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	<title>Comentários sobre: Raças de fantasia sexualmente apelativas: considerações adicionais</title>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4880</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 01:42:44 +0000</pubDate>
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		<description>Coment&#225;rio nada a ver com RPG, ignore se preferir: 
 
&quot;Somos condicionados na divis&#227;o entre menino e menina desde crian&#231;a &#8212; azul e rosa, carrinho e boneca &#8211;, mas &#233; t&#227;o crucial assim a manuten&#231;&#227;o desse constructo? Ambiguidade sexual &#233; t&#227;o ofensiva? Assexualidade &#233; t&#227;o perturbadora a ponto de pedir algo t&#227;o alien&#237;gena quanto seios em r&#233;pteis?&quot; 
 
Shido, sobre esta divis&#227;o, n&#227;o somos apenas &quot;condicionados&quot; desde crian&#231;a, mas nossa fisiologia, psicologia (ou mentalidade, se ficar melhor) e instintos refor&#231;am a divis&#227;o: Li certa vez numa publica&#231;&#227;o de psicologia (meu curso) que houve uma iniciativa nos anos 70 por parte de uma institui&#231;&#227;o de ensino italiana em educar crian&#231;as sem nenhuma distin&#231;&#227;o baseada em g&#234;nero, dentro de casa e da escola. Resumindo, enquanto n&#227;o havia necessariamente prefer&#234;ncia entre cores (azul x rosa, etc), os brinquedos e brincadeiras das crian&#231;as que participaram seguiam a mesma diferencia&#231;&#227;o conforme g&#234;nero que num ambiente de ensino tradicional (carrinho x boneca, etc), mostrando j&#225; naquela &#233;poca uma diferencia&#231;&#227;o de atitude, prefer&#234;ncias, gostos, etc de acordo com g&#234;nero que ignora o condicionamento social (n&#227;o que este n&#227;o seja importante). </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Coment&aacute;rio nada a ver com RPG, ignore se preferir: </p>
<p>&quot;Somos condicionados na divis&atilde;o entre menino e menina desde crian&ccedil;a &mdash; azul e rosa, carrinho e boneca &ndash;, mas &eacute; t&atilde;o crucial assim a manuten&ccedil;&atilde;o desse constructo? Ambiguidade sexual &eacute; t&atilde;o ofensiva? Assexualidade &eacute; t&atilde;o perturbadora a ponto de pedir algo t&atilde;o alien&iacute;gena quanto seios em r&eacute;pteis?&quot; </p>
<p>Shido, sobre esta divis&atilde;o, n&atilde;o somos apenas &quot;condicionados&quot; desde crian&ccedil;a, mas nossa fisiologia, psicologia (ou mentalidade, se ficar melhor) e instintos refor&ccedil;am a divis&atilde;o: Li certa vez numa publica&ccedil;&atilde;o de psicologia (meu curso) que houve uma iniciativa nos anos 70 por parte de uma institui&ccedil;&atilde;o de ensino italiana em educar crian&ccedil;as sem nenhuma distin&ccedil;&atilde;o baseada em g&ecirc;nero, dentro de casa e da escola. Resumindo, enquanto n&atilde;o havia necessariamente prefer&ecirc;ncia entre cores (azul x rosa, etc), os brinquedos e brincadeiras das crian&ccedil;as que participaram seguiam a mesma diferencia&ccedil;&atilde;o conforme g&ecirc;nero que num ambiente de ensino tradicional (carrinho x boneca, etc), mostrando j&aacute; naquela &eacute;poca uma diferencia&ccedil;&atilde;o de atitude, prefer&ecirc;ncias, gostos, etc de acordo com g&ecirc;nero que ignora o condicionamento social (n&atilde;o que este n&atilde;o seja importante).</p>
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	<item>
		<title>Por: laura</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4879</link>
		<dc:creator>laura</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:04:12 +0000</pubDate>
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		<description>ai que grande:&#039;( </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ai que grande:&#039;(</p>
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		<title>Por: Shido Vicious</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4878</link>
		<dc:creator>Shido Vicious</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 20:59:37 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Caras, eu só repito o que disse antes: quanto mais “humanizado” for (mais próximo do nosso paradigma), mais as pessoas se identificam com. Portanto, mais se vende, mais se agrada, mais se lucra.&quot;

