaturais, a cultura e folclore nipônicos &#8211; e faça uma aventura de RPG mais tradicional, com direito a ação e combates a torto e direito. Se o seu mundo é o nosso mundo apenas com algumas adições, o que impede você de viver histórias com membros de forças militares especiais, esquadrões policiais, detetives particulares? Você poderia mesmo aproveitar o a idéia do realismo fantástico em cenários de fantasia mais tradicionais, focando em personagens comuns convivendo com criaturas e acontecimentos sobrenaturais em lugares como Arton, Allansia ou qualquer outro.</p>
<p>Nestes casos, enfim, você pode permitir aos jogadores terem pontuações maiores, e mesmo comprar algumas vantagens e desvantagens mais exageradas.</p>
<p><strong><a href="http://rpgista.com.br/2012/02/07/haruki-murakami-3dt/1q84/" rel="attachment wp-att-14337"><img class="alignright  wp-image-14337" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/1Q84.jpg" alt="1Q84 Haruki Murakami 3D&amp;T" width="264" height="391" title="Haruki Murakami 3D&amp;T" /></a>Mundos Alternativos</strong><br />
Um tema constante nos livros de Murakami é a presença de outros mundos além do nosso. Desde verdadeiras realidades paralelas, apenas com alguns detalhes sutis que denunciem a sua diferença, até vilas idílicas e misteriosas situadas literalmente no fim do mundo, é um tema que aparece desde <em>1Q84</em>, seu livro mais recente, até histórias mais antigas, como <em>Hard-Boiled Wonderland and The End of the World</em>.</p>
<p>Não existe uma regra muito padrão sobre como lidar com estes mundos alternativos. Eles são muito mais elementos da trama mesmo &#8211; coisas importantes vão acontecer neles, então os personagens são transportados para lá em algum momento para que possam participar delas. Isso pode acontecer de forma sutil e quase instantânea, através de uma ação específica &#8211; o outro mundo pode estar dentro do seu subconsciente, ou ser mesmo o mundo dos sonhos -, ou, outras vezes, física &#8211; talvez você chegue lá após percorrer caminhos escondidos em uma floresta misteriosa, por exemplo.</p>
<p>Dois mundos em especial, em todo caso, merecem alguns comentários mais específicos. O primeiro deles é o mundo dos mortos. Murakami não chega realmente a enviar os seus personagens para lá, muito embora uma certa passagem em <em>Kafka à Beira-Mar</em> possa ser subentendida como algo parecido; no entanto, fantasmas são criaturas recorrentes em algumas histórias, remetendo muitas vezes ao clássico da literatura medieval japonesa <em>Genji Monogatari</em>. Você pode usar a vantagem única Fantasma (<em>Manual 3D&amp;T Alpha</em>, pg. 1d+60) para representá-los normalmente, e talvez até mesmo permitir que um dos jogadores seja um, se estiver disposto a gastar todos os seus pontos com isso. Você também pode permitir que um fantasma compre a capacidade de interagir com o mundo físico normalmente (e <em>também</em> se tornar incorpóreo quando necessário) pagando 1 ponto a mais por ela &#8211; não é incomum, em algumas histórias, ver fantasmas cometendo assassinatos, ou até fazendo sexo com outros personagens!</p>
<p>O segundo destes mundos mais relevantes é o mundo dos sonhos, que possui um papel importante em livros como <em>Após o Anoitecer</em> e <em>The Wind-up Bird Chronicle</em>. Mais do que meramente uma representação do subconsciente, nas histórias de Murakami ele pode realmente ter efeito sobre o mundo real, fazendo com que certos conflitos e resoluções importantes aconteçam enquanto os protagonistas dormem. E se no mundo desperto as coisas são na maior parte do tempo mundanas e repetitivas, em um sonho elas podem ser bem diferentes &#8211; perseguições, combates, talvez mesmo monstros e criaturas aterrorizantes podem dar as caras com maior freqüência.</p>
<p>Felizmente, enquanto sonham os personagens também estão um pouco melhor preparados para lidar com tais eventos, desde que saibam utilizar o seu subconsciente a seu favor. Quando estão sonhando, assim, eles podem gastar PMs ao invés de PEs para receber qualquer benefício de jogo equivalente &#8211; poderes surpreendentes, sucessos automáticos, recuperações espantosas, etc. Também podem continuar usando normalmente quaisquer habilidades e conhecimentos que possuíssem despertos.</p>
<p>No entanto, gastar PMs demais pode trazer problemas, uma vez que isso esgota o personagem mentalmente, fazendo com que ele se torne mais fraco para enfrentar desafios futuros. Além dos seus gastos normais, qualquer dano que o personagem receba em um sonho também é descontado dos seus PMs, e não dos seus PVs. Caso chegue a 0 PMs, ele deve fazer uma espécie de Teste de Morte (ver no <em>Manual 3D&amp;T Alpha</em>, pg. 1d+26), conforme os resultados abaixo:</p>
