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	<title>Comentários sobre: Ignorância dos PJs: uma coisa BOA</title>
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		<title>Por: Shido Vicious</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4566</link>
		<dc:creator>Shido Vicious</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 21:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>Fala sério? Não entendo como alguém pode criticá-lo em cima dos romances -- hell, ele deu uma injeção de verossimilhança e dinamismo (além de descrições matadoras!) no cenário. Não consigo conceber alguém vendo negatividade nisso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala sério? Não entendo como alguém pode criticá-lo em cima dos romances &#8212; hell, ele deu uma injeção de verossimilhança e dinamismo (além de descrições matadoras!) no cenário. Não consigo conceber alguém vendo negatividade nisso.</p>
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		<title>Por: Romullo</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4565</link>
		<dc:creator>Romullo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 17:35:29 +0000</pubDate>
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		<description>O Leonel soube mt bem transparecer o que vc escreveu sobre a ignorância dos personagens na Trilogia Tormenta. E olha q o cara ainda foi criticado por isso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Leonel soube mt bem transparecer o que vc escreveu sobre a ignorância dos personagens na Trilogia Tormenta. E olha q o cara ainda foi criticado por isso&#8230;</p>
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		<title>Por: Shido Vicious</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4564</link>
		<dc:creator>Shido Vicious</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 19:32:04 +0000</pubDate>
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		<description>Então, Gun, de fato eu poderia ter enfatizado este ponto: se o mestre sabe *mesmo* como funciona, ele pode trabalhar o elemento melhor. Os anões, eu arriscaria, sequer precisariam de uma íris extra: eles podem ter receptores que captam essas freqüências, mas achei interessante o &quot;tempo de adaptação necessário&quot;-- tais receptores podem ser muito sensíveis, requerem dilatação máxima da pupila, por exemplo. Isso pode dar interessantes anões com a sensibilidade à luz dos drow -- precisariam de um tempo para contraí-las e se adaptar à luz do dia, sofrendo uma sobrecarga sensorial até ter o tempo para fazê-lo. Esse é um ponto interessante: sendo criaturas do subterrâneo, por que os anões, assim como os drow, não são sensíveis à luz excessiva?

O &quot;se eles falam a verdade&quot; dos deuses é um problema dos cenários em si, eu penso. O Panteão, do Tormenta, é um suplemento de que gosto muito, mas que conta com esse problema -- nunca foi dito o contrário ou posto em dúvia, logo, há 100% de certeza da veracidade. É como o Fábio Godoy escreveu: parte-se dos deuses para o resto. E isso fica parecendo artificial, já que, ao menos na nossa realidade, o mundo veio primeiro, e depois os deuses (que são criações humanas).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então, Gun, de fato eu poderia ter enfatizado este ponto: se o mestre sabe *mesmo* como funciona, ele pode trabalhar o elemento melhor. Os anões, eu arriscaria, sequer precisariam de uma íris extra: eles podem ter receptores que captam essas freqüências, mas achei interessante o &#8220;tempo de adaptação necessário&#8221;&#8211; tais receptores podem ser muito sensíveis, requerem dilatação máxima da pupila, por exemplo. Isso pode dar interessantes anões com a sensibilidade à luz dos drow &#8212; precisariam de um tempo para contraí-las e se adaptar à luz do dia, sofrendo uma sobrecarga sensorial até ter o tempo para fazê-lo. Esse é um ponto interessante: sendo criaturas do subterrâneo, por que os anões, assim como os drow, não são sensíveis à luz excessiva?</p>
<p>O &#8220;se eles falam a verdade&#8221; dos deuses é um problema dos cenários em si, eu penso. O Panteão, do Tormenta, é um suplemento de que gosto muito, mas que conta com esse problema &#8212; nunca foi dito o contrário ou posto em dúvia, logo, há 100% de certeza da veracidade. É como o Fábio Godoy escreveu: parte-se dos deuses para o resto. E isso fica parecendo artificial, já que, ao menos na nossa realidade, o mundo veio primeiro, e depois os deuses (que são criações humanas).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Arquimago</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4563</link>
		<dc:creator>Arquimago</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 15:51:34 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do artigo! Muito escrito e claro.

E para quem quiser um cenário sem esses problemas, onde a religião tem seu misterio, são bem fundamentadas e temos toda a estrutura sem fazer com que os deuses sejam certezas, eu recomendo os Reinos de Ferro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do artigo! Muito escrito e claro.</p>
<p>E para quem quiser um cenário sem esses problemas, onde a religião tem seu misterio, são bem fundamentadas e temos toda a estrutura sem fazer com que os deuses sejam certezas, eu recomendo os Reinos de Ferro!</p>
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	<item>
		<title>Por: Gun_Hazard</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4562</link>
		<dc:creator>Gun_Hazard</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 15:46:25 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o texto, eu preferi o outro ainda...

A questão da transparência ficou meio perdida, no meio do desenrolar.