Daniel, há isso, mas (falando de ambientações de RPG) se for *sempre* querer dar 100% de familiaridade ao público, teremos sempre a mesma coisa. Em termos de raças pra um cenário, os humanos (geralmente) sempre estarão lá -- além dos elfos e anões, que nada mais são que humanos ultra-ectomórficos com orelhas pontudas e humanos ultra-endomórficos com estatura diminuída --, logo, não vejo motivo pra não pôr opções menos usuais de caráter mais &quot;periférico&quot;. Poderão não ser as opções mais populares, mas estarão lá pra quem quiser algo mais diferente. E isso não quer dizer que essas opções periféricas serão desprovidas de atrativos -- onde não há seios pode bem haver uma cultura exótica e interessante, um metabilismo bizarro que concede habilidades desejáveis, e por aí vai.

Arquimago, a imagem não é pra ser muito melhor que o Conan de tanguinha -- é pra ser pior, em termos de sensualidade escancarada. Comparar uma elfa de chainmail bikini e bunda empinada com um bárbaro de tanga só porque ele usa pouca roupa sempre me pareceu incongruente. O personagem do desenho pode usar mais roupa, mas é de apelação sexual muito maior que um Conan.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Caras, eu só repito o que disse antes: quanto mais “humanizado” for (mais próximo do nosso paradigma), mais as pessoas se identificam com. Portanto, mais se vende, mais se agrada, mais se lucra.&#8221;</p>
<p>Daniel, há isso, mas (falando de ambientações de RPG) se for *sempre* querer dar 100% de familiaridade ao público, teremos sempre a mesma coisa. Em termos de raças pra um cenário, os humanos (geralmente) sempre estarão lá &#8212; além dos elfos e anões, que nada mais são que humanos ultra-ectomórficos com orelhas pontudas e humanos ultra-endomórficos com estatura diminuída &#8211;, logo, não vejo motivo pra não pôr opções menos usuais de caráter mais &#8220;periférico&#8221;. Poderão não ser as opções mais populares, mas estarão lá pra quem quiser algo mais diferente. E isso não quer dizer que essas opções periféricas serão desprovidas de atrativos &#8212; onde não há seios pode bem haver uma cultura exótica e interessante, um metabilismo bizarro que concede habilidades desejáveis, e por aí vai.</p>
<p>Arquimago, a imagem não é pra ser muito melhor que o Conan de tanguinha &#8212; é pra ser pior, em termos de sensualidade escancarada. Comparar uma elfa de chainmail bikini e bunda empinada com um bárbaro de tanga só porque ele usa pouca roupa sempre me pareceu incongruente. O personagem do desenho pode usar mais roupa, mas é de apelação sexual muito maior que um Conan.</p>
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	<item>
		<title>Por: Arquimago</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4877</link>
		<dc:creator>Arquimago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 19:41:01 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom, realmente mais polido que o outro. Concordo com ambos, como disse antes, apesar que no outro por sentir o &quot;ar agrecivo&quot; abaei ficando mais para o lado das humanoides bipedes(falei algo obre lobas e magos).

Gostei de você ter fieo outro artigo, mostra um bom carater.

Mas se me permite a figura que você link não me pareceu muito melhor que o conan de tanguinha, ele pode ter mais roupa... agora tem o mesmo apelo sexual... até msotrar os pelos pubianos ele faz! É um desenho bom, as mulheres ficam mesmo babando, agora só mudou o modelo, não para que serve o desenho...

Mas como idsse gostei do artigo, e dele ter sido &quot;menos Parcial&quot;.(depois que fiz história não acredito em imparcialidade...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom, realmente mais polido que o outro. Concordo com ambos, como disse antes, apesar que no outro por sentir o &#8220;ar agrecivo&#8221; abaei ficando mais para o lado das humanoides bipedes(falei algo obre lobas e magos).</p>
<p>Gostei de você ter fieo outro artigo, mostra um bom carater.</p>
<p>Mas se me permite a figura que você link não me pareceu muito melhor que o conan de tanguinha, ele pode ter mais roupa&#8230; agora tem o mesmo apelo sexual&#8230; até msotrar os pelos pubianos ele faz! É um desenho bom, as mulheres ficam mesmo babando, agora só mudou o modelo, não para que serve o desenho&#8230;</p>
<p>Mas como idsse gostei do artigo, e dele ter sido &#8220;menos Parcial&#8221;.(depois que fiz história não acredito em imparcialidade&#8230;)</p>
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	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4876</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 02:19:33 +0000</pubDate>
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		<description>Entramos num preâmbulo delicado então, Daniel. Eu vejo Eve como humanizada, mas não antropomorfizada (aquela forma arredondada também parece uma coruja, só para dar um exemplo).