<p><strong>1) Despertar.</strong> O personagem desperta repentinamente do sonho, sem nenhuma conseqüência.<br />
<strong>2-3) Fadiga.</strong> O personagem desperta do sonho, mas está extremamente cansado por não ter tido um repouso adequado. Até conseguir ter uma boa noite de sono, ele terá um redutor de -1 em todas as suas Características.<br />
<strong>4-5) Coma.</strong> O personagem não consegue despertar, entrando em coma profundo. Um teste bem sucedido de Medicina permite que ele faça um teste R-1 para despertar em 1d dias. Cada teste bem sucedido de Medicina a partir daí concede um bônus de +1 no teste de R seguinte (apenas R no segundo teste, R+1 no terceiro, etc). Lembre-se também que um personagem em coma ainda está sujeito a privações como fome e sede, a menos que o seu corpo receba os devidos cuidados (por exemplo, uma injeção de soro fisiológico direto na veia).<br />
<strong>6) Derrame.</strong> O personagem sofre um derrame e entra em estado vegetativo. Para todos os efeitos, é como se estivesse morto.</p>
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		<title>Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 00:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armageddon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Arton]]></category>
		<category><![CDATA[JM Trevisan]]></category>
		<category><![CDATA[Ledd]]></category>
		<category><![CDATA[Lobo Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Tormenta]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi. Meu nome é Marlon e eu não sou <em>italo-brasileiro</em>&#8230; bem, não totalmente.<br />
Eu estou aqui por que quero compartilhar com vocês que há três dias não leio uma única página de <a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong>Ledd</strong></a><strong></strong>.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Da versão impressa, ao menos.</p>
<p>Sério agora. Apresentações alcoólicas-anonimas à parte, como nosso amigo <a href="http://rpgista.com.br/author/dibenedetto/"><strong>Di Benedetto</strong></a><strong> </strong>ganhou um cargo no site oficial de <a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong>Ledd</strong></a><strong> </strong>para escrever as <strong><a href="http://www.leddhq.com.br/2012/02/04/analise-episodio-5-ganso-afogado-pt-1-contem-spoilers/">suas impressões</a></strong> em relação a história de forma semelhante à que ele fazia aqui no RPGista, vou acabar assumindo o manto de escrever os meus próprios palpites sobre a série, pra coluna não morrer de lordose. Assim prosseguimos com a tradicional &#8220;Impressões sobre Ledd&#8221; enquanto tento quebrar o recorde do site de trocadilhos infames num mesmo texto.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, em &#8220;homenagem&#8221; ao Benedetto, vou usar parte das análises do próprio como base pro nosso papo aqui.</p>
<p><em><a href="http://www.leddhq.com.br/"><strong><img class="alignleft" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso01.jpg" alt="ganso01 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" title="Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" /></strong></a></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Peraê! Então você vai comentar os comentários do comentarista?!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É&#8230; vou sim.</p>
<p>Como talvez vocês já saibam, há alguns dias <a href="http://www.leddhq.com.br/archive/ep-05-pagina-01/"><strong>saiu o quinto episódio de Ledd</strong></a> &#8211; (a parte 01, a próxima só no fim do mês). O primeiro capítulo com o site novo, muito melhor para ler e reler, com o sugestivo nome de <em>Ganso Afogado</em>, bicho este cujo ilustre bico ilustra este post. Logo nas primeiras cenas vemos o protagonista despertando entre lençóis após um sonho conturbado em que nos é revelado um nome e uma sugestão do que rolou com ele antes de perder as memórias. Pelo jeito a vila de Ledd foi atacada <em>por alguma coisa.</em> O tal de Lohr tinha por obrigação proteger o povo enquanto Ledd enfrentaria o bicho que faz <em>Whossssh</em>&#8230; Mais alguém apostou numa baforada de dragão?</p>
<p>Como Ledd é o único sobrevivente e foi preso por ser o principal suspeito de ter destruído e matado a vila inteira, podemos supor que Lohr até era bem intencionado, mas ao mesmo tempo fracassou miseravelmente em salvar a galera. Os teóricos da conspiração de plantão também sussuram que, talvez, Lohr seja um vilão ainda por vir, o responsável pela &#8220;acusação&#8221; de Ledd. Mas claro, tudo isto não passa de especulação em torno de um único nome.  É cedo pra ter certeza sobre qualquer coisa.</p>