A grande questão é: &quot;Se o mestre tem o conhecimento de como funciona tal coisa ele tem melhor dominio da situação!&quot;

Por exemplo se o Mestre define que seus anões tem visão ultravioleta causada por uma iris extra que se aplica sobre a iris normal (Mesmo que isto seja impossivel cientificamente) em seu cenário ele irá saber como explicar o fato do anão não enxargar cores, ele saberá trabalhar melhor a descrição do que o Anão percebe ou não, ele poderá dizer que para enxergar novamente sobre a luz normal é necessário uma rodada completa para se adaptar (Pois a iris extra precisa de fechar inteiramente). Mesmo que isto nunca chegue a percepção do personagem ou do jogador (&quot;Não me pergunte como enxergo no escuro eu apenas enxergo&quot;), mas irá enriquecer a descrição do mestre.

Sobre a abordagem de deuses a grande questão é &quot;Eles realmente falam a verdade?&quot;

Por exemplo um deus pode alegar para sí o título de &quot;Criador de tal raça&quot;, mas até onde isto é verdade?

Atualmente minha visão de forgotten é mais gnostica com os deuses sendo poderes bem intencionados ou usurpadores tiranicos (Indiferente de tendência ou não)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o texto, eu preferi o outro ainda&#8230;</p>
<p>A questão da transparência ficou meio perdida, no meio do desenrolar.</p>
<p>A grande questão é: &#8220;Se o mestre tem o conhecimento de como funciona tal coisa ele tem melhor dominio da situação!&#8221;</p>
<p>Por exemplo se o Mestre define que seus anões tem visão ultravioleta causada por uma iris extra que se aplica sobre a iris normal (Mesmo que isto seja impossivel cientificamente) em seu cenário ele irá saber como explicar o fato do anão não enxargar cores, ele saberá trabalhar melhor a descrição do que o Anão percebe ou não, ele poderá dizer que para enxergar novamente sobre a luz normal é necessário uma rodada completa para se adaptar (Pois a iris extra precisa de fechar inteiramente). Mesmo que isto nunca chegue a percepção do personagem ou do jogador (&#8220;Não me pergunte como enxergo no escuro eu apenas enxergo&#8221;), mas irá enriquecer a descrição do mestre.</p>
<p>Sobre a abordagem de deuses a grande questão é &#8220;Eles realmente falam a verdade?&#8221;</p>
<p>Por exemplo um deus pode alegar para sí o título de &#8220;Criador de tal raça&#8221;, mas até onde isto é verdade?</p>
<p>Atualmente minha visão de forgotten é mais gnostica com os deuses sendo poderes bem intencionados ou usurpadores tiranicos (Indiferente de tendência ou não)</p>
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		<title>Por: Fábio "Mexicano" Godoy</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4561</link>
		<dc:creator>Fábio "Mexicano" Godoy</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 15:15:31 +0000</pubDate>
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		<description>O problema da banalização dos deuses vem desde a concepção do mundo. A maioria dos cenários que eu conheço que tem esse problema, e das campanhas que eu joguei que tiveram esse problema, foram construídos(as) _primeiro_ pelos deuses, depois o mundo em si. E esse processo de criação é passado aos jogadores (e não apenas o resultado final, &quot;camuflando&quot; as ações dos deuses) para explicar o mundo. Outros cenários passam o mundo nu e cru tal qual ele é, incluindo deuses, seus poderes e seus planos. O mistério da fé acaba sendo ausente, da mesma forma. Por isso mundos sem deuses as vezes acabam sendo mais divertidos... adoro Darksun =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema da banalização dos deuses vem desde a concepção do mundo. A maioria dos cenários que eu conheço que tem esse problema, e das campanhas que eu joguei que tiveram esse problema, foram construídos(as) _primeiro_ pelos deuses, depois o mundo em si. E esse processo de criação é passado aos jogadores (e não apenas o resultado final, &#8220;camuflando&#8221; as ações dos deuses) para explicar o mundo. Outros cenários passam o mundo nu e cru tal qual ele é, incluindo deuses, seus poderes e seus planos. O mistério da fé acaba sendo ausente, da mesma forma. Por isso mundos sem deuses as vezes acabam sendo mais divertidos&#8230; adoro Darksun =)</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel R</title>
		<link>http://rpgista.com.br/2008/12/19/ignorancia-dos-pjs-uma-coisa-boa/#comment-4560</link>
		<dc:creator>Daniel R</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 14:40:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www./?p=645#comment-4560</guid>
		<description>Olha, você abordou um modelo comum de religião, mas acho que ficaria bacana pensar em outros modelos que podem rolar em fantasia, tipo o de Mononoke Hime (e algumas filosofias orientais), em que as pessoas têm contato direto com os deuses, que estão ali, na floresta, no campo, etc. Seria bacana ver algo sobre isso aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, você abordou um modelo comum de religião, mas acho que ficaria bacana pensar em outros modelos que podem rolar em fantasia, tipo o de Mononoke Hime (e algumas filosofias orientais), em que as pessoas têm contato direto com os deuses, que estão ali, na floresta, no campo, etc. Seria bacana ver algo sobre isso aqui.</p>
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