Citando outro exemplo, eu acho Nemo bem humanizado, enquanto que O Espanta Tubarões cai muito mais na antropomorfização. 

Porém, é tênue e existem  muitas discussões acerca do que pode ser ou não antropomorfização. Há até quem não veja diferença alguma entre um e outro. Então acho que nem vale a pena enveredarmos mais neste assunto.

De todo modo, sendo assim ou não, caso há que existe quem EXAGERE na antropomorfização, e quem prefira ser bem mais contido, ficando numa antropomorfização mais leve, ou apenas na humanização. São linhas de pensamento, só isso, e calha que eu prefiro as que não exageram.

De todo modo, como você disse que lida com isso todo dia, eu fiquei mega-curioso! Tem uma página com seus trabalhos, ou algo assim? Eu mesmo sou um Zé neste quesito, que ainda não tenho uma página com os meus, mas geralmente eu sou um Zé sozinho, então até alimento esperanças de ver a sua.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entramos num preâmbulo delicado então, Daniel. Eu vejo Eve como humanizada, mas não antropomorfizada (aquela forma arredondada também parece uma coruja, só para dar um exemplo).</p>
<p>Citando outro exemplo, eu acho Nemo bem humanizado, enquanto que O Espanta Tubarões cai muito mais na antropomorfização. </p>
<p>Porém, é tênue e existem  muitas discussões acerca do que pode ser ou não antropomorfização. Há até quem não veja diferença alguma entre um e outro. Então acho que nem vale a pena enveredarmos mais neste assunto.</p>
<p>De todo modo, sendo assim ou não, caso há que existe quem EXAGERE na antropomorfização, e quem prefira ser bem mais contido, ficando numa antropomorfização mais leve, ou apenas na humanização. São linhas de pensamento, só isso, e calha que eu prefiro as que não exageram.</p>
<p>De todo modo, como você disse que lida com isso todo dia, eu fiquei mega-curioso! Tem uma página com seus trabalhos, ou algo assim? Eu mesmo sou um Zé neste quesito, que ainda não tenho uma página com os meus, mas geralmente eu sou um Zé sozinho, então até alimento esperanças de ver a sua.</p>
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	<item>
		<title>Por: Gruingas</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4875</link>
		<dc:creator>Gruingas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 00:47:40 +0000</pubDate>
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		<description>Então, notas de um biólogo de plantão.

Os seios femininos humanos são como são provavelmente como atrativo sexual (como diz o artigo linkado pelo Shido). Mas não devemos esquecer que eles se desenvolveram a partir de órgãos já existentes, as glândulas mamárias.

Então seios até poderiam existir em mulheres crocodilo bípedes como atrativos sexuais, mas seriam menos prováveis do que numa espécie mamífera, como mulheres raposa, sei lá.

E não podemos esquecer que na natureza existem outros tipos de dimorfismos sexuais além de seios e cinturinha fina.  Temos diferenças de tamanho, coloração, espécies em que só os machos tem chifres, antenas ou órgãos sensoriais diferenciados entre os sexos, o rabo do pavão, a juba do leão... tem insetos nos quais apenas um dos sexos vôa...

Eu concordo que ajuda se as raças sexuadas de fantasia tiverem algum dimorfismo sexual. Mas não precisamos nos limitar ao que encontramos nos seres humanos.