<p>De qualquer maneira, após o sonho, Ledd desperta e Drikka está ali. Um homem e uma mulher no mesmo quarto numa estalagem chamada Ganso Afogado?</p>
<p><img class="wp-image-14370 alignleft" title="Danado!" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso02.jpg" alt="ganso02 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em> Danado esse Ledd, né não? </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O assunto polêmico só não virou <em>trending topic</em> no twitter por que algo chamou muito mais a atenção dos leitores: a arte! Talvez por ter tido mais tempo, liberdade ou confiança pra brincar com o próprio estilo, o desenhista <strong><a href="https://twitter.com/#!/LoboBorges">Lobo Borges</a> </strong>nos presenteia com uma riqueza de detalhes digna do roteiro que está sendo trabalhado. Aliás, se mais alguém estava todo curioso pra saber o que a Drikka viu na carruagem que explodiu , quem era aquele sujeito detonando tudo no último capítulo ou qualquer outra coisa? <strong>Esqueça amigão</strong>! A trama dá uma pausa após toda a ação raivosa dos últimos capítulos e corta diretamente para uma tranquila cena de taverna.</p>
<p>O roteirista <a href="https://twitter.com/#!/JMTrevisan"><strong>JM Trevisan</strong> </a>preferiu ao invés de explicar o que ficou no ar no último capítulo já, deixar tudo pra depois. Tudo! Além disso, uma série de outras indagações surgiram, além de novos personagens detalhando ainda mais o mundo de Arton.  Mais alguém achou que a coisa mais estranha do capitulo foi a falta da própria <strong>Golinda</strong>? (Alias, eu acabei a confundindo com a goblin <em>ACHACHA!</em> Achei que a goblin era a cozinheira.  Por isso eu caí pra trás e bati a cabeça no chão ao ler que Golinda era a esposa (!) de um paladino de Khalmyr humano (!!) chamado <strong>Holgar</strong>!) Alguém duvida que todo mundo vai colar no próximo capítulo buscando detalhes? Outro que merece ser mencionado: Ledd agora está com a roupa que nós conhecemos em algumas prévias do personagem mostradas aqui e ali, muito mais próximo aos estudos iniciais dele. O mesmo <em>quase </em>ocorre com Ripp. Ele ainda não carrega um manto preso às costas.</p>
<p><strong> Pontos Positivos</strong>: além da arte ter dado um salto de qualidade e o roteiro estar tão gostoso e natural de acompanhar que fiquei inconscientemente tentando pular a última página infinitamente até despertar do limbo de leitura e entender que o meio capítulo tinha terminado. Achei o casal divertido, especialmente por ter achado por um segundo que a Golinda era a a goblin (!!!) . O que diabos é aquelas carrancas que os sujeitos mostraram no salão? Alguma coisa relacionada ao rango da Golinda? Quero saber logo!</p>
<p>Porém, o ponto alto mesmo deste ato foi o flashback de Ripp, o mago. <strong>Ele tinha cabelo</strong>! E não era pouco, diga-se de passagem. Além disso, agora sabemos que ele foi um mestre da Ordem do Vazio e não um mero mago iniciante. As teorias do Benedetto levam pra um lado em que Ripp tenha sido privado de sua cabeleira em Hardorff, para que não pudesse fazer uso de mágica. Eu não vejo assim.  Continuo abraçado a teoria de que Ripp está totalmente ligado a qualquer coisa que tenha ocorrido com Ledd na vila destruída. E os cabelos dele dançaram nessa hora, talvez pra salvar a vida de ambos.</p>
<p><em><img class="wp-image-14372 alignleft" title="Será?" src="http://rpgista.com.br/wp-content/uploads/2012/02/ganso03.jpg" alt="ganso03 Impressões sobre LEDD – Episódio 05 (Parte 01)" width="113" height="102" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Ou bobiar o tal do Lohr é o próprio Ripp hehe</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pontos Negativos</strong>: NADA DE GUAXININJAS!</p>
<p>Claro que eles não estariam ali. O capítulo já estava concluído antes de alcançarmos a meta do milhar de seguidores.  Ainda assim, não resisti e procurei nos cantinhos (especialmente no boteco) para ver se encontrava algum shinobi procionídeo nas páginas.  Houve alguma reclamação quanto ao &#8220;corte&#8221; da história desta vez, mas não dá pra fazer milagre nesse sentido. Provavelmente, se houvesse uma página a mais, algum diálogo muito mais importante ficaria cortado, o que seria pior do que a pergunta que ficou no ar.</p>
<p>Só não fiquei tão curioso quanto a continuação por que todo mundo sabe que o melhor rango de Arton é pudim de ameixa&#8230;</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>PARA TUDO</strong></span>!:  os <strong>Guaxininjas</strong> estão lá! Eu que não encontrei! XDXDXD</p>
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