Diário de campanha: Ravenloft

A última aventura de um dos meus grupos se passou em Ravenloft.
Mestrei uma aventura pronta, clássica, chamada “Ship of Horror” (o Navio do Horror).

Acho a aventura muito boa, além de ser facilmente adaptável para ocorrer em qualquer cenário. A única coisa necessária é que os PCs peguem um navio para ir a algum lugar.

Precisei fazer apenas alguns ajustes na aventura, especialmente no que se refere aos combates.

Como jogamos GURPS, não pude utilizar as centenas de esqueletos e mortos-vivos sugeridos como oponentes…

Pensando melhor, não o faria nem se jogasse D&D (Pombas! Em um dos encontros os inimigos são esqueletos de cachorros, esquilos e furões!!! Para mim, esse é o tipo de encontro que não agrega nada à sessão. Nem terror, nem desafio, nem XP, nem nada. É apenas ridículo.)

A idéia original não era levá-los para Ravenloft, mas usar a aventura como algo independente.
Só que enquanto as coisas iam transcorrendo, resolvi levá-los ao semi-plano de vez.

Resolvi fazer isso porque esse grupo joga de forma mais esculachada e brincalhona, e alguns dos PCs cometem atos “moralmente discutíveis” (coisas de baixo nível mesmo) de forma constante.

Achei que Ravenloft recompensaria de forma muito, digamos, ”generosa” o comportamento desses personagens.

E acertei.

Não demorou para que os dedos da Terra das Brumas começassem a envolver Balthazar, o pederasta aborrendo (*).

Ele sofrerá as conseqüências por seus atos vis.

Em Ravenloft pretendo:

– Fazer com que os PCs atuem de forma mais coesa, como grupo;
– Introduzir elementos mais investigativos nas aventuras;
– ACHO que o grupo se voltará contra Balthazar. Acho isso bom, pois estimulará o roleplaying dos jogadores (coisa que já está acontecendo);
– Levar os PC´s de volta para Krynn no meio da Guerra da Lança (pois iniciamos o jogo alguns meses antes dela)

(*) PQP! Esse cara fez cada coisa nas duas últimas sessões que tenho vergonha de escrever no blog. E olha que eu já escrevi coisas baixas…

Sobre Alexandre

Estagiário do vice presidente júnior do RPGista, Alexandre começou a jogar RPG em 1991, só para poder usar miniaturas e jogar dados esquisitos. Ele é o jogador que faz os ninjas e rangers do grupo. Nunca magos (porque com eles não se brinca).