(embora eu adore elfas peitudas em bikinis de cota de malha, ou sem o bikini...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então, notas de um biólogo de plantão.</p>
<p>Os seios femininos humanos são como são provavelmente como atrativo sexual (como diz o artigo linkado pelo Shido). Mas não devemos esquecer que eles se desenvolveram a partir de órgãos já existentes, as glândulas mamárias.</p>
<p>Então seios até poderiam existir em mulheres crocodilo bípedes como atrativos sexuais, mas seriam menos prováveis do que numa espécie mamífera, como mulheres raposa, sei lá.</p>
<p>E não podemos esquecer que na natureza existem outros tipos de dimorfismos sexuais além de seios e cinturinha fina.  Temos diferenças de tamanho, coloração, espécies em que só os machos tem chifres, antenas ou órgãos sensoriais diferenciados entre os sexos, o rabo do pavão, a juba do leão&#8230; tem insetos nos quais apenas um dos sexos vôa&#8230;</p>
<p>Eu concordo que ajuda se as raças sexuadas de fantasia tiverem algum dimorfismo sexual. Mas não precisamos nos limitar ao que encontramos nos seres humanos.</p>
<p>(embora eu adore elfas peitudas em bikinis de cota de malha, ou sem o bikini&#8230;)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4874</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 23:06:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4874</guid>
		<description>É verdade, Leonel, mas no exemplo de Carros não vemos formas humanóides. Não é que seja necessidade, mas é inegável que o público precisa de uma âncora para relacionar com o seu próprio universo, e quanto maior ela for, mais as pessoas vão se sentir ligadas aos personagens e mais vão curtir (ao menos a maioria, ou o grande público).

No caso de Wall-E, há sim uma antropomorfização: Wall-E é todo quadradão, enquanto Eve tem formas femininas (arredondadas, curvas, leveza). Aliás, robôs são um excelente exemplo disso.

Saladino, esqueci de corrigir! Era pra substituir por &quot;bichos&quot; quando incluí o exemplo dos Gatos do Trovão! Hauhahuahua</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade, Leonel, mas no exemplo de Carros não vemos formas humanóides. Não é que seja necessidade, mas é inegável que o público precisa de uma âncora para relacionar com o seu próprio universo, e quanto maior ela for, mais as pessoas vão se sentir ligadas aos personagens e mais vão curtir (ao menos a maioria, ou o grande público).</p>
<p>No caso de Wall-E, há sim uma antropomorfização: Wall-E é todo quadradão, enquanto Eve tem formas femininas (arredondadas, curvas, leveza). Aliás, robôs são um excelente exemplo disso.</p>
<p>Saladino, esqueci de corrigir! Era pra substituir por &#8220;bichos&#8221; quando incluí o exemplo dos Gatos do Trovão! Hauhahuahua</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rogerio Saladino</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4873</link>
		<dc:creator>Rogerio Saladino</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 20:28:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4873</guid>
		<description>O Daniel disse:

&quot;Exemplos: Caravana da Coragem, Planeta dos Macacos, Transformers (Beast Wars não fez sucesso e não tinha humanos. Coincidência?), gremlins, aquele desenho engraçado dos anos 80 sobre bichinhos que faziam ‘pop’ e viravam meias =P, bichinhos humanóides (Nossa Turma, Thundercats, a Disney inteira…)…&quot;

   Thundercats &quot;bichinhos&quot;? Ei!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Daniel disse:</p>
<p>&#8220;Exemplos: Caravana da Coragem, Planeta dos Macacos, Transformers (Beast Wars não fez sucesso e não tinha humanos. Coincidência?), gremlins, aquele desenho engraçado dos anos 80 sobre bichinhos que faziam ‘pop’ e viravam meias =P, bichinhos humanóides (Nossa Turma, Thundercats, a Disney inteira…)…&#8221;</p>
<p>   Thundercats &#8220;bichinhos&#8221;? Ei!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4872</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 20:27:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4872</guid>
		<description>Humanizado, concordo. Antropomorfizado, já não digo que haja tanta necessidade.

Parecem o mesmo termo, mas não são, no fim das contas. Humanizar não se prende à forma, coisa que o antropomorfizar se prende. Por exemplo, &quot;Carros&quot; é humanizado, mas não é antropomorfizado. &quot;a Dama e o Vagabundo&quot;, idem.

