CCXP – Valeu a pena e vamos voltar!

Dia 05 começa a venda dos ingressos para a CCXP 2018! Já separei uma fatia da fatura do cartão para as parcelas \o/. Em 2016, fui à CCXP pela primeira […]

Dia 05 começa a venda dos ingressos para a CCXP 2018! Já separei uma fatia da fatura do cartão para as parcelas \o/.

Em 2016, fui à CCXP pela primeira vez com o meu filho e 2 amigos do grupo de RPG. Fomos no sábado em um bate-e-volta. Assim que o guri soube que poderia ir fantasiado, escolheu a fantasia do Capitão América, guardou o escudo de vibranium na mochila e estava pronto.

A recepção em 2016 foi excelente. Havia muita coisa para crianças, não apenas para jovens e adultos. Infelizmente, como era um bate-e-volta, não conseguimos aproveitar todo o evento. Filas enormes e proibitivas assolam o lugar. Não pude entrar nos maiores, e mais concorridos, stands do evento.

Em 2017, resolvemos ir 2 dias…

…e fazer cosplay (ainda vou fazer um post, ou vídeo, sobre isso, prometo).

Foram duas decisões acertadas. No primeiro dia, chegamos com calma. Almoçamos antes de chegarmos ao evento e fomos tranquilamente , com o papai RPGista carregando um monte de bolsas e malas contendo roupas e acessórios.

Ponto negativo, o trocador para cosplayers era no final do pavilhão… foi cansativo levar as malas de roupa. Ponto positivo, o trocador era muito bem organizado e o pessoal muito simpático, mais poder ver logo de cara a galera saindo pra feira e tirar fotos com cosplayers descansados.

Nesse dia, fizemos apenas cosplay. 2 horas andando pra lá e pra cá, muitas fotos e aventuras… e estávamos exaustos. Sem óculos, eu não vi praticamente nada da Convenção… mas deu pra me situar, e planejar o que faríamos no dia seguinte.

No dia seguinte, curtimos apenas o evento.

Novamente, filas proibitivas… criança de 6 anos + papai com mais de 40 e espírito de 90 = não vou tentar entrar no stand do Harry Potter nem que me paguem.

Em compensação, em 2017 meu filho curtiu muito mais as atrações para crianças. Almoçamos lá (a praça melhorou muito em termos de opções). Também havia estrutura para crianças menores, com trocadores e tudo mais. Havia várias pessoas com bebês, inclusive.

Muita coisa para comprar, mas não vi nenhuma graaande oportunidade. Os preços não foram diferentes daqueles praticados por lojas online ou em lojas físicas. Até os bonecos playmobil dos Ghostbusters, anunciados na feira como “exclusivos” da CCXP, pude encontrar na Ri Happy. Saímos de lá com umas blusas e alguns bottons.

Ainda, tenho a sensação de que não aproveitei todo o evento. Não consegui assistir as palestras (apenas pedaços de 2 delas) e nem ir ao auditório Cinemark.

Este ano, meu filho estará um pouquinho maior, e acho que já será mais paciente com filas. Também existe a possibilidade de vender um pedaço do meu fígado e comprar o ingresso EPIC (que dá direito a entrar no evento 1 hora antes dos portões abrirem) por um preço consideravelmente mais alto.

E eu considero essa hipótese porque – SÉRIO – tem muita coisa pra ver e fazer.

Para nós, RPGistas, havia o stand da Jambô, com direito à cosplay do Mestre Arsenal na entrada. Pra quem curte jogos de tabuleiro, também havia espaço dedicado (no meu caso, não adianta. Meu jogo de mesa é RPG mesmo. Já tentei outras coisas e sempre fico com cara de bunda, achando tudo um saco).

Esse ano estou considerando tentar pegar autógrafos para HQs, e/ou comprar algumas artes.  E você?

Sobre Alexandre

Estagiário do vice presidente júnior do RPGista, Alexandre começou a jogar RPG em 1991, só para poder usar miniaturas e jogar dados esquisitos. Ele é o jogador que faz os ninjas e rangers do grupo. Nunca magos (porque com eles não se brinca).