Tormenta: história militar de Arton, Conflitos de Fronteira Bielefeld-União Púrpura

Conflitos de Fronteira Bielefeld-União Púrpura 1289 c.e. ─ 1300 c.e. Até o ano de 1300 o território da atual União Púrpura oficialmente pertencia a Bielefeld, mas era ocupado pelos povos […]

Conflitos de Fronteira Bielefeld-União Púrpura

1289 c.e. ─ 1300 c.e.

Até o ano de 1300 o território da atual União Púrpura oficialmente pertencia a Bielefeld, mas era ocupado pelos povos “bárbaros” nativos do Reinado, que haviam sido empurrados para a região pela criação e expansão de reinos como Yuden, Svalas e Bielefeld. Eles teriam sido completamente conquistados por Bielefeld não fosse pelo resultado da guerra contra Khubar. O ataque de Benthos desorganizou política e militarmente a jovem nação, que então não estava mais disposta a lutar contra bárbaros, com medo de um novo desastre.

Com o passar do tempo as tribos se fortaleceram e, incitadas pela família Asloth que procurava desestabilizar o reino, começaram a atacar as vilas e pequenas cidades de Bielefeld próximas de seu território. Centenas, talvez milhares, de escaramuças de fronteira aconteceram durante mais de uma década até que Deheon resolveu intervir e encerrar o conflito diplomaticamente.

Depois de muitas negociações, a União Púrpura foi criada a partir do território “pertencente” à Bielefeld, como uma forma de “desculpas” pela agressão inicial da fundação do reino. Vários reinos menores da União, como Gaboran e Vírdia, ainda guardam ressentimento e fazem ataques de fronteira contra Bielefeld até hoje, mas em uma escala muito, muito menor que a vista durante este conflito.

Beligerantes: Reinos Menores da União Púrpura vs Bielefeld.

Alianças de Destaque: Família Asloth e Reinos Menores (não-oficial).

Rolando uma campanha durante o conflito

Este é um conflito não declarado, portanto exércitos não estão realmente envolvidos, com a maior parte dos conflitos envolvendo algumas dezenas de homens, as maiores batalhas envolvem apenas algumas centenas. Em geral, os bárbaros atacam pequenas vilas, que saqueiam com prazer, e então retornam para suas terras, deixando os sobreviventes para fugirem ou tentarem reconstruir, apenas para ver tudo destruído no próximo ataque.

Por isto tudo que este é o conflito mais fácil de envolver grupos de aventureiros, que podem encontrar uma vila arrasada e assumir a tarefa de proteger os aldeões ou fazer um ataque punitivo contra os bárbaros, talvez retomando as carroças com a produção agrícola roubada e salvando a vila da destruição completa. Eles também podem ser contratados oficialmente por Bielefeld para assegurar as comunidades na fronteira ou lidar com um líder bárbaro especialmente sanguinário. Depois de defenderem as comunidades de fronteira, os heróis podem ser chamados para garantir um tratado de paz vantajoso para Bielefeld, talvez movendo tropas para posições estratégicas em uma última escaramuça de fronteira.

Outra opção é que os heróis sejam aventureiros contratados por Deheon para averiguar a situação. Encontrando o caos, eles devem investigar a fundo a situação em busca de uma maneira de trazer a paz. Visto a cultura guerreira dos reinos menores, é provável que a única maneira de chamar as tribos para a mesa de negociações seja ganhando vários combates rituais deste povo, intercalados com negociações em meio a muita bebedeira e festa. Depois de convencer as tribos a negociar, no entanto, ainda é necessário fazer elas concordarem em alguma coisa! Este tipo de campanha é basicamente uma mistura de combates, diplomacia e investigação, exigindo um grupo bastante heterogêneo para lidar com várias situações diferentes.

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Sobre Nume Finório

João Paulo Francisconi, entre outras enormes perdas de tempo, é blogueiro há dez anos, escreveu para a finada Dragon Slayer, publicou alguns livros de RPG e assistiu quatro episódios de Punho de Ferro.