O que o Shido mais insistiu foi que ele não gosta da antropomorfização exagerada. E eu digo que há uma corrente grande em concept design que não utiliza tanta antropomorfização (carros é um exemplo, novamente. Wall-E é outro). Eu mesmo costumo me enveredar por esta corrente.

Mas se quiser que falemos do ponto de vista da humanização, aí já são outros quinhentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Humanizado, concordo. Antropomorfizado, já não digo que haja tanta necessidade.</p>
<p>Parecem o mesmo termo, mas não são, no fim das contas. Humanizar não se prende à forma, coisa que o antropomorfizar se prende. Por exemplo, &#8220;Carros&#8221; é humanizado, mas não é antropomorfizado. &#8220;a Dama e o Vagabundo&#8221;, idem.</p>
<p>O que o Shido mais insistiu foi que ele não gosta da antropomorfização exagerada. E eu digo que há uma corrente grande em concept design que não utiliza tanta antropomorfização (carros é um exemplo, novamente. Wall-E é outro). Eu mesmo costumo me enveredar por esta corrente.</p>
<p>Mas se quiser que falemos do ponto de vista da humanização, aí já são outros quinhentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4871</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 19:15:41 +0000</pubDate>
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		<description>Caras, eu só repito o que disse antes: quanto mais &quot;humanizado&quot; for (mais próximo do nosso paradigma), mais as pessoas se identificam com. Portanto, mais se vende, mais se agrada, mais se lucra. Eu lido com isso todo dia. 

Claro, não se aplica a todos os casos. Mas veja que, na maioria deles, essas raças/criaturas/coisas mais estranhas são vistas como curiosidade ou não tem tanto destaque quanto as raças/coisas principais. Veja que mesmo quando elas tentam ser principais na estória, sempre tem algum humano ou coisa parecida no meio, justamente pra trazer essa identificação com o público.

Exemplos: Caravana da Coragem, Planeta dos Macacos, Transformers (Beast Wars não fez sucesso e não tinha humanos. Coincidência?), gremlins, aquele desenho engraçado dos anos 80 sobre bichinhos que faziam &#039;pop&#039; e viravam meias =P, bichinhos humanóides (Nossa Turma, Thundercats, a Disney inteira...)... 

Basta pensar nos exemplos da nossa cultura por aí afora - geralmente toda vez que se apresenta uma raça interessante e totalmente diferente, sempre se usa um comparativo humano ou a raça não é a principal atração da parada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caras, eu só repito o que disse antes: quanto mais &#8220;humanizado&#8221; for (mais próximo do nosso paradigma), mais as pessoas se identificam com. Portanto, mais se vende, mais se agrada, mais se lucra. Eu lido com isso todo dia. </p>
<p>Claro, não se aplica a todos os casos. Mas veja que, na maioria deles, essas raças/criaturas/coisas mais estranhas são vistas como curiosidade ou não tem tanto destaque quanto as raças/coisas principais. Veja que mesmo quando elas tentam ser principais na estória, sempre tem algum humano ou coisa parecida no meio, justamente pra trazer essa identificação com o público.</p>
<p>Exemplos: Caravana da Coragem, Planeta dos Macacos, Transformers (Beast Wars não fez sucesso e não tinha humanos. Coincidência?), gremlins, aquele desenho engraçado dos anos 80 sobre bichinhos que faziam &#8216;pop&#8217; e viravam meias =P, bichinhos humanóides (Nossa Turma, Thundercats, a Disney inteira&#8230;)&#8230; </p>
<p>Basta pensar nos exemplos da nossa cultura por aí afora &#8211; geralmente toda vez que se apresenta uma raça interessante e totalmente diferente, sempre se usa um comparativo humano ou a raça não é a principal atração da parada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Shido Vicious</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4870</link>
		<dc:creator>Shido Vicious</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:04:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4870</guid>
		<description>Matheus, de fato o lance dos minotauros artonianos dá margem pra considerações bem interessantes -- possui todo um elemento de tensão que pode ser bem utilizado em jogo. Sobre os alienígenas, de fato, não precisam se parecer com nada que conhecemos -- me veio rápido &quot;O Despertar dos Deuses&quot; (&quot;The Gods Themselves&quot;) do Isaac Asimov, com seus alienígenas de três sexos distintos e de corpos que dão a impressão de serem algo próximo do gasoso. 

Bem dito, Leonel, &quot;verosimilhança não implica em ser necessáriamente parecido com a NOSSA verdade, com NOSSA realidade, mas sim parecer de tal forma consistente em seu cenário, com a sua própria lógica, que não cause repulsa ao expectador.&quot; 

É bom ressaltar, da minha parte, que o hábito de puxar as coisas mais para perto do realismo como conhecemos é particularidade minha, não uma constante universal. Os mecanismos naturais possuem o fator familiaridade, são coisas que conhecemos e sabemos funcionar. Facilita fazer ajustes em um sistema existente e funcional em vez de criar um do zero -- corro o risco de algo simplificado demais ou de acumular inconsistências ao longo da construção de algo mais complexo. De resto, é como no caso da magia -- como a maior parte dos elementos comuns do ambiente ficcional costumam ser mais ou menos realistas, ajuda construir sobre a mesma base, pra facilitar a harmonia.   

Gun, creio que o Leonel esclareceu as coisas. Talvez eu possa ter sido pouco claro no texto, mas creio que agora conseguimos nos entender. Vou revisar o parágrafo no texto pra não deixar dúvidas.

De resto, sou partidário de &quot;No caso dos DragonBorns por exemplo as femeas poderiam ser “diferenciadas” dos machos por um crista, ou talvez por detalhes tão pequenos que só os dragonborns saibam reconhecer. Deixando nós humanos na total ignorância sobre quais deles são machos ou fêmeas…&quot; -- não vejo qualquer problema no fato dos membros de uma raça não saberem com clareza tudo sobre uma outra totalmente diferente. É até interessante. Como eu escrevi no início, familiaridade não precisa vir num pacote de 100%.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Matheus, de fato o lance dos minotauros artonianos dá margem pra considerações bem interessantes &#8212; possui todo um elemento de tensão que pode ser bem utilizado em jogo. Sobre os alienígenas, de fato, não precisam se parecer com nada que conhecemos &#8212; me veio rápido &#8220;O Despertar dos Deuses&#8221; (&#8220;The Gods Themselves&#8221;) do Isaac Asimov, com seus alienígenas de três sexos distintos e de corpos que dão a impressão de serem algo próximo do gasoso. </p>
<p>Bem dito, Leonel, &#8220;verosimilhança não implica em ser necessáriamente parecido com a NOSSA verdade, com NOSSA realidade, mas sim parecer de tal forma consistente em seu cenário, com a sua própria lógica, que não cause repulsa ao expectador.&#8221; </p>
<p>É bom ressaltar, da minha parte, que o hábito de puxar as coisas mais para perto do realismo como conhecemos é particularidade minha, não uma constante universal. Os mecanismos naturais possuem o fator familiaridade, são coisas que conhecemos e sabemos funcionar. Facilita fazer ajustes em um sistema existente e funcional em vez de criar um do zero &#8212; corro o risco de algo simplificado demais ou de acumular inconsistências ao longo da construção de algo mais complexo. De resto, é como no caso da magia &#8212; como a maior parte dos elementos comuns do ambiente ficcional costumam ser mais ou menos realistas, ajuda construir sobre a mesma base, pra facilitar a harmonia.   </p>
<p>Gun, creio que o Leonel esclareceu as coisas. Talvez eu possa ter sido pouco claro no texto, mas creio que agora conseguimos nos entender. Vou revisar o parágrafo no texto pra não deixar dúvidas.</p>
<p>De resto, sou partidário de &#8220;No caso dos DragonBorns por exemplo as femeas poderiam ser “diferenciadas” dos machos por um crista, ou talvez por detalhes tão pequenos que só os dragonborns saibam reconhecer. Deixando nós humanos na total ignorância sobre quais deles são machos ou fêmeas…&#8221; &#8212; não vejo qualquer problema no fato dos membros de uma raça não saberem com clareza tudo sobre uma outra totalmente diferente. É até interessante. Como eu escrevi no início, familiaridade não precisa vir num pacote de 100%.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4869</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 17:59:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4869</guid>
		<description>A diferença é o produto final. Normalmente um mau produto ao qual se tenta justificar fica sempre cambeta, como diz o adágio &quot;pior a emenda que o soneto&quot;.

Um produto pensado antes passa por diversos estágios e alterações. Passa por olhares críticos, antes de ter sua forma final estabelecida. E esta forma final às vezes só aparece bem depois de seu lançamento, em reestruturações que levem em conta a crítica do público.

Como caso geral, o produto que passa por um processo de concept design é melhor que um produto que não passa (feito nas coxas seria o caso). Mas há excessões: um produto pode ser feito de uma tacada só e, por conta de um momento de genialidade, ser o melhor possível. Ou um produto pode ter passado por diversas etapas e ainda assim ser muito ruim, talvez porque parte de uma premissa ruim. Mas são excessões, não regras.

Isto eu digo no sentido do processo criativo. Quando a coisa toda está pronta, é um pouco difícil para alguém que não participou deste desenvolvimento dizer quando houve um processo antes da arte e quando houve justificativa para tentar tapar uma idéia troncha.

Não é impossível, há momentos em que podemos analisar e dizer &quot;ah, peraí... achei a emenda!&quot;. E quem for do ramo desenvolve um olhar clínico para isso. Mas sempre vamos cair em situações incômodas se quisermos levar isto a fundo. Se um ilustrador ou escritor diz que não é uma emenda, mas sim algo que ele pensou bem antes de fazer, quem somos nós para discordar?

Acho apenas que vale a dica para quem for criar: que é melhor pensar no conceito ANTES que justificar falhas DEPOIS. E se o seu conceito coloca seios em baratas, e você consegue uma verosimilhança disto no cenário, significa apenas que você seguiu uma linha que aposta bastante na antropomorfização.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A diferença é o produto final. Normalmente um mau produto ao qual se tenta justificar fica sempre cambeta, como diz o adágio &#8220;pior a emenda que o soneto&#8221;.</p>
<p>Um produto pensado antes passa por diversos estágios e alterações. Passa por olhares críticos, antes de ter sua forma final estabelecida. E esta forma final às vezes só aparece bem depois de seu lançamento, em reestruturações que levem em conta a crítica do público.</p>
<p>Como caso geral, o produto que passa por um processo de concept design é melhor que um produto que não passa (feito nas coxas seria o caso). Mas há excessões: um produto pode ser feito de uma tacada só e, por conta de um momento de genialidade, ser o melhor possível. Ou um produto pode ter passado por diversas etapas e ainda assim ser muito ruim, talvez porque parte de uma premissa ruim. Mas são excessões, não regras.</p>
<p>Isto eu digo no sentido do processo criativo. Quando a coisa toda está pronta, é um pouco difícil para alguém que não participou deste desenvolvimento dizer quando houve um processo antes da arte e quando houve justificativa para tentar tapar uma idéia troncha.</p>
<p>Não é impossível, há momentos em que podemos analisar e dizer &#8220;ah, peraí&#8230; achei a emenda!&#8221;. E quem for do ramo desenvolve um olhar clínico para isso. Mas sempre vamos cair em situações incômodas se quisermos levar isto a fundo. Se um ilustrador ou escritor diz que não é uma emenda, mas sim algo que ele pensou bem antes de fazer, quem somos nós para discordar?</p>
<p>Acho apenas que vale a dica para quem for criar: que é melhor pensar no conceito ANTES que justificar falhas DEPOIS. E se o seu conceito coloca seios em baratas, e você consegue uma verosimilhança disto no cenário, significa apenas que você seguiu uma linha que aposta bastante na antropomorfização.</p>
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		<title>Por: Tek</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4868</link>
		<dc:creator>Tek</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 16:52:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4868</guid>
		<description>Qual a diferença entre ser pensado antes e ser &quot;convenientemente justificado&quot; depois?
 Isso pra mim só serve pra arrumar motivo de se tacar pedras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a diferença entre ser pensado antes e ser &#8220;convenientemente justificado&#8221; depois?<br />
 Isso pra mim só serve pra arrumar motivo de se tacar pedras.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonel Domingos</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4867</link>
		<dc:creator>Leonel Domingos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 15:54:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4867</guid>
		<description>Gun, quem primeiro citou a questão do design fui eu, então gostaria de esclarecer uma coisa:

Eu citei para defender o NÃO USO da antropomorfização, dizendo inclusive que isto, ao contrário do que o Shido pensava, é uma corrente até muito forte em concept design.

E o bom design é feito antes do produto final, não é a caça de justificativas convenientes para o que já está criado. Quanto ao caso da mitologia, ela não é reflexo imaginário quando se trata de minotauros, é referência direta e eu também citei o assunto, por favor, recorra a meu primeiro comentário, lá no artigo anterior do Shido.

Então, eu até entendo sua defesa, mas acho que você está um pouco confuso quanto às posições colocadas, porque parece estar contrapondo um argumento que não é contrário ao seu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gun, quem primeiro citou a questão do design fui eu, então gostaria de esclarecer uma coisa:</p>
<p>Eu citei para defender o NÃO USO da antropomorfização, dizendo inclusive que isto, ao contrário do que o Shido pensava, é uma corrente até muito forte em concept design.</p>
<p>E o bom design é feito antes do produto final, não é a caça de justificativas convenientes para o que já está criado. Quanto ao caso da mitologia, ela não é reflexo imaginário quando se trata de minotauros, é referência direta e eu também citei o assunto, por favor, recorra a meu primeiro comentário, lá no artigo anterior do Shido.</p>
<p>Então, eu até entendo sua defesa, mas acho que você está um pouco confuso quanto às posições colocadas, porque parece estar contrapondo um argumento que não é contrário ao seu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gun_Hazard</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2009/03/09/racas-de-fantasia-sexualmente-apelativas-consideracoes-adicionais/#comment-4866</link>
		<dc:creator>Gun_Hazard</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 13:34:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=1147#comment-4866</guid>
		<description>Dado a explicação do VA sobre os seios, isso ficou muito mais claro.

Mas não muda o fato de que &quot;Arrumamos uma desculpa para algo inconsistente&quot;

- Sim temos o aspecto Design
- Temos o aspecto mitologia como reflexo imaginário
- Temos o aspecto familiaridade

Mas isso é realmente pensado &quot;antes&quot; de se criar algo ou é uma &quot;justificativa conveniente&quot;?

E qual o limite para tanto?

Neste ponto ainda acho que há um certo exagero correndo por aí.


Sobre os aspectos de atrativos sexuais...

As demais raças diferentes do humano como dito não precisam seguir nosso padrão estético.

Podemos ter feromônios em vez de padrões visuais...
A femea do pavão gosta de uma cauda colorida...
As leoas gostam de juba farta
Alguns lagartos tem cristas
e tantos outros fatores

No caso dos DragonBorns por exemplo as femeas poderiam ser &quot;diferenciadas&quot; dos machos por um crista, ou talvez por detalhes tão pequenos que só os dragonborns saibam reconhecer. Deixando nós humanos na total ignorância sobre quais deles são machos ou fêmeas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dado a explicação do VA sobre os seios, isso ficou muito mais claro.</p>
<p>Mas não muda o fato de que &#8220;Arrumamos uma desculpa para algo inconsistente&#8221;</p>
<p>- Sim temos o aspecto Design<br />
- Temos o aspecto mitologia como reflexo imaginário<br />
- Temos o aspecto familiaridade</p>
<p>Mas isso é realmente pensado &#8220;antes&#8221; de se criar algo ou é uma &#8220;justificativa conveniente&#8221;?</p>
<p>E qual o limite para tanto?</p>
<p>Neste ponto ainda acho que há um certo exagero correndo por aí.</p>
<p>Sobre os aspectos de atrativos sexuais&#8230;</p>
<p>As demais raças diferentes do humano como dito não precisam seguir nosso padrão estético.</p>
<p>Podemos ter feromônios em vez de padrões visuais&#8230;<br />
A femea do pavão gosta de uma cauda colorida&#8230;<br />
As leoas gostam de juba farta<br />
Alguns lagartos tem cristas<br />
e tantos outros fatores</p>
<p>No caso dos DragonBorns por exemplo as femeas poderiam ser &#8220;diferenciadas&#8221; dos machos por um crista, ou talvez por detalhes tão pequenos que só os dragonborns saibam reconhecer. Deixando nós humanos na total ignorância sobre quais deles são machos ou fêmeas&#8230;</p>
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